Foram encontradas 13.297 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4008746 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
O vocábulo “acompanhadas” é um exemplo de palavra formada por:
Alternativas
Q4008745 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Assinale a alternativa em que as palavras, extraídas do texto, apresentam, em sequência, ditongo crescente, hiato e ditongo decrescente:
Alternativas
Q4008744 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Levando em conta o texto, analise as afirmações a seguir:

I. A autora teve como objetivo principal expor argumentos em defesa da tese, usando estratégias argumentativas da exemplificação.
II. O texto apresenta argumentos que afirmam os benefícios da romã contra AVC e infarto.
III. Predominam no texto as funções de linguagem metalinguística e referencial.
IV. Pode-se inferir que a romã tem um potencial cardiovascular curativo.

Marque a alternativa correta:
Alternativas
Q4008743 Português
TEXTO 01


Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’


    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.

    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”

    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)

    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.


Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Considere a leitura do texto acima e marque a alternativa que apresenta o gênero textual e a tipologia de base predominantes no texto acima:
Alternativas
Q3979339 Radiologia
Ao identificar falha sistemática no controle de qualidade que pode expor pacientes a doses superiores às recomendadas, o técnico em radiologia deve:
Alternativas
Q3979338 Radiologia
Na angiografia por subtração digital (DSA), a movimentação do paciente entre a imagem máscara e a imagem contrastada provoca:
Alternativas
Q3979337 Radiologia
Considerando o princípio ALARA, a conduta que deve ser adotada em exames radiográficos pediátricos para minimizar a dose de radiação é:
Alternativas
Q3979336 Radiologia
Na suspeita de fratura da base do crânio, a incidência radiográfica que melhor evidencia o forame magno e a região occipital é:
Alternativas
Q3979335 Radiologia
Em equipamentos de DR, um dos efeitos que podem ocorrer quando há superexposição recorrente, durante os exames, consiste em:
Alternativas
Q3979334 Radiologia
Considerando as normas de radioproteção, o objetivo central da monitorização ambiental, em ambientes radiológicos, corresponde a:
Alternativas
Q3979333 Radiologia
Quando há suspeita de pneumotórax discreto, a projeção radiográfica mais indicada para evidenciar a presença de ar na cavidade pleural é:
Alternativas
Q3979332 Radiologia
Em uma radiografia anteroposterior (AP) de pelve, a alteração anatômica que sugere posicionamento rotacionado é:
Alternativas
Q3979331 Radiologia
Durante a realização da esofagografia contrastada, a análise em tempo real da deglutição requer o método de aquisição de imagem conhecido como:
Alternativas
Q3979330 Radiologia
Artefatos lineares recorrentes, sempre na mesma posição em exames digitais, indicam:
Alternativas
Q3979329 Radiologia
Na suspeita de sinusite maxilar com possível nível hidroaéreo, a incidência radiográfica mais adequada é:
Alternativas
Q3979328 Radiologia
Durante radiografia AP do ombro em rotação interna, a estrutura anatômica que é demonstrada em perfil é designada:
Alternativas
Q3979327 Radiologia
Na urografia excretora, quando ocorre retardo na opacificação dos cálices renais, essa alteração pode sugerir a condição patológica chamada de:
Alternativas
Q3979326 Radiologia
Ao comparar os sistemas de Radiografia Computadorizada (CR) e de Radiografia Digital Direta (DR), uma diferença operacional relevante entre eles consiste em:
Alternativas
Q3979325 Radiologia
Em radiografia PA de tórax, observa-se aumento aparente da área cardíaca. A imagem foi realizada em AP no leito. A principal explicação técnica para esse achado é:
Alternativas
Q3979324 Radiologia
Em suspeita de fratura cervical após acidente automobilístico, o paciente encontra-se imobilizado com colar cervical rígido. Diante disso, a conduta técnica correta é:
Alternativas
Respostas
461: D
462: C
463: B
464: A
465: D
466: B
467: A
468: D
469: A
470: B
471: C
472: A
473: D
474: C
475: A
476: B
477: B
478: C
479: A
480: B