Questões de Concurso Para motorista

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Q4041255 Matemática
Em um belo sábado à noite três amigos, Azael, Kaleu e Abner saíram para lanchar, cada um pediu diferentes combinações de salgados e sucos que foram as seguintes:

Azael pediu 2 salgados e 1 suco, pagou R$ 19,00;
Kaleu pediu 3 salgados e 2 sucos, pagou R$ 31,00;
Abner pediu 1 salgado e 3 sucos, pagou R$ 22,00.

Sabendo-se que todos os salgados têm o mesmo preço e os sucos também têm o mesmo valor, qual o valor de um salgado + um suco?
Alternativas
Q4041254 Matemática
Considere-se os números √50 π. Sobre eles, analise as afirmações:

I - Ambos são irracionais.
II - O quociente √50/π é um número Inteiro.
III- O produto π . √50 é Irracional.
IV- O número π+√50 é Racional.

Está correto apenas o que se afirma em:
Alternativas
Q4041253 Matemática
Dados dois números naturais, que vamos chamar o primeiro de a e o segundo de b. Sabemos que o Máximo Divisor Comum, (MDC), entre eles é 12, por outro lado, o Mínimo Múltiplo Comum, (MMC), entre eles é igual a 180 e também sabemos que a é menor que b, então o valor de a + b é:
Alternativas
Q4041252 Matemática
Ao estudarmos números romanos observamos que eles geralmente são usados em contextos formais, a exemplo, contextos históricos e culturais como nomes de papas, eventos e edições, direito e documentos oficiais dentre outros. Mas também podemos efetuar operações de adição, subtração, multiplicação, divisão dentre outras operações com números romanos. Diante disso, pergunta-se qual o valor do produto entre esses dois números romanos CXXVIII por XXVI?
Alternativas
Q4041250 Português
A divisão silábica gramatical obedece a algumas regras, leia os itens e especifique a alternativa devida.

(I)- Ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba.
(II)- Os hiatos são separados em uma única sílaba.
(III)- Os dígrafos ch, lh, nh, gu, qu, pertencem a uma única sílaba.
Alternativas
Q4041249 Português
Determine onde não temos encontros consonantais.
Alternativas
Q4041248 Português
Quanto à correta pontuação, relacione a Coluna I com a Coluna II e identifique alternativa correspondente.

Coluna I.
A- Vírgula.
B- Ponto final.
C- Ponto e vírgula.
D- Dois-pontos.

Coluna II.
1- Usamos para separar termos coordenados assindéticos (sem ligação por conectivo), de mesma função sintática, que formam, muitas vezes, enumerações.
2- Aplicamos para separar os incisos de leis, decretos, portarias etc.
3- Recorremos para separar o verbo de dizer (dicendi) do discurso direto (fala) da personagem.
4- Empregamos para finalizar as proposições declarativas, simples ou compostas, de sentido completo.
Alternativas
Q4041247 Português
Abordando o correto emprego do acento grave crase, analise os itens e assinale a alternativa devida.

I- Ele nunca foi àquela escola.
II- Mariana vai à praia todos os dias.
III- Benjamim nunca obedeceu às ordens de seu pai.
IV- Aurora chegou à sala e nada falou.
Alternativas
Q4041246 Português
Tratando-se de concordância verbal, identifique a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4041245 Português
Nos processos de formação de palavras, marque a coluna com parênteses de acordo com os significados das palavras da coluna numerada.

1- Derivação prefixal ou prefixação.
2- Derivação sufixal ou sufixação.
3- Derivação sufixal e prefixal.
4- Composição por aglutinação.

( ) Infeliz.
( ) Pernalta.
( ) Amoroso.
( ) Infelizmente.
Alternativas
Q4041244 Português
Referindo-se à concordância nominal, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4041243 Português
A respeito da correta ortografia, marque as alternativas com V (verdadeiro) ou F (falso) e assinale a correta.

( ) Usaremos “há” quando houver ideia de tempo passado ou com sentido de existir.
( ) A preposição “a” ocorre quando aparece ideia de distância ou futuro.
( ) Mal pode aparecer como substantivo, advérbio (geralmente de modo) e conjunção (com valor temporal).
( ) A expressão mau é sempre um adjetivo.
Alternativas
Q4041241 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.

Coluna I.
A- Hipérbole.
B- Eufemismo.
C- Ironia.
D- Prosopopeia.
E- Zeugma.

Coluna II.
1- Era fino como um hipopótamo.
2- Ele faltou com a verdade.
3- As árvores pensam coisas lindas.
4- Alguns alunos estudam, outros não.
5- Repeti um milhão de vezes.
Alternativas
Q4041240 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “fascinante” significa:
Alternativas
Q4041239 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
Determine a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (dia, maioria, cuidada). 
Alternativas
Q4041238 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto, (tênue, ódio, sua), são respectivamente: 
Alternativas
Q4041237 Português
A relação entre amor, ódio e indiferença. (Isaias Costa).

O amor é um tema fascinante, porém, ele é o apenas um lado da moeda, existe uma tênue linha que separa o amor do ódio e da indiferença, e é sobre isso que quero falar um pouco hoje.

É impressionante notarmos que existem muitas relações interpessoais carregadas de ódio. Mas quando paramos para analisar muitas dessas relações, vemos que um dia houve amor e num outro dia passou a existir ódio. Vou dar um exemplo. Um casal se ama, mas vive aquele amor sufocante, grudado, ciumento, dependente, possessivo. De repente, acontece alguma coisa que faz com que os dois se separem. Não é raro acontecer em casos como esse de um dos dois transformar todo o amor que sentia em ódio, porque ela não consegue admitir que o amor acabou. Não consegue administrar os próprios sentimentos e transfere toda a sua insatisfação em forma de ódio para a outra pessoa.

Esse cenário descrito aqui em cima infelizmente é bastante comum, principalmente nos dias de hoje. É até difícil de afirmar se em um relacionamento existe amor de verdade, porque são tantas as pessoas instáveis, que mudam do dia para a noite todo o sentimento nutrido pela pessoa. É por isso que eu digo que a relação entre amor e ódio é muito mais próxima do que se pode imaginar.

Só por curiosidade! No cérebro, a mesma região do amor também é a do ódio. A diferença está nas ações, no ódio a pessoa tem mais capacidade de planejar ações, o que pode ser ruim, pois estas ações podem ser vingativas ou até pior do que isso. Depois de muito tempo eu comecei a entender um pouco como diminuir esse sentimento chamado ódio. 

Sabe como é? É você procurar não ver apenas o lado negativo de alguém. Todos nós temos qualidades e defeitos, mas se você se focar só nos defeitos, o que vai acontecer? Simples. Não vai mais existir encantamento pela pessoa, e logicamente, você vai escancarar as portas do seu coração e da sua mente para instalar o ódio. Fica a dica para todos…

Outro sentimento que também tem muita proximidade com o amor e o ódio é a indiferença. O que é a indiferença? É um sentimento terrível, em alguns casos eu digo que chega a ser até pior do que o ódio. Pode ser pior do que o ódio porque a indiferença envolve frieza nas pessoas, o que é algo devastador. Vou citar dois exemplos para mostrar o quanto a indiferença é ruim, um exemplo pessoal e outro mais geral.

Quando eu cursava Física, minha orientadora de iniciação científica era uma pessoa muito extrovertida, comunicativa e extremamente respeitada, mas ela nutria uma relação de indiferença comigo, não sei dizer o porquê mas ela nutria. O que aconteceu é que ela me orientou por um bom tempo, mas eu era apenas mais um aluno na sua vida, não existia nada em mim que a fizesse dar uma atenção diferenciada, ou pelo menos uma atenção estimulante. Vou confessar que isso era horrível, eu não suportava viver daquele jeito, fazia tudo que era para ser feito, era interessado no trabalho, mas de nada valia para minha orientadora.

Chegando ao fim do curso, para ficar bem clara a sua indiferença por mim, não importava, se eu quisesse fazer mestrado na Física, beleza. Se eu quisesse fazer mestrado em outro departamento, beleza do mesmo jeito. Se eu não quisesse fazer mais nada da minha vida, beleza do mesmo jeito. Entendem o que estou querendo dizer! Para ela, simplesmente não importava em nada o que seria do meu futuro. Então eu fiz o que um ser humano com noção faria, “pulei fora”. Eu tenho respeito próprio, não vou trabalhar em um lugar onde sou apenas uma sombra.

Vou trabalhar em um lugar que me faça bem e que existam pessoas que me apoiam. Que me ajudam a crescer e torcem pelo meu sucesso.

Outro exemplo clássico de indiferença são os muitos casais que vivem “casamentos de fachada”. O que existe na maioria desses casos é uma relação de indiferença. Duas pessoas que dividem o mesmo teto, muitas vezes até a mesma cama, mas são como estranhos no ninho. Não dialogam, não perguntam se tiveram um bom dia de trabalho, não se preocupam se estão felizes, não saem mais para passear, não tem mais carícias nem sexo, etc. Esses casamentos tendem à ruína, porque o amor, esse sentimento lindo que um dia uniu os dois, se transformou em indiferença, que é uma destruidora silenciosa de relações afetivas, vai corroendo tudo aos poucos, de um jeito muito manso, e que vai criando forma até culminar em uma separação. É uma triste realidade vivida por muitos casais. Nestes casos chega a ser pior do que o ódio. Porque é algo que vai se alastrando e vai corroendo a pessoa pouco a pouco. Pelo menos no ódio, muitos agem pelo impulso e terminam de uma vez algo que poderia levar até anos de sofrimento.

Portanto amigos. Vamos fazer uma bela reflexão sobre a nossa vida e sobre o amor. É esta a mensagem que quero deixar, saibam que entre o amor, ódio e indiferença, não existe um abismo separando, mas apenas uma linha muito fina, que se não cuidada, pode se romper a qualquer momento.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q 
Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4038697 Segurança e Transporte
Nas vias urbanas abertas à circulação e sem sinalização regulamentadora explícita, a velocidade máxima será definida de acordo com a classificação viária: nas vias arteriais, nas vias coletoras e nas vias locais.
Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4038696 Segurança e Transporte
A sinalização e o desenho cicloviário servem para organizar o tráfego seguro de bicicletas. Considerando isso, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A ciclovia é a pista própria destinada exclusivamente para bicicletas, e é separada fisicamente do tráfego comum de veículos.
( ) A ciclofaixa é uma parte da própria pista de rolamento dos automóveis, mas delimitada por sinalização específica.
( ) É terminantemente proibida a circulação de bicicletas nos passeios e calçadas, não se admitindo exceções ou autorizações.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4038695 Legislação de Trânsito
O uso de equipamentos de retenção e proteção é exigido por lei a todos os ocupantes de um veículo em circulação. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
101: D
102: D
103: B
104: D
105: B
106: B
107: C
108: A
109: B
110: C
111: C
112: A
113: B
114: B
115: C
116: A
117: A
118: B
119: B
120: C