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Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Primeira coluna: desenvolvimento infantil
1.Desenvolvimento Cognitivo
2.Desenvolvimento Socioafetivo
3.Desenvolvimento Psicomotor
Segunda coluna: conceito
(__)O modo como a criança lida com suas emoções, se relaciona com os outros e interage socialmente.
(__)Capacidade de aprender, raciocinar, ter memória, atenção e resolver problemas.
(__)Domínio do corpo, dos movimentos, da lateralidade, da organização espacial e temporal, e da coordenação motora.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Primeira coluna: campos de experiências
1.O eu, o outro e o nós
2.Corpo, gestos e movimentos
Segunda coluna: aprendizagens
(__)Respeito e expressão de sentimentos e emoções.
(__)Conhecimento e respeito às regras de convívio social.
(__)Reconhecimento das ações do cotidiano para o cuidado de sua saúde e de ambientes saudáveis.
(__)Autonomia nas práticas de higiene, alimentação, vestir-se, cuidado com bem-estar e valorização do próprio corpo.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Assinale a opção que preenche corretamente a lacuna no excerto:
Primeira coluna: funções essenciais
1.Mediador do conhecimento
2.Criador de um ambiente seguro e acolhedor
3.Organizador de situações de aprendizagem
4.Observador e facilitador
Coluna II: Descrições
(__)Observa atentamente as necessidades e os interesses das crianças, intervindo de maneira intencional para auxiliá-las em suas descobertas e superação de dificuldades.
(__)Atua como um elo entre a criança e o conhecimento, utilizando o lúdico e a brincadeira para facilitar a apropriação do conteúdo.
(__)Planeja e organiza espaços, atividades e materiais para estimular a exploração, o brincar e a interação das crianças.
(__)As crianças precisam de um ambiente que lhes ofereça segurança, regularidade e afeto para aprender e se desenvolver plenamente.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
(__)A rotina na Educação Infantil, embora fundamental para a sensação de segurança e organização das crianças, deve ser concebida de forma flexível, permitindo ajustes que respeitem os ritmos, as necessidades de descanso e as urgências manifestadas pelo grupo.
(__)Em virtude da exigência de se manter o foco pedagógico, as atividades lúdicas e a exploração devem ser realizadas apenas nos momentos de grande grupo e nos espaços externos, devendo-se evitar o brincar livre durante os cuidados essenciais.
(__)Os momentos de alimentação, higiene e repouso são intrinsecamente educativos e devem ser conduzidos com intencionalidade pedagógica, valorizando o diálogo, a construção da autonomia e a relação afetiva entre educador e criança.
(__)O planejamento da rotina, dos espaços e dos cuidados essenciais não pode ser estático; ele deve ser objeto de observação e registro constantes, sendo ajustado com base na escuta e nas necessidades reais manifestadas pelas crianças e pelo grupo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.O professor, ao planejar a rotina, deve promover intencionalidade pedagógica aos momentos de higiene, alimentação e repouso, compreendendo-os como oportunidades de aprendizagem, de construção de autonomia e identidade das crianças.
II.Embora a legislação preconize a indissociabilidade, o foco principal do cuidar deve recair sobre a faixa etária da creche (0 a 3 anos), enquanto o educar deve ser o papel primário e exclusivo da pré-escola.
III.O processo de cuidar e educar permite que as experiências, os conhecimentos e as habilidades da criança se ampliem, possibilitando que ela pense, questione e aja com consciência e responsabilidade.
É correto o que se afirma em:
I.A brincadeira é reconhecida como a principal forma de expressão, comunicação e aprendizagem da criança, devendo ser incorporada em todos os momentos da rotina.
II.As interações devem ser prioritariamente mediadas entre professor e aluno, sendo as interações entre as próprias crianças vistas como momentos de socialização informal, desconsiderando do contexto curricular.
III.A interação entre criança-criança, criança-professor/equipe pedagógica, criança-ambiente (objetos e conhecimentos) são consideradas importantes para a construção de sua identidade e autonomia.
É correto o que se afirma em:
I.Observação das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano.
