Questões de Concurso
Para operador de rádio
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Algumas falhas podem ocorrer durante o uso do dispositivo. Quando a falha não permite conversar com outros membros de um grupo, é preciso verificar se:
I – a frequência e frequência de subáudio utilizadas pelo Operador de Rádio/CCO correspondem às usadas pelos outros membros do grupo.
II – sua posição está no alcance efetivo dos outros rádios.
III – está no horário do intervalo dos outros membros.
Está (ão) correta (s) somente:
O LED do rádio ajuda a entender o status atual do rádio.
Em relação ao estado do LED, assinale a alternativa que indica o correto estado do Rádio.
Sobre o conhecimento dos dispositivos, é importante seguir as instruções do manual para carregamento de bateria para que a comunicação mantenha a eficácia necessária.

Acerca da realização do carregamento, conforme a figura
acima, assinale a sequência correta.
Observada a sequência de ações que devem ser implementadas, utilizando a numeração de 1 a 4, assinale a alternativa que indica a sequência correta.
Os equipamentos de proteção coletiva (EPC) são dispositivos que eliminam ou minimizam a exposição a riscos associados a uma atividade. Como o próprio nome diz, são utilizados com o objetivo de proteger o coletivo, mas podem também ser equipamentos de uso individual compartilhados pelo grupo. Analise os itens:
I- extintores de incêndio, hidrantes e mangueiras.
II- kit de primeiros socorros.
III- protetores auriculares.
IV- detectores de fumaça e sprinkle.
V- redes de proteção.
Estão corretos, apenas:
São tipos de EPIs utilizados por mecânicos profissionais:
I - óculos de segurança com proteção lateral completa.
II - luvas de látex do tipo descartável.
III - calçado de segurança.
IV - máscara de proteção semifacial ou soldador.
Dos itens acima estão corretos, apenas:
Observe essa imagem:

O extrativismo vegetal sempre foi a atividade econômica de destaque no território acreano. Desde o início da segunda metade do século XIX, esta atividade extrativista na Amazônia revelou-se, de imediato, muito lucrativa, pois atendia ao mercado europeu e americano, sendo a base do fabrico de sapatos a luvas usadas na assepsia médica.
Trata-se do (da):
As figuras abaixo possuem as seguintes dimensões descritas.

A razão entre o perímetro da figura 1 e o perímetro da
figura 2 é:
LENDA SOBRE A ORIGEM DA ÁGUA
Antigamente não existia água no mundo. Havia somente um homem, chamado Sagakagagu, que tinha seis cabaças de água.
O deus Taũgi foi procurar esse homem, pois diziam que ele vivia muito melhor do que todos os outros seres. Taũgi foi procurar o dono da água, até que chegou na aldeia onde Sagakagagu morava. O dono da água falou:
- Taũgi, você chegou?
- Eu cheguei.
- O que você quer comigo?
- Eu venho atrás do senhor para lhe pedir pelo
menos uma cabacinha de água.
- Senhor Taũgi, eu tenho água aqui, mas não é boa para
tomar banho. Eu tenho água salgada e água doce.
O dono da água, Sagakagagu, não queria mostrar a água para Taũgi. Taũgi já havia percebido que ele não queria lhe dar a água.
No dia seguinte o deus Taũgi quebrou todas as cabaças de água que estavam penduradas na casa do dono da água. Então apareceu o mar que tem água salgada, os igarapés, os lagos, os rios e as lagoas. A água se espalhou pelo Brasil e pelo mundo inteiro.
Foi assim a origem da água no Brasil. Quem trouxe a água para nós foi o deus Taũgi.
versão de Sepé Kuikuro
Fonte: Livro das Águas - Índios no Xingu (2002)
LENDA SOBRE A ORIGEM DA ÁGUA
Antigamente não existia água no mundo. Havia somente um homem, chamado Sagakagagu, que tinha seis cabaças de água.
O deus Taũgi foi procurar esse homem, pois diziam que ele vivia muito melhor do que todos os outros seres. Taũgi foi procurar o dono da água, até que chegou na aldeia onde Sagakagagu morava. O dono da água falou:
- Taũgi, você chegou?
- Eu cheguei.
- O que você quer comigo?
- Eu venho atrás do senhor para lhe pedir pelo
menos uma cabacinha de água.
- Senhor Taũgi, eu tenho água aqui, mas não é boa para
tomar banho. Eu tenho água salgada e água doce.
O dono da água, Sagakagagu, não queria mostrar a água para Taũgi. Taũgi já havia percebido que ele não queria lhe dar a água.
No dia seguinte o deus Taũgi quebrou todas as cabaças de água que estavam penduradas na casa do dono da água. Então apareceu o mar que tem água salgada, os igarapés, os lagos, os rios e as lagoas. A água se espalhou pelo Brasil e pelo mundo inteiro.
Foi assim a origem da água no Brasil. Quem trouxe a água para nós foi o deus Taũgi.
versão de Sepé Kuikuro
Fonte: Livro das Águas - Índios no Xingu (2002)
LENDA SOBRE A ORIGEM DA ÁGUA
Antigamente não existia água no mundo. Havia somente um homem, chamado Sagakagagu, que tinha seis cabaças de água.
O deus Taũgi foi procurar esse homem, pois diziam que ele vivia muito melhor do que todos os outros seres. Taũgi foi procurar o dono da água, até que chegou na aldeia onde Sagakagagu morava. O dono da água falou:
- Taũgi, você chegou?
- Eu cheguei.
- O que você quer comigo?
- Eu venho atrás do senhor para lhe pedir pelo
menos uma cabacinha de água.
- Senhor Taũgi, eu tenho água aqui, mas não é boa para
tomar banho. Eu tenho água salgada e água doce.
O dono da água, Sagakagagu, não queria mostrar a água para Taũgi. Taũgi já havia percebido que ele não queria lhe dar a água.
No dia seguinte o deus Taũgi quebrou todas as cabaças de água que estavam penduradas na casa do dono da água. Então apareceu o mar que tem água salgada, os igarapés, os lagos, os rios e as lagoas. A água se espalhou pelo Brasil e pelo mundo inteiro.
Foi assim a origem da água no Brasil. Quem trouxe a água para nós foi o deus Taũgi.
versão de Sepé Kuikuro
Fonte: Livro das Águas - Índios no Xingu (2002)