Questões de Concurso Para técnico de laboratório

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Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: UFCSPA - RS
Q1238536 Atualidades
“Barack Obama anuncia o fim das operações de combate no Iraque. Após sete anos, terminam hoje as operações de combate no Iraque. (...) Os EUA, porém, continuarão em solo iraquiano até o fim de 2011, com uma equipe de transição de 50 mil homens. Segundo o presidente, as tropas que permanecerão no Iraque serão responsáveis por proteger os civis e os diplomatas norte-americanos que permanecerão no Iraque. Em discurso em uma base militar no Texas para marcar o fim das operações Obama evitou falar em vitória e acrescentou que os EUA ainda têm muito trabalho pela frente.” (www.zerohora.com, 31/8/2010)  
A retirada das tropas norte-americanas do Iraque significa: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: UFCSPA - RS
Q1238134 Atualidades
Em 3 de agosto de 2010, a(o) presidente______________da(o)________________ assumiu a presidência pro tempore do Mercosul. O cargo é rotativo e tem duração de seis meses. 
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas da frase acima. 
Alternativas
Q1221633 Português
A vuvuzela é o som do universo
Na abertura da Copa do Mundo, fiquei comovido quando vi a seleção da África do Sul cantando e dançando na saída do vestiário, antes do jogo contra o México. Foi a primeira impressão, e vou guardar.
Os jogadores se preparavam para entrar em campo, e eu imaginava a torcida inteira cantando. Imaginava todos dançando. Que adversário não se abalaria?
Mas dentro do estádio globalizado, um som monótono surge, abafando todos os demais. A vuvuzela.
Nenhum canto se ouviu, nenhuma voz se levantou. Nem Mandela, por uma fatalidade, apareceu. E a África me pareceu menos alegre.
Talvez eu não tenha entendido o sentido. Não tenha captado a mensagem subliminar por trás do zumbido incessante. O ato revolucionário. Confesso que não vi.
Poderia imaginar uma conspiração de ultradireita. Uma sórdida distribuição de milhões de vuvuzelas. Um plano diabólico contra a Mãe África. Uma conspiração monoteísta. Mas não imaginei.
Talvez uma nova forma de comunicação, uma língua universal. Coliseu futurista de “Guerra nas Estrelas”. Insetos mutantes. Nada.
A Copa esquentou e, aos poucos, vou me acostumando. Só tenho ouvidos para o sopro das cornetas. Meu corpo acorda trêmulo, e só relaxo quando tomo um gole de café com vuvuzelas matinais. Meu coração anestesiado já joga do lado dos vencedores.
Atordoado e confuso me rendi. O som da vuvuzela é o som do Universo. Um mantra cósmico embalando o mundo da bola. Da bola Jabulani. Milagre tecnológico e triunfo da ciência sobre os goleiros.
A zebra nunca correu tão solta, e a América do Sul parece um rolo compressor. As holandesas continuam lindas, e os árbitros errando.
O mundo inteiro pode ver, rever, discutir.
A Fifa tem uma parafernália digital à disposição de todos. Nada escapa aos olhos do Big Brother. Mas ao árbitro nada. Precisamos de alguém para levar a culpa, e a culpa é do juiz, do goleiro ou do Dunga.
Mas a culpa pode ser minha, caso não vista a mesma camisa em todos os jogos. E, refém da minha razão esotérica, paro de escrever e vou procurá-la, no meio de outros panos desprovidos de valor sobrenatural.
Não sei se o Brasil venceu a Holanda. Não posso prever o futuro, nem me atrevo a dar palpite. Os deuses do futebol são imprevisíveis, e a verdade virá no apito final.
No dia 11 de julho, um país vai levantar a taça e a história vai falar dos vencedores, dos artilheiros das grandes jogadas.
Heróis serão recebidos por uma massa. Festa por todos os cantos de algum país campeão do mundo.
E a vida segue.
Mas na memória também fica a nobreza africana codificada pelo canto dos Bafana Bafana.
(Rodrigo Maranhão/Revista O Globo, 24/07/2010)
Sobre o texto, analise:
I. Trata-se do mundo se embalando com a bola Jabulani.
II. Infere-se que a vuvuzela é uma forma de comunicação, uma língua universal.
III. Informa que os deuses do futebol são imprevisíveis.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES
Q1205287 Português
Fala, amendoeira
Este ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza – essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira impecável se não houvesse a longa barra de névoa a toldar a linha entre céu e chão – névoa baixa e seca, hostil aos aviões. Pousou a vista, depois, nas árvores que algum remoto prefeito deu à rua, e que ainda ninguém se lembrou de arrancar, talvez porque haja outras destruições mais urgentes. Estavam todas verdes menos uma. Uma que, precisamente, lá está plantada em frente à porta, companheira mais chegada de um homem e sua vida, espécie de anjo vegetal proposto ao seu destino.
Essa árvore de certo modo incorporada aos bens pessoais, alguns fios elétricos lhe atravessam a fronde, sem que a molestem, e a luz crua do projetor, a dois passos, a impediria talvez de dormir, se ela fosse mais nova. Às terças, pela manhã, o feirante nela encosta sua barraca, e, ao entardecer, cada dia, garotos procuram subir-lhe o tronco. Nenhum desses incômodos lhe afeta a placidez de árvore madura e magra, que já viu muita chuva, muito cortejo de casamento, muitos enterros, e serve há longos anos à necessidade de sombra que têm os amantes de rua, e mesmo a outras precisões mais humildes de cãezinhos transeuntes.
Todas estavam ainda verdes, mas essa ostentava algumas folhas amarelas e outras já estriadas de vermelho, numa gradação fantasista que chegava mesmo até o marrom – cor final de decomposição, depois da qual as folhas caem. Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada e, por sua vez, completado o ciclo, tombar sobre o meio-fio, se não as colhe algum moleque apreciador do seu azedinho. E como o cronista lhe perguntasse – fala, amendoeira – por que fugia ao rito de suas irmãs, adotando vestes assim particulares, a árvore pareceu explicar-lhe:
– Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore, embora minhas irmãs não respeitem as estações.
– E vais outoneando sozinha?
– Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.
– Somos todos assim.
– Os homens, não. Em ti, por exemplo, o outono é manifesto e exclusivo. Acho-te bem outonal, meu filho, e teu trabalho é exatamente o que os autores chamam de outonada: são frutos colhidos numa hora da vida que já não é clara, mas ainda não se dilui em treva. Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.
– Não me entristeças.
– Não, querido, sou tua árvore da guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, e os cabelos também, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves... Outoniza-te com dignidade, meu velho.
(Carlos Drummond de Andrade)
Na última frase do texto, o verbo foi empregado no:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNCAB Órgão: IDAF-ES
Q1205254 Português
Fala, amendoeira
Este ofício de rabiscar sobre as coisas do tempo exige que prestemos alguma atenção à natureza – essa natureza que não presta atenção em nós. Abrindo a janela matinal, o cronista reparou no firmamento, que seria de uma safira impecável se não houvesse a longa barra de névoa a toldar a linha entre céu e chão – névoa baixa e seca, hostil aos aviões. Pousou a vista, depois, nas árvores que algum remoto prefeito deu à rua, e que ainda ninguém se lembrou de arrancar, talvez porque haja outras destruições mais urgentes. Estavam todas verdes menos uma. Uma que, precisamente, lá está plantada em frente à porta, companheira mais chegada de um homem e sua vida, espécie de anjo vegetal proposto ao seu destino.
Essa árvore de certo modo incorporada aos bens pessoais, alguns fios elétricos lhe atravessam a fronde, sem que a molestem, e a luz crua do projetor, a dois passos, a impediria talvez de dormir, se ela fosse mais nova. Às terças, pela manhã, o feirante nela encosta sua barraca, e, ao entardecer, cada dia, garotos procuram subir-lhe o tronco. Nenhum desses incômodos lhe afeta a placidez de árvore madura e magra, que já viu muita chuva, muito cortejo de casamento, muitos enterros, e serve há longos anos à necessidade de sombra que têm os amantes de rua, e mesmo a outras precisões mais humildes de cãezinhos transeuntes.
Todas estavam ainda verdes, mas essa ostentava algumas folhas amarelas e outras já estriadas de vermelho, numa gradação fantasista que chegava mesmo até o marrom – cor final de decomposição, depois da qual as folhas caem. Pequenas amêndoas atestavam o seu esforço, e também elas se preparavam para ganhar coloração dourada e, por sua vez, completado o ciclo, tombar sobre o meio-fio, se não as colhe algum moleque apreciador do seu azedinho. E como o cronista lhe perguntasse – fala, amendoeira – por que fugia ao rito de suas irmãs, adotando vestes assim particulares, a árvore pareceu explicar-lhe:
– Não vês? Começo a outonear. É 21 de março, data em que as folhinhas assinalam o equinócio do outono. Cumpro meu dever de árvore, embora minhas irmãs não respeitem as estações.
– E vais outoneando sozinha?
– Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.
– Somos todos assim.
– Os homens, não. Em ti, por exemplo, o outono é manifesto e exclusivo. Acho-te bem outonal, meu filho, e teu trabalho é exatamente o que os autores chamam de outonada: são frutos colhidos numa hora da vida que já não é clara, mas ainda não se dilui em treva. Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.
– Não me entristeças.
– Não, querido, sou tua árvore da guarda e simbolizo teu outono pessoal. Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, e os cabelos também, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves... Outoniza-te com dignidade, meu velho.
(Carlos Drummond de Andrade)
Por que o “outono é mais estação da alma que da natureza”?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Resende - RJ
Q1204999 Matemática
Assinale o maior número inteiro x que satisfaz à inequação: 36 – 2(3x + 6) > 0:
Alternativas
Q1196380 Matemática
Um retângulo de 8cm de largura e 15cm de comprimento foi dividido em 4 regiões: a1, a2, a3 e a4 cujas áreas formam nesta ordem, uma progressão geométrica crescente. Se a soma das duas maiores áreas totaliza 96cm², qual é a diferença entre as áreas das duas menores regiões?
Alternativas
Ano: 2009 Banca: NC-UFPR Órgão: UFPR
Q1225039 Atualidades
45 do segundo tempo
O esporte mais popular do planeta não valoriza mais o talento e corre o risco de extinção, diz o “Doutor”.
CartaCapital: Houve alguma mudança tática substancial no futebol desde a copa de 1994?
Sócrates: Tática, não. Houve uma evolução física dos atletas. O jogo foi ficando mais feio, com maior contato físico, menos tempo para pensar. Ocorreu uma desvalorização do talento, da habilidade. Na verdade, é um esporte em extinção.
CartaCapital: Por quê?
Sócrates: O futebol sempre foi fascinante por não premiar a regularidade, por permitir que um time mais fraco ou menos preparado vença. Onde há espaço para o acas o, o incidente. Mas daqui a pouco, do jeito que as coisas caminham, não será mais assim. Todos serão iguais, e nem os ‘acidentes’ ocorrerão mais. Porque, se todo mundo se preparar para o óbvio, os riscos de uma adversidade diminuem e o jogo vai ficando mais chato. Hoje em dia, torce-se para o trapezista cair. Raramente vê-se uma jogada de talento, de habilidade. Mas, quando ela ocorre, costuma ser decisiva. (...)
CartaCapital: O Brasil terá algum ganho com a Copa de 2014?
Sócrates: Não acredito que o Brasil terá algum ganho com a Copa de 2014. Teremos uma festinha de um mês, depois vai sobrar um monte de trambolho que ninguém saberá como manter. Veja o que aconteceu com as instalações do Pan. O Estádio Engenhão, que custou mais de 300 milhões de reais, foi alugado ao Botafogo por 29 mil. E o pior: a população, que deveria ser a maior beneficiária, não usa. No caso da Copa de 2014, multiplique por 10 as parafernálias do Pan. Vai ser isso. E com dinheiro nosso, não tenha dúvida. Até agora ninguém mexeu uma palha para organizar o evento. Quando chegar 2011, 2012, farão tudo de última hora. Aí fica sem controle, né, de um jeito bem conveniente (risos). Países sérios estariam com tudo planejado. E ainda querem fazer uma Olimpíada aqui.
(Sócrates é ex-craque do Corinthians e da seleção brasileira, além de médico. CartaCapital , nº 500, 18 jun. 2008, p. 108.)
 Assinale a alternativa que sintetiza a opinião de Sócrates com relação às mudanças no futebol brasileiro de 1994 até hoje.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FADESP Órgão: Prefeitura de Parauapebas - PA
Q1224900 Direito Previdenciário
A respeito de auxílio-reclusão, assinale a resposta correta. 
Alternativas
Q1222206 Matemática
Um barco com 4 remadores, percorre 40km em 4 dias. Quantos quilômetros seriam percorridos pelo mesmo barco nas mesmas condições do rio, se fossem 6 remadores de mesmo preparo físico dos primeiros, em 5 dias?
Alternativas
Q677304 Técnicas em Laboratório
Para a correta realização de um esfregaço de sangue sobre uma lâmina, existem algumas regras que devem ser seguidas para que se obtenham os melhores resultados na visualização. Sobre essas regras, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q677303 Técnicas em Laboratório
Para o preparo de quaisquer meios de cultura, devemos utilizar ingredientes que variam conforme o meio. Assinale a alternativa que contém os ingredientes utilizados para a preparação do meio de Prova de Sabouraud.
Alternativas
Q677302 Técnicas em Laboratório
Na preparação do meio de ágar sangue chocolate, utilizado para a pesquisa de gonococos, utiliza-se uma solução-estoque previamente preparada, à qual deverá ser juntado sangue humano citratado. Assinale a alternativa que contenha a correta relação de volume de sangue e de meio de cultura e as condições de temperatura para a adição do sangue ao meio.
Alternativas
Q677301 Técnicas em Laboratório
Vários ingredientes são utilizados para a composição do meio de ágar S.S. (Salmonella–Shigela). Assinale a alternativa que contenha um ingrediente que NÃO é utilizado na composição desse meio.
Alternativas
Q677300 Técnicas em Laboratório
O EDTA é o anticoagulante mais utilizado em hematologia, por preservar a morfologia dos elementos figurados do sangue. Assinale a alternativa que contenha a correta relação de volume de anticoagulante que deverá ser utilizado em relação ao volume de sangue para a realização de uma coleta.
Alternativas
Q677299 Técnicas em Laboratório
Na coleta de escarro, há um período do dia em que normalmente costuma aparecer o esputo bacilífero. Esse período corresponde ao melhor momento para a coleta de material, por oferecer maior probabilidade de encontro do agente patogênico. Esse período é:
Alternativas
Q677298 Técnicas em Laboratório
Hemocultura é uma metodologia de laboratório utilizada para o diagnóstico de muitos tipos de doenças infecciosas bacterianas, devendo-se apenas variar o meio conforme a bactéria a ser pesquisada. No caso da pesquisa de estafilococos, deve-se utilizar determinado meio de cultura, ao qual deve ser adicionada uma proporção de sangue. Assinale a alternativa que identifica corretamente esse meio e a proporção correta de sangue que deve ser utilizada.
Alternativas
Q677297 Técnicas em Laboratório
Uma das colorações mais comuns em bacteriologia é a coloração de Gram. Assinale a alternativa que contenha os reativos e a ordem em que são utilizados para realizar essa coloração.
Alternativas
Q677296 Técnicas em Laboratório
Os nematódeos são parasitas que acometem o homem. São helmintos que podem provocar sintomas severos em alguns casos ou discretos em outros. Assinale a alternativa em que o helminto NÃO pertence aos nematódeos.
Alternativas
Q677295 Técnicas em Laboratório
Um dos equipamentos indispensáveis em um laboratório é o microscópio, que possui amplo espectro de utilização na rotina laboratorial. Normalmente possui quatro objetivas. A que estrutura do microscópio as objetivas são fixadas?
Alternativas
Respostas
10561: D
10562: D
10563: B
10564: C
10565: D
10566: B
10567: D
10568: D
10569: C
10570: A
10571: A
10572: D
10573: B
10574: C
10575: C
10576: C
10577: B
10578: E
10579: A
10580: B