Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

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Q4119316 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Saudade da coxa de catupiry


    Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.

    Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja, a gente não tinha dúvidas ‒ o que ali estava era croquete, coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles tão complexos e empetecados que você se pergunta se não seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir com legenda.

   Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento, estenderam na minha direção um artefato aparentemente comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha ‒ mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda, um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana ‒ onde vamos parar? E o que fazer com o bagaço?

   Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo. Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi, que depois sumiram do mapa.

   Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho? Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz. Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho de feijão.


(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
O narrador inclui o leitor no texto no seguinte trecho:
Alternativas
Q4119315 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Saudade da coxa de catupiry


    Sou do tempo dos salgadinhos reconhecíveis.

    Você me entende: do tempo em que, diante da bandeja, a gente não tinha dúvidas ‒ o que ali estava era croquete, coxinha, empadinha. Sem chance de equívoco. Bem diferente, admita, dos dias de hoje, em que é preciso recorrer ao garçom para decifrar enigmas culinários, alguns deles tão complexos e empetecados que você se pergunta se não seriam, em vez de comida, peças decorativas. Sim, vivemos a era do salgadinho que demanda apresentação. Deveria vir com legenda.

   Nada contra a modernização do tira-gosto. Mas me dê um tempo para me adaptar. Outro dia, num casamento, estenderam na minha direção um artefato aparentemente comestível, algo como uma coxinha esférica, acoplada a um talo branco. Era, de fato, uma minicoxinha ‒ mas e o misterioso talo branco, grosso demais para ser palito? Na roda, um convidado mais ousado se aventurou a mastigá-lo, e aí se deu conta de que, naquele casamento chique, ele tinha na boca um vulgar pedaço de cana. Coxinha com cana ‒ onde vamos parar? E o que fazer com o bagaço?

   Muita coisa surgiu na vida de meus maxilares tão fatigados desde a primeira dentição. Na minha infância belo-horizontina não tinha shitake, rúcula e kiwi, por exemplo. Em compensação, tinha Crush, drops Dulcora, açúcar cândi, que depois sumiram do mapa.

   Como sumiu o cajuzinho. Onde foi parar o cajuzinho? Você vai me dizer que não sei onde tem uma “dona” que faz. Coisas de Belo Horizonte: em alguma parte, tem sempre uma dona que faz o docinho, o salgadinho que desapareceu das vitrines. Não duvido de que nalgum recanto da capital haja uma dona do cajuzinho. Vai ver que é a mesma do bolinho de feijão.


(Humberto Werneck. Esse inferno vai acabar, 2011. Adaptado)
É correto afirmar que, em sua infância, o narrador
Alternativas
Q4119314 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.

   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.

   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.


(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
A norma-padrão de concordância verbal foi respeitada em:
Alternativas
Q4119313 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.

   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.

   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.


(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
Em “Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais.” (2o parágrafo), as expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de 
Alternativas
Q4119312 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.

   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.

   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.


(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
A palavra destacada está empregada com sentido figurado no seguinte trecho:
Alternativas
Q4119311 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.

   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.

   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.


(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
Segundo o texto, pessoas que têm contato frequente com a morte
Alternativas
Q4119310 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O exercício da cancerologia é uma lição permanente de humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água em vez dos remédios prescritos.

   Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige não só conhecimento científico, mas também compreensão da alma humana em profundidade, apenas acessível aos que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.

   Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos, benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular, para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.


(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
De acordo com o texto, médicos cancerologistas costumam passar por situações em que 
Alternativas
Q4118669 Enfermagem
Para reconhecer uma urgência na gestação, a equipe de saúde deve estar atenta e pronta para identificar precocemente os sinais e sintomas dessas complicações e estabelecer a conduta adequada. Nesse sentido, caracteriza-se como uma urgência/emergência obstétrica 
Alternativas
Q4118668 Enfermagem
São resultados esperados da Política Nacional de Humanização (PNH) todos os descritos a seguir, EXCETO 
Alternativas
Q4118667 Medicina
Lucas, 8 meses, foi levado ao pronto-socorro com tosse, chiado e dificuldade para respirar há dois dias, a mãe relata que a criança está sonolenta. Seus sinais vitais são: temperatura 37,8 °C, frequência respiratória 60 irpm, frequência cardíaca 110 bpm, saturação de oxigênio 95% em ar ambiente. Após atendimento, foi diagnosticado com bronquiolite. A respeito da bronquiolite e considerando o caso apresentado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4118666 Enfermagem
Durante o preparo de um paciente para um procedimento cirúrgico, ele é colocado na posição de Kraske. A equipe posiciona o paciente em decúbito ventral com o quadril no ponto de flexão da mesa. Os membros superiores são deixados ao lado do corpo com as palmas voltadas para baixo e os punhos hiperfletidos, não sendo utilizado acolchoamento na região dos joelhos. Assinale a alternativa que correlaciona corretamente as características do posicionamento e sua possível complicação. 
Alternativas
Q4118665 Enfermagem
A equipe do Centro de Material e Esterilização (CME) recebe para processamento: campo operatório, instrumentais cirúrgicos, materiais para nebulização, eletrodos de monitor e esfigmomanômetro. Considerando o nível de risco de cada item, qual deles exige, no mínimo, desinfecção de alto nível ou de nível intermediário? 
Alternativas
Q4118664 Enfermagem
Durante o plantão noturno em uma unidade de internação, um paciente de 68 anos, com histórico de insuficiência cardíaca e hipertensão, apresentou súbita perda de consciência e ausência de pulso carotídeo, configurando parada cardiorrespiratória (PCR). Após rápida identificação da PCR e acionamento imediato da equipe de resposta, o próximo passo – segundo elo da cadeia de sobrevivência – é 
Alternativas
Q4118663 Enfermagem
Um homem de 45 anos, portador de esquizofrenia, é levado à unidade de saúde pela família, a qual relata que ele está em uso crônico de antipsicóticos típicos e ansiolíticos. Ao exame, apresenta: ataxia, discinesia tardia, letargia, xerostomia e sinais de efeitos extrapiramidais. Diante do quadro, a equipe identifica provável efeito adverso ao uso prolongado de psicotrópicos. Analisando o caso proposto, assinale a alternativa que relaciona corretamente o efeito adverso relatado e o cuidado de enfermagem adequado. 
Alternativas
Q4118662 Enfermagem
Homem, 58 anos, portador de diabetes mellitus tipo 2, dá entrada na UPA apresentando fraqueza intensa, náuseas, vômitos e dor abdominal há cerca de 24 horas. Refere infecção do trato urinário recente, sem tratamento adequado, associada à interrupção do uso de insulina nos últimos dois dias. Na avaliação inicial, encontra-se desidratado, taquipneico, com respiração do tipo Kussmaul e hálito cetônico. Refere poliúria e polidipsia nos dias anteriores. Os exames laboratoriais revelam glicemia elevada, acidose metabólica e presença significativa de corpos cetônicos. Diante do quadro, a equipe confirma o diagnóstico de cetoacidose diabética (CAD). Estabelecido o diagnóstico, esse paciente foi mantido em monitorização e encaminhado para manejo em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Considerando o quadro descrito e o quadro de CAD, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4118661 Enfermagem
Para avaliar a extensão da queimadura, diferentes métodos são utilizados na estimativa do percentual de superfície corporal queimada (SCQ). Nesse sentido, para um adulto jovem, pode ser considerado grande queimado o indivíduo com queimadura de 
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Q4118660 Enfermagem
Um homem de 60 anos foi levado à UPA após apresentar, há cerca de 15 minutos, fala arrastada e dificuldade súbita para segurar objetos com a mão direita. Foi solicitado que o paciente sorrisse, observando-se, então, assimetria facial acentuada. Em seguida, foi solicitado que elevasse os braços, notando-se queda do braço direito. Por fim, a avaliação da fala demonstrava palavras incoerentes e articulação prejudicada. Para a triagem rápida em casos de suspeita de AVC, considerando a avaliação de apenas três itens, a escala mais indicada é 
Alternativas
Q4118659 Saúde Pública

Com base nos conceitos relacionados às Redes de Atenção em Saúde (RAS), analise as figuras a seguir e assinale a alternativa correta. 


Imagem associada para resolução da questão

Fonte: Mendes, 2011.

Alternativas
Q4118658 Enfermagem
Considerando a educação em saúde e o processo educativo de construção de conhecimentos em saúde, que visa à apropriação temática pela população, é mais apropriado que 
Alternativas
Q4118657 Enfermagem
A técnica correta para aplicação de medicamento por via intramuscular na região ventroglútea envolve os seguintes passos:
1. Espalmar a mão sobre a base do trocânter maior do fêmur.
2. Localizar com a ponta do dedo indicador ou médio a espinha ilíaca anterossuperior.
3. Injetar a medicação no centro do triângulo formado pelos dois dedos abertos em “V”.
4. Estender o dedo médio ou indicador ao longo da crista ilíaca, afastando o máximo um dedo do outro.
Considerando os passos apresentados, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta a ser seguida para a referida técnica.
Alternativas
Respostas
1601: B
1602: C
1603: A
1604: D
1605: B
1606: C
1607: D
1608: E
1609: B
1610: D
1611: A
1612: C
1613: A
1614: C
1615: E
1616: D
1617: B
1618: D
1619: E
1620: D