Questões de Concurso
Para coordenador pedagógico
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Ainda, de acordo com Plano de Cultura Oficial de Passo de Torres, em 1993 foi organizado pelo município e promovido um concurso para escolha do brasão, em conjunto com a Escola Estadual Governador Ildo Meneghetti. Foram apresentados 4 trabalhos de acordo com a heráldica internacional. A vencedora do concurso foi a aluna Paloma de Quadros Costa, que apresentou um brasão com elementos que remetem à cultura do município.
Sobre a composição do brasão de Passo de Torres, considerando o disposto no plano de cultura do município, analise as assertivas abaixo e marque V para verdadeiro e F para falso, e logo após assinale alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
( ) O milho, o arroz, o fumo e a mandioca representam a produção agrícola
( ) Sobre a atividade do campo também tem o suíno, no lado esquerdo, abaixo, representando a criação de animais como forma de economia.
( ) No lado direito, abaixo, um agricultor na lida da lavoura
( ) No meio, abaixo, dividindo o suíno e o agricultor, tem um engenho representando a atividade empresarial.
( ) Acima, à esquerda, estão o farol, a âncora ao meio e a embarcação à direita representando a navegação
Alternativas:
De acordo com o Plano de Cultura Oficial de Passo de Torres, em seu item 2.5 que fala sobre o Histórico do município. Analise o trecho a seguir:
Às margens do rio Mampituba, divisa do Estado do Rio Grande do Sul com Santa Catarina, localiza-se o município de Passo de Torres ou, como era chamado antigamente, ________.
A região fora ocupada inicialmente pelo _________, cultura de coletores e caçadores que viviam basicamente da pesca, alimentavam-se de moluscos, frutos silvestres e caça de pequenos animais.
Assinale a alternativa que completa de forma CORRETA as lacunas acima:
A respeito das estruturas sintáticas do texto abaixo, assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA:
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Alternativas:
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
A perca
Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Martha Medeiros
Mesmo que a crônica seja por natureza um gênero textual que apresente linguagem de natureza coloquial, por mesclar a linguagem literária à jornalística, existe a busca por um vocabulário levemente mais elevado, para dar um tom artístico ao texto. Assinale a alternativa que apresente o mesmo valor semântico que o vocábulo destacado na oração abaixo:
São coagidos a tal.
Alternativas:
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
A perca
Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Martha Medeiros
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:
A perca
Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.
A perda é para sempre.
As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Martha Medeiros
Analise os enunciados abaixo:
I – negligência
II – discriminação
III – exploração
IV – violência
V – crueldade
VI - opressão
Completa corretamente a lacuna anterior, os seguintes enunciados:
I - A LDB deixa claros dois conceitos decisivos para todo o desenvolvimento da questão curricular no Brasil. O primeiro, já antecipado pela Constituição, estabelece a relação entre o que é básico-comum e o que é diverso em matéria curricular: as competências e diretrizes são diversas, os currículos são comuns.
II - O segundo refere-se ao foco do currículo. Ao dizer que os conteúdos curriculares estão a serviço do desenvolvimento de competências, a LDB orienta para a definição das aprendizagens que compreendem os conteúdos mínimos a ser ensinados. Essas são duas noções fundantes da BNCC.
I - A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva tem como objetivo específico assegurar a inclusão escolar dos alunos que apresentem algum tipo de deficiência.
II - A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva é pautada na supremacia da educação desenvolvida em salas de atendimento educacional especializado, em atendimento às necessidades dos alunos com necessidades especiais.
III - A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva é pautada na transversalidade da modalidade de educação especial desde a educação infantil até a educação superior.
IV – A formação de professores para o atendimento educacional especializado e demais profissionais da educação para a inclusão é um dos objetivos da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva.
É verdadeiro o que se afirma em:
I – democratização da gestão.
II – democratização do acesso e permanência.
III – qualidade social da educação.
Completa corretamento o excerto anterior:
[ ] A avaliação, vista por meio da sua função classificatória, apresenta-se como um instrumento estático e frenador do processo de crescimento.
[ ] A avaliação, vista por meio da sua função diagnóstica, constitui-se num momento dialético do processo de avançar no desenvolvimento da ação, do crescimento para a autonomia, do crescimento para a competência etc.
[ ] Na prática pedagógica, a transformação da função da avaliação de diagnóstica em classificatória trouxe apenas desvantagens.
[ ] A função classificatória sobrepõe da prática da avaliação aquilo que lhe é constitutivo: a obrigatoriedade da tomada de decisão quanto à ação, quando ela está avaliando uma ação.
I – A Associação de Pais e Mestres (APM) representa uma instituição que possibilita a participação da família, em que se oportuniza a integração entre a escola e a comunidade.
II - O grêmio estudantil é uma entidade autônoma e seus representantes são os alunos que buscam defender os seus interesses individuais e coletivos (todos os alunos da escola).
III - O conselho de classe e série representa um elemento de participação ativa do aluno previsto na legislação educacional.
IV - Os colegiados escolares são formados especificamente por representantes de cada instituição de ensino, ou seja, diretor, professores e demais funcionários, em que são abordadas questões financeiras, administrativas e pedagógicas.
É verdadeiro o que se afirma em:
[ ] Ensino de qualidade e educação de qualidade são conceitos diferentes, sendo que cada um deles possui uma dimensão própria.
[ ] O ensino é pensado especificamente por meio da compreensão das áreas do conhecimento.
[ ] O objetivo principal do ensino é a transformação da vida humana por meio de processos permanentes de aprendizagem.
[ ] A concepção de ensino é pautada em normas, tradições e leis, mas não deixa de ser pessoal, pois cada um desenvolve seu estilo, aprendem e ensinam.