Questões de Concurso Para assistente social

Foram encontradas 70.692 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3217958 Português
    A acentuação gráfica se baseia na ideia de desambiguizar a pronúncia das palavras, sendo ela uma convenção aceita por seus pares e pautada em regras estabelecidas por gramáticos, não sendo as mesmas em todos os idiomas. Assinale a alternativa que apresente explicação INCORRETA a respeito da palavra acentuada que recebe destaque nos excertos abaixo:
Alternativas
Q3217957 Português

A respeito das estruturas sintáticas do texto abaixo, assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA:


Dei uma risada e segui meu rumo também.


Alternativas:

Alternativas
Q3217956 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão: 


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven. 

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.



Martha Medeiros

    Mesmo que a crônica seja por natureza um gênero textual que apresente linguagem de natureza coloquial, por mesclar a linguagem literária à jornalística, existe a busca por um vocabulário levemente mais elevado, para dar um tom artístico ao texto. Assinale a alternativa que apresente o mesmo valor semântico que o vocábulo destacado na oração abaixo:


São coagidos a tal.


Alternativas:

Alternativas
Q3217955 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão: 


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven. 

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.



Martha Medeiros

    A variedade linguística é um fenômeno inerente a todos os idiomas e ainda mais perceptível a idiomas como o português, falado em vários países, sendo um deles de grandes dimensões como o Brasil. Na primeira linha, a cronista usa a palavra “sinal” para referir-se ao vocábulo semáforo. Esse uso faz com que a palavra “sinal” adquira:
Alternativas
Q3217954 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão: 


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven. 

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.



Martha Medeiros

A crônica de Martha Medeiros é motivada por uma trivial inadequação gramatical e a partir disso promove uma reflexão ao:
Alternativas
Q3212590 Serviço Social
A Política Nacional para a População em Situação de Rua visa garantir o acesso dessa população a direitos básicos e à inclusão social. Sobre essa política, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212589 Serviço Social
A avaliação e monitoramento das políticas públicas são essenciais para garantir sua efetividade. Sobre esse tema, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212588 Serviço Social
Em consonância com o Código de Ética Profissional do Assistente Social, podemos afirmar:
Alternativas
Q3212587 Serviço Social
O Estatuto do Idoso estabelece diretrizes para garantir os direitos fundamentais dessa população, promovendo sua integração social e qualidade de vida. Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212586 Serviço Social
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) organiza os serviços socioassistenciais em níveis de complexidade para atender às diferentes demandas da população. Sobre o SUAS, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3212585 Serviço Social
A atuação do assistente social em equipes multiprofissionais exige habilidades específicas para lidar com conflitos e promover a integração dos serviços. A respeito da referida atuação, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3212584 Serviço Social
A Política Nacional de Assistência Social (PNAS) organiza a proteção social em diferentes níveis de complexidade para atender às necessidades da população. Sobre a PNAS, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212583 Serviço Social
A análise socioeconômica é uma etapa fundamental na elaboração de laudos e relatórios sociais pelo assistente social. No que diz respeito a esse processo, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3212582 Serviço Social
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece diretrizes fundamentais para a proteção e promoção dos direitos de crianças e adolescentes. Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3212581 Serviço Social
O planejamento de políticas públicas de assistência social requer conhecimento das demandas sociais e uma análise criteriosa do contexto socioeconômico. Acerca desse processo, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212580 Serviço Social
A Lei Maria da Penha foi criada para proteger mulheres vítimas de violência doméstica, promovendo ações integradas entre diferentes setores. Sobre as responsabilidades do assistente social nesse contexto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3212579 Serviço Social
A atuação do assistente social em casos de violência contra crianças e adolescentes exige uma abordagem interdisciplinar e articulada com as políticas públicas de proteção. Nesse sentido, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212578 Serviço Social
A seguridade social no Brasil, estruturada pela Constituição Federal de 1988, engloba saúde, previdência e assistência social. Sobre a seguridade social, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3212577 Serviço Social
O estudo social, como instrumento técnico do assistente social, é uma ferramenta essencial na análise das condições de vida dos usuários e na proposição de medidas adequadas. Acerca desse instrumento, marque a alternativa correta:
Alternativas
Q3212576 Serviço Social
A atuação do assistente social exige uma análise detalhada do contexto social e das políticas públicas vigentes para propor intervenções eficazes. Acerca do tema, marque a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
11621: B
11622: A
11623: E
11624: B
11625: C
11626: C
11627: B
11628: B
11629: B
11630: C
11631: A
11632: A
11633: D
11634: C
11635: D
11636: C
11637: B
11638: D
11639: B
11640: A