Questões de Concurso Para auxiliar de serviços gerais

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Q3438876 Matemática
Um sabão em pó de 5 kg custa R$ 35,00. Qual é o preço de 1 kg desse sabão? 
Alternativas
Q3438875 Matemática
O zelador da escola precisa escolher um número que seja múltiplo de 4 e de 6 ao mesmo tempo. Qual dos números abaixo atende a essa condição?
Alternativas
Q3438874 Matemática
Dona Jurema precisa dividir igualmente 84 sabonetes entre 4 banheiros da escola. Quantos sabonetes cada banheiro vai receber?
Alternativas
Q3438873 Matemática
A escola comprou 6 vassouras para a limpeza. Cada vassoura custou R$ 17,00. Qual foi o valor total gasto com as vassouras?
Alternativas
Q3438872 Matemática
Seu João recebeu R$ 1.200,00 de pagamento. Ele gastou R$ 375,00 com contas da casa e R$ 298,00 com compras no mercado. Quanto sobrou do seu pagamento?
Alternativas
Q3438871 Matemática
Dona Marta trabalha como auxiliar de serviços gerais em uma escola. Em um dia, ela precisou varrer 3 corredores com 48 metros cada. Quantos metros Dona Marta varreu no total?
Alternativas
Q3438870 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

Qual alternativa apresenta o número de fonemas da palavra “processo”?
Alternativas
Q3438869 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

Das palavras abaixo, assinale aquela que segue as mesmas regras de acentuação gráfica da palavra “úmido”, presente no texto:
Alternativas
Q3438868 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

Assinale a opção que apresenta um sinônimo adequado ao contexto da palavra “interrompe” no trecho: “...ela interrompe o movimento dos cílios...” 
Alternativas
Q3438867 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).


De acordo com a recomendação de Iwasaki, qual faixa de umidade relativa deve ser mantida nos ambientes internos para favorecer a resposta imunológica?
Alternativas
Q3438866 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

Com base nas explicações da imunologista Akiko Iwasaki, pode-se inferir que o uso de lenços ou máscaras no frio ajuda na prevenção de infecções respiratórias porque:
Alternativas
Q3438865 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

 De acordo com o texto, o ar frio e seco prejudica o mecanismo de defesa respiratória porque:
Alternativas
Q3438864 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

Segundo o texto, qual é a função dos interferons, cuja produção é reduzida em temperaturas mais frias?
Alternativas
Q3438863 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.


Por que no clima frio é mais difícil para o corpo combater doenças respiratórias


“Pois a chegada do inverno resolve as doenças do verão, e a chegada do verão elimina as do inverno”, escreveu o homem considerado “o pai da medicina”, o médico e filósofo grego Hipócrates, em 400 a.C.


Esse relato é considerado o mais antigo estudo registrado sobre a variabilidade sazonal de uma doença, a saber, a gripe. Entretanto, o motivo pelo qual algumas doenças são periódicas foi um mistério que intrigou os cientistas até a era moderna.


Especialmente no inverno, o ar frio e seco e a falta de luz solar afetam negativamente nossa capacidade de evitar infecções respiratórias, como os vários tipos de vírus influenza, que causam a gripe ou o coronavírus da Convid-19.


Respirar um ar mais frio e seco de fato altera o funcionamento do sistema imunológico, afirma Akiko Iwasaki, imunologista da Universidade de Yale e pesquisadora do Howard Hughes Medical Institute, nos Estados Unidos.


Em um artigo de 2015, Iwasaki e seus colegas demonstraram que no clima frio as células que revestem as vias aéreas de camundongos produziam menos moléculas chamadas interferons quando estavam mais frias. Os interferons são uma classe de proteínas que soam o alarme de um vírus, chamando as células imunológicas, que com sorte, conseguem interromper o processo de infecção.


“Desde que esse estudo foi publicado, tenho dito aos meus filhos para usarem um lenço em volta do nariz — e atualmente, obviamente, máscaras – porque isso permite que a temperatura permaneça mais quente no nariz”, diz Iwasaki.


Mais recentemente, Iwasaki e sua equipe descobriram que a baixa umidade também pode diminuir a primeira linha de defesa do corpo: o muco nasal. As vias aéreas são revestidas com a substância viscosa (o muco) e, abaixo dela, com cílios, que servem como pequenas pás semelhantes a dedos usadas em todo o reino animal para se movimentar.


Esses dois componentes trabalham juntos como uma correia transportadora: O muco retém a sujeira e os cílios batem juntos para mover o muco para fora do corpo pelo nariz e pela boca. Alguém precisa de um lenço?


Esse processo é chamado de depuração mucociliar, e o ar frio e seco não é seu amigo. Como a baixa umidade, as camadas de muco ficam mais em nossos rostos e gargantas, ela interrompe o movimento dos cílios, tornando mais difícil para o corpo expulsar qualquer vírus invasor.


“Então, essas coisas acontecem quando inalamos ar seco e, combinadas com o ar frio, estamos realmente sobrecarregando a resposta imunológica do hospedeiro, de modo que não somos mais capazes de combater bem essas infecções virais”, explica Iwasaki.


 Iwasaki recomenda comprar um umidificador e manter sua casa com 40 a 60% de umidade. “Dessa forma, não apenas ajudamos nossa resposta imunológica aos patógenos, mas também, no ar úmido, as partículas que contêm vírus acumulam água”, diz ela. “Em vez de serem transportadas pelo ar, elas caem no chão.”


Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/06/por-queno-clima-frio-e-mais-dificil-para-o-corpo-combater-doencas-respiratorias (adaptado).

A partir das informações apresentadas no texto, pode-se deduzir que a relação entre o inverno e o aumento de infecções respiratórias se deve principalmente: 
Alternativas
Q3437669 Matemática
Em 2017, o CISBAF, buscando ofertar serviços de atenção especializada, criou o programa “Marque Fácil”, realizando em todo o município cerca de 292.000 atendimentos até o presente momento. Sabe-se que 189.800 atendimentos foram realizados para o público feminino e o restante para o público masculino. A porcentagem de atendimentos realizados a mulheres e homens correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3437668 Matemática
Em uma reunião do CISBAF, ficou acordado uma compra de macas hospitalares e cadeira de rodas para 2 hospitais de um certo município. Para o primeiro hospital, foram adquiridas 22 macas e 11 cadeiras de rodas total de R$ 121.000,00. Para o segundo hospital, foram adquiridas 12 macas e 20 cadeiras de rodas, totalizando um valor de R$ 82.800,00. Considerando os dados hipotéticos citados, é correto afirmar que o valor de uma maca hospitalar e uma cadeira de rodas correspondem, respectivamente, a:
Alternativas
Q3437667 Matemática
Para distribuir recursos de verbas para os 11 municípios do CISBAF, foi realizado o seguinte cálculo: considerando o valor inicial de R$ 2.000.000,00, subtraia R$ 253.750,00 de impostos e multiplique por 4 a quantia já sem impostos. Após o resultado da multiplicação, some mais R$ 396.000,00 de bonificação para a saúde e, após, divida por 11 para obter o valor que cada município irá receber. Considerando a situação hipotética, é correto afirmar que, após os cálculos, cada município receberá uma quantia de:
Alternativas
Q3437666 Raciocínio Lógico
Em uma reunião, o comitê organizador do CISBAF distribuiu, por ordem de chegada, a cada representante municipal, uma senha dada pela ordem a seguir: 

2, 6, 12, 20, 30, 42…

Sabendo-se que os números da sequência seguem um certo padrão lógico, é correto afirmar que a senha do décimo representante corresponde ao número: 
Alternativas
Q3437665 Português
Chico Buarque de Holanda


        Entrei num restaurante com uma amiga e logo deparei com Carlinhos Oliveira, o que me deu alegria. Olhei depois entorno. E quem é que eu vejo? Chico Buarque de Holanda. Eu disse para Carlinhos: quando meus filhos souberem que eu o vi, vão me respeitar mais. Então Carlinhos, que se sentara na nossa mesa, gritou:
       Chico! Ele veio, fui apresentada. Para a minha surpresa, ele disse: e eu que estive lendo você ontem! Chico é lindo e é tímido, e é triste. Ah, como eu gostaria de dizer-lhe alguma coisa – o quê? – que diminuísse a sua tristeza.
      Contei a meus dois filhos com quem eu estivera. E eles, se não me respeitam mais, ficaram boquiabertos. Então eu tive uma ideia e não sei se ela irá adiante; se for, contarei a vocês. Era chamar Chico e Carlinhos para me visitar em casa. Eu os verei de novo, e sobretudo meus filhos os verão. Falei dessa ideia e um de meus filhos disse que não queria. Perguntei por quê. Respondeu: porque ele é uma personalidade. Eu lhe disse: mas você também é, aos sete anos de idade ouvia tudo de Beethoven que tínhamos e pedia mais, tanto gostava e sentia e entendia.
      Mas quero respeitar meu filho. Disse-lhe: se eu convidar Chico, se ele vier, você só aperta a mão dele e, se quiser, sai da sala.
   Também achei Carlinhos triste. Perguntei: porque estamos tão tristes? Respondeu: é assim mesmo.
      É assim mesmo.


(LISPECTOR, Clarice. Chico Buarque de Holanda. Publicada, originalmente, no Jornal do Brasil, de 04/02/1968. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)


No trecho “Para a minha surpresa, ele disse: e eu que estive lendo você ontem!” (1º§), a palavra grifada recebe acento por ser oxítona. Assinale a alternativa cuja palavra em destaque recebe acento por fazer parte do mesmo grupo. 
Alternativas
Q3437664 Português
Chico Buarque de Holanda


        Entrei num restaurante com uma amiga e logo deparei com Carlinhos Oliveira, o que me deu alegria. Olhei depois entorno. E quem é que eu vejo? Chico Buarque de Holanda. Eu disse para Carlinhos: quando meus filhos souberem que eu o vi, vão me respeitar mais. Então Carlinhos, que se sentara na nossa mesa, gritou:
       Chico! Ele veio, fui apresentada. Para a minha surpresa, ele disse: e eu que estive lendo você ontem! Chico é lindo e é tímido, e é triste. Ah, como eu gostaria de dizer-lhe alguma coisa – o quê? – que diminuísse a sua tristeza.
      Contei a meus dois filhos com quem eu estivera. E eles, se não me respeitam mais, ficaram boquiabertos. Então eu tive uma ideia e não sei se ela irá adiante; se for, contarei a vocês. Era chamar Chico e Carlinhos para me visitar em casa. Eu os verei de novo, e sobretudo meus filhos os verão. Falei dessa ideia e um de meus filhos disse que não queria. Perguntei por quê. Respondeu: porque ele é uma personalidade. Eu lhe disse: mas você também é, aos sete anos de idade ouvia tudo de Beethoven que tínhamos e pedia mais, tanto gostava e sentia e entendia.
      Mas quero respeitar meu filho. Disse-lhe: se eu convidar Chico, se ele vier, você só aperta a mão dele e, se quiser, sai da sala.
   Também achei Carlinhos triste. Perguntei: porque estamos tão tristes? Respondeu: é assim mesmo.
      É assim mesmo.


(LISPECTOR, Clarice. Chico Buarque de Holanda. Publicada, originalmente, no Jornal do Brasil, de 04/02/1968. Disponível em: https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/. Acesso em: maio de 2025. Adaptado.)


Há, no texto em análise, uma palavra que contém erro ortográfico proposital. Assinale, a seguir, a alternativa que identifica essa palavra, bem como sua respectiva correção. 
Alternativas
Respostas
4081: A
4082: B
4083: B
4084: B
4085: A
4086: A
4087: C
4088: D
4089: C
4090: B
4091: A
4092: D
4093: C
4094: C
4095: A
4096: C
4097: B
4098: D
4099: B
4100: D