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São passos essenciais na preparação ortodôntica pré cirurgica:
I - Alinhar os arcos individualmente.
II - Conseguir a compatibilidade dos arcos ou dos segmentos dos arcos.
III - Acentuar a deformidade do paciente para alcançar as relações oclusais necessárias quando os componentes esqueléticos forem apropriadamente posicionados na cirurgia.
IV - Estabelecer posições anteroposteriores e verticais apropriadas dos incisivos.
Marque a alternativa que contem as opções corretas:
Diagnóstico é, pois, a fase do ato clínico que permite determinar a natureza do problema. Reveste-se da mais alta importância, uma vez que conduz à indicação do tratamento adequado.
Moyers distingue e define com precisão os termos:
1. Exame de rotina
2. Diagnóstico
3. Classificação
4. Plano de tratamento
5. Tratamento.
Abaixo segue a descrição de cada termo.
( ) é a estratégia utilizada para solucionar o problema da deformidade detectada;
( ) é o procedimento que permite obter dados iniciais para formulação do diagnóstico;
( ) é o agrupamento de casos clínicos com características similares;
( ) momento em que a estratégia é traduzida em termos biomecânicos, prescrevendo-se uma mecanoterapia específica;
( ) é o estudo e a interpretação de dados relativos a um problema clínico, com o propósito de determinar a presença ou ausência de anormalidade.
Marque a alternativa da sequência que associa corretamente o termo à sua descreção.
Análise de caráter tridimensional, visual e morfológica, possibilitando uma visão de características da forma dos arcos dentários e posicionamento das unidades dentárias nos diferentes tipos de má oclusão. Importante ferramenta para confirmação diagnóstica e diagnóstico diferencial.
O tipo de análise que melhor descreve a descrição acima é:

O desenho esquemático acima demonstra relações entre primeiro molar superior e inferior em olusão central.
Segundo a classificação de Angle a alternativa que descreve corretamente 1 , 2 e 3, é:
Das diversas classificações para as más oclusões, um autor sugere um modo de classificar o mau posicionamento dental de forma individualizada, isto é, o autor utiliza um nome, que define a alteração do dente em realçao à sua posição normal. Assim, é acresentado o sufixo “versão” ao termo indicativo da direção do desvio – Mesioversão, Axiversão, Giroversão dentre outras.
O autor dessa classificação é: :
Estudando-se a evolução do crânio, a partir do nascimento, observa-se que, no feto de termo, há evidente predomínio da porção cerebral sobre a facial pois esta representa menos do que a metade da altura total do crânio, enquanto no adulto essa proporção é inversa.
Do nascimento aos dois anos de idade, o peso do encéfalo triplica, o que implica o mesmo grau de desenvolvimento do neurocrânio que o contém. Esse crescimento e exagerado e precoce do neurocrânio passa a ocorrer com menos rapidez dos:
De acordo com o Decreto Federal n° 7.508/2011.Assinale a alternativa incorreta.
Para ser instituída, a Região de Saúde deve conter, no mínimo, ações e serviços de:
Analise os itens a seguir de acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil e assinale a alternativa correta.
I – A seguridade social será financiada pelo estado de forma indireta, e pela sociedade de forma direta, mediante recursos provenientes dos orçamentos dos Estados, e Distrito Federal.
II – A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social.
Analise os itens a seguir de acordo a Lei n° 8.080/1990. Assinale a alternativa correta.
I - Entende-se por saúde bucal o conjunto articulado de ações, em todos os níveis de complexidade, que visem a garantir promoção, prevenção, recuperação e reabilitação odontológica, individual e coletiva, inseridas no contexto da integralidade da atenção à saúde.
II - As ações e serviços de saúde, executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja indiretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados de forma municipal e hierarquizada em níveis de complexidade decrescente.
Uma folha de papel em formato de triângulo equilátero de lado α é cortada ao longo de uma das suas medianas, conforme a figura.

