Questões de Concurso
Para técnico de enfermagem
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A Leishmaniose Visceral (LV), também conhecida como calazar, é uma doença infecciosa grave, de evolução crônica, causada pelo protozoário Leishmania infantum chagasi. Trata-se de uma zoonose de importância em saúde pública, com ocorrência endêmica em várias regiões do Brasil, especialmente no Nordeste, Centro-Oeste e partes do Sudeste. A Leishmaniose Visceral (LV) afeta prioritariamente populações em condições socioambientais vulneráveis (BRASIL, 2022).
Qual das alternativas apresenta um dos principais reservatórios da Leishmaniose Visceral (LV) na área urbana?
Maria, 42 anos, moradora de um assentamento rural, procurou a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima após apresentar lesões cutâneas e febre há três dias. Na recepção, foi informada de que, por não estar cadastrada naquela unidade e não ter comprovante de residência atualizado, não poderia ser atendida, sendo orientada a procurar outro serviço. Sentindo-se humilhada, voltou para casa sem atendimento.
Com base no Sistema Único de Saúde - SUS, assinale a alternativa que melhor expressa o princípio do SUS violado na situação apresentada.
Sobre o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017), e suas proibições, considere as afirmativas a seguir:
I. Executar e/ou determinar atos contrários ao Código de Ética e à legislação que disciplina o exercício da Enfermagem.
II. Executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
III. Colaborar ou acumpliciar-se com pessoas físicas ou jurídicas que desrespeitem a legislação e princípios que disciplinam o exercício profissional de Enfermagem.
Assim, é correto afirmar que são proibições no Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem (Resolução COFEN nº 564/2017):
Sérgio é torneiro mecânico e precisa confeccionar 4 peças circulares iguais de 10 cm de diâmetro. Para isso, ele usou uma chapa metálica quadrada, conforme mostra a figura a seguir.

Qual o percentual da chapa metálica que não será utilizado por Sérgio? (Considere ∏ = 3)
Uma loja de venda de pneus automotivos fez uma promoção válida por uma semana. O modelo aro 15 estava sendo vendido com desconto de 20%. Após a promoção, a loja aumentou em 15% o preço em relação à semana em que foi aplicado o desconto. Com isso, o pneu passou a custar R$ 345,00.
Quanto custava o pneu antes da semana da promoção?
Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho
O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.
Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.
Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.
Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).
Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.
(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)
Analise as afirmativas a seguir, em seguida assinale se estão corretas (C) ou erradas (E):
I. Na frase “profissionais da saúde mental”, o substantivo “profissionais” é um substantivo biforme, pois varia em gênero para indicar homem ou mulher.
II. Na expressão “ambientes de trabalho mais saudáveis”, o termo “mais saudáveis” é um advérbio que modifica o verbo “promovam”.
III. Na frase “esgotamento físico e emocional”, os termos “físico” e “emocional” são adjetivos que qualificam o substantivo “esgotamento”.
Assinale a alternativa correta.
Burnout: o esgotamento que ameaça a saúde e o desempenho no trabalho
O trabalho ocupa boa parte da vida das pessoas e, embora seja uma fonte de realização para muitos, também pode ser uma das principais causas de sofrimento. Para o psiquiatra francês Christophe Dejours, o ambiente profissional nem sempre promove bem-estar. Em muitos casos, pode gerar desde simples insatisfação até quadros graves de esgotamento físico e emocional.
Nos últimos anos, estudos apontam que o adoecimento relacionado ao trabalho tem impacto direto na produtividade das empresas. O chamado absenteísmo — quando o profissional precisa se afastar por problemas de saúde — traz prejuízos como afastamentos prolongados, necessidade de contratação de substitutos e gastos com treinamentos (MorenoJimenez e Schaufeli, 2007). Além disso, afeta a qualidade dos serviços prestados e compromete os resultados financeiros das organizações.
Foi em 1974 que o psicólogo Herbert Freudenberger cunhou o termo burnout para descrever um quadro de esgotamento extremo, perda de motivação e isolamento entre profissionais da saúde mental. Desde então, o tema passou a ser debatido em congressos internacionais e entre diferentes categorias profissionais, especialmente médicos e enfermeiros, que relatam queda na qualidade do atendimento devido ao desgaste emocional.
Um levantamento citado por pesquisadores revelou que até 27% dos pacientes no Canadá avaliaram de forma negativa os cuidados recebidos em internações recentes. A escassez de enfermeiros — agravada pelo burnout e pela insatisfação — aparece como uma das principais causas desse cenário preocupante.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e diversos estudiosos reconhecem o burnout como um risco ocupacional sério, principalmente em áreas como saúde, educação e serviços sociais (Maslach, 2007). No Brasil, o Decreto nº 3.048, de 1999, incluiu a “Síndrome de Burnout” na lista de transtornos mentais relacionados ao trabalho, com o código Z73.0 na Classificação Internacional de Doenças (CID-10).
Diante disso, cresce a urgência por estratégias que promovam ambientes de trabalho mais saudáveis, com apoio psicológico, valorização dos profissionais e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Ignorar o problema pode sair caro — para os trabalhadores, para as empresas e para a sociedade como um todo.
(ADAPTADO. Artigo: Síndrome de burnout ou estafa profissional e os transtornos psiquiátricos. Telma Ramos Trigo; Chei Tung Teng; Jaime Eduardo Cecílio Hallak)