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Os sinais clínicos e sintomas da gengivite induzida por placa bacteriana, que podem variar entre pacientes, incluem eritema, sangramento, edema, profundidades de sondagem aumentadas e perda de inserção.
Fatores locais ou sistêmicos podem modificar o estado inflamatório da gengiva de pacientes portadores de gengivite quando esta é induzida somente pela placa bacteriana.
A gengivite ulcerativa necrosante é caracterizada clinicamente por necrose das papilas interdentais. Essas lesões na gengiva são indolores.
A inflamação gengival em indivíduo com diabetes não controlada é normalmente maior que em indivíduo portador de diabetes que esteja controlada.
A prevalência e a gravidade da gengivite associada a gravidez aumentam durante o segundo e terceiro trimestres de gestação.
A fluorose dentária decorre do efeito tópico do flúor em contato com os dentes.
Nos países tropicais, como o Brasil, por exemplo, a concentração ótima de flúor na água de abastecimento público da maioria das cidades é igual a 1,7 ppm (mg/L).
Administrado frequentemente, o flúor pode acumular-se no biofilme dental na forma de íons livres ou ligado na matriz extracelular.
Dados epidemiológicos obtidos nas últimas décadas indicam aumento da prevalência de fluorose nas diferentes populações mundiais.
A concentração de flúor nas camadas superficiais do esmalte aumenta à medida que o processo de desmineralização e remineralização ocorre.
De acordo com a teoria ecológica do biofilme dental, o desenvolvimento da cárie deve-se à mudança ambiental que, ocorrida na placa dental, provoca o desequilíbrio da microbiota residente, o que favorece a proliferação de espécies gram- negativas.
Evidências científicas têm demonstrado que o consumo frequente de carboidratos fermentáveis está associado ao aumento da prevalência dessa doença.
O efeito protetor da saliva deve-se exclusivamente ao fato de o fluxo salivar remover microrganismos e seus produtos metabólicos.
A desnutrição, assim como a bulimia e a anorexia nervosa, pode, em períodos longos, reduzir o fluxo salivar, o que torna a dentição suscetível à cárie.
Estudos recentes têm demonstrado não haver diferenças na composição do biofilme subgengival de indivíduos fumantes e não fumantes.
Para que um patógeno periodontal cause doença, é necessário que ele adira aos diferentes tecidos que constituem o hábitat periodontal.
O coco gram-negativo denominado cientificamente Aggregatibacter actinomycetemcomitans está associado, de acordo com evidências científicas, à periodontite agressiva.
O biofilme subgengival, presente em bolsas periodontais, pode conter grandes quantidades de espiroquetas e bactérias flageladas.
O envelhecimento aumenta a suscetibilidade do indivíduo para a doença periodontal crônica.
O aumento do nível de inflamação da gengiva está relacionado ao aumento de formação de biofilme.