Questões de Concurso Para nível fundamental

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Q3429724 Economia

Observe o gráfico a seguir, sobre número de pessoas ocupadas no mercado de trabalho em Goiás. 



Imagem associada para resolução da questão



INSTITUTO MAURO BORGES. Quantidade de Ocupados em Goiás. In: INSTITUTO MAURO BORGES. Boletim do Mercado de Trabalho: 3º Trimestre de 2024. IMB – Ano 2025, p. 16. [Adaptado].



Conforme os últimos anos do gráfico, o número de pessoas ocupadas em Goiás passa por um momento de 

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Q3429723 Português

Leia o texto a seguir.


Uma das causas para explicar a instabilidade, em Goiás, do comércio no século XVIII pode ser creditada à dificuldade de abastecimento. A grande distância dos centros abastecedores, aliada às dificuldades naturais dos caminhos, dificultava a chegada dos bens comercializáveis. Gastava-se mais ou mesmo oito meses para percorrer o caminho do Rio de Janeiro a Vila Boa. Esse fato poderia levar algumas casas comerciais a encerrarem suas atividades em alguns meses do ano. Tal hipótese explica, por exemplo, as oscilações entre o número de estabelecimentos em um mesmo ano. Em 1741, chega-se a registrar uma diferença de 82 estabelecimentos.


SALGADO, Tathiana Rodrigues. Atividades comerciais durante o período colonial em Goiás – Brasil. Mercator, Fortaleza, v. 18, e18015, 2019, p. 09. [Adaptado].



A situação descrita provocou qual consequência no comércio goiano?

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Q3429722 Economia
Conforme dados do Instituto Mauro Borges, no terceiro trimestre de 2024, Goiás registrou 247.330 admissões de carteiras assinadas e 231.687 desligamentos. Tais dados demonstram qual tendência na economia goiana?
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Q3429721 Português

Leia o texto a seguir.



Criança periférica rejeitada…


Teu mundo é um submundo.


Mão nenhuma te valeu na derrapada.


Ao acaso das ruas – nosso encontro.


És tão pequeno… e eu tenho medo.


Medo de você crescer, ser homem.


Medo da espada de teus olhos…


Medo da tua rebeldia antecipada.


Nego a esmola que me pedes.


Culpa-me tua indigência inconsciente.


Revolta-me tua infância desvalida.



Coralina, Cora. Menor abandonado. In: Coralina, Cora. Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. Global Editora – 14ª edição, 1987, p. 15. [Adaptado].


A revolta da autora se deve a que fenômeno social?

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Q3429720 Matemática
Para os romanos, a unidade padrão de comprimento era o “pé”, o que equivale aproximadamente a 31 centímetros. Um passeio turístico famoso é a viagem de Roma a Veneza, cidades que distam 393 quilômetros uma da outra. Sabendo-se que 1 quilômetro é igual a 100.000 centímetros, qual é, aproximadamente, a distância de Roma a Veneza, em pés?
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Q3429719 Matemática
Um triângulo retângulo T1 tem catetos medindo 3 e 4 metros. No triângulo T2, os catetos medem 30 e 40 metros. Quantas vezes a hipotenusa do triângulo T2 é maior do que a hipotenusa do triângulo T1?
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Q3429718 Matemática
O papel A3, cujas medidas são 297 x 420 mm, é amplamente utilizado para cartazes, projetos de design e pôsteres de marketing. Já o papel A4, cujas medidas são 210 x 297 mm, é o formato mais comum e é utilizado em impressões de documentos de escritório e pessoais. Sabendo-se que a área de um retângulo é o produto das medidas de seus lados, a área de uma folha de papel A4 corresponde a que porcentagem da área de uma folha de papel A3?
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Q3429717 Matemática

Um retângulo tem lados medindo 2x+7 e 3x-4. Se o perímetro de um retângulo é a soma das medidas de seus lados, a expressão algébrica que representa o perímetro do retângulo apresentado é

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Q3429716 Estatística

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), os maiores produtores de carne de frango em 2022 estão apresentados no gráfico a seguir.



Imagem associada para resolução da questão



Disponível em: <https://nutrimosaic.com.br/como-produzir-carne-de-frango-dequalidade/>. Acesso em: 11 jan. 2025.



