Questões de Concurso Para motorista

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Q3926402 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Assinale a alternativa cuja palavra, retirada do texto, apresenta dígrafo: 
Alternativas
Q3926401 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

O poeta da roça - Patativa do Assaré

Sou fio das mata, cantô da mão grosa
Trabaio na roça, de inverno e de estio
A minha chupana é tapada de barro
Só fumo cigarro de paia de mio

Sou poeta das brenha, não faço o papé
De argum menestrê, ou errante cantô
Que veve vagando, com sua viola
Cantando, pachola, à percura de amô

Não tenho sabença, pois nunca estudei
Apenas eu seio o meu nome assiná
Meu pai, coitadinho! vivia sem cobre
E o fio do pobre não pode estuda

Meu verso rastero, singelo e sem graça
Não entra na praça, no rico salão
Meu verso só entra no campo da roça e dos eito
E às vezes, recordando feliz mocidade
Canto uma sodade que mora em meu peito.
Leia o trecho do poema O poeta da roça:
“Não tenho sabença, pois nunca estudei Apenas eu seio o meu nome assiná”
A forma verbal “tenho”, do verbo ter, apresenta irregularidade em sua conjugação.
Assinale a alternativa em que os verbos também são irregulares: 
Alternativas
Q3926400 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Leia o trecho:
“Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.”
Sobre as palavras destacadas, analise as afirmativas: 
I. O adjetivo “viva” está no gênero feminino e número singular, concordando com o substantivo “história”.
II. O substantivo “cultura” é feminino e pode flexionar em número.
III. O adjetivo “acolhedora” está no grau comparativo de superioridade.
IV. O substantivo “história” é feminino e pode ser flexionado para o plural.
Assinale a opção CORRETA:
Alternativas
Q3926399 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


No trecho:
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. ”
O termo destacado indica ideia de:
Alternativas
Q3926398 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de três sílabas:
Alternativas
Q3926397 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


No trecho:
“Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional.”
Qual palavra abaixo é sinônimo da palavra destacada?
Alternativas
Q3926396 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

162 anos de Cajazeiras: a terra que ensinou a Paraíba a ler

Cidade que ensinou a Paraíba a ler celebra sua história viva, sua cultura acolhedora e a força de um povo que transforma o sertão.

No coração do sertão paraibano, Cajazeiras chega aos seus 162 anos como quem abre os braços para acolher a própria história. Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto único desta terra que combina fé, saber e um orgulho que atravessa gerações.

A terra que “ensinou a Paraíba a ler” recebeu esse título após a fundação da escola de Padre Inácio de Sousa Rolim, onde jovens de diversas regiões encontraram luz e inspiração. Foi dessa semente que brotou uma vocação para o conhecimento, transformando Cajazeiras em referência acadêmica e intelectual no sertão.

Entre as marcas que moldam sua identidade, estão o vigor cultural e a capacidade de se reinventar. Das apresentações no Teatro Íracles Pires às festas populares que unem tradição e criatividade, a cidade encontra maneiras de manter vivas as expressões artísticas e de projetar novos talentos. É um espaço onde a arte e a educação caminham lado a lado, fortalecendo laços e ampliando horizontes.

Além disso, Cajazeiras preserva uma relação singular com sua paisagem e seu patrimônio. O Açude Grande, o Cristo Redentor no alto da cidade e as igrejas históricas não são apenas cartões-postais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo. Esses lugares contam histórias silenciosas, carregadas de significados, que se renovam a cada geração.

Hoje, Cajazeiras se orgulha de ser mais que um ponto no mapa: é referência cultural, educacional. Uma cidade que transforma desafios em oportunidades e que inspira pelo exemplo de união e perseverança.

Celebrar os 162 de Cajazeiras é brindar a história de resistência e transformação, feita por mãos que constroem, mentes que ensinam e corações que acolhem junto ao orgulho de ser cajazeirense evoque sempre a certeza de que esta terra segue sendo um farol no sertão. 

Disponível em: https://g1.globo.com/pb/paraiba/especialpublicitario/minha-cidade/noticia/2025/08/15/162-anos-de-cajazeirasa-terra-que-ensinou-a-paraiba-a-ler.ghtml 


Sobre o uso dos sinais de pontuação no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. O uso dos dois pontos em “não são apenas cartõespostais: são pontos de encontro, reflexão e orgulho coletivo” introduz uma explicação da ideia apresentada anteriormente.
II. As vírgulas em “Aqui, cada rua carrega memórias, cada praça é palco de encontros e cada pôr do sol guarda o encanto...” ajudam a organizar termos coordenados na construção do período.
III. O ponto final empregado ao longo do texto indica pausas curtas em falas de autoridades.
Agora assinale a opção CORRETA: 
Alternativas
Q3926395 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

No trecho do texto:
“Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade.” (3º parágrafo)
A expressão destacada estabelece ideia de: 
Alternativas
Q3926394 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

Leia o trecho a seguir:
“Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.” (2º parágrafo)
Quanto ao emprego do pronome destacado no trecho acima e em seu contexto no texto, podemos afirmar que:
Alternativas
Q3926393 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

Leia o trecho a seguir:
“Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos. No Egito, utilizava-se o papiro.”
Com base nas palavras destacadas, assinale a alternativa que classifica corretamente a sílaba tônica de cada uma, respectivamente:
Alternativas
Q3926392 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

Leia o trecho a seguir:
“Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.”
As palavras grifadas, respectivamente, são: 
Alternativas
Q3926391 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão. 


Origem dos livros


Por Rainer Gonçalves Sousa


Para quem hoje se vislumbra com a praticidade oferecida pelos e-books, nem chega a imaginar o longo caminho percorrido pelos livros na História. Companheiro da escrita, os livros tiveram grande importância para a realização de registros históricos, a compilação de leis e a divulgação de ideias. Atualmente, a produção de livros chegou a tal ponto que, por exemplo, o século XX foi responsável por uma literatura histórica superior a de todos os outros séculos somados juntos!


No Egito Antigo, o ancestral dos livros foi concebido através do papiro. Transformada em atividade importante, a escrita no papiro era exclusivamente executada por uma classe de escribas responsáveis pela leitura e fabricação dos textos oficiais e religiosos. Pesquisadores apontam que as peças de papiro mais antigas já encontradas foram concebidas há três mil anos antes de Cristo. Para se organizar esses documentos, as folhas de papiro eram pregadas umas às outras formando um único rolo.


Por volta do século X a. C., a organização dos documentos escritos ganhou maior funcionalidade com a invenção dos pergaminhos. Apesar de não terem a mesma praticidade dos encadernados, essa base material foi de suma importância para a preservação de importantes textos da Antiguidade, como a Bíblia Sagrada e os escritos de alguns pensadores do mundo clássico. Vale a pena frisar que a qualidade e a resistência dos pergaminhos eram superiores à do papiro.


A concepção do livro encadernado já era tentada nessa época. Para tanto, pegavam os pergaminhos disponíveis e realizava-se a organização de cada uma das supostas páginas. Conhecidos como codex (códice, em português) essas primeiras edições facilitaram a locomoção e manuseio dos textos escritos. Já nos fins da Antiguidade, por volta de 404, São Jerônimo registrou uma extensa teoria sobre as formas pelas quais seria possível produzir um livro.


No período medieval, o acesso ao mundo letrado ficou praticamente restrito aos clérigos. Boa parte dos livros ficava enclausurada sob a proteção dos mosteiros e tinham sua sabedoria conservada pelo demorado trabalho de monges copistas. Nesse aspecto, é importante ressaltar que a Igreja teve um papel fundamental para que vários textos da cultura grega e romana fossem conservados. Em tal época, era comum que as chamadas iluminuras decorassem o rodapé e os parágrafos dos livros com belas imagens. 


Em 1454, o processo de fabricação e divulgação dos livros sofreu um salto qualitativo gigantesco com a invenção da prensa. Desenvolvida por Johannes Gutenberg, essa máquina permitia que o processo de fabricação dos livros fosse dinamizado. Apesar da importância do feito, observamos que na Idade Moderna a leitura e a escrita ainda se conservavam atreladas aos privilégios desfrutados pelas elites. Ler e escrever eram prazeres ainda destinados aos nobres e burgueses enriquecidos. 


O século XIX, como filho das inovações tecnológicas, marcou uma época de grandes produções. Vale frisar que o processo de liberalização dos Estados Nacionais teve grande influência na disseminação do ensino público e no consequente incremento do número de leitores. Com o barateamento dos custos de produção, a leitura passou a atingir grandes parcelas da população. A partir de então nasceram os famosos e ainda bastante procurados “best-sellers”.


Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/origem-doslivros.htm?_gl=1*1nkjchq*_ga*d0xxZE1OQW9lbkplUl9leGVIWldLNWpUR mw4cjRrN2x3OWhwRVJadDd6RGlBS2NPc1llYlAzX2I1cE9GLXRsNw..*_g a_PCH74EBZTB*MTc3MTg1NTI2My4xLjEuMTc3MTg1NTI2My4wLjAuM A

O principal objetivo do texto é:
Alternativas
Q3926040 Legislação de Trânsito
Situação hipotética: Durante uma viagem em uma rodovia de trânsito rápido, uma briga se inicia entre dois estudantes. Assertiva: A responsabilidade primária do motorista é parar o veículo imediatamente no acostamento, mesmo que seja um local sem refúgio, para intervir e separar a briga, priorizando a disciplina sobre a segurança do tráfego. 
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Q3926039 Legislação de Trânsito
A verificação da validade da carga e do lacre do extintor de incêndio do veículo de transporte escolar é uma responsabilidade exclusiva do monitor ou da equipe de manutenção da escola, não fazendo parte das atribuições do motorista durante o checklist diário.
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Q3926038 Mecânica de Autos
Ao descer um longo trecho de serra, a prática mais segura e recomendada para poupar os freios e economizar combustível é colocar o veículo em ponto morto (banguela), utilizando os freios de serviço apenas quando necessário.
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Q3926037 Legislação de Trânsito
Situação hipotética: Um veículo de transporte escolar de um município vizinho precisa buscar um aluno em Jacobina do Piauí para uma consulta médica em Teresina. Assertiva: Para realizar esse transporte específico, o veículo necessita de uma autorização especial ou licença do órgão de trânsito de Jacobina do Piauí, mesmo que não seja um serviço regular de rota no município.
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Q3926036 Noções de Primeiros Socorros
Caso um estudante desmaie dentro do ônibus em um dia de calor intenso, a conduta de primeiros socorros adequada é deitar a pessoa em local arejado, afrouxar suas roupas e elevar suas pernas acima do nível do coração para facilitar o retorno do sangue ao cérebro.
Alternativas
Q3926035 Legislação de Trânsito
Conforme a sinalização de trânsito, quando um agente de trânsito posiciona-se de lado para o fluxo de veículos e ergue o braço direito verticalmente com a palma da mão para a frente, ele está sinalizando ordem de diminuição da velocidade para os veículos que se aproximam.
Alternativas
Q3926034 Legislação de Trânsito
Para uma condução ambientalmente responsável, o motorista de transporte escolar deve evitar acelerações e frenagens bruscas, pois essa prática, além de desconfortável para os passageiros, aumenta significativamente o consumo de combustível e a emissão de gases poluentes.
Alternativas
Q3926033 Legislação de Trânsito
Situação hipotética: Em uma rota onde a legislação local exige a presença de um monitor, este falta ao serviço. Assertiva: O motorista age corretamente ao decidir realizar a viagem mesmo assim, a fim de não prejudicar os alunos, pois sua responsabilidade se limita à condução do veículo.
Alternativas
Respostas
4081: B
4082: A
4083: B
4084: C
4085: C
4086: B
4087: A
4088: C
4089: D
4090: C
4091: A
4092: B
4093: E
4094: E
4095: E
4096: C
4097: C
4098: E
4099: C
4100: E