Questões de Concurso Para cirurgião-dentista - buco-maxilo-facial

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Q3467391 Odontologia
Nas cirurgias de esvaziamento cervical radical, usadas para tratar tumores malignos de cabeça e pescoço, o nervo acessório pode ser lesado antes de alcançar o músculo trapézio. Como consequência, o paciente pode ter
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Q3467390 Odontologia
A artéria carótida externa inicia-se no pescoço a partir da bifurcação da artéria carótida comum no trígono carótico. Tem um trajeto ascendente até a região do colo da mandíbula, onde termina, dividindo-se em dois ramos, denominados:
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Q3459308 Saúde Pública

Campo da vigilância em saúde definido como um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas decorrentes da produção e da circulação de bens e da prestação de serviços do interesse da saúde.


Trata-se da vigilância

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Q3459307 Saúde Pública

A Política Nacional de Humanização (PNH) deve se fazer presente e estar inserida em todas as políticas e os programas do SUS, de forma a reconhecer que as diferentes especialidades e práticas de saúde podem articular-se com a experiência daquele que é assistido, uma vez que, juntos, esses saberes podem produzir saúde de forma mais corresponsável.


Essa descrição corresponde ao(s) seguinte(s) princípio(s) da PNH:

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Q3459306 Saúde Pública

Redes de Atenção à Saúde (RAS) são arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que, integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado.


Assinale a alternativa correta sobre as RAS.

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Q3459305 Saúde Pública

Indicadores de saúde são ferramentas essenciais para compreender a situação sanitária de uma população, o que influencia diretamente nas decisões de políticas públicas e na alocação de recursos. Abrangendo desde taxas de mortalidade até índices de vacinação, esses indicadores desempenham um papel crucial na avaliação da eficácia dos sistemas de saúde.


Um indicador que reflete a qualidade de assistência à saúde é a taxa

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Q3459304 Saúde Pública

Compreender a história natural das doenças é fundamental para o planejamento de estratégias de prevenção e tratamento, visando à interrupção ou à minimização dos impactos da doença sobre a saúde do indivíduo e da população.


Em relação à história natural da doença, é correto afirmar que

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Q3459303 Saúde Pública

Glória, de 65 anos, hipertensa e diabética, realiza acompanhamento contínuo na Unidade de Saúde da Família do seu bairro. Ela comparece regularmente a consultas médicas e de enfermagem e a serviços de atualização de vacinas, controle de pressão arterial e glicemia, além de participar de atividades educativas em saúde promovidas pela unidade. Esse acompanhamento é realizado pela mesma equipe de saúde, que mantém vínculo duradouro com a usuária e acompanha a evolução de sua condição ao longo do tempo.


Com base na situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta corretamente o princípio da atenção básica evidenciado.

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Q3459302 Saúde Pública

No SUS, o processo de planejamento da saúde é conduzido de forma ascendente e integrada, começando no nível local e chegando ao federal, com a participação dos respectivos conselhos de saúde.


Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.

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Q3459301 Direito Sanitário

As conferências de saúde correspondem a um mecanismo de participação da comunidade no SUS. Elas contam com a participação de representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários, com o objetivo de avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes.


De acordo com a Lei no 8.142/1990, as conferências de saúde

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Q3459300 Direito Sanitário

Assinale a alternativa correta sobre os princípios e as diretrizes do SUS estabelecidos na Lei no 8.080/1990.

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Q3459299 Direito Constitucional

A Constituição Federal (CF) de 1988 consolidou a saúde como parte fundamental da seguridade social no Brasil. A partir dela, foram definidos os princípios que sustentam o acesso universal e igualitário aos serviços de saúde.


De acordo com a CF, a saúde é tratada como

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Q3459290 Português

Roupa em fase de crescimento


    Não me impressiona tanto a notícia de que uns alemães puseram para andar no mercado um sapato capaz de acompanhar, até o limite de dois centímetros, o crescimento dos pés da garotada. Se me permitem, minha mãe fez melhor, ou fez antes, sem a pretensão de revolucionar o que quer que fosse.


    Naquele tempo, a década de 50 (do século 20, por favor), não se usava comprar roupa pronta. Não que não existissem lojas de roupa. Era mais econômico mandar fazer.


    Havia sempre na cidade uma pessoa jeitosa que costurava “para fora” e à qual se podia encomendar quase todo o guarda-roupa familiar a ser acondicionado, aliás, num guarda-roupa, trambolho que provinha, esse sim, de alguma loja, pois não se disseminara ainda a prática de embutir armários. Acontecia também de se convocar a tal pessoa para se instalar, de mala, cuia, tesoura e agulha, na residência da família, e ali pedalar, dias a fio, uma máquina de costura.


    Em nossa casa costumava pousar a bem-humorada Noésia, exímia na arte de produzir himalaias de roupa. Foi Noésia quem confeccionou as prodigiosas calças que não paravam de espichar. Mas foi mamãe quem garimpou, sabe Deus em que atacadista, a peça de linho cinzento com que elas foram feitas. Deixa que eu dou jeito, dona Wanda, dizia Noésia a cada nova temporada em casa e, pela enésima vez, tome encurtar as barras.


(Humberto Werneck, O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Adaptado) 

Assinale a alternativa em que uma vírgula foi corretamente acrescentada a um trecho do texto, sem alteração do sentido original.
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Q3459288 Português

Roupa em fase de crescimento


    Não me impressiona tanto a notícia de que uns alemães puseram para andar no mercado um sapato capaz de acompanhar, até o limite de dois centímetros, o crescimento dos pés da garotada. Se me permitem, minha mãe fez melhor, ou fez antes, sem a pretensão de revolucionar o que quer que fosse.


    Naquele tempo, a década de 50 (do século 20, por favor), não se usava comprar roupa pronta. Não que não existissem lojas de roupa. Era mais econômico mandar fazer.


    Havia sempre na cidade uma pessoa jeitosa que costurava “para fora” e à qual se podia encomendar quase todo o guarda-roupa familiar a ser acondicionado, aliás, num guarda-roupa, trambolho que provinha, esse sim, de alguma loja, pois não se disseminara ainda a prática de embutir armários. Acontecia também de se convocar a tal pessoa para se instalar, de mala, cuia, tesoura e agulha, na residência da família, e ali pedalar, dias a fio, uma máquina de costura.


    Em nossa casa costumava pousar a bem-humorada Noésia, exímia na arte de produzir himalaias de roupa. Foi Noésia quem confeccionou as prodigiosas calças que não paravam de espichar. Mas foi mamãe quem garimpou, sabe Deus em que atacadista, a peça de linho cinzento com que elas foram feitas. Deixa que eu dou jeito, dona Wanda, dizia Noésia a cada nova temporada em casa e, pela enésima vez, tome encurtar as barras.


(Humberto Werneck, O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Adaptado) 

O cronista se dirige aos leitores no trecho:
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Q3459285 Português

    A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.


    Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.


    Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.

(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)

Assinale a alternativa em que palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
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Q3459283 Português

    A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade.


    Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.


    Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.

(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)

Para a autora, a leitura é uma forma de as pessoas
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Q3459282 Português
Em “… mas a Sra. acha mesmo que eles vão querer?” (3o quadro), a palavra destacada pertence à mesma classe da destacada em:
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Q3459281 Português
Na fala do 3o quadro, a expressão “vão querer” pode ser corretamente substituída, sem alteração do sentido original, por: 
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Q3459280 Português
Em “Você tem chiclete que chegue para dividir com seus colegas?” (2o quadro), a palavra destacada tem sentido de
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Q3459279 Português
Considerando as informações verbais e não verbais da tira, é correto afirmar que, no 2o quadro, a professora
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221: C
222: E
223: E
224: D
225: B
226: A
227: D
228: C
229: B
230: E
231: A
232: C
233: D
234: A
235: D
236: C
237: A
238: B
239: E
240: D