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A alface (Lactuca sativa L.) é uma hortaliça que tem como centro de origem a região do Mediterrâneo. Por volta do ano 4.500 a.C., já era conhecida no antigo Egito e chegou ao Brasil no século XVI, com os colonizadores portugueses. É uma espécie mundialmente conhecida e considerada a mais importante hortaliça folhosa do planeta, sendo a de maior consumo no Brasil.
Trata-se de uma planta herbácea, anual, que possui um caule diminuto ao qual se prendem as folhas. Estas são a parte comestível da planta e podem ser lisas ou crespas, fechando-se ou não na forma de uma “cabeça”. A coloração das plantas pode variar do __________ até o _____________ e também pode ser roxa, dependendo da cultivar.
Praticamente todas as cultivares de alface desenvolvem-se bem em climas amenos, principalmente no período de crescimento vegetativo. A ocorrência de temperaturas mais elevadas acelera o ciclo cultural e, dependendo do genótipo, pode resultar em plantas menores, porque o pendoamento ocorre mais precocemente.
No Brasil, as alfaces mais conhecidas e consumidas são as crespas e as americanas, algumas das quais foram melhoradas para o cultivo de verão ou adaptadas para regiões tropicais, com temperaturas e pluviosidade elevadas. No entanto, no País, também aparecem cultivares roxas e com as folhas frisadas.
Nos últimos anos, aumentou o interesse de produtores e consumidores pela alface-americana, já ofertada de forma regular em todos os mercados brasileiros. Além de ser apreciada na forma in natura, essa cultivar é amplamente utilizada pela indústria de processamento mínimo pelo fato de suportar melhor essa prática, quando comparada com outras cultivares. A alface-americana também é muito utilizada por redes de fast food como ingrediente de sanduíches, em razão de sua crocância, textura e sabor.
Mais exótica, a alface-romana de folhas roxas é o tipo menos conhecido de alface no Brasil, mas seu cultivo pode ser interessante para atender alguns nichos de mercado, em especial aos de consumidores mais sofisticados.
(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)
A alface (Lactuca sativa L.) é uma hortaliça que tem como centro de origem a região do Mediterrâneo. Por volta do ano 4.500 a.C., já era conhecida no antigo Egito e chegou ao Brasil no século XVI, com os colonizadores portugueses. É uma espécie mundialmente conhecida e considerada a mais importante hortaliça folhosa do planeta, sendo a de maior consumo no Brasil.
Trata-se de uma planta herbácea, anual, que possui um caule diminuto ao qual se prendem as folhas. Estas são a parte comestível da planta e podem ser lisas ou crespas, fechando-se ou não na forma de uma “cabeça”. A coloração das plantas pode variar do __________ até o _____________ e também pode ser roxa, dependendo da cultivar.
Praticamente todas as cultivares de alface desenvolvem-se bem em climas amenos, principalmente no período de crescimento vegetativo. A ocorrência de temperaturas mais elevadas acelera o ciclo cultural e, dependendo do genótipo, pode resultar em plantas menores, porque o pendoamento ocorre mais precocemente.
No Brasil, as alfaces mais conhecidas e consumidas são as crespas e as americanas, algumas das quais foram melhoradas para o cultivo de verão ou adaptadas para regiões tropicais, com temperaturas e pluviosidade elevadas. No entanto, no País, também aparecem cultivares roxas e com as folhas frisadas.
Nos últimos anos, aumentou o interesse de produtores e consumidores pela alface-americana, já ofertada de forma regular em todos os mercados brasileiros. Além de ser apreciada na forma in natura, essa cultivar é amplamente utilizada pela indústria de processamento mínimo pelo fato de suportar melhor essa prática, quando comparada com outras cultivares. A alface-americana também é muito utilizada por redes de fast food como ingrediente de sanduíches, em razão de sua crocância, textura e sabor.
Mais exótica, a alface-romana de folhas roxas é o tipo menos conhecido de alface no Brasil, mas seu cultivo pode ser interessante para atender alguns nichos de mercado, em especial aos de consumidores mais sofisticados.
(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)
A alface (Lactuca sativa L.) é uma hortaliça que tem como centro de origem a região do Mediterrâneo. Por volta do ano 4.500 a.C., já era conhecida no antigo Egito e chegou ao Brasil no século XVI, com os colonizadores portugueses. É uma espécie mundialmente conhecida e considerada a mais importante hortaliça folhosa do planeta, sendo a de maior consumo no Brasil.
Trata-se de uma planta herbácea, anual, que possui um caule diminuto ao qual se prendem as folhas. Estas são a parte comestível da planta e podem ser lisas ou crespas, fechando-se ou não na forma de uma “cabeça”. A coloração das plantas pode variar do __________ até o _____________ e também pode ser roxa, dependendo da cultivar.
Praticamente todas as cultivares de alface desenvolvem-se bem em climas amenos, principalmente no período de crescimento vegetativo. A ocorrência de temperaturas mais elevadas acelera o ciclo cultural e, dependendo do genótipo, pode resultar em plantas menores, porque o pendoamento ocorre mais precocemente.
No Brasil, as alfaces mais conhecidas e consumidas são as crespas e as americanas, algumas das quais foram melhoradas para o cultivo de verão ou adaptadas para regiões tropicais, com temperaturas e pluviosidade elevadas. No entanto, no País, também aparecem cultivares roxas e com as folhas frisadas.
Nos últimos anos, aumentou o interesse de produtores e consumidores pela alface-americana, já ofertada de forma regular em todos os mercados brasileiros. Além de ser apreciada na forma in natura, essa cultivar é amplamente utilizada pela indústria de processamento mínimo pelo fato de suportar melhor essa prática, quando comparada com outras cultivares. A alface-americana também é muito utilizada por redes de fast food como ingrediente de sanduíches, em razão de sua crocância, textura e sabor.
Mais exótica, a alface-romana de folhas roxas é o tipo menos conhecido de alface no Brasil, mas seu cultivo pode ser interessante para atender alguns nichos de mercado, em especial aos de consumidores mais sofisticados.
(Fonte: EMBRAPA. 2023 — adaptado.)



Esta posição é nomeada:
( ) Não há a obrigatoriedade de aparar ou remover os pelos, uma vez que estes não interferem no contato elétrico.
( ) A cada quatro dias de utilização, os eletrodos devem ser substituídos por novos ou por eletrodos recuperados. Os acessórios utilizados podem ser esterilizados e reidratados por imersão em tetracloreto de carbono durante 48 horas, para nova utilização.
( ) Para pacientes com pele oleosa, é recomendável higienizar os pontos de aplicação dos eletrodos usando um chumaço embebido em álcool.
“Há necrose tecidual, formação de exsudato purulento, material fibrótico e degradação celular.”
No sistema de cores, o profissional deverá classificar essa ferida como:
A profissional da saúde posicionou a paciente para um exame médico, conforme imagem a seguir:

A posição indicada na imagem é denominada:
No prontuário do paciente constava:

O termo “EV Bolus” significa:
I. Mesmo em casos de aderência, a remoção do curativo anterior deve ser feita sem o uso de solução fisiológica para evitar contaminação por bactérias Staphylococcus aureus.
II. Todo material destinado ao curativo deve ser aberto e inspecionado imediatamente após a coleta, ainda nas dependências do almoxarifado.
III. A limpeza da lesão pode ser efetuada através da irrigação com pressão adequada para remover detritos do leito da ferida, sem prejudicar os tecidos recentemente formados.
Está correto o que se afirma em: