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Q1163174 Matemática

Marque a alternativa que apresente o valor da expressão aritmética.


3/ 2 . ∜16 + [-12 + (3 - 6) 2 ]

Alternativas
Q1163170 Português

"Em 1987, eu trabalhava no Museu do Índio (FUNAI/RJ) quando participei da organização de um encontro de professores da etnia Karajá, reunindo representantes dos subgrupos Karajá, Javaé e Xambioá. Na preparação daquele encontro, que se realizaria em julho de 1988, na aldeia Karajá de Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal, visitei várias aldeias da etnia, inclusive aquelas mais ao norte, do subgrupo Xambioá. Ao chegar pela primeira vez na aldeia do PI Xambioá, já estudava a língua Karajá há algum tempo, tendo defendido no ano anterior minha dissertação de mestrado sobre aspectos da gramática dessa língua. Por isso, arrisquei-me a tentar conversar em Karajá com as crianças que vieram em um bando alegre me receber, quando o jipe da FUNAI, que me trazia, parou no posto indígena, próximo à aldeia.

- 'Aõhe!' saudei em Karajá. 'Dearã Marcus Maia wanire' , me apresentei. Imediatamente cessou a algazarra e fez-se um silêncio pesado entre os indiozinhos. Entreolhavam-se desconfiados e sérios. 'Kaiboho aõbo iny rybé tieryõtenyte?' Vocês não sabem a língua Karajá, perguntei. Ameninada, então, se afastou em retirada estratégica. Fui, em seguida, à casa de uma líder da comunidade, a Maria Floripes Txukodese Karajá, a Txukó, me apresentar. Lá, um dos meninos me respondeu: - 'A gente não fala essa gíria não, moço!' Outro, maiorzinho, concordou: - 'Na cidade, a gente diz que nem sabe de índio, que nem fala o indioma, senão o povo mexe com a gente' .O preconceito de que os indígenas brasileiros são alvo por parte de muitos brasileiros não indígenas é, sem dúvida, um dos fatores responsáveis pelo desprestígio, enfraquecimento e desaparecimento de muitas línguas indígenas no Brasil. Durante minha estada nas aldeias Xambioá, discuti com anciãos, lideranças, professores e alunos, a situação de perda da língua em relação a aldeias em que a língua e a cultura Karajá encontram-se ainda fortes. É interessante notar que, durante a minha temporada na aldeia, quando continuei sempre a exercitar o meu conhecimento da língua indígena, era frequentemente procurado por grupos de crianças e jovens, que vinham me mostrar palavras e frases que conheciam e testar o meu entendimento delas. Os mesmos meninos que haviam inicialmente demonstrado sentir vergonha de falar Karajá, dizendo-me nem conhecer 'aquela gíria' , assediavam-me agora, revelando um conhecimento latente da língua indígena muito maior do que eles próprios pareciam supor! Divertiam-se em demonstrar àquele tori (o não índio, na língua Karajá) que valorizava e tentava usar a língua Karajá que, na verdade, conheciam, sim, a língua indígena. Vários pais também vieram me relatar sua grande surpresa por verem as crianças curiosas, perguntando e se expressando na língua Karajá, não só pronunciando palavras e frases inteiras, como até ensaiando diálogos e narrativas tradicionais." ( .. . )

(Trecho retirado da introdução do livro - Manual de Linguística: subsídios para a formação de professores indígenas na área de linguagem. Maia 2006)

"O preconceito de que os indígenas brasileiros são alvo por parte de muitos brasileiros não indígenas é, SEM DÚVIDA, um dos fatores responsáveis pelo desprestígio, enfraquecimento e desaparecimento de muitas línguas indígenas no Brasil."


"SEM DÚVIDA" é classificado gramaticalmente como:

Alternativas
Q1163169 Português

"Em 1987, eu trabalhava no Museu do Índio (FUNAI/RJ) quando participei da organização de um encontro de professores da etnia Karajá, reunindo representantes dos subgrupos Karajá, Javaé e Xambioá. Na preparação daquele encontro, que se realizaria em julho de 1988, na aldeia Karajá de Santa Isabel do Morro, na Ilha do Bananal, visitei várias aldeias da etnia, inclusive aquelas mais ao norte, do subgrupo Xambioá. Ao chegar pela primeira vez na aldeia do PI Xambioá, já estudava a língua Karajá há algum tempo, tendo defendido no ano anterior minha dissertação de mestrado sobre aspectos da gramática dessa língua. Por isso, arrisquei-me a tentar conversar em Karajá com as crianças que vieram em um bando alegre me receber, quando o jipe da FUNAI, que me trazia, parou no posto indígena, próximo à aldeia.

