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Leia o texto a seguir.

Disponível em: https://ar.pinterest.com/pin/554505772854187206/. Acesso
em: 27 nov. 2025.
Na tirinha, a professora apresenta a conjugação do verbo “confiar”, e a personagem Mafalda comenta, em seguida: “Que bando de ingênuos, não é?”. O comentário utiliza o substantivo coletivo “bando” em referência aos sujeitos conjugados e cria um efeito de sentido figurado ao
Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Sobre a morte e o morrer
Rubem Alves
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.
Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: “O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?”. O médico olhou-o com olhar severo e disse: “O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?”.
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que frequentemente se dá o nome de ética.
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
ALVES, Rubens. Literatura, crônicas e ensaios: “Sobre a morte e o morrer”, uma crônica de Rubem Alves. Disponível em: https://www.revistaprosaversoearte.com/sobre-morte-e-o-morrer-rubem-alves/. Acesso em: 27 nov. 2025.
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Texto 3
Sobre a morte e o morrer
Rubem Alves
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.
Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: “O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?”. O médico olhou-o com olhar severo e disse: “O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?”.
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que frequentemente se dá o nome de ética.
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
ALVES, Rubens. Literatura, crônicas e ensaios: “Sobre a morte e o morrer”, uma crônica de Rubem Alves. Disponível em: https://www.revistaprosaversoearte.com/sobre-morte-e-o-morrer-rubem-alves/. Acesso em: 27 nov. 2025.
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Texto 3
Sobre a morte e o morrer
Rubem Alves
Mas tenho muito medo do morrer. O morrer pode vir acompanhado de dores, humilhações, aparelhos e tubos enfiados no meu corpo, contra a minha vontade, sem que eu nada possa fazer, porque já não sou mais dono de mim mesmo; solidão, ninguém tem coragem ou palavras para, de mãos dadas comigo, falar sobre a minha morte, medo de que a passagem seja demorada. Bom seria se, depois de anunciada, ela acontecesse de forma mansa e sem dores, longe dos hospitais, em meio às pessoas que se ama, em meio a visões de beleza.
Mas a medicina não entende. Um amigo contou-me dos últimos dias do seu pai, já bem velho. As dores eram terríveis. Era-lhe insuportável a visão do sofrimento do pai. Dirigiu-se, então, ao médico: “O senhor não poderia aumentar a dose dos analgésicos, para que meu pai não sofra?”. O médico olhou-o com olhar severo e disse: “O senhor está sugerindo que eu pratique a eutanásia?”.
Há dores que fazem sentido, como as dores do parto: uma vida nova está nascendo. Mas há dores que não fazem sentido nenhum. Seu velho pai morreu sofrendo uma dor inútil. Qual foi o ganho humano? Que eu saiba, apenas a consciência apaziguada do médico, que dormiu em paz por haver feito aquilo que o costume mandava; costume a que frequentemente se dá o nome de ética.
Confesso que, na minha experiência de ser humano, nunca me encontrei com a vida sob a forma de batidas de coração ou ondas cerebrais. A vida humana não se define biologicamente. Permanecemos humanos enquanto existe em nós a esperança da beleza e da alegria. Morta a possibilidade de sentir alegria ou gozar a beleza, o corpo se transforma numa casca de cigarra vazia.
ALVES, Rubens. Literatura, crônicas e ensaios: “Sobre a morte e o morrer”, uma crônica de Rubem Alves. Disponível em: https://www.revistaprosaversoearte.com/sobre-morte-e-o-morrer-rubem-alves/. Acesso em: 27 nov. 2025.
Leia o texto a seguir.

Disponível em: https://grandesnomesdapropaganda.com.br/agencias/meneportella-publicidade-cria-campanha-de-impacto-para-o-detran-de-goias/. Acesso em: 27 nov. 2025.
O texto da campanha utiliza verbos no modo imperativo. Nos enunciados “Se beber, não dirija” e “Use o cinto de segurança”, o emprego desses verbos contribui para
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/587508713886941412/. Acesso em: 25 nov. 2025.
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/587508713886941412/. Acesso em: 25 nov. 2025.
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Educação no Brasil: 4,2 milhões de alunos em atraso escolar
O Brasil tem avançado nos indicadores de educação, mas ainda convive com um desafio persistente: 4,2 milhões de estudantes estão dois anos ou mais atrasados em relação à série ideal para sua idade, segundo análise do Censo Escolar 2024 realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Esse número representa 12,5% das matrículas da educação básica em todo o país. Embora alto, o índice mostra queda em comparação a 2023, quando a distorção idade-série atingia 13,4%. O dado revela que políticas e ações locais têm surtido efeito, mas também que os obstáculos para garantir a permanência escolar ainda são significativos.
A pesquisa mostra que o atraso escolar não é homogêneo.
Entre estudantes negros, 15,2% apresentam defasagem, percentual quase duas vezes maior que o dos brancos (8,1%).
A desigualdade também se expressa entre gêneros: 14,6% dos meninos estão atrasados, frente a 10,3% das meninas.
Essas disparidades revelam que a questão vai além da sala de aula e está enraizada em fatores sociais e estruturais. O atraso escolar é reflexo de contextos de desigualdade que afetam principalmente jovens negros, pobres e moradores de regiões mais vulneráveis.
Disponível em:
https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/educacao-no-brasil-42- milhoes-de-alunos-em-atraso-escolar. Acesso em: 25 nov. 2025
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Educação no Brasil: 4,2 milhões de alunos em atraso escolar
O Brasil tem avançado nos indicadores de educação, mas ainda convive com um desafio persistente: 4,2 milhões de estudantes estão dois anos ou mais atrasados em relação à série ideal para sua idade, segundo análise do Censo Escolar 2024 realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Esse número representa 12,5% das matrículas da educação básica em todo o país. Embora alto, o índice mostra queda em comparação a 2023, quando a distorção idade-série atingia 13,4%. O dado revela que políticas e ações locais têm surtido efeito, mas também que os obstáculos para garantir a permanência escolar ainda são significativos.
A pesquisa mostra que o atraso escolar não é homogêneo.
Entre estudantes negros, 15,2% apresentam defasagem, percentual quase duas vezes maior que o dos brancos (8,1%).
A desigualdade também se expressa entre gêneros: 14,6% dos meninos estão atrasados, frente a 10,3% das meninas.
Essas disparidades revelam que a questão vai além da sala de aula e está enraizada em fatores sociais e estruturais. O atraso escolar é reflexo de contextos de desigualdade que afetam principalmente jovens negros, pobres e moradores de regiões mais vulneráveis.
Disponível em:
https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/educacao-no-brasil-42- milhoes-de-alunos-em-atraso-escolar. Acesso em: 25 nov. 2025
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Educação no Brasil: 4,2 milhões de alunos em atraso escolar
O Brasil tem avançado nos indicadores de educação, mas ainda convive com um desafio persistente: 4,2 milhões de estudantes estão dois anos ou mais atrasados em relação à série ideal para sua idade, segundo análise do Censo Escolar 2024 realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
Esse número representa 12,5% das matrículas da educação básica em todo o país. Embora alto, o índice mostra queda em comparação a 2023, quando a distorção idade-série atingia 13,4%. O dado revela que políticas e ações locais têm surtido efeito, mas também que os obstáculos para garantir a permanência escolar ainda são significativos.
A pesquisa mostra que o atraso escolar não é homogêneo.
Entre estudantes negros, 15,2% apresentam defasagem, percentual quase duas vezes maior que o dos brancos (8,1%).
A desigualdade também se expressa entre gêneros: 14,6% dos meninos estão atrasados, frente a 10,3% das meninas.
Essas disparidades revelam que a questão vai além da sala de aula e está enraizada em fatores sociais e estruturais. O atraso escolar é reflexo de contextos de desigualdade que afetam principalmente jovens negros, pobres e moradores de regiões mais vulneráveis.
Disponível em:
https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/educacao-no-brasil-42- milhoes-de-alunos-em-atraso-escolar. Acesso em: 25 nov. 2025
I. A gestão de estoques envolve o equilíbrio entre disponibilidade de materiais e custos associados à aquisição, armazenagem e manutenção.
II. O estoque de segurança atua como mecanismo de proteção diante de variações na demanda ou incertezas no prazo de reposição.
III. O controle de estoques concentra-se prioritariamente no registro quantitativo das entradas e saídas, tendo impacto indireto sobre os custos operacionais.
Está correto o que se afirma em:
I. É possível copiar uma tabela do Excel e colá-la no Word mantendo a formatação original.
II. A colagem especial permite inserir dados do Excel no Word com diferentes opções de vinculação ou incorporação.
III. Dados inseridos no Word podem ser automaticamente recalculados como fórmulas do Excel sem qualquer vínculo entre os arquivos.
Está(ão) CORRETA(S):
I. O recurso Controlar Alterações permite acompanhar edições realizadas por diferentes usuários em um mesmo documento.
II. A ferramenta Localizar e Substituir possibilita alterar palavras ou expressões repetidas de forma automática em todo o texto.
III. O recurso Atualizar Sumário possibilita que todas as entradas se refiram ao número de página correto.
Está(ão) CORRETA(S):
O Manual de Redação da Presidência da República estabelece orientações específicas para a elaboração e o envio de mensagens eletrônicas no âmbito da comunicação oficial. Considerando essas recomendações, analise as assertivas:
I. A mensagem eletrônica oficial deve ser revisada com o mesmo rigor aplicado aos demais documentos administrativos, observando padrão formal de linguagem.
II. O uso de fontes padronizadas, como Calibri ou Carlito, em tamanho 12 e cor preta, mantém-se recomendado para comunicações oficiais por e-mail.
III. Elementos como emoticons, abreviações típicas de conversas informais e textos em caixa alta são compatíveis com a finalidade comunicativa do e-mail institucional.
IV. Recursos visuais, como papéis de parede, imagens no corpo do texto e logotipos na assinatura, devem ser evitados por não se adequarem ao caráter profissional da mensagem.
Está correto o que se afirma em: