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Q1801618 Enfermagem
Medicamentos feitos a partir de folhas, sementes, cascas, frutos e flores são sucesso de crítica e público há milênios e constituem parte importante da cultura de diversos povos. O Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos no Sistema Único de Saúde (SUS). São propostas do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, EXCETO:
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Q1801617 Enfermagem
A Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora tem como finalidade definir os princípios, as diretrizes e as estratégias a serem observadas pelas três esferas de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS). Quanto aos objetivos da Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Q1801606 Matemática
Em uma conferência de jogos eletrônicos foram entrevistados 350 participantes sobre os jogos praticados habitualmente. Foram três os jogos escolhidos para a pesquisa: Sonic, Mario Bros e Futebol. O resultado obtido informa que: 
• 150 participantes jogam Sonic;  • 180 participantes jogam Futebol; • 50 participantes já jogaram todos os três jogos;  • 65 participantes jogaram Mario Bros e Sonic; • 75 participantes jogaram Sonic e Futebol; • 75 participantes jogaram exclusivamente Futebol; e, • 80 participantes consomem exclusivamente Sonic.


Com base nessas informações, qual é o número de participantes que jogam apenas Mario Bros? 

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Q1801604 Matemática

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Sendo x o determinante de B, pode-se concluir que a expressão: x² + x é igual a:

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Q1801603 Matemática
Em uma lavanderia com 15 funcionários são lavadas 1.800 peças de roupa em 24 horas. Qual deverá ser o número de funcionários, igualmente eficientes para que a lavanderia consiga lavar 3.600 peças em 20 horas?
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Q1801602 Raciocínio Lógico
Considerando que os números relacionados possuem lógica numérica (3, 2, 9, 4, 27, 8, 81, 16, 243, x), qual é o valor de x?
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Q1801601 Noções de Informática
Leia e analise o trecho a seguir, retirado do Edital nº 01, de 10 de Junho de 2019, do Concurso da Prefeitura Municipal de Pitangueiras.
“O Concurso Público se destina ao provimento de 43 vagas para cargos de Nível Superior, 7 vagas para cargos de Nível Médio Técnico, 40 vagas para os cargos de Nível Médio, 6 vagas para os cargos de Nível Fundamental Completo e 12 vagas para o cargo de Nível Fundamental Incompleto, além de formação de cadastro de reserva para atendimento a novas vagas que vierem a surgir durante a validade do concurso público.”
Observe que trata-se de um parágrafo no qual algumas palavras estão destacadas em negrito. Para isso, deve-se selecionar palavra por palavra e aplicar o negrito, ou ainda selecionar todas as palavras de uma única vez e aplicar a formatação desejada. “Para selecionar palavras alternadas em um texto, seleciona-se uma palavra e pressiona-se a tecla __________ mantendo-a pressionada para selecionar as demais palavras e, assim, aplicar a formatação desejada. Deve-se utilizar como base o Microsoft Word 2013, Configuração Local, Idioma Português-Brasil.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
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Q1801595 Português
Texto para responder à questão.

