Questões de Concurso Para técnico em radiologia

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Q3846457 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
O texto explora o uso de orações coordenadas assindéticas, que imprimem um ritmo acelerado à narrativa.
Assinale a opção em que não se observa este uso.
Alternativas
Q3846456 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Observe a frase: “Então fico sentada na sala, sentindo” e julgue as sentenças a seguir:

I. Não há sujeito expresso na oração.
II. Não há sujeito porque ficar é um verbo de estado; portanto, impessoal.
III. O sujeito se faz saber pela desinência do verbo.
IV. Observa-se um caso de sujeito simples, com um só núcleo.

Estão corretas
Alternativas
Q3846455 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção em que o elemento destacado funciona como complemento do verbo.
Alternativas
Q3846454 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
No trecho: “Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão”, a palavra em destaque apresenta referência
Alternativas
Q3846453 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Assinale a opção em que se observa uma linguagem em sentido figurado.
Alternativas
Q3846452 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
A presença dos sinais de interrogação no primeiro parágrafo indica
Alternativas
Q3846451 Português
A questão da prova de Língua Portuguesa refere-se ao texto a seguir:


Insônia infeliz e feliz (Clarice Lispector)


Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas. Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora? E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite, pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo. Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.

Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente despertar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão. Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia. E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico. E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta. Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Sobre o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3832810 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


Dezembrite


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma.

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa.

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...]


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado. 
Na passagem “Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: ‘dezembrite’.”, a expressão “sazonal” significa  
Alternativas
Q3832809 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


Dezembrite


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma.

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa.

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...]


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado. 
No texto, a expressão “a grama do vizinho mais verde” foi usada de forma 
Alternativas
Q3832808 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 01


Dezembrite


Chega dezembro e, com o calor, as luzinhas piscando nas janelas, o Papai Noel em todos os lugares e as músicas natalinas que fazem a trilha sonora das compras, aparece uma sensação difícil de nomear. Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde, são as cobranças pelas metas que não foram cumpridas e a impressão de que todo mundo está celebrando, menos você. Não à toa, essa depressão sazonal ganhou até apelido: “dezembrite”.

Antônia Burke, psicanalista e educadora socioemocional, comenta que o calendário tem um efeito psicológico poderoso. “O fim do ano funciona como um espelho cheio de luz, iluminando aquilo que não deu certo, o que está faltando, o que a gente não conseguiu controlar”, diz. Nesse cenário, as redes sociais lotadas de fotos de viagens aparentemente incríveis e conquistas editadas podem fazer com que a pessoa conclua que é uma fracassada. “Ficamos com a impressão de que nossa vida é horrível, de que a gente é incompetente”, afirma.

A médica psiquiatra Vanessa Fávaro, assistente do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, lembra que esse momento mistura fechamento de ciclo, reuniões familiares, festas da firma e expectativas em relação ao futuro. “É uma época em que as pessoas ficam muito emotivas e emocionadas, às vezes até apresentam um quadro de mais tristeza mesmo, de desânimo”, observa.

Isso não significa que toda tristeza que chega em dezembro seja um episódio depressivo. A diferença, resume Fávaro, está na intensidade, na duração e no quanto esse estado passa a prejudicar a rotina. [...] Há caminhos possíveis para atravessar esse período com menos opressão e mais autocuidado com a saúde mental. Eles não anulam a melancolia, o luto ou a frustração, mas ajudam a reorganizar, com carinho, a maneira como olhamos para os doze meses que passaram e para os que vêm pela frente — afinal, é como canta Simone: “O ano termina e nasce outra vez”. Porém, “A esperança não é um botão que a gente aperta, é consequência de pequenas reorganizações internas e externas”, sintetiza Burke. [...]


Disponível em: https://gamarevista.uol.com.br/semana/. Acesso: 21 dez. 2025. Adaptado. 
Considere a passagem do texto: “Para muita gente, o período entre o Natal e o Réveillon não é só festa. É cansaço acumulado, é a grama do vizinho mais verde [...]”.
Tendo em vista o contexto, sobre o trecho “[...] é a grama do vizinho mais verde [...]”, pode-se inferir que muita gente

I - considera a vida do outro bem melhor que a sua.
II - reconhece que a vida do outro é pior que a sua.
III - cria uma ilusão de que a vida do outro é melhor.
IV - demonstra insatisfação com a própria realidade.
V - valoriza sua vida sem se comparar com o outro.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas 
Alternativas
Q3832807 Radiologia
A radiação dispersa (secundária) degrada a qualidade da imagem ao criar um "nevoeiro" que reduz o contraste, sendo necessário o uso de dispositivos para controlar esse efeito. Sobre as grades antidifusoras, analise as afirmativas a seguir:

