Questões de Concurso Para técnico de enfermagem

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Q4067613 Matemática Financeira
Uma aplicação financeira possui características únicas frente à maioria das demais aplicações operantes: durante os seis primeiros meses de aplicação, opera-se em juros simples, e nos dois seguintes, em juros compostos; em seguida, mais seis meses em juros simples (considerando como base para cálculo dos juros, o último montante), e mais dois em juros compostos, seguindo dessa forma. Assim, se a taxa de juros, seja simples ou compostos, é igual a 1% mensal, e o capital é igual a 100 mil reais, qual das alternativas traz os juros obtidos nessa aplicação financeira após 12 meses? (Considere duas casas decimais e critérios de arredondamento a cada aplicação mensal, quando necessário). 
Alternativas
Q4067612 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No trecho “É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras”, a palavra destacada foi empregada com o sentido de:
Alternativas
Q4067611 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Na primeira oração do texto, Apanhei de novo da tecnologia, o sujeito é classificado como: 
Alternativas
Q4067610 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Em trechos do texto, a escolha das palavras e a organização sintática contribuem para expressar a relação conflituosa do narrador com a tecnologia. Considerando essas relações morfossintáticas, avalie as assertivas:

I. Em “Apanhei de novo da tecnologia”, a expressão “da tecnologia” funciona como complemento da forma verbal “apanhei”.
II. Em “Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás”, a oração “que tinha uma providencial entrada para CD e DVD” caracteriza “computador”, acrescentando uma informação sobre esse termo.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4067609 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
No último parágrafo, ao afirmar que viver entre o analógico e o virtual é “mais um fardo” do que uma vantagem, o autor relativiza a ideia de adaptação geracional porque:
Alternativas
Q4067608 Português
A difícil arte de viver entre eras


      Apanhei de novo da tecnologia. Tive que trocar o aparelho celular — e se digo “tive” é porque resisti o quanto pude a isso — e, nesse processo, terminei perdendo todas as conversas e contatos do WhatsApp, o conhecido zap. Nunca tinha me importado em baixar os dados que a cada dia iam se acumulando no aplicativo, na ilusão de que tudo estaria sempre ali. Mas, ó tolinho, não existe sempre na voracidade tecnológica de nosso tempo. Se a coisa não foi para a tal nuvem, não há como chover em outro aparelho. Perdeste, coroa!

      Pior que não é a primeira vez que fico com cara de guri diante do brinquedo quebrado. Bem lá atrás, quando a novidade era poder baixar discos raros em vinil vertidos para o digital, fiz um acervo daqueles com músicas dos meus sonhos de colecionador. Só que a festa acabou quando o computador “deu pau”, como se diz hoje, e eu perdi tudinho. Depois disso, apelei para o velho modo analógico e venho guardando em discos físicos o que tem valor afetivo. Mas pensam que tive sossego?

      Meu antigo computador, que tinha uma providencial entrada para CD e DVD, já ficou para trás, tombado pelo tempo do mercado e das inovações. E o novo, todo cheio de memórias e quetais, não aceita essa mídia. Ou seja, já não posso gravar mais nada em discos. Sim, há pendrives e HDs externos para isso, mas que graça tem essas engenhocas quando a memória nos remete aos doces rituais de pegar um disco e já antecipar a experiência sonora nele contida? Até hoje reajo mal a streamings de música. Sou dos que gostam de saber tudo: título, compositores e até arranjo de cada faixa. E jamais entregarei a nenhuma Alexa a tarefa de escolher o que quero ouvir.

     Reacionário tecnológico, eu? Creio que não. Aprecio demais as novidades e as facilidades que a tecnologia traz. A cada fatura que pago pelo celular, em casa, lembro de quando enfrentava longas filas num banco para quitar uma reles conta de luz. Zero saudade daquele tempo. Minha bronca é com a obrigação de me “atualizar” de acordo com o descaramento do mercado, que decreta a obsolescência precoce do que ainda tem muito gás para dar. Então, como na famosa canção espanhola, “¡resistiré, resistiré!”.

     A atendente da loja onde comprei o novo celular espantouse ao ver que o meu aparelho antigo já ia completar cinco anos. Os olhos dela pareciam dizer: cinco anos! Onde já se viu? E ainda por cima não fez o armazenamento na nuvem! Tome tento, meu senhor! Ok, assumo que vacilei. É que eu quero usufruir das facilidades da era virtual sem ter que ceder o precioso tempo que insisto em dedicar a hábitos antigos. Já basta o sequestro que as famigeradas redes sociais fazem de nossa atenção.