Indique o perímetro de cada um dos triângulos formados após o corte:
Caso de divórcio (I)
O divórcio é necessário. Todos conhecem dezenas de casos que convenceriam até um arcebispo. Eu mesmo conheço meia dúzia. Vou contar uns três ou quatro. O nome dele é Morgadinho. Baixo, retaco, careca precoce. Você conhece o tipo. No carnaval se fantasia de legionário romano e no futebol de praia dá pau que não é fácil. Frequenta o clube e foi lá que conheceu sua mulher, mais alta do que ele, morena, linda, as unhas do pé pintadas de roxo.
Na noite de núpcias, ele lhe declarou.
― Se você algum dia me enganar, eu te esgoelo.
― Ora, Morgadinho…
Ela se chama Fátima Araci. Ou é Mara Sirlei? Não, Fátima Araci. Não é que ela não goste do Morgadinho, é que nunca prestou muita atenção no marido. Na cerimônia do casamento já dava para notar. O olhar dela passava dois centímetros acima da careca do Morgadinho. Ela estava maravilhada com o próprio casamento e o Morgadinho era um simples acessório daquele dia inesquecível. Como um castiçal ou um coroinha. No álbum de fotografias do casamento que ela guardou junto com a grinalda, há esta constatação terrível: o Morgadinho não aparece. Aparece o coroinha mas não aparece o Morgadinho. Um ou dois meses depois do casamento, o Morgadinho sugeriu que ela lhe desse um apelido. Um nome secreto, carinhoso, para ser usado na intimidade, algo que os unisse ainda mais, sei lá. Ela prometeu que ia pensar no assunto. O Morgadinho insistiu.
― Eu te chamo de Fafá e você me chama de qualquer coisa.
― Vamos ver.
Uma semana depois, Morgadinho voltou ao assunto.
― Já pensaste num apelido para mim, Fafá?
― Ainda não.
Três semanas depois, ele mesmo deu um palpite.
― Quem sabe Momo?
― Não.
― Gagá? Fofura? ― Tomou coragem e, rindo meio sem jeito, arriscou:
― Tigre?
Ela nem riu. Pediu que ele tivesse paciência. Estava lendo o Sétimo Céu. Tinha tempo. O Morgadinho não desistiu. Às vezes, chegava em casa com uma novidade.
― Que tal este: “Barrilzinho”?
― Não gosto.
Outra vez, os dois estavam passando por um quintal e ouviram uma criança chamando um cachorro.
― Pitoco. Vem, Pitoco.
Morgadinho virou-se para a mulher, cheio de esperança, mas ela fez que não com a cabeça. Finalmente (passava um ano do casamento e nada de apelido), Morgadinho perdeu a paciência. Estavam os dois na cama. Ela pintava as unhas do pé.
― Você não me ama.
― Ora, Morgadinho…
― Até hoje não pensou num apelido para mim.
― Está bem, sabe o que tu és? Um xaropão. Taí teu apelido. Xaropão.
O Morgadinho já tinha enfrentado várias levas de policiais a tapa. Uma vez desmontara um bar depois de um mal-entendido e saíra para a rua dando cadeiradas em meio mundo. Homens, mulheres e crianças. Mas naquela noite virou-se para o lado e chorou no travesseiro. Aí a mulher, com cuidado para não estragar o esmalte, chegou perto do seu ouvido e disse, rindo:
― Xaropãozinho… ― Rindo. Rindo!
Luís Fernando Verissimo. Ed Mort – todas as histórias. 1ª Ed. São Paulo: Objetiva, 2011.
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “Todos conhecem dezenas de casos que convenceriam até um arcebispo.”
II. “Na noite de núpcias, ele lhe declarou.”
III. “Taí teu apelido. Xaropão.”
As sentenças dadas apresentam diferentes tipos de pronomes. Ocorre pronome indefinido apenas em: