Foram encontradas 13.070 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Os bombeiros assistiram os desabrigados.
II. O motorista não obedeceu a sinalização.
A regência está correta em
I. É necessário _______ o muro.
II. O rapaz ________ o professor.
I. Quando o gerente propor um novo projeto, pediremos um aumento de salário.
II. O guarda interveio na discussão entre o motorista do carro e o ciclista.
De acordo com a norma culta,
Não sei _______ disse ____ ela aquelas palavras horríveis.
Eu desejei aos noivos muita felicidade!
I. Aluga-se quartos para moças.
II. Necessita-se de funcionários experientes.
A concordância está correta em
Fernando Sabino
- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não, senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele, não, senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje não, senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só
que no dia que devia vir, em geral, não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim, senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a
coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite.
Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua
cidade?
- Sei dizer não, senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza:
um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro.
Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede,
que história é essa?
- Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
I. O texto brinca com o estereótipo do mineiro que não quer se comprometer em suas declarações.
II. O diálogo é incoerente porque não tem um assunto definido.
Está correto o que se afirma em
Fernando Sabino
- É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
- Sei dizer não, senhor: não tomo café.
- Você é dono do café, não sabe dizer?
- Ninguém tem reclamado dele, não, senhor.
- Então me dá café com leite, pão e manteiga.
- Café com leite só se for sem leite.
- Não tem leite?
- Hoje não, senhor.
- Por que hoje não?
- Porque hoje o leiteiro não veio.
- Ontem ele veio?
- Ontem não.
- Quando é que ele vem?
- Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só
que no dia que devia vir, em geral, não vem.
- Mas ali fora está escrito "Leiteria"!
- Ah, isso está, sim, senhor.
- Quando é que tem leite?
- Quando o leiteiro vem.
- Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
- O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a
coalhada?
- Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite.
Escuta uma coisa: como é que vai indo a política aqui na sua
cidade?
- Sei dizer não, senhor: eu não sou daqui.
- E há quanto tempo o senhor mora aqui?
- Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza:
um pouco mais, um pouco menos.
- Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
- Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
- Para que Partido?
- Para todos os Partidos, parece.
- Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
- Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro.
Nessa mexida...
- E o Prefeito?
- Que é que tem o Prefeito?
Que tal o Prefeito daqui?
- O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
- Que é que falam dele?
- Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
- Você, certamente, já tem candidato.
- Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
- Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede,
que história é essa?
- Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
I. As respostas do dono do estabelecimento são evasivas.
II. O cliente aceita, sem questionamentos, as explicações do dono da lanchonete.
Está correto o que se afirma em
Nossa pequenina Paraíba, com uma população de cerca de 3,8 milhões de almas, conta com 6 escolas médicas e, pelo menos, mais 2 em fase de implantação - um recorde, com certeza. Formam-se por ano, aproximadamente, 16500 esculápios no Brasil e 500 a 600,em nosso meio.Como se não bastasse, a Presidente Dilma Rousseff anunciou recentemente a intenção de criar mais 4500 vagas anuais para medicina.
Será que precisamos trazer profissionais do exterior?E como seria a revalidação de diploma desses profissionais, via decreto?Faltam médicos em nosso meio?
Não existe ainda um consenso em relação ao número ideal de médicos/ habitante. Pesquisa realizada pelo CFM/CREMESP evidenciou que no Brasil tal coeficiente é de 1,95/1000, o que nos remete ao patamar de diversos países de 1º. mundo, a exemplo do Canadá e dos Estados Unidos.Temos, sim, má distribuição dos profissionais, que se concentram nas grandes cidades e capitais, por falta de políticas públicas que priorizem a interiorização do médico. Em João Pessoa, onde pontificam mais de 3000 esculápios, a relação é de 4/1000, o dobro da média nacional; no entanto, mais de 15% das equipes da ESF não dispõem de médicos, devido a diversos fatores, entre os quais,a falta de condições adequadas de trabalho e de segurança, a fragilidade do vínculo trabalhista e a baixa remuneração. Não é importando médicos que vamos corrigir tal distorção
Não cultivamos a xenofobia, mas defendemos a revalidação dos diplomas estrangeiros nos moldes do REVALIDA, que é aplicado anualmente pelo MEC. Precisamos, sim, garantir a qualificação profissional daqueles que pretendem atuar em nosso País, em defesa da população menos favorecida, para que não incorramos no erro de oferecer uma assistência médica pobre, de 2ª categoria, para o pobre.
*presidente do CRM-PB
Não cultivamos a xenofobia.