A produção de si como mercadoria nas redes sociais

    Estudar a história do trabalho, das indústrias e das corporações nos ajudaria a entender a história do poder econômico e, por conseguinte, a história de nossas vidas submetidas àqueles que controlam a possibilidade de nossa sobrevivência.
    As formas de organização da produção industrial a que se deu o nome de fordismo, taylorismo e toyotismo, definiram não apenas o modo de fazer, mas o modo de ser da vida em geral submetida ao controle pela produção. Aqueles modos de organização sempre visaram baixar custos enquanto promoviam altos índices de produtividade. Todos, certamente, sempre se preocuparam pouco com as pessoas que trabalhavam nas fábricas ou nas empresas. Eram sistemas bastante frustrantes para pessoas que não queriam ser tratadas como robôs.
    No taylorismo e no fordismo, as pessoas faziam uma única atividade no processo produtivo, eram remuneradas por produtividade e individualmente. A superprodução levava a estoques gigantes e lucros enormes. Foi Ford que acrescentou a esteira rolante que economizava tempo dentro da fábrica para incrementar o processo de produção em grande escala. Tempos modernos de Chaplin fez a sátira disso tudo.
    O toyotismo, que surgiu na fábrica do carro japonês, tem algumas diferenças: o trabalho antes individual, agora é em equipe. Uma pessoa não tem mais uma única atividade repetitiva, ela deve saber fazer tudo. Deve-se evitar todo tipo de desperdício. Retira-se o estoque e se entrega às demandas. Em épocas de crise se produz conforme o consumo.
    Em qualquer desses casos, as pessoas sempre são bens bastante descartáveis. Um produtor vale tanto quanto sua produtividade. Ou menos do que ela, já que pode ser substituído. Não há nenhuma novidade nisso. Só não se submete a isso quem, em vez de ser operário comandado por meios de produção, é o dono dos meios de produção. Essa lógica das fábricas é espelho da lógica da vida e atinge todas as instituições.
    A produção de coisas, sejam carros ou telefones celulares, panelas ou cosméticos, depende de operadores de produção, ora humanos, ora robôs.
    Do mesmo modo quando se trata de “meios de produção da linguagem”. Pensemos no conteúdo da internet, lotada de produção de material comunicacional ou anticomunicacional por pessoas que participam do meio apenas porque desejam. Mas será que é desejo mesmo o que nos faz participar de redes sociais?
    Coloco essas questões porque gostaria de pensar no tipo de trabalho que temos nasredes sociais. É inegável que as redes sociais oferecem algum tipo de diversão às pessoas, então, parece que não estamos trabalhando. Trata-se, nesse caso, de uma indústria do entretenimento. 
E é evidente que elas também se oferecem como meios de comunicação.
    Mas é a dimensão do trabalho que me interessa entender. Quanto tempo gastamos diariamente nesses meios? O que somos obrigados a fazer para sobreviver neles? Somos submetidos aos parâmetros taylor-fordistas nas redes sociais? Ou aos toyotistas? Que esforços, que tensões enfrentamos quando deles queremos participar? Podemos viver fora deles sem culpa? Há espertos que se aproveitam dele para jogos de poder? Há pessoas neles capazes de cometer violência? Para que são usadas as redes? Qual o papel da comunicação violenta nas redes?
Há pessoas que trabalham para as redes e são remuneradas por seu trabalho. Há mercado negro nas redes, há trabalho ilegal e dinheiro sujo, há milícias midiáticas ocupadas em enganar, mentir, destruir reputações, há pessoas cometendo crimes, aliciando pessoas mentalmente precárias, roubando e assaltando virtualmente. Não estou mencionando esses aspectos para dizer que as redes são más, não é isso. Temos que entender que as redes são “medialidades”, são meios sobre os quais fazemos escolhas. Meios que nós movimentamos? Ou eles nos movimentam? Dançamos conforme a música nas redes? [...]
    O tempo, a privacidade, a vida íntima, familiar, o que estiver a mão, é transformado em mercadoria. É o triunfo da lógica da mercadoria. 
    Há ainda o aspecto da produção da subjetividade por meio da transformação da subjetividade em mercadoria. Um dos pontos altos dessa produção passa pela imagem de si nas redes, imagens como selfies, imagens como paisagens, imagens como frases feitas e formulações instantâneas com alto teor de impacto ou “lacrações”.
    Em termos simples, cada um está produzindo e vendendo a si mesmo. Ao mesmo tempo, em não sendo dono dos meios de produção de si, cada um se produz a partir de uma fórmula pronta dada pelo funcionamento do aparelho. Cada um é uma espécie de “consumidor consumido”, para lembrar Vilém Flusser.

(Marcia Tiburi. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/producao-de-si-mercadoriaredes-sociais/. Acesso em: 08/05/2019. Adaptado.)
No período “Estudar a história do trabalho, das indústrias e das corporações nos ajudaria a entender a história do poder econômico e, por conseguinte, a história de nossas vidas submetidas àqueles que controlam a possibilidade de nossa sobrevivência.” (1º§), o sentido produzido pela forma verbal em destaque, no contexto, indica:
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Q1801591 Português
Texto para responder à questão.

