Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

Foram encontradas 60.634 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2486701 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Considerando os tempos e modos verbais empregados no texto CG3A1, julgue o item seguinte.


A substituição de “diria” (segundo período do segundo parágrafo) por dizia preservaria a coerência e a correção gramatical do texto.

Alternativas
Q2486700 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Considerando os tempos e modos verbais empregados no texto CG3A1, julgue o item seguinte.


No segundo período do quarto parágrafo, a forma verbal “tentava” designa uma ação anterior à veiculada na oração “Passei a tarde qual cachorro decrépito”.

Alternativas
Q2486698 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Julgue o item subsequente, acerca da significação de palavras empregadas no texto CG3A1.


O vocábulo “prenúncio” (segundo período do segundo parágrafo) está empregado com o mesmo sentido de sinal.

Alternativas
Q2486697 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Julgue o item subsequente, acerca da significação de palavras empregadas no texto CG3A1.


No último período do texto, “astenia” significa tontura.  

Alternativas
Q2486694 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Com base nas ideias veiculadas no texto CG3A1, julgue o seguinte item.


Pelo relato apresentado, é correto descrever a febre do narrador como reincidente.

Alternativas
Q2486693 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Com base nas ideias veiculadas no texto CG3A1, julgue o seguinte item.


Uma vez que o narrador do texto é simultaneamente a pessoa que sofre os sintomas e o médico que os observa, constata-se uma predominância de sequências textuais explicativas acerca dos episódios de febre.

Alternativas
Q2486692 Português
Texto CG3A1

            A crise durou minutos. Fiquei encolhido, trêmulo, com a testa gelada, o corpo retesado, os músculos das costas contraídos e a boca cerrada para não bater os dentes, à espera do calor que as cobertas não traziam.
               O termômetro marcou 40,2 graus. Os calafrios eram o prenúncio de uma doença que por pouco não me levou desta para outra melhor, como diria minha avó. Tomei um comprimido de dipirona e dormi novamente. Às sete, levantei indisposto, com o corpo moído e as pernas combalidas, para ir a uma reunião na faculdade de medicina.
              Foi uma luta para não pegar no sono no meio da discussão. No jardim da faculdade, a caminho da rua, achei prudente voltar para casa. Um pouco de repouso me deixaria em condições de ir à penitenciária do estado depois do almoço, para o atendimento aos presos, atividade iniciada nesse presídio após a implosão do Carandiru.
           Apesar da intenção, não consegui sair. Passei a tarde qual cachorro decrépito, caindo em cima do computador enquanto tentava escrever minha coluna de jornal. Afora a falta de energia, no entanto, nenhum sintoma de gripe, resfriado ou outra enfermidade.
              À noitinha a febre retornou alta, acompanhada dos mesmos calafrios e de dor nas costas. Tentei fazer o que muitas vezes aconselhei a meus pacientes nessas crises: respirar fundo e relaxar. Não sei onde aprendi recomendação tão inútil para quem não é monge budista nem vive nas montanhas do Tibete. Relaxar, com o corpo tremendo feito vara verde? Na febre alta, as toxinas cravam as garras nos músculos e entorpecem o cérebro. O pensamento fica fragmentado, fugidio, em estado de introspecção. A astenia deixa o corpo avesso aos mínimos esforços.

Drauzio Varella. O médico doente.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 10-11 (com adaptações).  

Com base nas ideias veiculadas no texto CG3A1, julgue o seguinte item.


O plano do narrador de repousar para se sentir melhor e, em seguida, ir à penitenciária foi frustrado pelo retorno da febre. 

Alternativas
Q2486101 Enfermagem
As arboviroses são transmitidas pelo mosquito do gênero Aedes, especialmente, a espécie Aedes aegypti. São consideradas um dos principais problemas de saúde pública no mundo, sendo a dengue a doença de maior relevância nas Américas. Assinale a alternativa que indica a forma de transmissão desse tipo de patologia.
Alternativas
Q2486100 Enfermagem
Uma queimadura é uma lesão na pele ou em outros tecidos corporais causada por calor, eletricidade, produtos químicos, fricção ou radiação. A lesão por inalação pode ser reconhecida pelos seguintes sinais e sintomas, EXCETO:
Alternativas
Q2486099 Enfermagem
O pneumotórax é uma condição médica em que ocorre a entrada de ar na cavidade pleural, espaço entre os pulmões e a parede torácica, levando à pressão negativa nesse espaço e resultando no colapso parcial ou total do pulmão afetado. São algumas formas de tratamento do pneumotórax, EXCETO:
Alternativas
Q2486098 Enfermagem
A asma é uma condição crônica das vias respiratórias caracterizada por inflamação e estreitamento dos brônquios. Sobre essa patologia em adultos, analise as assertivas abaixo:

I. Os sinais e sintomas mais comuns da asma consistem em tosse, dispneia e sibilos.
II. A expiração exige esforço e torna-se prolongada.
III. As crises de asma ocorrem frequentemente à noite ou no início da manhã para grande parte dos pacientes.
IV. O paciente pode ter a sensação de aperto torácico em momentos de crise.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2486097 Enfermagem
A administração ___________ de medicação é empregada sobretudo para fins diagnósticos. Essa via resulta em pouca absorção sistêmica e produz efeito local, principalmente.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q2486096 Enfermagem
O acidente vascular encefálico isquêmico, também conhecido como AVC isquêmico, é uma condição médica grave que ocorre quando há interrupção do fluxo sanguíneo para uma parte do cérebro, resultando em danos teciduais devido à falta de oxigênio e nutrientes. São fatores modificáveis ou passíveis de tratamento para evitar esse tipo de AVC, EXCETO:
Alternativas
Q2486095 Enfermagem
Assinale a alternativa que indica o exame que auxilia no diagnóstico de pesquisa de Bacilo de Kock (BK), para o qual são coletadas três amostras de catarro em dias consecutivos. 
Alternativas
Q2486094 Enfermagem
A aplicação de frio é uma técnica frequentemente utilizada na Enfermagem para diversos fins terapêuticos. Essa intervenção consiste na aplicação de bolsas de gelo, compressas frias ou outros dispositivos refrigerados sobre a área do corpo afetada e tem como finalidades, EXCETO:
Alternativas
Q2486093 Enfermagem
Em qual posição o técnico de enfermagem deverá colocar o paciente no leito para a realização de um enema?
Alternativas
Q2486092 Enfermagem
Administrar medicamentos ao paciente é uma responsabilidade crucial do técnico de enfermagem. Entender profundamente o assunto não apenas garante a eficácia do tratamento, mas também minimiza os riscos associados à administração de medicamentos, promovendo a segurança e o bem-estar do paciente. Sendo assim, assinale a alternativa que indica um medicamento cardiotônico.
Alternativas
Q2486091 Enfermagem
A Norma Regulamentadora 32 aborda uma série de questões, incluindo a prevenção de exposição a agentes biológicos, a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), a organização do ambiente de trabalho, o manejo de resíduos e a promoção de medidas de prevenção e controle de infecções. Em relação aos riscos químicos, analise as assertivas abaixo:

I. É vedado realizar procedimento de reutilização das embalagens de produtos químicos.
II. Deve-se capacitar, inicialmente e de forma continuada, os trabalhadores envolvidos para a utilização segura de produtos químicos.
III. A capacitação deve conter os procedimentos a serem adotados em caso de incidentes, acidentes e em situações de emergência.
IV. A rotulagem do fabricante na embalagem original dos produtos químicos utilizados em serviços de saúde deve ser substituída pela rotulagem do estabelecimento, com letra legível.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2486090 Enfermagem
Medicamento diurético, promove a eliminação de líquidos por meio da urina e é utilizado para o tratamento de pressão alta, de inchaços causados por problemas cardíacos e renais e de problemas associados à cirrose hepática. A qual medicamento o trecho se refere?
Alternativas
Q2486089 Enfermagem
Paciente chega à Unidade Básica de Saúde (UBS) com quadro de desidratação por conta de uma gastroenterite. O médico prescreve um SF 0,9% 1.000 ml a 105 mcgts/min. Quantas gts/min o técnico de enfermagem deve instalar para o paciente para que a prescrição seja cumprida?
Alternativas
Respostas
18941: C
18942: E
18943: C
18944: E
18945: C
18946: E
18947: E
18948: A
18949: A
18950: A
18951: E
18952: C
18953: D
18954: D
18955: C
18956: B
18957: E
18958: D
18959: B
18960: B