Questões de Concurso Para topógrafo

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Q4279068 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

[...]

Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político” (6º parágrafo). A palavra destacada pode ser considerada um advérbio de: 
Alternativas
Q4279067 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

[...]

Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

A palavra “Paraisópolis” é acentuada pela mesma razão da palavra: 
Alternativas
Q4279066 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

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Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei” (4º parágrafo). Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que o pronome destacado faz referência a: 
Alternativas
Q4279065 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

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Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores” (3º parágrafo). No trecho, o número destacado indica:
Alternativas
Q4279064 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

[...]

Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns” (3º parágrafo). O elemento em destaque é usado no texto para indicar:
Alternativas
Q4279063 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

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Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18)” (2º parágrafo). Nesse trecho, o uso das vírgulas serve para: 
Alternativas
Q4279062 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

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Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

“Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." (1º parágrafo). Esse trecho é a transcrição da fala de uma pessoa entrevistada. No texto, serve como uma estratégia de: 
Alternativas
Q4279061 Não definido

TEXTO I

Perguntas sobre renda, raça e CPF viram entraves no Censo

Recenseadores relatam que condomínios costumam dificultar acesso para coleta de dados

"Eu não vou responder. É muito perigoso. Vocês tão pensando o quê? Chegam na minha casa do nada." É comum que recenseadores ouçam reclamações como esta durante a coleta de dados para o Censo de 2022, que teve início em 1º de agosto.

A Folha acompanhou o trabalho de duas equipes em dois locais da cidade de São Paulo, na Vila Clementino e em Paraisópolis (ambos na zona sul), durante esta quinta-feira (18). Em ambos, os pesquisadores do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) relatam que muitas pessoas sentem medo de divulgar informações pessoais e a recusa em abrir a porta não é incomum.

Além disso, perguntas referentes à renda da residência e de dados pessoais, como CPF, assustam alguns. Diocélia Virmonde da Silva, 35, agente censitária municipal e responsável pelo posto de coleta da Vila Clementino, diz que pessoas com rendas mais baixas costumam receber melhor os pesquisadores.

Até o fim da coleta de dados, o posto em que ela trabalha vai visitar 30.000 domicílios. Até agora, já foram 3.000, sendo que cerca de 20% se recusaram a receber o pesquisador, que tentam convencer as pessoas a mudarem de ideia. "Explicamos que é importante para as políticas públicas", diz. Apenas em último caso, afirma ela, o agente informa que responder o questionário é obrigatório por lei.

Da Silva conta que, hoje, o maior problema são os condomínios. "Temos que entrar em contato com o porteiro, que fala com o zelador e passa para o síndico. Só que eles demoram muito para nos responder e eu preciso ir até lá e explicar a urgência", diz.

A agente censitária supervisora Vanessa Celina Campos, 20, diz ainda que, por se tratar de um ano de eleições, muitos acham que a pesquisa tem cunho político.

"Não tem nenhuma questão política. Isso causa receio, as pessoas acham que vamos perguntar em quem eles vão votar e não tem nada a ver", afirma ela.

O recenseador Alberto Longo Craveiro, 46, analisa que pessoas mais idosas que vivem só e passam muito tempo sozinhas acabam conversando com os pesquisadores. "Com a pandemia, as pessoas ficaram muito só e elas veem no recenseador uma oportunidade para conversar."

A pesquisa, que costuma ser realizada de dez em dez anos, é considerado o trabalho mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas da população brasileira. A edição mais recente ocorreu em 2010. A nova pesquisa seria em 2020, mas foi adiada devido à pandemia.

[...]

Isabella Menon

 

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/08/perguntas-sobre-rendaraca-e-cpf-viram-entraves-no-censo.shtml. Adaptado. Acesso em 20 de agosto de 2022.

O texto trata do trabalho dos recenseadores do IBGE. Segundo a reportagem, esses profissionais: 

Alternativas
Q4339868 Não definido
Indique a leitura do fio estadimétrico superior, fio estadimétrico médio e fio estadimétrico inferior na figura a baixo.
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q4339865 Não definido
Num levantamento topográfico em que as distâncias horizontais foram determinadas por estadimetria (determinação indireta) obteve – se as seguintes informações de campo: a) leitura do fio estadimétrico superior = 3,20 m, leitura do fio estadimétrico médio = 2,05 m e leitura do fio estadimétrico inferior = 0,90 m; b) ângulo zenital da luneta(Z= 273°15’30”). Teodolito estava instalado no ponto A e a mira no ponto B. com estas informações, determine a distância horizontal entre o ponto A e B.
Alternativas
Q4339864 Não definido
Um topógrafo necessitava determinar a distância horizontal entre um ponto A e B do terreno. Quando ele instalou o teodolito em A, a régua (mira) estava em B, obteve as seguintes informações: a) ângulo zenital da luneta= 93°15’30”; b) leitura do fio estadimétrico superior 3340 mm; c) leitura do fio estadimétrico médio = 2500 mm e d) leitura do fio estadimétrico inferior = 1660mm. Ajude-o.
Alternativas
Respostas
1662: B
1663: D
1664: B
1665: D
1666: A
1667: C
1668: C
1669: D
1670: A
1671: D
1672: E