Questões de Concurso Para técnico de enfermagem do trabalho

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Q726918 Raciocínio Lógico
Dos 40 alunos de uma sala de aula, sabe-se que 24 deles gostam de Matemática, 26 deles gostam de Português, 4 deles não gostam nem de Português nem de Matemática. Desse modo, o total de alunos que gostam das duas disciplinas é:
Alternativas
Q726915 Português

Texto

                                Setenta anos, por que não?

      Acho essa coisa da idade fascinante: tem a ver com o modo como lidamos com a vida. Se a gente a considera uma ladeira que desce a partir da primeira ruga, ou do começo de barriguinha, então viver é de certa forma uma desgraceira que acaba na morte. Desse ponto de vista, a vida passa a ser uma doença crônica de prognóstico sombrio. Nessa festa sem graça, quem fica animado? Quem não se amargura?

      [...]

      Pois se minhas avós eram damas idosas aos 50 anos, sempre de livro na mão lendo na poltrona junto à janela, com vestidos discretíssimos, pretos de florzinha branca (ou, em horas mais festivas, minúsculas flores ou bolinhas coloridas), hoje aos 70 estamos fazendo projetos, viajando (pode ser simplesmente à cidade vizinha para visitar uma amiga), indo ao teatro e ao cinema, indo a restaurante (pode ser o de quilo, ali na esquina), eventualmente namorando ou casando de novo. Ou dando risada à toa com os netos, e fazendo uma excursão com os filhos. Tudo isso sem esquecer a universidade, ou aprender a ler, ou visitar pela primeira vez uma galeria de arte, ou comer sorvete na calçada batendo papo com alguma nova amiga.

      [...]

      Não precisamos ser tão incrivelmente sérios, cobrar tanto de nós, dos outros e da vida, críticos o tempo todo, vendo só o lado mais feio do mundo. Das pessoas. Da própria família. Dos amigos. Se formos os eternos acusadores, acabaremos com um gosto amargo na boca: o amargor de nossas próprias palavras e sentimentos. Se não soubermos rir, se tivermos desaprendido como dar uma boa risada, ficaremos com a cara hirta das máscaras das cirurgias exageradas, dos remendos e intervenções para manter ou recuperar a “beleza”. A alma tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos. Precisa acreditar em alguma coisa.

                                                       (LUFT, Lya. In: http://veja.abril.com.br. Acesso em 18/09/16)

Considerando o emprego do pronome “se” em:

“A alma tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos.” (3º§),

Nota-se uma ambiguidade oriunda do emprego incomum da forma passiva sintética. Desse modo, NÃO entendendo a construção como passiva, o leitor compreenderia a passagem da seguinte forma:

Alternativas
Q726914 Português

Texto

                                Setenta anos, por que não?

      Acho essa coisa da idade fascinante: tem a ver com o modo como lidamos com a vida. Se a gente a considera uma ladeira que desce a partir da primeira ruga, ou do começo de barriguinha, então viver é de certa forma uma desgraceira que acaba na morte. Desse ponto de vista, a vida passa a ser uma doença crônica de prognóstico sombrio. Nessa festa sem graça, quem fica animado? Quem não se amargura?

      [...]

      Pois se minhas avós eram damas idosas aos 50 anos, sempre de livro na mão lendo na poltrona junto à janela, com vestidos discretíssimos, pretos de florzinha branca (ou, em horas mais festivas, minúsculas flores ou bolinhas coloridas), hoje aos 70 estamos fazendo projetos, viajando (pode ser simplesmente à cidade vizinha para visitar uma amiga), indo ao teatro e ao cinema, indo a restaurante (pode ser o de quilo, ali na esquina), eventualmente namorando ou casando de novo. Ou dando risada à toa com os netos, e fazendo uma excursão com os filhos. Tudo isso sem esquecer a universidade, ou aprender a ler, ou visitar pela primeira vez uma galeria de arte, ou comer sorvete na calçada batendo papo com alguma nova amiga.

      [...]

      Não precisamos ser tão incrivelmente sérios, cobrar tanto de nós, dos outros e da vida, críticos o tempo todo, vendo só o lado mais feio do mundo. Das pessoas. Da própria família. Dos amigos. Se formos os eternos acusadores, acabaremos com um gosto amargo na boca: o amargor de nossas próprias palavras e sentimentos. Se não soubermos rir, se tivermos desaprendido como dar uma boa risada, ficaremos com a cara hirta das máscaras das cirurgias exageradas, dos remendos e intervenções para manter ou recuperar a “beleza”. A alma tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos. Precisa acreditar em alguma coisa.

                                                       (LUFT, Lya. In: http://veja.abril.com.br. Acesso em 18/09/16)

A pontuação empregada em “Das pessoas. Da própria família. Dos amigos.” (3º§) cumpre um papel expressivo ao gerar o seguinte efeito:
Alternativas
Q726910 Português

Texto

                                Setenta anos, por que não?

      Acho essa coisa da idade fascinante: tem a ver com o modo como lidamos com a vida. Se a gente a considera uma ladeira que desce a partir da primeira ruga, ou do começo de barriguinha, então viver é de certa forma uma desgraceira que acaba na morte. Desse ponto de vista, a vida passa a ser uma doença crônica de prognóstico sombrio. Nessa festa sem graça, quem fica animado? Quem não se amargura?

      [...]

      Pois se minhas avós eram damas idosas aos 50 anos, sempre de livro na mão lendo na poltrona junto à janela, com vestidos discretíssimos, pretos de florzinha branca (ou, em horas mais festivas, minúsculas flores ou bolinhas coloridas), hoje aos 70 estamos fazendo projetos, viajando (pode ser simplesmente à cidade vizinha para visitar uma amiga), indo ao teatro e ao cinema, indo a restaurante (pode ser o de quilo, ali na esquina), eventualmente namorando ou casando de novo. Ou dando risada à toa com os netos, e fazendo uma excursão com os filhos. Tudo isso sem esquecer a universidade, ou aprender a ler, ou visitar pela primeira vez uma galeria de arte, ou comer sorvete na calçada batendo papo com alguma nova amiga.

      [...]

      Não precisamos ser tão incrivelmente sérios, cobrar tanto de nós, dos outros e da vida, críticos o tempo todo, vendo só o lado mais feio do mundo. Das pessoas. Da própria família. Dos amigos. Se formos os eternos acusadores, acabaremos com um gosto amargo na boca: o amargor de nossas próprias palavras e sentimentos. Se não soubermos rir, se tivermos desaprendido como dar uma boa risada, ficaremos com a cara hirta das máscaras das cirurgias exageradas, dos remendos e intervenções para manter ou recuperar a “beleza”. A alma tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos. Precisa acreditar em alguma coisa.

                                                       (LUFT, Lya. In: http://veja.abril.com.br. Acesso em 18/09/16)

Todas as palavras abaixo, retiradas do texto, possuem exemplo de dígrafos, EXCETO:
Alternativas
Q726908 Português

Texto

                                Setenta anos, por que não?

      Acho essa coisa da idade fascinante: tem a ver com o modo como lidamos com a vida. Se a gente a considera uma ladeira que desce a partir da primeira ruga, ou do começo de barriguinha, então viver é de certa forma uma desgraceira que acaba na morte. Desse ponto de vista, a vida passa a ser uma doença crônica de prognóstico sombrio. Nessa festa sem graça, quem fica animado? Quem não se amargura?

      [...]

      Pois se minhas avós eram damas idosas aos 50 anos, sempre de livro na mão lendo na poltrona junto à janela, com vestidos discretíssimos, pretos de florzinha branca (ou, em horas mais festivas, minúsculas flores ou bolinhas coloridas), hoje aos 70 estamos fazendo projetos, viajando (pode ser simplesmente à cidade vizinha para visitar uma amiga), indo ao teatro e ao cinema, indo a restaurante (pode ser o de quilo, ali na esquina), eventualmente namorando ou casando de novo. Ou dando risada à toa com os netos, e fazendo uma excursão com os filhos. Tudo isso sem esquecer a universidade, ou aprender a ler, ou visitar pela primeira vez uma galeria de arte, ou comer sorvete na calçada batendo papo com alguma nova amiga.

      [...]

      Não precisamos ser tão incrivelmente sérios, cobrar tanto de nós, dos outros e da vida, críticos o tempo todo, vendo só o lado mais feio do mundo. Das pessoas. Da própria família. Dos amigos. Se formos os eternos acusadores, acabaremos com um gosto amargo na boca: o amargor de nossas próprias palavras e sentimentos. Se não soubermos rir, se tivermos desaprendido como dar uma boa risada, ficaremos com a cara hirta das máscaras das cirurgias exageradas, dos remendos e intervenções para manter ou recuperar a “beleza”. A alma tem suas dores, e para se curar necessita de projetos e afetos. Precisa acreditar em alguma coisa.

                                                       (LUFT, Lya. In: http://veja.abril.com.br. Acesso em 18/09/16)

Para ampliar a expressividade de seu texto, a autora faz uso reiterado da linguagem figurada. Assinale a opção em que NÃO se percebe um exemplo desse recurso linguístico.
Alternativas
Q714710 Direito Sanitário
De acordo com o que estabelece a Lei Orgânica da Saúde - Lei nº 8.080/1990, a execução de ações de vigilância epidemiológica
Alternativas
Q691905 Enfermagem
Considerando a Norma regulamentadora n° 32, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q691904 Enfermagem
Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) como atividade permanente da empresa ou instituição são responsabilidades.
Alternativas
Q691903 Enfermagem
Considerando a Norma regulamentadora n° 7, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q691902 Enfermagem
O Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional possui exames médicos que são obrigatórios. Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta. I. Admissional. II. Periódico. III. De retorno ao trabalho. IV. De mudança de função. V. Demissional.
Alternativas
Q691901 Enfermagem
Considerando a Norma regulamentadora n° 7, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q691900 Enfermagem
Considerando a Norma regulamentadora n° 4, o técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho:
Alternativas
Q691899 Enfermagem

Considerando a Norma regulamentadora n° 4, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q691898 Enfermagem
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho, instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais, adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente e facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente são obrigações ou responsabilidades:
Alternativas
Q691897 Enfermagem
A Lei n° 8142, de 28 de dezembro de 1990, discorre sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde (SUS} e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde, sendo correto afirmar que:
Alternativas
Q691896 Enfermagem
Considerando a Lei n° 8080, de 19 de setembro de 1990, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q691895 Enfermagem
Um trabalhador da indústria têxtil, 55 anos, apresentou parada cardiorrespiratória repentinamente no local de trabalho, sendo atendido pelos colegas e a equipe da Saúde do Trabalhador foi acionada. Durante a reanimação cardiopulmonar (RCP), a relação compressão-ventilação sem via aérea avançada deverá ser de
Alternativas
Q691894 Enfermagem
Considerando as Doenças Relacionadas ao Trabalho, _______________é o acometimento, com hipertrofia ou dilatação, doventrículodireito, secundárioà hipertensão pulmonar causada por doenças do parênquima pulmonar e/ou da vasculatura pulmonar (entre a origem da artéria pulmonar no átrio esquerdo até a entrada da veia pulmonar no átrio direito). Preencha a lacuna e a seguir assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q691893 Enfermagem
De acordo com a Lei n° 7498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências, leia as frases abaixo e a seguir assinale a alternativa correta. I. A Enfermagem é exercida exclusivamente pelo Enfermeiro e pelo Técnico de Enfermagem. II. O Técnico de Enfermagem é o titular de certificado de Enfermeiro Prático ou Prático de Enfermagem, expedido até 1964 pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia, do Ministério da Saúde. III. O Técnico de Enfermagem participa da orientação e supervisão do trabalho de Enfermagem em grau auxiliar. IV. É privativo do Técnico de Enfermagem realizar cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida.
Alternativas
Q691892 Enfermagem
Um trabalhador procurou a Unidade de Saúde do Trabalhador com um corte na mão direita, com sangramento em grande quantidade. O médico estava em horário de almoço. O técnico de enfermagem do trabalho, que tinha conhecimento dos procedimentos de enfermagem, realizou a sutura e o curativo prontamente, e liberou o trabalhador para retornar as atividades da empresa. Algumas horas após, o trabalhador retornou queixando-se de dor, inchaço e cianose na mão que foi feita a sutura; e o médico constatou que o procedimento foi realizado de forma inadequada pelo técnico de enfermagem. Considerando os aspectos éticos, o profissional de enfermagem.
Alternativas
Respostas
1521: A
1522: A
1523: B
1524: A
1525: C
1526: A
1527: A
1528: C
1529: B
1530: D
1531: C
1532: D
1533: A
1534: D
1535: C
1536: B
1537: B
1538: A
1539: C
1540: A