A produção de si como mercadoria nas redes sociais

    Estudar a história do trabalho, das indústrias e das corporações nos ajudaria a entender a história do poder econômico e, por conseguinte, a história de nossas vidas submetidas àqueles que controlam a possibilidade de nossa sobrevivência.
    As formas de organização da produção industrial a que se deu o nome de fordismo, taylorismo e toyotismo, definiram não apenas o modo de fazer, mas o modo de ser da vida em geral submetida ao controle pela produção. Aqueles modos de organização sempre visaram baixar custos enquanto promoviam altos índices de produtividade. Todos, certamente, sempre se preocuparam pouco com as pessoas que trabalhavam nas fábricas ou nas empresas. Eram sistemas bastante frustrantes para pessoas que não queriam ser tratadas como robôs.
    No taylorismo e no fordismo, as pessoas faziam uma única atividade no processo produtivo, eram remuneradas por produtividade e individualmente. A superprodução levava a estoques gigantes e lucros enormes. Foi Ford que acrescentou a esteira rolante que economizava tempo dentro da fábrica para incrementar o processo de produção em grande escala. Tempos modernos de Chaplin fez a sátira disso tudo.
    O toyotismo, que surgiu na fábrica do carro japonês, tem algumas diferenças: o trabalho antes individual, agora é em equipe. Uma pessoa não tem mais uma única atividade repetitiva, ela deve saber fazer tudo. Deve-se evitar todo tipo de desperdício. Retira-se o estoque e se entrega às demandas. Em épocas de crise se produz conforme o consumo.
    Em qualquer desses casos, as pessoas sempre são bens bastante descartáveis. Um produtor vale tanto quanto sua produtividade. Ou menos do que ela, já que pode ser substituído. Não há nenhuma novidade nisso. Só não se submete a isso quem, em vez de ser operário comandado por meios de produção, é o dono dos meios de produção. Essa lógica das fábricas é espelho da lógica da vida e atinge todas as instituições.
    A produção de coisas, sejam carros ou telefones celulares, panelas ou cosméticos, depende de operadores de produção, ora humanos, ora robôs.
    Do mesmo modo quando se trata de “meios de produção da linguagem”. Pensemos no conteúdo da internet, lotada de produção de material comunicacional ou anticomunicacional por pessoas que participam do meio apenas porque desejam. Mas será que é desejo mesmo o que nos faz participar de redes sociais?
    Coloco essas questões porque gostaria de pensar no tipo de trabalho que temos nasredes sociais. É inegável que as redes sociais oferecem algum tipo de diversão às pessoas, então, parece que não estamos trabalhando. Trata-se, nesse caso, de uma indústria do entretenimento. 
E é evidente que elas também se oferecem como meios de comunicação.
    Mas é a dimensão do trabalho que me interessa entender. Quanto tempo gastamos diariamente nesses meios? O que somos obrigados a fazer para sobreviver neles? Somos submetidos aos parâmetros taylor-fordistas nas redes sociais? Ou aos toyotistas? Que esforços, que tensões enfrentamos quando deles queremos participar? Podemos viver fora deles sem culpa? Há espertos que se aproveitam dele para jogos de poder? Há pessoas neles capazes de cometer violência? Para que são usadas as redes? Qual o papel da comunicação violenta nas redes?
Há pessoas que trabalham para as redes e são remuneradas por seu trabalho. Há mercado negro nas redes, há trabalho ilegal e dinheiro sujo, há milícias midiáticas ocupadas em enganar, mentir, destruir reputações, há pessoas cometendo crimes, aliciando pessoas mentalmente precárias, roubando e assaltando virtualmente. Não estou mencionando esses aspectos para dizer que as redes são más, não é isso. Temos que entender que as redes são “medialidades”, são meios sobre os quais fazemos escolhas. Meios que nós movimentamos? Ou eles nos movimentam? Dançamos conforme a música nas redes? [...]
    O tempo, a privacidade, a vida íntima, familiar, o que estiver a mão, é transformado em mercadoria. É o triunfo da lógica da mercadoria. 
    Há ainda o aspecto da produção da subjetividade por meio da transformação da subjetividade em mercadoria. Um dos pontos altos dessa produção passa pela imagem de si nas redes, imagens como selfies, imagens como paisagens, imagens como frases feitas e formulações instantâneas com alto teor de impacto ou “lacrações”.
    Em termos simples, cada um está produzindo e vendendo a si mesmo. Ao mesmo tempo, em não sendo dono dos meios de produção de si, cada um se produz a partir de uma fórmula pronta dada pelo funcionamento do aparelho. Cada um é uma espécie de “consumidor consumido”, para lembrar Vilém Flusser.

(Marcia Tiburi. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/producao-de-si-mercadoriaredes-sociais/. Acesso em: 08/05/2019. Adaptado.)
O emprego do acento indicativo de crase em “Retira-se o estoque e se entrega às demandas.” (4º§) justifica-se pelo mesmo motivo apresentado no emprego do acento grave em:
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Q1801589 Português
Texto para responder à questão.

A produção de si como mercadoria nas redes sociais

    Estudar a história do trabalho, das indústrias e das corporações nos ajudaria a entender a história do poder econômico e, por conseguinte, a história de nossas vidas submetidas àqueles que controlam a possibilidade de nossa sobrevivência.
    As formas de organização da produção industrial a que se deu o nome de fordismo, taylorismo e toyotismo, definiram não apenas o modo de fazer, mas o modo de ser da vida em geral submetida ao controle pela produção. Aqueles modos de organização sempre visaram baixar custos enquanto promoviam altos índices de produtividade. Todos, certamente, sempre se preocuparam pouco com as pessoas que trabalhavam nas fábricas ou nas empresas. Eram sistemas bastante frustrantes para pessoas que não queriam ser tratadas como robôs.
    No taylorismo e no fordismo, as pessoas faziam uma única atividade no processo produtivo, eram remuneradas por produtividade e individualmente. A superprodução levava a estoques gigantes e lucros enormes. Foi Ford que acrescentou a esteira rolante que economizava tempo dentro da fábrica para incrementar o processo de produção em grande escala. Tempos modernos de Chaplin fez a sátira disso tudo.
    O toyotismo, que surgiu na fábrica do carro japonês, tem algumas diferenças: o trabalho antes individual, agora é em equipe. Uma pessoa não tem mais uma única atividade repetitiva, ela deve saber fazer tudo. Deve-se evitar todo tipo de desperdício. Retira-se o estoque e se entrega às demandas. Em épocas de crise se produz conforme o consumo.
    Em qualquer desses casos, as pessoas sempre são bens bastante descartáveis. Um produtor vale tanto quanto sua produtividade. Ou menos do que ela, já que pode ser substituído. Não há nenhuma novidade nisso. Só não se submete a isso quem, em vez de ser operário comandado por meios de produção, é o dono dos meios de produção. Essa lógica das fábricas é espelho da lógica da vida e atinge todas as instituições.
    A produção de coisas, sejam carros ou telefones celulares, panelas ou cosméticos, depende de operadores de produção, ora humanos, ora robôs.
    Do mesmo modo quando se trata de “meios de produção da linguagem”. Pensemos no conteúdo da internet, lotada de produção de material comunicacional ou anticomunicacional por pessoas que participam do meio apenas porque desejam. Mas será que é desejo mesmo o que nos faz participar de redes sociais?
    Coloco essas questões porque gostaria de pensar no tipo de trabalho que temos nasredes sociais. É inegável que as redes sociais oferecem algum tipo de diversão às pessoas, então, parece que não estamos trabalhando. Trata-se, nesse caso, de uma indústria do entretenimento. 
E é evidente que elas também se oferecem como meios de comunicação.
    Mas é a dimensão do trabalho que me interessa entender. Quanto tempo gastamos diariamente nesses meios? O que somos obrigados a fazer para sobreviver neles? Somos submetidos aos parâmetros taylor-fordistas nas redes sociais? Ou aos toyotistas? Que esforços, que tensões enfrentamos quando deles queremos participar? Podemos viver fora deles sem culpa? Há espertos que se aproveitam dele para jogos de poder? Há pessoas neles capazes de cometer violência? Para que são usadas as redes? Qual o papel da comunicação violenta nas redes?
Há pessoas que trabalham para as redes e são remuneradas por seu trabalho. Há mercado negro nas redes, há trabalho ilegal e dinheiro sujo, há milícias midiáticas ocupadas em enganar, mentir, destruir reputações, há pessoas cometendo crimes, aliciando pessoas mentalmente precárias, roubando e assaltando virtualmente. Não estou mencionando esses aspectos para dizer que as redes são más, não é isso. Temos que entender que as redes são “medialidades”, são meios sobre os quais fazemos escolhas. Meios que nós movimentamos? Ou eles nos movimentam? Dançamos conforme a música nas redes? [...]
    O tempo, a privacidade, a vida íntima, familiar, o que estiver a mão, é transformado em mercadoria. É o triunfo da lógica da mercadoria. 
    Há ainda o aspecto da produção da subjetividade por meio da transformação da subjetividade em mercadoria. Um dos pontos altos dessa produção passa pela imagem de si nas redes, imagens como selfies, imagens como paisagens, imagens como frases feitas e formulações instantâneas com alto teor de impacto ou “lacrações”.
    Em termos simples, cada um está produzindo e vendendo a si mesmo. Ao mesmo tempo, em não sendo dono dos meios de produção de si, cada um se produz a partir de uma fórmula pronta dada pelo funcionamento do aparelho. Cada um é uma espécie de “consumidor consumido”, para lembrar Vilém Flusser.

