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Q4169853 Biomedicina - Análises Clínicas
Em conformidade com a Resolução RDC nº 512/2021, que dispõe sobre as Boas Práticas para Laboratórios de Controle de Qualidade, analisar a sentença abaixo:
O laboratório deve implantar procedimentos adequados para especificação, recebimento, armazenamento, controle de estoque, guarda, preparação, distribuição, controle da validade, utilização e descarte de materiais de referência (1ª parte). Os frascos de reagentes e soluções devem estar rotulados inequivocamente, de forma a permitir a correta identificação, utilização, armazenamento, observância do prazo de validade e descarte (2ª parte).
A sentença está:
Alternativas
Q4169852 Técnicas em Laboratório
Em conformidade com a Resolução RDC nº 512/2021, em relação às Definições, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Amostra.
(2) Análise.
(3) Desinfecção.
(4) Descontaminação.
(_) Processo pelo qual os agentes de risco são removidos ou eliminados ou têm seus efeitos adversos neutralizados.
(_) Determinação de uma ou mais características de uma amostra ou item de ensaio, de acordo com um procedimento.
(_) Material ou produto apresentado ao laboratório para análise.
(_) Processo físico ou químico que destrói ou inativa a maioria dos microrganismos patogênicos de objetos inanimados e superfícies, com exceção de esporos bacterianos.
Alternativas
Q4169851 Técnicas em Laboratório
Em conformidade com a Resolução RDC nº 302/2005 - Regulamento Técnico para Funcionamento de Laboratórios Clínicos, sobre Processos Operacionais, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Os critérios de aceitação e rejeição de amostras, assim como a realização de exames em amostras com restrições devem estar definidos em instruções escritas.
(_) O laboratório clínico e o posto de coleta laboratorial devem dispor de meios que permitam a rastreabilidade da hora do recebimento e/ou coleta da amostra.
Alternativas
Q4169850 Direito Sanitário
Em conformidade com a Resolução RDC nº 306/2004, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para o Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde, em relação à Segurança Ocupacional, analisar os itens abaixo:
I. O trabalhador envolvido diretamente com os processos de higienização, coleta, transporte, tratamento, e armazenamento de resíduos deve ser submetido a exame médico admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de função e demissional.
II. Os trabalhadores devem ser imunizados em conformidade com o Programa Nacional de imunização-PNI, devendo ser obedecido o calendário previsto neste programa ou naquele adotado pelo estabelecimento.
Alternativas
Q4169849 Biomedicina - Análises Clínicas
Em conformidade com a Resolução RDC nº 50/2002, que dispõe sobre o Regulamento Técnico para Planejamento, Programação, Elaboração e Avaliação de Projetos Físicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, em relação à prestação de atendimento de apoio ao diagnóstico e terapia, cabe à Patologia Clínica:
I. Receber ou proceder à coleta de material para análise.
II. Emitir laudo das análises realizadas.
III. Enviar para a desinfecção o material analisado que será descartado.
Estão CORRETOS:
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Q4169836 Noções de Informática
Um funcionário que usa o Outlook 2013 está organizando as suas férias e, para isso, precisa copiar o seu substituto em todas as mensagens eletrônicas que enviar na semana anterior à sua saída para que esteja ciente dos assuntos em andamento. Considerando-se as boas práticas para o uso de correio eletrônico, é recomendado que, ao enviar as mensagens, o endereço de e-mail do substituto seja incluído no campo:
Alternativas
Q4169834 Noções de Informática

Considerando-se o PowerPoint 2010, sobre a imagem a seguir, analisar os itens abaixo:


28.jpg (217×76)


I. O grupo de botões está localizado na guia “Página Inicial”.


II. Os botões fazem parte do grupo “Slides”.


III. O botão em destaque centraliza o texto.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q4169829 Noções de Informática
Segundo a Cartilha de Segurança para Internet, ao acessar um site utilizando conexão segura, normalmente o navegador já realiza todas as verificações. Caso alguma delas falhe, o navegador emite alertas. Em geral, alertas são emitidos em situações como:
I. O certificado está dentro do prazo de validade.
II. O navegador não identificou a cadeia de certificação.
III. O endereço do site não confere com o descrito no certificado.
IV. O certificado foi validado.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q4169828 Sistemas Operacionais
Um usuário do Windows 10 selecionou um arquivo, pressionou CTRL+X e esqueceu de colá-lo na nova pasta. Nesse caso, é CORRETO afirmar que o arquivo:
Alternativas
Q4169825 Matemática
Sabendo-se que, ao pegar o número X, somar com o seu dobro e, em seguida, subtrair 12 do seu resultado, obtemos o próprio número X, assinalar a alternativa que indica o valor de X:
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Q4169824 Raciocínio Lógico
Nina é mãe de Ricardo e irmã de Neusa que, por sua vez, é mãe de Marcelo. Nessas condições, é CORRETO concluir que:
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Q4169819 Matemática
Sabendo-se que foram convidadas 800 pessoas para certo evento, mas que somente 760 pessoas compareceram, assinalar a alternativa que apresenta a porcentagem correspondente ao número de pessoas ausentes:
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Q4169818 Matemática
Sabe-se que, em certo final de semana, a probabilidade de chover no sábado é de 40%, e a probabilidade de chover no domingo é de 80%. Sendo assim, assinalar a alternativa que apresenta a probabilidade de, nesse final de semana, chover no sábado e não chover no domingo:
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Q4169816 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
A palavra sublinhada em “Dizia que seus poemas eram efêmeros.” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4169814 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Todas as alternativas apresentam o sujeito corretamente sublinhado, EXCETO:
Alternativas
Q4169813 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Em relação à acentuação, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4169811 Linguística
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
1: A
2: D
3: A
4: A
5: C
6: B
7: C
8: B
9: D
10: A
11: A
12: D
13: D
14: B
15: D
16: D
17: A