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I. o pronome demonstrativo ‘desses’ refere-se a dentistas e é usado para retomar o substantivo sem precisar repeti-lo.
II. uma das funções da informação da fonte de pesquisa é garantir legitimidade aos dados fornecidos pelo texto.
III. Há marcas de oralidade na linguagem do texto.
“Nunca na história humana tivemos tanta rebeldia contra a infelicidade. Então o que mudou não é a busca pela felicidade, é que agora não estamos mais aceitando a infelicidade: a morte, a doença e a decadência [...] Acho que este é um problema contemporâneo [...]: a felicidade obrigatória sem a qual você não é contratado: não pode dar entrevista e dizer que você é depressivo, você é melancólico; sem a qual [a felicidade obrigatória] você não é uma pessoa de bem. [...] Nossas avós geralmente diziam: ‘você está bem, vó?’ e elas respondiam – ‘indo’ ‘levando’... era sempre um gerúndio. Elas nunca diziam, ‘acordei maravilhosa hoje’. Nunca tivemos tanta obrigação de sermos felizes e nunca fomos tão infelizes. É esta terrível ‘obrigação’ pós-moderna de estarmos sempre felizes que nos torna tão infelizes”.
[Excerto da fala do professor Leandro Karnal em entrevista ao Programa Conversa com Bial – do dia 13/12/2019]. Disponível em: https://www.portalraizes.com/nunca-tivemos-tanta-obrigacao-de-sermosfelizes-e-nunca-fomos-tao-infelizes/.
O texto discute sobre
I. é formado por duas orações coordenadas que apresentam o mesmo sujeito implícito para ambos os verbos.
II. as duas orações possuem verbos transitivos diretos, acompanhados de seus respectivos complementos.
III. as expressões “no chão” e “da prima” funcionam como complementos nominais, pois completam o sentido dos substantivos a que estão ligadas com o uso de preposição.
I- O cumprimento dos aspectos pedagógico-interpretativo e socializador das informações e conhecimentos no campo dos direitos sociais e humanos, das políticas sociais, e de sua rede de serviços se configura em uma dimensão que caracteriza a inserção dos assistentes sociais na política de educação.
II- No exercício profissional do assistente social no campo da educação não se deve ter uma prática investigativa vinculada às demais dimensões do trabalho profissional.
III- Não compete ao assistente social ocupar espaços de controle social no campo da política de educação, e sim, construir estratégias de fomento à participação dos estudantes nas conferências e conselhos dessa política.
IV- O gerenciamento, planejamento e execução direta de bens e serviços, no âmbito da Política de Educação, configura-se uma dimensão que caracteriza a inserção dos assistentes sociais nessa política.
I- Entende-se por Educação Especial, a modalidade de educação escolar oferecidas para todos os adolescentes que estão em cumprimento de medidas socioeducativas em meio fechado.
II- O atendimento educacional será feito em classes, escolas ou serviços especializados, sempre que, em função das condições específicas dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de ensino regular.
III- A oferta de Educação Especial tem início desde a Educação Infantil e estende-se ao longo da vida.
IV- O poder público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com altas habilidades ou superdotação fora da rede pública regular de ensino, com fim de aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Diante do relato da história apresentada e o Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003 e atualizações), analise os itens a seguir.
I- Os contratos de prestação de serviço com as pessoas idosas da Instituição de Longa Permanência (ILP) AAZZ estão de acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa, pois as ILP de caráter filantrópico podem cobrar compulsoriamente a participação da pessoa idosa abrigada no custeio da entidade, não podendo essa participação exceder a 70% (setenta por cento) de qualquer benefício previdenciário ou de assistência social percebido pela pessoa idosa.
II- Os contratos de prestação de serviço com as pessoas idosas das Instituições de Longa Permanência (ILP) AAZZ estão de acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa, pois as ILP de caráter filantrópico podem cobrar compulsoriamente a participação da pessoa idosa abrigada no custeio da entidade, se esse pagamento for para a realização de compra, por parte da ILP, de materiais de higiene pessoal, medicamentos e alimentos de uso individual.
III- Os contratos de prestação de serviço com as pessoas idosas da Instituições de Longa Permanência (ILP) AAZZ não estão de acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa, em decorrência unicamente de que a participação das pessoas idosas no custeio da entidade não pode exceder a 30% (trinta por cento) de qualquer benefício previdenciário ou de assistência social percebido por estas que estão abrigadas.
IV- Os contratos de prestação de serviço com as pessoas idosas das Instituições de Longa Permanência (ILP) AAZZ não estão de acordo com o Estatuto da Pessoa Idosa, pois não deve ser compulsória a cobrança de participação da pessoa idosa abrigada no custeio das ILP de caráter filantrópico, mesmo o sujeito idoso recebendo benefício previdenciário ou de assistência social.
É CORRETO o que se afirma apenas em: