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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Se as palavras tivessem sempre um sentido óbvio e único, não haveria literatura, não haveria mal-entendido e controvérsia. Se as palavras tivessem sempre o mesmo sentido e se indicassem diretamente as coisas nomeadas, como seria possível a mentira? É por isso que o poeta Fernando Pessoa, em versos famosos, escreveu:
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor,
A dor que deveras sente.
O poeta é um “finge-dor”, e seu fingimento — isto é, sua criação artística — é tão profundo e tão constitutivo de seu ser de porta, que ele finge — isto é, transforma em poema, em obra de arte — a dor que deveras ou de verdade sente.
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 96-97.
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Texto 3
Se as palavras tivessem sempre um sentido óbvio e único, não haveria literatura, não haveria mal-entendido e controvérsia. Se as palavras tivessem sempre o mesmo sentido e se indicassem diretamente as coisas nomeadas, como seria possível a mentira? É por isso que o poeta Fernando Pessoa, em versos famosos, escreveu:
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor,
A dor que deveras sente.
O poeta é um “finge-dor”, e seu fingimento — isto é, sua criação artística — é tão profundo e tão constitutivo de seu ser de porta, que ele finge — isto é, transforma em poema, em obra de arte — a dor que deveras ou de verdade sente.
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 96-97.
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Texto 3
Se as palavras tivessem sempre um sentido óbvio e único, não haveria literatura, não haveria mal-entendido e controvérsia. Se as palavras tivessem sempre o mesmo sentido e se indicassem diretamente as coisas nomeadas, como seria possível a mentira? É por isso que o poeta Fernando Pessoa, em versos famosos, escreveu:
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor,
A dor que deveras sente.
O poeta é um “finge-dor”, e seu fingimento — isto é, sua criação artística — é tão profundo e tão constitutivo de seu ser de porta, que ele finge — isto é, transforma em poema, em obra de arte — a dor que deveras ou de verdade sente.
CHAUI, M. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 1999, p. 96-97.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Parônima — diz-se da palavra que tem pronúncia e/ou grafia semelhante à de outra palavra, mas tem significado diferente.
Disponível em: <https://aulete.com.br/par%C3%B4nimo>
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Parônima — diz-se da palavra que tem pronúncia e/ou grafia semelhante à de outra palavra, mas tem significado diferente.
Disponível em: <https://aulete.com.br/par%C3%B4nimo>
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Texto 2
Parônima — diz-se da palavra que tem pronúncia e/ou grafia semelhante à de outra palavra, mas tem significado diferente.
Disponível em: <https://aulete.com.br/par%C3%B4nimo>
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Chega de saudade
Tom Jobim
Vai, minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela não há paz
Não há beleza, é só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49028/>
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Texto 1
Chega de saudade
Tom Jobim
Vai, minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela não há paz
Não há beleza, é só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49028/>
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Texto 1
Chega de saudade
Tom Jobim
Vai, minha tristeza
E diz a ela que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade
A realidade é que sem ela não há paz
Não há beleza, é só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Disponível em: <https://www.letras.mus.br/tom-jobim/49028/>
( ) O gabinete é o espaço onde estão alojados os componentes necessários para o funcionamento do computador. Memórias, placas, processador, cabos, dentre outros componentes compõem o gabinete.
( ) Com o mouse o usuário manuseia o cursor (seta que aparece na tela do computador) para selecionar os objetos desejados, abrir arquivos (com duplo clique), copiar e colar textos, selecionar pastas, figuras, imagens, etc.
( ) Teclado é o periférico em que se encontram os principais comandos para operar um computador. É pelo teclado que os textos são digitados.
( ) O monitor é outro periférico bastante importante, pois é através dele que vemos as imagens que são projetadas pelo computador.
( ) Anteriormente considerada apenas um acessório para os computadores, a webcam se tornou essencial para as gravações de videoaulas e participação nas aulas on-line. Com uma webcam, utilizando aplicativos de webconferência como Google Meet e Microsoft Teams, por exemplo, você pode aparecer em vídeo durante a aula online ou reunião.
( ) Os softwares são essenciais para o funcionamento dos computadores, pois é a partir deles que são feitas operações e comandos que são interpretados para depois serem executados. O principal software de um computador é o sistema operacional. É a partir dele que as instruções de inicialização dos periféricos são comandados.
( ) Todo o sistema (software) é desenvolvido através de uma enorme sequência de instruções de computador, a qual denomina-se código fonte. Ter um sistema de código fonte aberto significa dizer que é possível realizar modificações no produto sem a necessidade de pagar uma licença comercial.
Após a análise, a alternativa que representa a sequência mais adequada, respectivamente é:
I - A correspondência comercial, também chamada correspondência técnica, é um meio de comunicação formal e escrito utilizado por empresas, pautado em princípios da falta de clareza e subjetividade.
II - Uma correspondência comercial deve ser organizada, com linguagem correta e impessoal, em papel com timbre da empresa e com todos os dados necessários.
III - É muito importante que haja uma nova leitura após a elaboração, pois um possível equivoco pode gerar desentendimento entre as partes e possíveis prejuízos de ordem financeira.
IV - No que diz respeito à utilização das formas de tratamento e endereçamento, é preciso considerar não apenas a área de atuação da autoridade, mas também a posição hierárquica que ocupa.
V - Esse tipo de documento deve ser breve. Rodeios e inversões, mesmo benfeitos, que tanto efeito causam em texto poético, devem ser abolidos.
VI - Antes de começar a escrever, deve-se, organizar e pensamento e traçar um plano: o que se quer comunicar; a quem; como transmitir a mensagem; e que informações são relevantes.
VII - Não se pode ignorar a informalidade que esse tipo de correspondência requer, mas deve-se evitar a rigidez exagerada, os clichês, porém, é permitido a redundância e os termos arcaicos.
Após a análise, pode-se afirmar:
I - Os servidores públicos estatutários são ocupantes de cargos públicos submetidos ao regime estatutário, definido em lei, das Unidades da Federação e modificável unilateralmente, desde que respeitados os direitos adquiridos.
II - Depois de nomeados, as normas a que se submetem os servidores públicos estatutários, são de ordem pública, que não podem ser modificadas por meio de contrato.
III - Os empregados públicos são contratados pela legislação trabalhista aplicável com as alterações decorrentes da Constituição. Submetem-se a todas as normas constitucionais que definem requisitos para investidura, acumulação de cargos, vencimento e outras.
IV - Os servidores temporários são contratados para exercer funções em caráter permanente. São contratados por tempo indeterminado, mediante regime jurídico especial, disciplinado em cada Unidade da Federação.
Após a análise, pode-se afirmar: