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Q3327893 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A palavra “irrisório”, no 3º parágrafo, dependendo do contexto, tem como possíveis sinônimos, EXCETO: 
Alternativas
Q3327892 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


De acordo com o texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Na crônica, a preocupação com forma está acima da linguagem acessível e clara.
( ) A crônica está diretamente ligada ao cotidiano.
( ) Muitos críticos consideram a crônica um gênero menor.
Alternativas
Q3327891 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


A partir das ideias apresentadas no texto, é CORRETO inferir que:
Alternativas
Q3327890 Português
A Crônica


    A crônica é o único gênero literário produzido essencialmente para ser veiculado na imprensa, seja nas páginas de uma revista, seja nas de um jornal. Quer dizer, ela é feita com uma finalidade utilitária e predeterminada: agradar aos leitores dentro de um espaço sempre igual e com a mesma localização, criando−se assim, no transcurso dos dias ou das semanas, uma familiaridade entre o escritor e aqueles que o leem.

    Regra geral, a crônica é um comentário breve e despretensioso sobre algum fato do cotidiano — algo a ser lido “enquanto se toma o café da manhã”, na feliz expressão de Fernando Sabino. Tal comentário pode ser poético ou irônico, mas seu motivo, na maioria dos casos, é o fato miúdo: a notícia em que ninguém prestou atenção, o acontecimento insignificante, a cena corriqueira. Nessas trivialidades, o cronista surpreende a beleza, a comicidade, os aspectos singulares. O tom, como acentua Antonio Candido, é o de “uma conversa aparentemente banal”.

    O próprio Fernando Sabino apresenta uma das melhores definições para a crônica, ao dizer que ela “busca o pitoresco ou o irrisório no cotidiano de cada um”. Em outro momento, explicando a opção que fez pelo gênero, Sabino diz: “Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer um flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num incidente doméstico, torno−me simples espectador”.

    A mistura entre jornalismo e literatura leva o cronista a um frequente impasse. Para se constituir em texto artístico, seu comentário sobre o cotidiano precisa apresentar uma linguagem que transcenda à da mera informação. Ou seja, precisa de uma linguagem menos denotativa e mais pessoal. Isso não implica uma elaboração muito sofisticada ou pretensiosa. Significa que o estilo deve dar a impressão de naturalidade e que a língua escrita deve aproximar−se da fala.

    Nem sempre o cronista atinge este alvo duplo: fazer literatura e expressar−se com simplicidade. Em função do grande público, é preciso buscar primeiramente a clareza e uma dimensão de oralidade na escrita. Daí a crônica ser considerada por muitos críticos um gênero menor. Aquela vontade de forma, que todo grande artista possui, muitas vezes desaparece diante da necessidade de ser acessível a todos os leitores.


Sergius Gonzaga. Adaptado.


Assinalar a alternativa que apresenta a classe das palavras sublinhadas, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q3323355 Enfermagem
No que diz respeito às relações com os trabalhadores de enfermagem, saúde e outros, de acordo com o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, “Recusar-se a executar prescrição medicamentosa e terapêutica, onde não conste a assinatura e o número de registro do profissional, exceto em situações de urgência e emergência” (art. 37), é considerado um(a): 
Alternativas
Q3322926 Enfermagem

Um aspecto muito importante para o controle de infecções é a compreensão sobre os princípios da esterilização, desinfecção e antissepsia (MURRAY, 2017). Considere os itens a seguir sobre os princípios da esterilização, desinfecção e antissepsia:


I. Os micróbios também são destruídos por procedimentos de desinfecção, apesar de os organismos mais resistentes poderem sobreviver.

II. A esterilização é a destruição total de todos os micróbios, incluindo as formas mais resistentes, tais como esporos de bactérias, microbactérias, vírus sem envelope (não lipídico) e fungos.

III. Os agentes antissépticos são usados para reduzir o número de micróbios na superfície da pele.


Assinale a única alternativa correta.

Alternativas
Q3322925 Enfermagem

Os Streptococcus e Enterococos são formados por um grupo diverso de cocos Gram-positivos tipicamente dispostos aos pares ou em cadeias (MURRAY, 2017). Considere os itens a seguir sobre a microbiologia dos Streptococcus e Enterococos:


I. A maioria das espécies é anaeróbia facultativa, e algumas crescem somente em uma atmosfera enriquecida em dióxido de carbono (crescimento capnofílico).

II. Apresentam exigências nutricionais complexas, necessitando do uso de meios enriquecidos com sangue ou soro para o isolamento.

III. Streptococcus e Enterococos são os gêneros mais frequentemente isolados e mais comumente responsáveis por doença humana.


Assinale a única alternativa correta.

Alternativas
Q3322924 Farmácia

Um coanalgésico é qualquer grupo de fármacos que apresenta a possibilidade de ser usado para aumentar o alívio da dor. Os antidepressivos tricíclicos são agentes usados para o tratamento de dor neuropática e por suas atividades antidepressivas (ASPERHEIM, 2021).


De acordo com os conhecimentos sobre noções de farmacologia, qual medicamento a seguir é o único medicamento do grupo de antidepressivos tricíclicos? 

Alternativas
Q3322923 Medicina

Os anticoagulantes aumentam o tempo que o sangue leva para coagular pela interferência com a produção de trombina e subsequente formação de fibrina a partir do fibrinogênio (ASPERHEIM, 2021). Considere os itens a seguir sobre os anticoagulantes:


I. São também usados para tratar distúrbios tromboembólicos.

II. São utilizados testes laboratoriais para determinar a dosagem correta dos anticoagulantes, como por exemplo o teste de tempo de protrombina (PT), que é sensível às concentrações plasmáticas dos fatores funcionais de coagulação sanguínea.

III. A Heparina é um anticoagulante usado na prevenção e no tratamento de trombose venosa e, por extensão, para a prevenção e para o tratamento do embolismo pulmonar e embolismo arterial.

IV. A trombocitopenia induzida pela heparina é um efeito colateral significante da terapia com heparina.


Assinale a única alternativa correta.

Alternativas
Q3322922 Enfermagem

Define-se como parada cardiorrespiratória (PCR) a interrupção súbita e brusca da circulação sistêmica e ou da respiração (Hospital Sírio Libanês, 2020). Sobre as manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) e o suporte básico de vida (SBV), avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:


I. Durante a compressão torácica, o retorno do tórax permite que o sangue flua para o coração.


PORQUE


II. Dessa forma o retorno incompleto do tórax diminui o sangue que entra no coração entre as compressões e reduz o fluxo sanguíneo criado pelas compressões torácicas.


A respeito dessas asserções, assinale a única alternativa correta.

Alternativas
Q3322921 Enfermagem
F.J.K.T, 46 anos, deu entrada no pronto atendimento de urgência e emergência com queixa de mal-estar, sudorese intensa, náuseas, fraqueza e tontura. Durante a triagem, foi evidenciado hipotensão (PA: 70X40mmHg), normotérmico, eupneico, bradicardico, glicemia capilar: 97mg/dl. Diante do quadro de hipotensão e bradicardia evidenciado na triagem, foi prescrito solução fisiológica, conforme a prescrição abaixo:

Imagem associada para resolução da questão

A administração de medicamentos é uma atribuição da enfermagem conforme o Decreto nº 94.406/1987, que regulamenta a Lei nº 7.498/1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem. Assim, de acordo com os conhecimentos sobre administração de medicamentos e analisando a prescrição acima, quantas microgotas, aproximadamente, por minuto serão infundidas?
Alternativas
Q3322920 Enfermagem
A.G.F, 25 anos, deu entrada no pronto atendimento de urgência e emergência com queixa de mal-estar, fraqueza e tontura, PA: 110X80mmHg, Temperatura 36,5ºC, FR: 12ipm e FC: 68bpm, Glicemia capilar: 50mg/dl, sendo identificado um quadro agudo de hipoglicemia. Diante do quadro clínico evidenciado, foi prescrito solução glicosada conforme a prescrição abaixo:
Imagem associada para resolução da questão


A administração de medicamentos é uma atribuição da enfermagem conforme o Decreto nº 94.406/1987, que regulamenta a Lei nº 7.498/1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem. Assim, de acordo com os conhecimentos sobre administração de medicamentos e analisando a prescrição acima, quantas gotas, aproximadamente, por minuto serão infundidas?
Alternativas
Q3322919 Enfermagem

O osso é um tecido vivo, possui forma rígida e altamente especializada de tecido conjuntivo que compõem a maior parte do esqueleto (MOORE, 2014). Sobre os tipos de ossos e sua classificação, segue a seguinte descrição:


São rígidos e locais de fixação de músculos e ligamentos, a quantidade de osso compacto é maior na diáfise.”


Assim, a descrição acima se refere a qual tipo de osso?

Alternativas
Q3322918 Enfermagem

As descrições anatômicas baseiam-se em quatro planos imaginários (mediano, sagital, frontal e transverso) que cruzam o corpo na posição anatômica (MOORE, 2014). Considere os itens a seguir sobre os planos anatômicos:


I. O plano mediano é um plano vertical que corta o corpo longitudinalmente, divide o corpo nas metades direita e esquerda.

II. Os planos sagitais são planos verticais que atravessam o corpo paralelamente ao plano mediano.

III. Os planos frontais são planos horizontais que atravessam o corpo, dividindo em partes superior e inferior.

IV. Os planos transversos são planos verticais que atravessam o corpo, dividindo em partes anterior e posterior.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3322917 Medicina

A anatomia macroscópica humana funcional consiste no exame das estruturas do ser humano que podem ser vistas sem ajuda do microscópio, através de métodos de estudo da anatomia (MOORE, 2014). Sobre o estudo da anatomia, um dos métodos se descreve a seguir:


É o método de estudo da estrutura do corpo por concentração da atenção em uma parte, uma área ou região específica; exame da organização e das relações das várias estruturas sistêmicas em seu interior; e, depois, geralmente prossegue para o estudo de regiões adjacentes em sequência ordenada.”


Assim, a descrição acima se refere a qual método de estudo da anatomia? 

Alternativas
Q3322411 Noções de Informática
Sobre o backup espelho, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3322410 Redes de Computadores
Sobre o endereçamento IPv4, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3322409 Sistemas Operacionais
Sobre as distribuições de Sistemas Operacionais Linux, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
13081: D
13082: D
13083: B
13084: D
13085: A
13086: D
13087: C
13088: E
13089: E
13090: A
13091: E
13092: B
13093: D
13094: C
13095: A
13096: C
13097: A
13098: C
13099: C
13100: E