- 'Aõhe!' saudei em Karajá. 'Dearã Marcus Maia wanire' , me apresentei. Imediatamente cessou a algazarra e fez-se um silêncio pesado entre os indiozinhos. Entreolhavam-se desconfiados e sérios. 'Kaiboho aõbo iny rybé tieryõtenyte?' Vocês não sabem a língua Karajá, perguntei. Ameninada, então, se afastou em retirada estratégica. Fui, em seguida, à casa de uma líder da comunidade, a Maria Floripes Txukodese Karajá, a Txukó, me apresentar. Lá, um dos meninos me respondeu: - 'A gente não fala essa gíria não, moço!' Outro, maiorzinho, concordou: - 'Na cidade, a gente diz que nem sabe de índio, que nem fala o indioma, senão o povo mexe com a gente' .O preconceito de que os indígenas brasileiros são alvo por parte de muitos brasileiros não indígenas é, sem dúvida, um dos fatores responsáveis pelo desprestígio, enfraquecimento e desaparecimento de muitas línguas indígenas no Brasil. Durante minha estada nas aldeias Xambioá, discuti com anciãos, lideranças, professores e alunos, a situação de perda da língua em relação a aldeias em que a língua e a cultura Karajá encontram-se ainda fortes. É interessante notar que, durante a minha temporada na aldeia, quando continuei sempre a exercitar o meu conhecimento da língua indígena, era frequentemente procurado por grupos de crianças e jovens, que vinham me mostrar palavras e frases que conheciam e testar o meu entendimento delas. Os mesmos meninos que haviam inicialmente demonstrado sentir vergonha de falar Karajá, dizendo-me nem conhecer 'aquela gíria' , assediavam-me agora, revelando um conhecimento latente da língua indígena muito maior do que eles próprios pareciam supor! Divertiam-se em demonstrar àquele tori (o não índio, na língua Karajá) que valorizava e tentava usar a língua Karajá que, na verdade, conheciam, sim, a língua indígena. Vários pais também vieram me relatar sua grande surpresa por verem as crianças curiosas, perguntando e se expressando na língua Karajá, não só pronunciando palavras e frases inteiras, como até ensaiando diálogos e narrativas tradicionais." ( .. . )

(Trecho retirado da introdução do livro - Manual de Linguística: subsídios para a formação de professores indígenas na área de linguagem. Maia 2006)

"O preconceito de que os indígenas brasileiros são alvo por parte de muitos brasileiros não indígenas é, SEM DÚVIDA, um dos fatores responsáveis pelo desprestígio, enfraquecimento e desaparecimento de muitas línguas indígenas no Brasil."


O autor faz uso do termo "SEM DÚVIDA" com a finalidade de:

Alternativas
Q1101953 História e Geografia de Estados e Municípios

Observe o brasão estampado na bandeira do município de Santa Bárbara.


Imagem associada para resolução da questão


Entre os elementos presentes no brasão que identificam as riquezas de Santa Bárbara, pode-se destacar

Alternativas
Q1101948 Português

No meio do caminho


 No meio do caminho tinha uma pedra  

tinha uma pedra no meio do caminho 

tinha uma pedra                                  

no meio do caminho tinha uma pedra.


          Nunca me esquecerei desse acontecimento

   na vida de minhas retinas tão fatigadas.

              Nunca me esquecerei que no meio do caminho

tinha uma pedra                                   

tinha uma pedra no meio do caminho 

no meio do caminho tinha uma pedra.

Disponível em:<https://www.culturagenial.com/poemas-decarlos-drummond-de-andrade/> . Acesso em: 5 nov. 2018.

Releia este trecho. “[...] na vida de minhas retinas tão fatigadas.


