Questões de Concurso
Para técnico de enfermagem
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Analise a grafia das palavras nas frases abaixo. A seguir, assinale o número de frases que estão totalmente corretas:
- Eles chegaram afim de tumultuar tudo.
- As crianças se esconderam embaixo da mesa.
- Esses cargos se encontram abaixo da chefia.
- Quero saber aonde você pretende chegar.
- Diga-me o porquê da sua demora.
“Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói, e não se sente;
é um contentamento descontente,
é dor que desatina sem doer.” (Camões)
Em relação à descrição de “amor” na estrofe acima, é correto afirmar que esse sentimento é apresentado através do sentido:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Histórias que o vento contou
Quando o Vento passa, o capim se encrespa como um lago e o trigal ondula como o mar. É a dança do Vento.
Não ouves o Vento contar histórias?
Sua voz é um canto, tem vários sons. Ouvido entre as árvores da floresta, tem um som; através dos buracos, das fendas e rachaduras das paredes, tem outro.
Vês, lá no alto, o Vento tangendo as nuvens como se fosse um rebanho de ovelhas? Ouves como aqui embaixo o Vento uiva através do portão aberto, como se fosse a sentinela tocando a sua corneta? Com estranho gemido entra pela chaminé da lareira. Erguem-se as labaredas, o fogo crepita, voam fagulhas, o clarão das chamas ilumina todo o aposento. Como é bom e agradável deixar-se ficar ali no aconchego da sala aquecida, e ouvir, embevecido, o Vento lá fora, a assobiar, a uivar... Ele conhece mais lendas e histórias do que todos nós juntos. A voz dele é um canto e um gemido. Deixa-o contar. (...)
ANDERSEN, Hans Christian. Histórias que o vento contou. Contos de Andersen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. p. 119 (Coleção Leitura).
“Não ouves o Vento contar histórias?”
O trecho acima exemplifica o seguinte recurso de linguagem utilizado ao longo do texto “Histórias que o vento contou”:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Histórias que o vento contou
Quando o Vento passa, o capim se encrespa como um lago e o trigal ondula como o mar. É a dança do Vento.
Não ouves o Vento contar histórias?
Sua voz é um canto, tem vários sons. Ouvido entre as árvores da floresta, tem um som; através dos buracos, das fendas e rachaduras das paredes, tem outro.
Vês, lá no alto, o Vento tangendo as nuvens como se fosse um rebanho de ovelhas? Ouves como aqui embaixo o Vento uiva através do portão aberto, como se fosse a sentinela tocando a sua corneta? Com estranho gemido entra pela chaminé da lareira. Erguem-se as labaredas, o fogo crepita, voam fagulhas, o clarão das chamas ilumina todo o aposento. Como é bom e agradável deixar-se ficar ali no aconchego da sala aquecida, e ouvir, embevecido, o Vento lá fora, a assobiar, a uivar... Ele conhece mais lendas e histórias do que todos nós juntos. A voz dele é um canto e um gemido. Deixa-o contar. (...)
ANDERSEN, Hans Christian. Histórias que o vento contou. Contos de Andersen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. p. 119 (Coleção Leitura).
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Histórias que o vento contou
Quando o Vento passa, o capim se encrespa como um lago e o trigal ondula como o mar. É a dança do Vento.
Não ouves o Vento contar histórias?
Sua voz é um canto, tem vários sons. Ouvido entre as árvores da floresta, tem um som; através dos buracos, das fendas e rachaduras das paredes, tem outro.
Vês, lá no alto, o Vento tangendo as nuvens como se fosse um rebanho de ovelhas? Ouves como aqui embaixo o Vento uiva através do portão aberto, como se fosse a sentinela tocando a sua corneta? Com estranho gemido entra pela chaminé da lareira. Erguem-se as labaredas, o fogo crepita, voam fagulhas, o clarão das chamas ilumina todo o aposento. Como é bom e agradável deixar-se ficar ali no aconchego da sala aquecida, e ouvir, embevecido, o Vento lá fora, a assobiar, a uivar... Ele conhece mais lendas e histórias do que todos nós juntos. A voz dele é um canto e um gemido. Deixa-o contar. (...)
ANDERSEN, Hans Christian. Histórias que o vento contou. Contos de Andersen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1997. p. 119 (Coleção Leitura).
“Erguem-se as labaredas, o fogo crepita, voam fagulhas”
A palavra destacada na frase acima é sinônima de:
A Parada Cardiorrespiratória (PCR) é uma condição crítica que requer intervenção imediata para restaurar a circulação e a respiração. A administração de adrenalina (epinefrina) desempenha um papel fundamental nesse contexto, pois ajuda a melhorar a perfusão coronariana e cerebral durante a Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP).
Sobre o uso de adrenalina (epinefrina) no manejo de PCR em adultos, assinale a alternativa CORRETA.