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Q763843 Enfermagem
Você se depara com a seguinte situação: A família de um trabalhador vítima de traumatismo crânio-encefálico, em coma profundo, considerado sem prognóstico positivo por parte da equipe médica solicita e é atendida por essa equipe que não sejam realizados mais procedimentos invasivos em seu familiar. Do ponto de vista bioético, essa decisão:
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Q763842 Enfermagem
Sobre os direitos e deveres do profissional de Enfermagem, assinale a alternativa incorreta, em relação ao que expressa o Código de Ética.
Alternativas
Q763841 Enfermagem
Considerando os ambientes de trabalho, assinale a alternativa que contém uma estratégia que tipicamente é de proteção à saúde.
Alternativas
Q763840 Enfermagem
Assinale a alternativa correta. A participação dos profissionais da equipe de saúde é fundamental no atendimento pré-hospitalar de pacientes com suspeita de infarto do miocárdio. O oxigenoterapia foi uma estratégia historicamente utilizada nesse tipo de pacientes. De acordo com as recomendações atuais, essa conduta:
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Q763839 Enfermagem

Considerando o Protocolo de segurança na prescrição, uso e administração de medicamentos do Ministério da Saúde, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:

I. As prescrições verbais devem ser restritas às situações de urgência/emergência, devendo ser imediatamente escritas no formulário da prescrição, após a administração do medicamento.

II. Realizar a antissepsia do local da aplicação para administração de medicamentos por via parenteral.

III. Não deverão ser administrados medicamentos em casos de prescrições vagas como: “fazer se necessário”.

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Q763838 Enfermagem
Assinale a alternativa correta. Para venopunção para coleta de exames, as veias preferencialmente utilizadas do membro superior, excluído o dorso da mão, são:
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Q763837 Enfermagem
Quanto à correta aferição da pressão arterial, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta: I. O paciente deve estar sentado, com pernas descruzadas, pés apoiados no chão, dorso recostado na cadeira e relaxado. II. O braço deve estar na altura do coração, apoiado, com a palma da mão voltada para cima e as roupas não devem garrotear o membro. III. Medir a pressão em ambos os braços na primeira consulta e usar o valor do braço onde foi obtida a menor pressão como referência.
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Q763585 Português
O Sudoeste e a Casuarina
(Joel Silveira)
  Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.
  “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina:
  “Detesto as tuas histórias”.
 Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.
  Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia. 
Vocabulário:
Casuarina – espécie de árvores e arbustos
Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza
Carpindo – capinar
Calhau – pedra de pequena dimensão
Grumete – graduação mais inferior da Marinha
Mastaréu – mastro pequeno
Regougar – soltar a voz
No primeiro parágrafo, o emprego recorrente do presente do indicativo sugere:
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Q757814 Direito Sanitário
Segundo o decreto presidencial 7508/2011 a instância de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS é:
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Q757812 Direito Sanitário
Considerando a lei 8080/90, no que tange às atribuições das esferas de gestão do SUS, a implementação da Estratégia da Saúde da Família é atribuição:
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Q757803 Raciocínio Lógico
Uma proposição tem valor lógico falso e outra proposição tem valor lógico verdade. Nessas condições é correto afirmar que o valor lógico:
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Q757801 Matemática
O salário de Marcos é R$ 840,00 (oitocentos e quarenta reais). Desse valor, ele gastou 1/4 com vestimenta; 2/5 do salário com aluguel e 3/10 do salário com mercado. Nessas condições, o valor que ainda lhe restou do salário foi:
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Q757800 Raciocínio Lógico
Uma lanchonete fez uma pesquisa com 42 clientes sobre a preferência entre dois lanches, sendo que cada cliente respondeu uma única vez. O resultado foi o seguinte: 23 clientes preferem hambúrguer, 6 clientes preferem tanto hambúrguer quanto bauru, e 9 clientes optaram por nenhum dos dois lanches. Desse modo, o total de clientes que preferem somente bauru é igual a:
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Q757797 Português

Texto

O Sudoeste e a Casuarina

(Joel Silveira)

    Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.

    “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina: “Detesto as tuas histórias”.

    Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.

    Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia.

Vocabulário:

Casuarina – espécie de árvores e arbustos

Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza

Carpindo – capinar

Calhau – pedra de pequena dimensão

Grumete – graduação mais inferior da Marinha

Mastaréu – mastro pequeno

Regougar – soltar a voz

O vocábulo “também”, que introduz o terceiro parágrafo, contribui para a progressão das ideias estabelecendo um sentido de:
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Q757792 Português

Texto

                                                 O Sudoeste e a Casuarina

(Joel Silveira)

      Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.

   “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina: “Detesto as tuas histórias”.

    Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.

     Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia.

Vocabulário:

Casuarina – espécie de árvores e arbustos

Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza

Carpindo – capinar

Calhau – pedra de pequena dimensão

Grumete – graduação mais inferior da Marinha

Mastaréu – mastro pequeno

Regougar – soltar a voz



Considere o fragmento abaixo para responder à questão.

“as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as

casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na

rigidez morta e reta dos ciprestes.”(1º§)


O termo em destaque é uma locução adjetiva que se relaciona, por dependência sintática, com o seguinte vocábulo:
Alternativas
Q755910 Legislação Federal
Ao determinar a composição do Conselho de Administração da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH – o Decreto nº 7.661, de 28 de dezembro de 2011 também determina a remuneração dos membros desse conselho. Analise as alternativas abaixo e assinale a que apresenta o percentual correto.
Alternativas
Q755908 Raciocínio Lógico
A negação da frase “O Sol é uma estrela e a Lua não é um planeta”, de acordo com a equivalência lógica, a frase é:
Alternativas
Q748689 Raciocínio Lógico
A negação da frase “Carlos foi à escola e foi bem na prova” de acordo com o raciocínio lógico proposicional é:
Alternativas
Q748688 Raciocínio Lógico
O algarismo da 80ª posição da sequência lógica: 3,4,5, 6,7,8,3,4,5,6,7,8,3,4,5,6,7,8,..., é:
Alternativas
Respostas
1761: D
1762: C
1763: D
1764: C
1765: A
1766: B
1767: C
1768: D
1769: B
1770: C
1771: B
1772: D
1773: C
1774: C
1775: A
1776: E
1777: E
1778: A
1779: C
1780: E