(Marcia Tiburi. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/producao-de-si-mercadoriaredes-sociais/. Acesso em: 08/05/2019. Adaptado.)
Em “As formas de organização da produção industrial a que se deu o nome de fordismo, taylorismo e toyotismo, definiram não apenas o modo de fazer, mas o modo de ser da vida em geral submetida ao controle pela produção.” (2º§), o verbo grifado exige o mesmo tipo de complemento empregado em:
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Q1743592 Odontologia
A varicela é uma doença eruptiva benigna altamente contagiosa, atingindo com frequência elevada as crianças. Sobre essa doença, é possível afirmar:
Alternativas
Q1743591 Odontologia
Em relação aos efeitos adversos de antimicrobianos comumente utilizados em Odontologia e observados com frequência, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira: Primeira coluna: ( A ) Penicilinas ( B ) Tetraciclinas ( C ) Metronidazol ( D ) Clindamicina Segunda coluna: ( ) Intolerância gastrointestinal e gosto metálico desagradável. ( ) Dor epigástrica e hipoplasia dentária em crianças. ( ) Náusea e diarreia. ( ) Reações de hipersensibilidade e náusea. Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas:
Alternativas
Q1743590 Odontologia
De acordo com o gerenciamento de resíduos em serviços odontológicos, o remanescente de tubetes de anestésicos deve ser manejado como resíduo de que tipo:
Alternativas
Q1743589 Odontologia
Para a elaboração de planejamento integrado em Odontologia, pode-se seguir um roteiro pré-estabelecido que leva em consideração uma sequência lógica de procedimentos. Sendo assim, analise as afirmativas abaixo e assinale a correta:
Alternativas
Q1743588 Odontologia
Em relação às contraindicações de exodontias, é possível afirmar:
Alternativas
Q1743587 Odontologia
Os sistemas adesivos odontológicos propiciam uma série de vantagens para o cirurgião-dentista. Sobre as vantagens de uso desses materiais, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1743586 Odontologia
Em relação às propriedades dos cimentos de ionômero de vidro, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira: Primeira coluna: ( A ) Adesividade à estrutura dental ( B ) Liberação de flúor ( C ) Compatibilidade biológica ( D ) Resistência à tração ( E ) Coeficiente de expansão térmica Segunda coluna: ( ) Maior ação nas primeiras 24-48 horas. ( ) Rápida precipitação do ácido poliacrílico pelos íons cálcio dos túbulos dentinários. ( ) Possibilita maior vedamento marginal ao longo do tempo. ( ) União dos grupos carboxílicos do cimento e do dente. ( ) Importante propriedade para indicar o material como base. Assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas:
Alternativas
Q1743585 Odontologia
Analise as afirmativas abaixo sobre urgências em Endodontia e identifique as corretas: I- O exame radiográfico deve ser realizado sistematicamente e, se necessário, complementado por uma tomografia computadorizada. II- Para garantir que o diagnóstico será necessário, deve-se realizar anamnese e exame clínico visual e testes de sensibilidade. III- Casos de hipersensibilidade dentinária deverão ser imediatamente tratados por meio de pulpectomia. IV- Em dentes com pulpite reversível, pode-se solucionar o caso com remoção do tecido cariado e aplicação de curativo com cimento à base de óxido de zinco e eugenol. V- Em casos de hipersensibilidade dentinária, pode-se iniciar o tratamento com aplicação profissional de Nitrato de Potássio e uso de dentifrícios dessensibilizantes pelo paciente. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q1743584 Odontologia
Trata-se de uma lesão comum na mucosa bucal causada pela ruptura de um ducto de glândula salivar e consequente derramamento de mucina para o interior dos tecidos moles circunjacentes. Esse tipo de lesão, quando localizada no soalho da cavidade bucal, chama-se:
Alternativas
Q1743583 Odontologia
Criança de 2 anos de idade apresenta lesões na pele e na boca causadas por estreptococos beta-hemolíticos do grupo A, que produzem uma toxina eritrogênica. Depois do período de incubação de dois a quatro dias, a doença apresentou-se com febre (39-40º), calafrios, dor de cabeça, mal-estar, náusea, vômito, faringite e linfadenopatia submandibular. Assinale a alternativa correta em relação ao nome dessa doença:
Alternativas
Respostas
10381: D
10382: D
10383: C
10384: C
10385: D
10386: A
10387: B
10388: B
10389: D
10390: D
10391: E
10392: C
10393: E
10394: A
10395: E
10396: B
10397: D
10398: A
10399: D
10400: D