Questões de Concurso Para condutor de ambulância

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Q3067717 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre a revolução de 1817 na Paraíba, marque V para Verdadeiro e F para Falso:
( ) A revolta foi motivada por fatores como a perda de influência política, a queda das exportações de açúcar e algodão, a grande seca de 1816 e o sentimento anti-lusitano.
( ) O governo dos revoltosos na Paraíba foi deposto em 1819.
( ) A abolição da escravidão era uma das pautas dos revolucionários.

A sequência correta se encontra na letra:
Alternativas
Q3067716 História e Geografia de Estados e Municípios
No interior da Paraíba no século XVII-XVIII, algumas comunidades indígenas se uniram para formar uma frente de resistência contra a colonização portuguesa. Esta frente ficou conhecida pelo nome de:
Alternativas
Q3067715 Conhecimentos Gerais
Sobre os incêndios no bioma do pantanal, analise os pontos a seguir:
I - Cerca de 95% das queimadas no Pantanal, em 2024, tiveram origem em propriedades privadas, com um registro recorde de 3.372 focos de incêndio de 1º de janeiro até 25 de junho de 2024.
II - No primeiro semestre deste de 2024, o Pantanal bateu recordes de queimadas. Entre 1 de janeiro de 30 de junho foram detectados 3.538 focos de queimadas, um número mais de 20 vezes acima que o registrado no mesmo período no ano passado (+2.018%), sendo o maior número da série histórica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), iniciada em 1998. Os números oficiais apontam que as atuais queimadas no bioma estão completamente fora do padrão da dinâmica natural do fogo no bioma.
III - Apenas 189 dos incêndios foram registrados em Terras Indígenas e Unidades de Conservação em 2024. E quase nenhum incêndio tem indício de ter sido iniciado por causas naturais, como raios, o que torna a ação humana o principal vetor do fogo.

É correto afirmar:
Alternativas
Q3067714 Conhecimentos Gerais
Em relação a Divisão Internacional do Trabalho, o Brasil:
Alternativas
Q3067712 História e Geografia de Estados e Municípios
Marque a alternativa que apresenta dois biomas do Estado da Paraíba:
Alternativas
Q3067711 História e Geografia de Estados e Municípios
Em Princesa Isabel ocorreu em 1930 um episódio conhecido como Revolta de Princesa. Marque V para Verdadeiro e F para Falso:
( ) Houve proclamação de independência do município de Princesa, deixando o mesmo de fazer parte do Estado da Paraíba.
( ) O Coronel João Dantas foi o principal organizador da Revolta em Princesa Isabel.
( ) As divergências tem origens econômicas, uma vez que o presidente da Paraíba, João Pessoa, elevou os impostos entre os estados com o objetivo da escoar a produção a partir do porto de Cabedelo.
Alternativas
Q3067708 Legislação de Trânsito
O padrão de cores vermelhos na sinalização horizontal é utilizado para:
Alternativas
Q3067707 Legislação de Trânsito
As placas de trânsito são consideradas sinalizações de tipo:
Alternativas
Q3067703 Legislação de Trânsito
Sobre o uso da buzina, observe os itens a seguir:
I – Pode-se usar para fazer as advertências necessárias a fim de evitar sinistros
II – Pode-se usar fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo.
III – Pode-se utilizar livremente entre as vinte e duas e as seis horas.

É correto afirmar:
Alternativas
Q3067701 Legislação de Trânsito
Julgue em V para Verdadeiro e F para Falso para o que compete ao Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN):
( ) Estabelecer as normas regulamentares referidas neste Código e as diretrizes da Política Nacional de Trânsito.
( ) Coordenar os órgãos do Sistema Nacional de Trânsito, objetivando a integração de suas atividades.
( ) Zelar pela uniformidade e cumprimento das normas contidas neste Código e nas resoluções complementares.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3066812 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.

GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Releia o fragmento do texto e responda: “O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio.” A palavra sublinhada está grafada com a letra L, mas pode também ser grafada com a letra U. As construções abaixo trazem as palavras MAL ou MAU, sendo que uma delas apresenta ERRO de grafia. Marque a alternativa em que isso acontece:
Alternativas
Q3066811 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.

GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Assinale a opção INCORRETA, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3066809 Português
Leia o texto adiante e, em seguida, responda:

Solidariedade
(Ferreira Gullar)

Décio, poeta e filósofo radical, vive desde menino as contradições da condição humana. No quintal de sua casa, no Andaraí, observou uma turma de saúvas devastando uma planta. Com pena da planta, tratou de espantar as saúvas, mas com cuidado, para também não machucá-las. Pegava-as uma por uma e ia arrancando-as da pobre planta já bastante mutilada. Só que as saúvas eram muitas e não estavam dispostas a desistir de sua tarefa: enquanto tirava esta, aquela subia pelo caule, outra decepava um talo, outra fugia carregando um pedaço de folha, e a que ele tirara antes já voltava à planta. Nervoso e já perdendo a paciência, Décio compreendeu que a única maneira de salvar a planta era matar as saúvas. Diante dessa constatação, desistiu: por que haveria de salvar uma vida e eliminar muitas outras? Abandonou a planta à sanha das saúvas que, com mais rapidez ainda, a devastaram. É, pensou Décio, não tenho que intervir nesse processo natural, as saúvas também precisam de comer e, se não comerem plantas, morrerão de fome. Esse incidente contribuiu para mostrar-lhe a dura realidade da vida: um comendo o outro.

Mas isso não o tornou menos solidário com as pessoas e os seres que necessitam de ajuda. Ou seja, em lugar de fugir das contradições, Décio mergulha nelas, enfrenta-as como um Quixote, e sofre-lhes as consequências. Assim é que, numa viagem de ônibus do Rio para São Paulo, sentado no último banco, suportou sem reclamar a companhia de um bêbado que ora roncava, ora jogava-se sobre seu ombro, ora caía em seu colo e terminou por vomitá-lo todo. Finda a viagem, Décio, preocupado com seu incômodo companheiro de viagem, desceu com ele do ônibus, perguntou-lhe o endereço e o pôs atenciosamente num táxi.

Certa tarde, a mãe lhe pediu que fosse à rua fazer algumas compras para o jantar. Na esquina adiante, Décio vê caído na calçada um homem que ele, dias atrás, levara até o pronto-socorro do hospital Moncorvo Filho, ali perto: bêbado, ele sangrava com a testa quebrada. Agora, estava ali outra vez, de porre, o esparadrapo na testa. Décio aproximou-se, ajudou-o a se erguer e o aconselhou a ir para casa. O homem, que mal se mantinha em pé, apoiou-se no ombro de Décio. – Onde mora? – perguntou ele ao bêbado. – Ali. – Vou levar você lá – disse Décio, agarrando o homem demodo a poder conduzi-lo. Mal atravessaram a rua, o homem quis entrar no boteco em frente. Décio cedeu, ele pediu duas cachaças, sendo que uma era para o Décio, que não bebe nem chope. – Vai beber, compadre, ou não é meu amigo! Que remédio! Décio deu uma bicada na cachaça ordinária, cuspiu, esperou que o outro engolisse a sua dose e o arrastou para fora do botequim, depois de pagar a bebida com o dinheiro das compras, que, de seu, não tinha um tostão no bolso.

Para encurtar a conversa, chegaram na casa assobradada e velha onde morava o bêbado. Subiu com ele por uma escada íngreme como o Monte Santo, num esforço sobre-humano para evitar que seu protegido rolasse escada abaixo. Ao final da subida, deparou com um cômodo todo dividido por tabiques, lençóis estendidos e folhas de jornal, constituindo os diversos “quartos” onde moravam os hóspedes. Mas, no momento, quase todos em cuecas ou nus da cintura pra cima, formavam rodas de jogo: baralho, dama ou dominó. E o bêbado entendeu de apresentar o Décio a todos os presentes, interrompendo-lhes a jogatina. Era repelido com palavrões. Décio, constrangido, pedia desculpas pelo outro. Até que, não se sabe ao certo por quê, a casa foi invadida por policiais armados que levaram todo mundo em cana, inclusive Décio, que não pôde explicar o que fazia naquele antro de marginais.

