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Q3732390 Matemática

Observe o gráfico a seguir, que indica o preço de uma mesma mercadoria em três meses diferentes do ano:


Q20.png (226×120)


Se houve um aumento de 50% do preço da mercadoria de janeiro para fevereiro e de 25% de fevereiro para março, o intervalo indicado por d no gráfico corresponde a

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Q3732389 Raciocínio Lógico

Analise a imagem a seguir, em que cada um dos dois símbolos indica um número:


Q19.png (318×105)


Dessa imagem, é correto concluir que a diferença entre uma estrela e a soma de três corações é igual a:

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Q3732388 Matemática
Sueli gasta 3/11 do salário mensal dela com transporte, 5/11 com alimentação, e, do que sobra do salário após essas despesas, 2/3 são usados com despesas médicas. Sabendo que, após os gastos de Sueli com transporte, alimentação e despesas médicas, sobram R$ 400,00 do salário dela, o salário mensal de Sueli é de
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Q3732387 Matemática

A escala de um mapa é de 3 para 10.000.000. Taís mediu, com sua régua, a distância entre dois pontos nesse mapa e obteve 6,9 cm.


A distância real entre os dois pontos que Taís usou é de

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Q3732386 Matemática

Mateus precisa pintar o quarto dele, que tem a forma de um bloco retangular (paralelepípedo reto retângulo). Das quatro paredes e do teto, todos retangulares, que serão pintados, apenas não receberão tinta uma porta, de área 3 m² , e uma janela, de área 2 m² , que ficam, cada uma, em uma parede diferente do quarto.


Sabendo que o chão do quarto de Mateus é um retângulo de comprimento 4 m e largura 5 m e que a altura do quarto (pé direito do quarto) é de 2,5 m, a área total que será pintada é de

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Q3732385 Matemática
A respeito de um triângulo retângulo de hipotenusa medindo x metros e de catetos congruentes, cada um com y centímetros, é correto afirmar que, necessariamente:
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Q3732384 Matemática

 Considere AB como sendo a representação de um rascunho número inteiro positivo de dois algarismos (com A ≠ 0). As seguintes afirmações são formuladas em relação a AB:



1. 10% de AB é igual a AB% de 10;


2. AB dividido por B é igual a A;


3. AB é igual a 10 · A + 1 · B;


4. Há 99 possibilidades distintas para AB;


5. Há apenas 36 possibilidades de AB em que B > A.



Das cinco afirmações formuladas, são verdadeiras apenas

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Q3732383 Matemática

A professora Marli trabalhou com os alunos dela alguns conceitos que estão associados aos procedimentos apresentados a seguir:


Q13.png (337×217)


Os procedimentos 1, 2 e 3 são condizentes, respectivamente, com as discussões de

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Q3732382 Matemática

O professor Alberto pediu para que Bianca, Clara e Diego fizessem a conta armada de divisão de 97,2 por 24. Observe a resposta de cada um dos três estudantes:


Q12.png (327×107)


Em relação ao apresentado pelos estudantes, é correto afirmar que

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Q3732381 Matemática

Renata foi ao mercado e comprou 240 g de queijo, ao preço de R$ 48,00 por quilograma, pagando com uma nota de vinte reais.


O troco correto que Renata recebeu nessa compra foi de

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Q3732380 Português

Leia o texto a seguir:


O oncologista Peter Attia defende ________________ um dos pilares para o envelhecimento saudável seria concentrar mais os esforços ________________ prevenção de doenças. Mas como produzir diagnósticos cada vez mais precoces e assertivos? Um caminho pode ser fazer uma espécie de engenharia reversa: analisar o genoma de idosos e entender quais genes estão atrelados ________________ longevidade e quais podem estar ligados ________________ doenças crônicas.


(Rafael Battaglia, “A busca da longevidade”. Disponível em: https://super.abril.com.br. Adaptado)


As lacunas do texto são preenchidas, correta e respectivamente, por:

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Q3732379 Português
Está em conformidade com a norma-padrão de concordância a frase:
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Q3732378 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque pode ser substituída pela que está entre colchetes, mantendo-se a norma-padrão de colocação pronominal.
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Q3732377 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.” (3º parágrafo), as palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, relação de sentido de 
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Q3732376 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a expressão em destaque foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3732375 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

No trecho “A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou.” (3o parágrafo), considerando o contexto em que foi empregada, a palavra em destaque tem como antônimo:
Alternativas
Q3732374 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão


    No Brasil, desde 1940, a expectativa de vida cresceu 32 anos. Mas será que estamos vivendo mais anos mesmo? Será que a idade máxima que se atingia no século passado aumentou atualmente?

    Inicialmente, é importante entender que a expectativa de vida subiu muito nos últimos 100 anos por conta do aumento da população com acesso ao saneamento básico, da chegada dos antibióticos e, mais recentemente, dos diagnósticos precoces e dos tratamentos mais eficientes para doenças. Com esse aumento na média de anos vividos pela população, se criou uma ideia de que conseguiríamos viver 110, 120 ou até 150 anos.

    O fato novo é que um recente estudo joga um balde de água fria nos que acreditavam nessa ideia. A pesquisa mostra que, apesar do crescimento drástico da expectativa de vida, a porcentagem de pessoas que tem chegado aos 100 anos não aumentou. O que vemos hoje é um crescimento na porcentagem da população vivendo até os 80, 90 anos. Assim, houve um aumento da expectativa de vida, mas não um aumento na idade máxima de vida.

    Um outro estudo revela que, desde a década de 70, os anos com qualidade de vida, ou seja, com autonomia e independência nas tarefas básicas do dia a dia, não aumentaram. Aí vem uma reflexão: nunca se teve acesso a tanta informação disponível do que fazer para viver a velhice com qualidade de vida. E por que será que a maioria das pessoas não consegue colocar essas recomendações em prática? Por que exercer o autocuidado tem se mostrado algo tão difícil?

    Por agora, fica a minha sugestão de aumentar a qualidade de vida dos anos que ainda vamos viver, com autonomia e a máxima qualidade possível. Fazer um pouco de atividade física todo dia, comer um pouco menos e com melhor qualidade, dormir cerca de 7 horas por noite, não ficar tão conectado, investir em vínculos afetivos que vão fazer com que o bem-estar social melhore muito são algumas dicas mais que comprovadas. Cuide-se e aumente os dias de vida com qualidade!


(Marcio Atalla, “Viver mais ou viver melhor?”. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Adaptado)

 A partir da leitura do texto, é correta a afirmação:
Alternativas
Q3732373 Português

 Leia a frase a seguir:


Eu acho que, quando a gente crescer, automaticamente ________________o que fazer em qualquer situação.


Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal que preenche a lacuna, em conformidade com a norma-padrão e o sentido da frase.

Alternativas
Q3732372 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula ao trecho da tira manteve a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3732371 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão


TEXTO1.png (312×402)

(Bill Waterson, O Melhor de Calvin. Disponível em: www.estadao.com.br)

Na tira, o personagem faz reflexões que revelam
Alternativas
Respostas
141: D
142: C
143: A
144: E
145: B
146: D
147: A
148: C
149: D
150: B
151: D
152: E
153: B
154: B
155: C
156: E
157: D
158: C
159: A
160: D