II.Diversidade de registros produzidos tanto pelos profissionais como pelas crianças.
III.Documentação que possibilite às famílias conhecerem o trabalho das crianças e seus processos de desenvolvimento e aprendizagem.
IV.Seleção e classificação das crianças por idade e período em que estão matriculadas.
É estratégia para acompanhar o desenvolvimento de cada criança o que se apresenta em:
Leia o texto a seguir para responder a questão
A equipe de uma escola de educação infantil leu a seguinte reportagem no portal da prefeitura de Jundiaí:
‘Inova na Horta’ foca em alimentação saudável e aprendizagem
Agora presente em 100% das EMEBs que fazem parte do programa Escola Inovadora, o projeto Inova na Horta já está em andamento para o ano letivo 2023 para promover não só uma alimentação mais saudável na merenda escolar, como também promover conhecimentos sobre sustentabilidade e meio ambiente aos alunos da rede municipal de ensino. E a horta da EMEB Marina de Almeida Rinaldi Carvalho, no Jardim Tulipas, é um exemplo de sucesso.
A horta da escola é dividida em duas sessões, sendo uma para as hortaliças comuns como alface, rúcula, repolho, e outra para as PANCs (plantas alimentícias não convencionais), que já fazem parte da alimentação dos alunos e têm como características o sabor e a grande quantidade de nutrientes. Além das hortaliças, a horta conta ainda com uma colmeia de abelhas Jataí, responsáveis pela produção de mel e própolis.
(Extraído de https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2023/03/08/inova-na-horta-focaem-alimentacao-saudavel-e-aprendizagem/)
Leia o texto a seguir para responder a questão
A equipe de uma escola de educação infantil leu a seguinte reportagem no portal da prefeitura de Jundiaí:
‘Inova na Horta’ foca em alimentação saudável e aprendizagem
Agora presente em 100% das EMEBs que fazem parte do programa Escola Inovadora, o projeto Inova na Horta já está em andamento para o ano letivo 2023 para promover não só uma alimentação mais saudável na merenda escolar, como também promover conhecimentos sobre sustentabilidade e meio ambiente aos alunos da rede municipal de ensino. E a horta da EMEB Marina de Almeida Rinaldi Carvalho, no Jardim Tulipas, é um exemplo de sucesso.
A horta da escola é dividida em duas sessões, sendo uma para as hortaliças comuns como alface, rúcula, repolho, e outra para as PANCs (plantas alimentícias não convencionais), que já fazem parte da alimentação dos alunos e têm como características o sabor e a grande quantidade de nutrientes. Além das hortaliças, a horta conta ainda com uma colmeia de abelhas Jataí, responsáveis pela produção de mel e própolis.
(Extraído de https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2023/03/08/inova-na-horta-focaem-alimentacao-saudavel-e-aprendizagem/)
Tiriba traz alertas importantes sobre a emergência planetária que enfrentamos na atualidade, identificando que “na origem da crise moral e espiritual de nossos dias, está uma falsa premissa de separação radical entre seres humanos e natureza e a ilusão antropocêntrica de que todos os seres e entes não humanos nos pertencem porque somos uma espécie superior”.
Nesse contexto, a autora problematiza o fato de se continuar, nas escolas, transmitindo às crianças
O documento Brinquedos e brincadeiras de creches: manual de orientação pedagógica (Brasil, MEC, SEB, 2012) alerta a respeito da dificuldade que as crianças têm diante de transições ou mudanças, seja “de uma atividade para outra, de um ano a outro, no interior de uma creche e entre instituições”.
Conforme o documento, passar de uma atividade para outra, evitando o choro e o desconforto, requer
Leia a descrição a seguir, adaptada de Brinquedos e brincadeiras de creches: manual de orientação pedagógica (Brasil, MEC, SEB, 2012).
É um procedimento importante para melhorar a qualidade da educação infantil. Faz-se por meio de observações e registros do que a criança faz, de seus desenhos, produções e falas, que são importantes para identificar os seus interesses e experiências e para planejar etapas pedagógicas subsequentes.
Assinale a alternativa que aponta corretamente o procedimento descrito.