I- A grade antidifusora é posicionada entre o paciente e o receptor de imagem (filme ou detector).
II- A principal função da grade é absorver a radiação dispersa que sai do paciente, antes que ela atinja o filme.
III- O uso da grade permite reduzir a dose de radiação aplicada ao paciente em comparação à técnica sem grade.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3832806 Radiologia
Para o monitoramento individual da dose de radiação recebida por trabalhadores ocupacionalmente expostos, utiliza-se um dispositivo que deve ser usado na região do tórax durante a jornada de trabalho. Esse dispositivo acumula a energia da radiação incidente e permite a leitura posterior da dose efetiva. Assinale a alternativa que apresenta o nome CORRETO desse dispositivo. 
Alternativas
Q3832805 Radiologia
A proteção radiológica baseia-se em princípios fundamentais para garantir a segurança dos trabalhadores, pacientes e do público em geral contra os efeitos nocivos da radiação. Acerca dos princípios e medidas de proteção, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

( ) O princípio ALARA estabelece que as exposições devem ser mantidas "tão baixas quanto razoavelmente exequível".
( ) O tempo de exposição deve ser o menor possível para reduzir a dose acumulada.
( ) Aumentar a distância entre a fonte de radiação e o indivíduo aumenta a dose recebida devido ao espalhamento.
( ) A blindagem, como o uso de aventais plumbíferos, é uma medida eficaz para absorver a radiação secundária.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3832804 Radiologia
A qualidade da imagem radiográfica depende de fatores geométricos e fotográficos que definem a nitidez e a visibilidade das estruturas anatômicas. O termo técnico utilizado para descrever a diferença de densidade entre áreas adjacentes de uma imagem radiográfica, permitindo distinguir um órgão de outro, é um conceito fundamental. Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3832803 Radiologia
O feixe de raios X emitido pela ampola é policromático, contendo fótons de diversas energias, sendo necessário remover os fótons de baixa energia que não contribuem para a imagem e aumentam a dose no paciente. O processo de "endurecimento" do feixe, realizado através da interposição de lâminas de metal (geralmente alumínio) na saída do tubo, é denominado tecnicamente. Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3832802 Radiologia
Os raios X são uma forma de radiação eletromagnética com propriedades específicas que permitem a formação de imagens diagnósticas ao interagir com a matéria. Sobre as características físicas dos raios X, analise as afirmativas a seguir:

I- Os raios X viajam em linha reta e à velocidade da luz no vácuo.
II- Os raios X são radiações ionizantes capazes de remover elétrons dos átomos da matéria.
III- Os raios X possuem carga elétrica negativa e massa considerável, semelhante aos elétrons.

Está CORRETO o que se afirma em:  
Alternativas
Q3832801 Radiologia
Durante a rotina hospitalar, o técnico em radiologia precisa posicionar o paciente deitado sobre o abdome, com a face voltada para baixo ou para um dos lados, para realizar exames da coluna vertebral ou outras estruturas posteriores. Essa posição específica do corpo é amplamente utilizada em protocolos de imagem. Assinale a alternativa CORRETA que nomeia essa posição.
Alternativas
Q3832800 Radiologia
Para a realização correta de exames de imagem, como a tomografia computadorizada e a radiografia convencional, é fundamental compreender os planos que dividem o corpo humano. O plano vertical que atravessa o corpo, dividindo-o em metades direita e esquerda, recebe uma denominação técnica específica. Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3832799 Radiologia
Na prática radiológica, utiliza-se uma terminologia específica para descrever os movimentos do corpo e a relação entre as partes anatômicas durante o posicionamento. Acerca dos termos de movimento, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

( ) Abdução refere-se ao movimento de afastamento de uma parte do corpo do plano médio ou mediano.
( ) Flexão é o movimento que diminui o ângulo entre duas partes do corpo ou ossos.
( ) Adução é o movimento de afastar o membro em direção oposta à linha central do corpo.
( ) Extensão é o movimento que diminui o ângulo da articulação, aproximando os ossos.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Q3832798 Radiologia
Um Técnico em Radiologia recebe um paciente com suspeita de fratura no punho e precisa identificar corretamente as estruturas ósseas para realizar a incidência adequada. Entre os ossos que compõem a fileira proximal do carpo, existe um que é frequentemente fraturado e possui formato de barco (escafóide). Assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome de um osso da fileira proximal do carpo. 
Alternativas
Respostas
1021: B
1022: A
1023: D
1024: A
1025: E
1026: D
1027: B
1028: D
1029: A
1030: B
1031: B
1032: C
1033: D
1034: A
1035: E
1036: A
1037: C
1038: D
1039: B
1040: E