   Dia desses vi numa rede um vídeo de um cara — ou melhor, um coroa — se orgulhando de pertencer à geração — a mesma que a minha — que viveu o analógico e soube se adaptar ao virtual, isso como uma grande vantagem. Sei não, irmão. É mais um fardo essa condição de viver no limiar entre eras. Por isso, para seguir leve na vida, vez em quando cometo desatinos, como esse de peitar os imperativos do mercado tecnológico.


Autor: Nivaldo Pereira - GZH (adaptado).
Ao narrar a perda de conversas, contatos e arquivos acumulados ao longo do tempo, o autor não constrói uma crítica dirigida à tecnologia em si, mas a uma forma específica de relação com ela. Essa crítica se concentra principalmente na:
Alternativas
Q4066032 Saúde Pública
Estão entre os principais Sistemas de Informação em Saúde, EXCETO:  
Alternativas
Q4066031 Enfermagem
Preencha a lacuna com a alternativa CORRETA.
A deiscência de _____________ é uma complicação cirúrgica que ocorre quando a ferida operatória se abre separado suas bordas; tendo como fatores causais pressão excessiva, infecção, desnutrição, diabetes ou tabagismo. 
Alternativas
Q4066030 Enfermagem
Ocorre quando as bordas de uma ferida não são aproximadas (por sutura, cola ou grampos), permitindo que ela feche de dentro para fora; relaciona-se a grandes perdas de tecido, infecções ou úlceras, esse processo natural forma tecido de granulação, sendo mais lento e com maior contração da ferida. 
Alternativas
Q4066029 Medicina
Sobre a puberdade, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4066028 Enfermagem
Um cateter tipo Foley é utilizado, permanecendo mais tempo em drenagem de urina contínua, define-se como: 
Alternativas
Q4066027 Enfermagem
A vacina contra rotavírus (VORH) é administrada exclusivamente por:
Alternativas
Q4066026 Enfermagem
Universidade, equidade, descentralização e participação popular são:
Alternativas
Q4066025 Medicina
Os termos “redução cruenta” e “redução incruenta” estão relacionados a: 
Alternativas
Q4066024 Farmácia
Preencha a lacuna com a alternativa CORRETA:
A Rename é a lista oficial de _____________ essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS), atualizada periodicamente para garantir acesso seguro e racional a tratamentos no Brasil. 
Alternativas
Q4066023 Enfermagem
A endocérvice é a parte interna do colo uterino, que vai do orifício cervical externo ao interno, revestida por epitélio cilíndrico simples, contém glândulas cervicais que secretam muco. Assinale a alternativa que denomina a porção mais externa da cérvice, em contato com a vagina, revestida por epitélio pavimentoso estratificado: 
Alternativas
Q4066022 Saúde Pública
Preencha as lacunas com a alternativa CORRETA:
O CONASS representa os _____________ e o CONASEMS representa os _____________ na gestão do Sistema Único de Saúde, ambos atuando na formulação, coordenação e articulação de políticas de saúde. 
Alternativas
Q4066021 Enfermagem
Paciente, sexo masculino, 53 anos, apresentando constantemente Pressão Arterial elevada. Última aferição = PA 228/145 mmHg. Classificado clinicamente com Hipertensão Estagio 3, considerando o Protocolo da American Heart Association e atualização publicada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (DBHA 2025). Diante deste caso, assinale a alternativa que corresponde a Pressão Arterial Sistólica:  
Alternativas
Q4066020 Noções de Primeiros Socorros
Caracterizado como um “sinal universal de engasgo”, em que o indivíduo leva as mãos: 
Alternativas
Q4066019 Enfermagem
Assinale a alternativa que descreve o produto que deve ser obrigatoriamente disponibilizado em todos os serviços de saúde do Brasil, considerando a Resolução RDC Nº 42, de 25 de outubro de 2010:
Alternativas
Respostas
661: C
662: A
663: B
664: D
665: B
666: C
667: C
668: D
669: B
670: A
671: C
672: E
673: B
674: D
675: D
676: A
677: E
678: B
679: C
680: C