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Q2736075 Português

Leia as frases abaixo:


I- Seguem __________ às fotografias minhas poesias escritas especialmente para você.

II- ____________ convidados compareceram à festa de cem anos da matriarca da família.

III- Água de coco é _______ para a saúde.

IV- Chuva é __________ para a agricultura.


De acordo com as regras de concordância nominal prescritas pela norma culta, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das frases:

Alternativas
Q2736074 Português

Está INCORRETA, de acordo norma culta vigente, a concordância verbal em:

Alternativas
Q2736073 Português

Assinale a frase em que há ERRO quanto à flexão verbal:

Alternativas
Q2736072 Português

Eu sei, mas não devia


Marina Colassanti


Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.

A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma ___ não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, ___ medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez vai pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir ____ comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma ____ poluição. ____ salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter _________ uma planta.

A gente se acostuma ____ coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e ____ no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não ____ muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.

A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar ____ pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.

Na frase: “A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja” (6º parágrafo) o pronome destacado funciona como:

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Ano: 2016 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Abaetetuba - PA
Q1185021 Odontologia
São vantagens da solução de hipoclorito de sódio na irrigação do sistema de canais radiculares as afirmativas seguintes, exceto:
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Ano: 2016 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Abaetetuba - PA
Q1184857 Odontologia
Em relação ao diâmetro das agulhas de irrigação, a agulha de gauge 27 tem sua equivalência em milímetros o valor de:
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Ano: 2016 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Abaetetuba - PA
Q1184801 Odontologia
Existem diversos tipos de movimentos que podem ser empregados aos instrumentos endodônticos. O movimento representado sequencialmente por pequenos avanços, com giro à direita e à esquerda, e pequenos retrocessos é chamado de:
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Ano: 2016 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Abaetetuba - PA
Q1184798 Odontologia
Qual patógeno mais prevalente em um fracasso do tratamento endodôntico?
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Ano: 2016 Banca: CETAP Órgão: Prefeitura de Abaetetuba - PA
Q1184710 Odontologia
Qual o nome da regularização inicial das superfícies das paredes dentinárias de um canal radicular até o comprimento patente do canal?
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Ano: 2015 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Floresta - PE
Q1231027 Odontologia
Na Endodontia é muito útil lançar mão da variação do ângulo horizontal e vertical no momento da tomada radiográfica. Essas variações têm como finalidade a dissociação de imagens para visualização de objetos sobrepostos na incidência ortorradial. No 2º molar superior, a radiografia ortorradial é suficiente para mostrar raiz(es) e canal(is), denominados:
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Ano: 2015 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Floresta - PE
Q1230078 Odontologia
Dentes permanentes com ápice incompletamente formados, ou seja, com rizogênese incompleta, constituem um grande problema para o tratamento endodôntico. O desenvolvimento radicular completo, nos casos de polpa viva e fechamento do forame apical por tecido calcificado, em polpa necrosada, tornam-se mais complexos. Dessa forma, a apicificação é descrita como:
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Ano: 2015 Banca: CONPASS Órgão: Prefeitura de Floresta - PE
Q1198681 Odontologia
A instrumentação escalonada é bastante indicada no preparo endodôntico de canais curvos e de dentes com raízes, cuja porção apical é afilada. Diante disso, é importante o emprego de instrumentos de menor calibre e maior flexibilidade, em toda a extensão do canal, para que haja um preparo adequado. Essa instrumentação pode ser realizada no sentido ápice-coroa (step-back) ou coroa-ápice (crown-down) do dente. Podemos afirmar que o escalonamento crown-down ocorre da seguinte forma:
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Itabira - MG
Q1238671 Odontologia
Algumas odontalgias relacionam-se a alterações patológicas de origem não odontogênica.
São síndromes dolorosas não odontogênicas que podem ser confundidas com pulpites:
I. amigdalites; II. distúrbios da ATM; III. sinusite bacteriana; IV. mialgia; V. neuralgia pré e pós-herpética.
Estão CORRETOS
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Itabira - MG
Q1232828 Medicina
A taxa de mortalidade infantil, em determinados local e ano, é calculada levando-se em conta o número de óbitos em menores de um ano e
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Itabira - MG
Q1192705 Odontologia
Analise as seguintes afirmativas.
O alargamento prévio da porção cervical do canal diminui a possibilidade de fratura do instrumento durante o preparo apical
PORQUE
permite que somente a região de maior diâmetro do instrumento mantenha contato com a parede do canal radicular durante o preparo do segmento apical.
A análise permite concluir que
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Aracaju - SE
Q1238066 Odontologia
A resposta inflamatória predominante e polpas de molares decíduos cariados constitui-se no seguinte tipo de infiltrado:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Aracaju - SE
Q1230644 Odontologia
A nitidez do contorno da raiz, do espaço periodontal e do trabeculado ósseo possibilita saber:
Alternativas
Ano: 2008 Banca: FEC Órgão: Prefeitura de Aracaju - SE
Q1192997 Odontologia
Um dos microorganismos abaixo que pode ser um microorganismo recuperado dos canais radiculares após a remoção do material obturador é:
Alternativas
Respostas
801: A
802: D
803: B
804: A
805: B
806: D
807: B
808: D
809: B
810: E
811: B
812: A
813: A
814: E
815: B
816: C
817: C
818: B
819: B
820: A