Com base nas informações do gráfico, a produção brasileira de carne de frango corresponde, aproximadamente, a que percentual da produção total desses cinco países em 2022?

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Q3429715 Matemática
A última edição do Rock in Rio recebeu 730 mil pessoas durante os nove dias do evento. Sabe-se que, desse total, 51,5% eram mulheres. Quantos homens, aproximadamente, foram ao evento?
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Q3429714 Matemática
Uma mãe quer dividir 42 balinhas de forma diretamente proporcional às idades de seus quatro filhos. Se as crianças têm, respectivamente, 8, 6, 4 e 3 anos, quantas balinhas recebeu o filho mais velho?
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Q3429713 Matemática
Se x=1/3 e y=2/3, então (x+y)·(x-y) vale 
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Q3429712 Raciocínio Lógico
Se x e y são dois números naturais, então x+y é igual a y+x. O nome dessa propriedade é 
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Q3429711 Matemática
A estimativa de pagamento do prêmio da Mega da Virada foi de R$ 600 milhões, o maior da história. O número que representa essa quantia é
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Q3429710 Português

Leia a charge a seguir. 



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Disponível em: < https://app.estuda.com/questoes/?id=9517222>. Acesso em: 03 fev. 2025.



Nessa charge, a ideia de que o menino está com fome é reforçada com o emprego da palavra 

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Q3429709 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3  


Furto de flor


Carlos Drummond de Andrade


Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!



ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.

No período “Eu a furtara, eu a via morrer.”, a vírgula é empregada com o objetivo de
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Q3429708 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3  


Furto de flor


Carlos Drummond de Andrade


Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!



ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.

No período “Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la.”, a forma verbal “assumira” está flexionada no
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Q3429707 Português

Leia o Texto 3 para responder à questão.


Texto 3  


Furto de flor


Carlos Drummond de Andrade


Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!



ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985. p. 80.

No período “Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.”, a conjunção “mas” indica o valor semântico de
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Q3429706 Linguística

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?


Marcelo Duarte


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).

Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.

O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.

Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.

A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.



Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.

A pergunta que dá título ao texto “Por que no Brasil dizemos ‘achados e perdidos’, e não ‘perdidos e achados’, como em Portugal?” relaciona-se a um fenômeno próprio das línguas naturais denominado
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Q3429705 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal?


Marcelo Duarte


Por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”, e não “perdidos e achados”, como em Portugal? Você precisa ter perdido alguma coisa para que alguém tenha achado, certo? É assim que os americanos também chamam: “lost and found” (perdido e achado).

Há alguns poucos relatos de que esse sistema de achados e perdidos teria nascido na Grécia há cerca de 3.500 anos. Mas o que se sabe é que ele foi descrito pela primeira vez no Japão, no ano de 718. O primeiro escritório de achados e perdidos realmente organizado foi inaugurado em Paris no ano de 1805.

O imperador francês Napoleão Bonaparte ordenou que fosse aberto um local para guardar todos os objetos encontrados nas ruas da capital francesa. Eram cerca de 10 mil ao ano. Só que havia tanta burocracia para retirar os objetos de lá que a maioria desistia. Em 13 de outubro de 1893, Louis Lépine, uma espécie de chefe da polícia, mudou as regras e até organizou uma equipe de investigadores para ir atrás dos proprietários de objetos perdidos. Com essa novidade, um quarto dos objetos perdidos reencontrou seus donos.

Voltemos à primeira pergunta: por que no Brasil dizemos “achados e perdidos”? Não existe registro do motivo da inversão.

A única lógica que vejo foi que pensaram assim: primeiro alguém achou o que outro perdeu para então devolvê-lo.



Disponível em: <https://www.guiadoscuriosos.com.br/cultura-eentretenimento/por-que-no-brasil-dizemos-achados-e-perdidos-e-nao-perdidose-achados-como-em-portugal/>. Acesso em: 10 jan. 2024.

O segundo parágrafo do texto tem como objetivo principal
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Respostas
3561: D
3562: B
3563: A
3564: B
3565: B
3566: A
3567: B
3568: D
3569: C
3570: D
3571: A
3572: C
3573: A
3574: D
3575: C
3576: B
3577: D
3578: C
3579: A
3580: B