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Texto II
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, está correta a seguinte formulação a partir das ideias do texto:
Texto II
Analise as seguintes adaptações de frases presentes na tira:
I. Infelizmente não vou poder ir à escola, de modo que estou doente.
II. Peguei varíola, contudo não chegue perto.
III. Não se preocupe, que sou imune.
As relações de sentido estabelecidas pelos conectivos destacados estão coerentes com as ideias da tirinha em
Texto II
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, assinale a única adaptação correta de uma frase do texto (as alterações estão em negrito).
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
A respeito das ideias do segundo parágrafo, assinale a alternativa correta.
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Em cada alternativa a seguir, foi proposta, após a seta, a grafia de um termo de mesmo radical que o de uma palavra retirada do texto. Assinale em qual dessas alternativas a grafia da palavra proposta está correta, quanto à acentuação:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
O autor utiliza, no segundo parágrafo, os ditados populares “em briga de marido e mulher ninguém mete a colher” e “roupa suja se lava em casa”, cujos respectivos sentidos se opõem aos comportamentos de
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, o pronome destacado em “Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos” pode ser corretamente substituído por:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
(E) evidenciam. 5. Considerando o contexto em que se insere, o trecho destacado em “corrigidos os dados, constatamos que ‘apenas’ 26% pensam desta maneira” (1º parágrafo) pode ser assim reescrito
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Pelo sentido assumido pelo verbo “explicitam” no contexto do último período do primeiro parágrafo, poder-se-ia empregar em seu lugar a forma:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Considerando a prescrição gramatical para textos escritos na modalidade padrão da Língua Portuguesa, está correta a seguinte afirmação sobre o primeiro período do texto:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
Considerando a progressão das ideias do texto, seria coerente iniciar o segundo período do primeiro parágrafo (“Respiramos aliviados [...]”) com:
Texto I - para as questões de 01 a 09.
Causou escândalo a descoberta de que estava errado o resultado do levantamento divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostrando que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupa curta merecem ser estupradas. Respiramos aliviados: corrigidos os dados, constatamos que “apenas” 26% pensam desta maneira... Na verdade, deveríamos nos sentir envergonhados que um em cada quatro homens acredita ter poder de aquilatar quais mulheres se vestem “decentemente” e, a partir desse julgamento, condenar as que, não cumprindo esse padrão, devem ser violentadas. Até porque outros dados da mesma pesquisa, que passaram quase despercebidos, explicitam, por exemplo, que 58% pensam que, se as mulheres “soubessem se comportar”, haveria menos estupros…
Outro fato estarrecedor: a mesma pesquisa aponta que 23% concordam parcialmente e 58% concordam totalmente que em briga de marido e mulher não se mete a colher – triste constatação, a maioria absoluta dos brasileiros é conivente com a violência doméstica. Não é à toa que ocupamos o vergonhoso sétimo lugar, entre 84 países pesquisados, com maior número de mulheres vítimas de brigas entre quatro paredes com marido ou companheiro. São 4,5 assassinatos, em média, a cada grupo de cem mil, com um saldo de mais de cinco mil mulheres mortas por ano. E é sabido que, como também acreditamos que roupa suja se lava em casa, esses números são bastante subestimados...
RUFFATO, Luiz. “Entre nós” (fragmento). In: Minha primeira vez. Porto Alegre: Arquipélago Editorial, 2014
A respeito das ideias do primeiro parágrafo, é correto afirmar que o autor do texto
Sobre o tema Salvamento do Náufrago, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A alimentação não é a prioridade máxima dos náufragos. A principal prioridade do náufrago é a obtenção de água potável.
II – Todo alimento obtido pelos náufragos, em regra, é ingerido cru. Nem todas as pessoas se sentirão bem ao comer alimento cru. Caso alguém sinta náusea ao se alimentar, não deve insistir no consumo, pois poderá causar vômitos, aumentando o estado de desidratação dessa pessoa.
III – Em situação de naufrágio, pode-se comer qualquer tipo de peixe, até mesmo os venenosos.
Sobre o tema Salvamento do Náufrago, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O grupo de sobreviventes deve manter a embarcação de sobrevivência o mais úmido possível.
II – Em hipótese alguma devem ser fornecidas bebidas alcoólicas para os náufragos, pois o álcool deixa a pessoa mais propensa à hipotermia.
III – Em clima quente, o náufrago deve retirar o excesso de roupa, mas deve manter o corpo protegido.