” Assinale a alternativa em que a palavra destacada não exerce a mesma função morfológica que “fatigadas” nesse trecho.

Alternativas
Q1101945 Português

Analise esta charge.


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Considerando a norma-padrão e o novo acordo ortográfico, qual palavra está escrita incorretamente?

Alternativas
Q1101944 Português
Nesse contexto, a palavra “ingerir” não pode ser substituída, sem que o sentido seja alterado, por
Alternativas
Q1101941 Português
Tendo em vista as regras de pontuação, é incorreto afirmar que, nesse texto,
Alternativas
Q1101940 Português

Analise as afirmativas a seguir.


I. A fala de Capixabinha quebra a expectativa do leitor quanto à resposta esperada à pergunta feita.

II. O texto é construído com base em regras de trânsito e em um problema social: assaltos.

III. Elementos verbais e não verbais constituem a estratégia argumentativa desse texto.

IV. Há elementos que permitem inferir que a situação se passa numa sala de aula.


Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q1101939 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Considerando a norma-padrão, o uso do pronome “me” em “Nunca deixe-me!” está

Alternativas
Q1088355 Matemática
Um professor tem muitas provas para corrigir. Pela manhã, ele corrigiu um quarto dessas provas, à tarde corrigiu um terço do que ficou faltando e à noite corrigiu as demais. Em relação ao total de provas, à noite ele corrigiu uma fração igual a
Alternativas
Q1088354 Matemática

A tabela a seguir mostra o treino de natação de um atleta.


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Analisando a tabela, conclui-se que nesses cinco dias de treino, o total de quilômetros e o tempo, em horas, que ele nadou foram, respectivamente,
Alternativas
Q1088353 Matemática
Um mapa do bairro onde mora Angélica foi feito de modo que a razão entre as medidas do mapa e as medidas reais é de 1 para 1000. Nesse mapa, a rua principal tem 23 cm. Conclui-se que o comprimento dessa rua, em metros, é igual a
Alternativas
Q1088352 Matemática
Um criador gastava 4 kg de ração cada vez que alimentava 160 coelhos. Após vender 100 coelhos, seu gasto com ração diminuiu. Mantendo a mesma quantidade de ração para alimentar os coelhos restantes, o consumo, em quilogramas, por refeição, passou a ser de
Alternativas
Q1088351 Matemática
André é 4 cm mais alto que seu pai. Alexandre é 2,5 cm mais baixo que seu avô, pai de André. Sabendo-se que Alexandre tem 1 metro e 72,5 cm, a altura de André é
Alternativas
Q1088350 Matemática

O triângulo a seguir tem um perímetro de 29,5 cm.


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O lado BC mede
Alternativas
Q1088349 Matemática
Ontem Arthur foi deitar-se às 21h15 sem jantar, pois estava muito cansado. Acordou e levantou-se às 3h15 e fez um lanchinho de 15 minutos. Voltou a deitar-se e só levantou às 8h45 da manhã. O tempo que Arthur ficou deitado foi
Alternativas
Q1088348 Matemática
Um estádio de futebol tem capacidade para 40 000 pessoas. Em metade desses lugares, o preço de cada assento é R$ 80,00. Do restante, três quartos custam R$ 100,00 cada um e os demais custam R$ 150,00 cada assento. Num jogo em que todos os ingressos foram vendidos, o total arrecadado, em milhões de reais, foi de
Alternativas
Q1088347 Matemática
Um casal tem dois filhos, Cláudio e Marisa. A razão entre as idades do pai e do filho e a razão entre as idades da mãe e da filha são proporcionais. Sendo a idade do pai 48, da mãe 42 e do filho 18 anos, a idade de Marisa está entre
Alternativas
Q1088346 Matemática
Em janeiro de 2017, Francisco tinha uma coleção com 86 selos. De fevereiro a julho de 2017, ele acrescentou 15 selos a cada mês. No começo de agosto, o número de selos de sua coleção totalizava
Alternativas
Respostas
17361: B
17362: C
17363: B
17364: C
17365: C
17366: C
17367: D
17368: A
17369: D
17370: D
17371: E
17372: C
17373: D
17374: C
17375: B
17376: E
17377: A
17378: E
17379: D
17380: A