Questões de Concurso Para médico cancerologista cirúrgico

Foram encontradas 592 questões

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Q2882246 Medicina

A ressecção transanal está indicada quando:

I. Lesão tiver menos de 30% da circunferência.

II. Lesão com tamanho menor que 3 cm.

III. Lesão não estiver fixa.

IV. Lesão estiver até 8 cm da margem anal.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2882243 Medicina

Na polipose adenomatosa familiar há mutação dos seguintes genes:

Alternativas
Q2882240 Medicina

Na neoplasia mucinosa papilar intraductal (IPMN) do pâncreas, deverá ser considerado o tratamento cirúrgico, exceto quando:

Alternativas
Q2882234 Medicina

Leia o texto abaixo e responda as questões 33 e 34:

Paciente, 62 anos, há 2 meses vem apresentando quadro de icterícia obstrutiva. Realizou USG de abdome onde foi visualizado dilatação das vias biliares intra-hepatico. Realizou colangiorressonância nuclear magnética onde apresentou lesão obstrutiva em ducto hepático comum já infiltrando ducto hepático direito.

O melhor tratamento para o caso descrito é:

Alternativas
Q2882233 Medicina

Leia o texto abaixo e responda as questões 33 e 34:

Paciente, 62 anos, há 2 meses vem apresentando quadro de icterícia obstrutiva. Realizou USG de abdome onde foi visualizado dilatação das vias biliares intra-hepatico. Realizou colangiorressonância nuclear magnética onde apresentou lesão obstrutiva em ducto hepático comum já infiltrando ducto hepático direito.

Segundo a classificação de Bismuth-Corlette, trata-se de um colangiocarcinoma grau:

Alternativas
Q2882231 Medicina

Na classificação de model-end stage liver disease (MELD) é utilizado:

Alternativas
Q2882229 Medicina

Paciente, 45 anos,CHILD-PUGH A, MELD 9, apresentou quadro de hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago. Realizou tomografia de abdome onde foi evidenciado hepatocarcinoma de 10 cm em lobo hepático direito, com trombose de veia porta direita. O melhor tratamento para esse paciente é:

Alternativas
Q2882227 Medicina

Paciente cirrótico, CHILD-PUGH A., MELD 10, e com sinais de hipertensão portal apresentou em exames de rotina um hepatocarcinoma em segmento IV de 2,3cm. Esse paciente está contraindicado para o transplante hepático se apresentar:

Alternativas
Q2882226 Medicina

Paciente de 55 anos apresentando quadro de epigastralgia há 4 meses. Realizou endoscopia digestiva alta onde foi identificado adenocarcinoma bem diferenciado, confinado à mucosa de 1,2 cm, sem sinais de ulceração. O melhor tratamento é:

Alternativas
Q2882225 Medicina

Leia o texto abaixo e responda as questões 26 e 27:

Paciente de 65 anos vem apresentando há 3 meses quadro de disfagia e emagrecimento de 4 Kg. Nesse período realizou endoscopia digestiva alta onde foi diagnosticado adenocarcinoma moderadamente diferenciado, 2 cm acima da junção esofagogástrica.

Numa gastrectomia subtotal com linfadenectomia D2 para um câncer gástrico de antro, os níveis 8, 9 e 11 são, respectivamente:

Alternativas
Q2882219 Medicina

Leia o texto abaixo e responda as questões 26 e 27:

Paciente de 65 anos vem apresentando há 3 meses quadro de disfagia e emagrecimento de 4 Kg. Nesse período realizou endoscopia digestiva alta onde foi diagnosticado adenocarcinoma moderadamente diferenciado, 2 cm acima da junção esofagogástrica.

O tratamento para o caso descrito é:

Alternativas
Q2882216 Medicina

Leia o texto abaixo e responda as questões 26 e 27:

Paciente de 65 anos vem apresentando há 3 meses quadro de disfagia e emagrecimento de 4 Kg. Nesse período realizou endoscopia digestiva alta onde foi diagnosticado adenocarcinoma moderadamente diferenciado, 2 cm acima da junção esofagogástrica.

Segundo a classificação de Siewert, trata-se de uma lesão do tipo:

Alternativas
Q2741463 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.

I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.

II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Q2741462 Português

Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.


As raízes do racismo


Drauzio Varella


Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.

Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.

Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.

Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.

A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.

Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".

Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.

Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?

Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.

A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.

Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.

A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".

Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.

Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.

Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.

O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.

A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.

Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.

Considere as afirmações abaixo.


I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.

II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.


Está correto o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFRN
Q1222209 Medicina
Considere hipoteticamente que, no pronto socorro, foi admitida uma jovem de 17 anos de idade em cetoacidose diabética, na qual foi iniciada hidratação à base de soro fisiológico a 0,9% e insulina endovenosa. Nesse caso, será iniciada reposição de glicose na hidratação (soro glicosado 5% ou glicose acrescentada na solução fisiológica) quando a glicemia for menor que
Alternativas
Ano: 2013 Banca: IADES Órgão: UFRN
Q1188692 Medicina
Um telejornal apresentou a seguinte notícia: “Médicos discutem novo limite para pressão de pacientes hipertensos. Estudo de Comitê Internacional dos EUA aponta 12 x 8 como pressão normal. Passam a ser toleráveis níveis de 14 x 9 para hipertensos e 15 x 9 para hipertensos com mais de 60 anos de idade”.
Verifica-se que houve variações em relação aos valores anteriores: uma variação de 8 para 9 no limite inferior admissível; duas variações no limite superior admissível (12 para 14 e 12 para 15), e outras duas no intervalo exigido entre o limite inferior e o superior (4 para 5 e 4 para 6). De acordo com essa notícia, e usando a terminologia dela, a maior variação percentual, em relação aos valores tradicionais vigentes, verificou-se no
Alternativas
Q441272 Medicina
Os marcadores tumorais são macromoléculas presentes no tumor, no sangue ou em outros líquidos biológicos. Acerca desses marcadores, julgue os itens a seguir.

Dosagens do CA 125 permitem o seguimento da resposta bioquímica ao tratamento e à predição de recaída em casos de câncer epitelial de ovário.
Alternativas
Q441271 Medicina
Os marcadores tumorais são macromoléculas presentes no tumor, no sangue ou em outros líquidos biológicos. Acerca desses marcadores, julgue os itens a seguir.

Em diagnóstico de tumores uroteliais da bexiga, a sensibilidade e a especificidade da telomerase devem estar, respectivamente, entre 70% e 93% e entre 40% e 55%.
Alternativas
Q441270 Medicina
Os marcadores tumorais são macromoléculas presentes no tumor, no sangue ou em outros líquidos biológicos. Acerca desses marcadores, julgue os itens a seguir.

Durante a vida fetal, a alfafetoproteína exerce funções de transporte plasmático e de manutenção da pressão oncótica, desaparecendo do plasma no primeiro ano de vida.
Alternativas
Respostas
381: D
382: B
383: C
384: B
385: B
386: B
387: D
388: B
389: A
390: C
391: B
392: A
393: C
394: B
395: D
396: A
397: E
398: C
399: E
400: C