GULLAR, Ferreira. Crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha. – 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Marque V para Verdadeiro e F para Falso e, em seguida, indique a sequência CORRETA:

( ) O personagem Décio não foge às contradições da condição humana, mergulha nelas e as enfrenta.
( ) Os dois homens bêbados, que se envolvem em incidentes distintos com Décio, são certamente a mesma pessoa.
( ) O contato com as contradições da condição humana causou implicações negativas para a formação poética e filosófica de Décio.
( ) A mãe de Décio o aconselhava, quando menino, a evitar a prática de atos de solidariedade que pudessem lhe causar prejuízos.
Alternativas
Q3058371 História e Geografia de Estados e Municípios
Considere as seguintes afirmativas sobre aspectos históricos e geográficos do município de Mozarlândia (GO):

I. Um fator importante para o impulsionamento do povoamento da região foram as atividades agrícolas desenvolvidas por João Marcelino de Souza, especialmente o cultivo de soja.
II. A intensa migração, incentivada pelo desenvolvimento da agricultura e pecuária, teve como ponto crucial a facilitação dos registros de terras, promovida pelo Departamento de Terras e Colonização do Estado de Goiás.
III. Apesar do rápido crescimento que a região experimentava em 1962, o município de Mozarlândia sofreu uma desaceleração em seu progresso devido a uma epidemia que afetou sua população.
IV. A emancipação do município foi oficializada pela Lei Municipal nº 245, em 30 de janeiro de 1958, ocasião em que o local passou a receber a atual denominação em homenagem a Mozart de Andrade.

A partir dessas afirmativas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3058370 Legislação dos Municípios do Estado de Goiás
Nos termos do artigo 49 da Lei Orgânica de Mozarlândia, o poder Executivo Municipal é exercido pelo:
Alternativas
Q3058369 Mecânica de Autos
Utilizando os conceitos básicos de mecânica automotiva, assinale a alternativa que completa da forma mais adequada a lacuna do texto a seguir:
Instalada entre o motor e a caixa de mudanças, a embreagem é um conjunto de peças que se articulam entre si, com a finalidade de acoplar e desacoplar o motor, do restante do sistema de __________.
Alternativas
Q3058368 Legislação de Trânsito
De acordo com as definições do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) em seu artigo 188, é considerado infração quando um condutor transita ao lado de outro veículo de maneira que interrompa ou perturbe o fluxo normal do trânsito. Essa atitude pode comprometer a segurança e a fluidez das vias. Com base nisso, qual é a classificação dessa infração de trânsito?
Alternativas
Q3058367 Relações Humanas
O relacionamento interpessoal no ambiente de trabalho envolve a compreensão e o respeito às diferenças individuais, como crenças, preferências esportivas e visões políticas. A capacidade de lidar com essas diferenças é fundamental para promover um ambiente harmonioso e produtivo. Qual é a postura mais apropriada para se adotar em um ambiente de trabalho?
Alternativas
Q3058366 Matemática
De uma rodoviária do interior de MG, parte para a capital um ônibus a cada 2h40min. Considerando que o primeiro ônibus parte às 10h20min e que após as 20h30min não parte nenhum ônibus para a capital. Então partem para capital a cada dia:
Alternativas
Q3058365 Matemática
Um aquário tem 50 cm de comprimento, 20 cm de largura e 28cm de altura. Nele, colocou-se água até que seu nível ficasse 3cm abaixo do nível máximo. Então foram colocados nesse aquário:
Alternativas
Respostas
401: C
402: E
403: A
404: E
405: D
406: C
407: C
408: A
409: D
410: B
411: C
412: D
413: B
414: B
415: C
416: A
417: B
418: C
419: B
420: C