Questões de Concurso Para técnico em eletroeletrônica

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Q4049317 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
Considerando que a língua é um “potencial de significado” e, neste caso particular, há entre os falantes uma troca e uma negociação do significado a partir de “uma coleção harmoniosa de significados apropriados ao seu contexto, com um objetivo comunicativo”, no excerto “As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro (...)” (4º§), o termo “repentinamente” significa:
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Q4049316 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
No trecho “As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, (...)” (2º§), a expressão destacada confere ideia de: 
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Q4049315 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
A narrativa desenvolvida pela autora apresenta como elemento motivador: 
Alternativas
Q4049314 Português
As estações perplexas



      Naturalmente, por culpa desses engenhos clandestinos que gregos e troianos estão atirando ao espaço, as estações se equivocaram, e o inverno, de barbas brancas, insiste com a primavera em que o seu tempo ainda não passou, enquanto a primavera, com suas coroas desmanchadas, vê avançar o verão, de roupas de fogo, e não sabe o que fazer de flores e pássaros.

        As estações perplexas, mas bem‐educadas, apresentam suas razões com bons modos, não por desejarem estar no cartaz, mas pela disciplina do próprio ofício. Elas, antigamente, executavam suas danças com grande acerto e, enquanto uma andava no primeiro plano, com seus véus e outros acessórios, as outras, com muita elegância, evoluíam em planos sucessivos, esperando o momento de se apresentarem, com todo o seu brilho e poder.

        Mas com os tais engenhos que perfuram o espaço, embora tão miseráveis, em relação ao universo como um espinho no pé de um elefante, creio que sempre há distúrbios: e só assim me parece explicável que neste mês de novembro possamos ainda trazer roupas de lã.

     Pelo jardim há numerosos estragos. As plantas andam meio loucas: gardênias, que costumam desabrochar em dezembro, abriram repentinamente em outubro e agora estão secas e caem melancolicamente, querendo ainda conservar o perfume e o aveludado nas pétalas queimadas. Qualquer flor que aparece, por saber que estamos na primavera, vem o vento e a desfolha, vem o frio e a faz murchar, vem a chuva e arrasta‐a para o chão. Que aconteceu? Pensam as flores. (Sim, porque as flores pensam.) E logo desaparecem, tristes. (Porque as flores também entristecem).

        Quanto aos passarinhos, nesta região de sabiás e pardais, pintassilgos e cambaxirras, nesta região onde, o dia inteiro, o ar está cheio de pios, de cantos, de lamentos, de beijinhos d’água e risadinhas verdes e azuis, os passarinhos não sabem mais onde fazer seus ninhos e, por acharem tão fria esta primavera, abandonam as árvores de ar condicionado e metem‐se pelo vão das telhas e pelos canos dos aquecedores.

       Quanto aos pobres humanos, uns andam com gripes invernais muito prolongadas, outros não sabem o que fazer do seu belo guarda‐roupa de verão. Todas as manhãs, olha-se para o céu: onde estamos? Na Holanda? Em Paris? Na Suíça? Vem o vento ríspido misturar os nossos papéis, sacudir as trepadeiras, estremecer as portas e distribuir lumbagos e torcicolos. A lama respinga por toda a parte. Nunca se sabe se o pé vai entrar numa poça ou num bueiro... E a primavera, primadona, espera no seu camarim, um pouco rouca, enquanto gregos e troianos jogam para o alto seus engenhos, que valem palácios, museus, hospitais, universidades, teatros, pacíficas habitações terrenas que seriam felizes com um pouco de graça e amor.


(Cecília Meireles. Crônicas para jovens; seleção, prefácio e notas biobibliográficas. Antonieta Cunha. São Paulo: Global, 2012. Adaptado.)
Assinale a alternativa que melhor justifica o título do texto. 
Alternativas
Q2027406 Eletricidade
Uma carga alimentada por uma fonte de 127 V drena uma corrente de 5 A e possui um fator de potência igual a 0,5. Para que o fator de potência seja unitário, o valor da potência reativa de um banco de capacitores instalado em paralelo é de
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Q2027405 Engenharia Elétrica
A NBR 5410 – instalações elétricas de baixa tensão – estabelece que é obrigatório a instalação de dispositivos DR em alguns circuitos com a finalidade de proteger contra contatos diretos e evitar choque elétricos. Seu uso é obrigatório, conforme a norma, nos circuitos que
I. alimentam tomadas de corrente situadas em áreas externas à edificação. II. servem a pontos de utilização situados em locais com chuveiros, banheiras e torneiras. III. alimentam tomadas de corrente que, em locais de habitação, servem a pontos de utilização situados em quartos e salas.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.
Alternativas
Q2027404 Eletricidade
Sabendo que a corrente em R1 é 3 A e a potência em R3 é 18 W, determine o valor da tensão E.
8.png (507×192)  Fonte: O autor, 2022.
Alternativas
Q2027403 Engenharia Elétrica
Com relação aos elementos de circuitos elétricos, avalie as afirmativas a seguir, supondo que apenas um parâmetro é variado por vez:
I. Aquele condutor que apresenta menor área de seção transversal apresenta menor resistência. II. Quanto maior a área das placas de um capacitor, maior é a sua capacitância. III. Se um núcleo metálico com permeabilidade relativa = 2000 for inserido em uma bobina, sua indutância aumenta. IV. Quanto menor a distância entre as placas de um capacitor, maior é a sua capacitância.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.  
Alternativas
Q2027402 Eletricidade
Com relação aos diversos tipos de lâmpadas e suas características, assinale a alternativa CORRETA.  
Alternativas
Q2027401 Engenharia Elétrica
Um capacitor de placas paralelas preenchidas com ar tem uma capacitância de 4,7 µF. Determine a nova capacitância, se a distância entre as placas for dobrada, a área das placas for reduzida à metade e o espaço entre as placas for preenchido com material de permissividade relativa igual a 2.
Alternativas
Q2027400 Engenharia Elétrica
Uma casa possui os seguintes equipamentos: um chuveiro elétrico de 4500 W, um aspirador de pó residencial de 600 W, um ferro de passar de 1000 W e um forno elétrico de 1800 W. Se todos os aparelhos forem utilizados por 2 horas diárias, assinale a alternativa que indica o consumo mensal da residência em kWh.
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Q2027399 Engenharia Elétrica
Com relação à associação de elementos de circuitos elétricos avalie as afirmativas a seguir:
I. Se dois resistores estão conectados em paralelo, a resistência equivalente deles é igual à metade do valor deles. II. Dois resistores em paralelo sempre vão dissipar a mesma potência porque a tensão sobre eles é a mesma. III. O parâmetro comum de dois resistores em paralelo é a corrente.
Assinale a alternativa que contém as afirmativas CORRETAS.  
Alternativas
Q2027398 Engenharia Elétrica
Com relação ao emprego de instrumentos de medição de grandezas elétricas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q2027397 Engenharia Elétrica
Para o circuito elétrico a seguir, selecione a alternativa que indica o valor da capacitância equivalente do mesmo em farad vista dos terminais da fonte.
1.png (338×178)   Fonte: O autor, 2022.
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Ano: 2019 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2019 - UFCG - Técnico em Eletroeletrônica |
Q2694479 Telecomunicações

O sinal mensagem triangular, apresentado na Figura (a) modula uma portadora de amplitude 1 V em AM – DSB (Double Side Band). O sinal modulado está apresentado na Figura (b). É correto afirmar que o índice de modulação AM e a frequência da portadora, respectivamente, valem aproximadamente:


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Figura (a)


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Figura (b)


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Ano: 2019 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2019 - UFCG - Técnico em Eletroeletrônica |
Q2694478 Eletroeletrônica

O filtro é um circuito muito importante em sistemas de comunicação e instrumentação. O circuito da figura abaixo é um filtro. Acerca deste circuito é correto afirmar que:


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Ano: 2019 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2019 - UFCG - Técnico em Eletroeletrônica |
Q2694477 Eletroeletrônica

Os amplificadores de diferenças são frequentemente utilizados em instrumentação. No circuito da figura abaixo é apresentado um amplificador de diferenças. Nele, há um amplificador operacional ideal alimentado por uma fonte simétrica com tensão VCC de 12 V. Se uma tensão contínua de 1 V for aplicada em Vi, a tensão de saída Vo vale:


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Ano: 2019 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2019 - UFCG - Técnico em Eletroeletrônica |
Q2694476 Eletroeletrônica

Considere o circuito da figura abaixo. O circuito possui um amplificador operacional ideal alimentado por uma fonte simétrica com tensão VCC de 12 V. Para este circuito, é correto afirmar que o valor da corrente I é:


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Ano: 2019 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2019 - UFCG - Técnico em Eletroeletrônica |
Q2694473 Eletroeletrônica

Considere o circuito RL apresentado na figura abaixo.


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O gráfico que mais se aproxima da tensão sobre o indutor, VL (t), a partir do instante em que a chave S é fechada é


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Ano: 2019 Banca: UFCG Órgão: UFCG Prova: UFCG - 2019 - UFCG - Técnico em Eletroeletrônica |
Q2694472 Eletroeletrônica

Considere o circuito elétrico apresentado na figura abaixo.


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É correto afirmar que a corrente e a potência fornecidas pela fonte são, respectivamente, iguais a:

Alternativas
Respostas
201: D
202: C
203: C
204: B
205: A
206: E
207: D
208: C
209: C
210: E
211: B
212: A
213: D
214: B
215: D
216: E
217: D
218: D
219: E
220: C