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Glenda Mendes. O trabalho dignifica o homem. In: O Nacional,
1.º/5/2013. Internet:
O sujeito das orações expressas pelas formas verbais “terá” (L.20) e “renderá” (L.20) é indeterminado.

Glenda Mendes. O trabalho dignifica o homem. In: O Nacional,
1.º/5/2013. Internet:
O emprego da vírgula logo após a expressão ‘não trabalho’ (L.15) justifica-se por isolar termo de natureza explicativa.

Glenda Mendes. O trabalho dignifica o homem. In: O Nacional,
1.º/5/2013. Internet:
A expressão “ganha-pão” (L.3) equivale, no texto, à palavra subsistência.

Cristovam Buarque. A necessidade da ética. In: A desordem do
progresso. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 21 (com adaptações).
A forma verbal “Construindo” (L.5) poderia ser corretamente substituída por Ao construir ou por Porque constrói.

Cristovam Buarque. A necessidade da ética. In: A desordem do
progresso. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 21 (com adaptações).
Infere-se do texto que o capitalismo da revolução industrial favorece a obtenção de mais vantagens com a mão de obra de homens livres do que com a de mão de obra escrava, atualizando, assim, as formas de exploração do trabalho humano.

Cristovam Buarque. A necessidade da ética. In: A desordem do
progresso. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990, p. 21 (com adaptações).
O termo “desde” (L.15) introduz oração, com verbo elíptico, que expressa circunstância temporal.

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
O termo “todos” (L.9) forma uma cadeia coesiva com o termo “obstáculos” (L.7), retomando-o.

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
O termo “sobrecarregadas” (L.16) está flexionado no feminino plural porque se refere a “elas” (L.18).

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
Mantendo-se a correção gramatical do texto, as formas verbais “serem” (L.5) e “terem” (L.6) poderiam ser substituídas por ser e ter, respectivamente.

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
Depreende-se da leitura do texto que a situação de desigualdade das mulheres em relação aos homens no que se refere ao mercado de trabalho é evidenciada pela dupla jornada de trabalho, pela existência de obstáculos sociais e pelo menor acesso à educação, fatores que as impedem de competir em condição de igualdade com os homens.

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
A supressão do sinal indicativo de crase, em “vulneráveis à violência física e ao abuso sexual” (L.3-4), prejudicaria a correção gramatical do período, ainda que o termo “ao” fosse também suprimido.

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
No último período, é apresentada uma síntese das ideias desenvolvidas no texto.

Martha Nussbaum. Capacidades e justiça social. In: Debora Diniz
Marcelo Medeiros; Lívia Barbosa (Org.). Deficiência e igualdade
Brasília: LetrasLivres; EdUnB, 2010, p. 21-2 (com adaptações)
O texto, essencialmente expositivo, é desenvolvido com base na construção de contrastes.
Na tendência progressista libertadora, os conteúdos são temas geradores e a relação entre aluno e professor é de igualdade.
O método da tendência liberal renovadora progressiva, cujo representante é Freinet, é estabelecido a partir de experiências, pesquisas e métodos de soluções de problemas.
Na tendência liberal tecnicista, os conteúdos são informações ordenadas em uma sequência lógica e psicológica.
A tendência liberal renovadora não diretiva, cuja principal representante é Maria Montessori, possui método que se baseia na facilitação da aprendizagem.
Paulo Freire é representante da tendência progressista histórico-crítica, cujo método parte de uma relação direta da experiência do educando confrontada com o saber sistematizado.
Na tendência progressista libertária, que privilegia a vivência grupal sob a forma de autogestão, a aprendizagem ocorre de maneira informal, por meio do grupo.
A diferença fundamental entre a avaliação somativa e a formativa não está nos propósitos de cada uma delas, mas sim no momento da realização: a primeira ocorre ao final; e a segunda, ao longo do processo.