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Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1197008 Pedagogia
Com relação à educação inclusiva, assinale a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1196964 Pedagogia
O líder educacional do século XXI é aquele que transpõe não só suas próprias amarras, mas também os muros de sua instituição, rompe as barreiras das diferenças, estabelece parcerias, contribuindo para a construção de um ambiente que eduque todos os seus liderados, seus parceiros e a comunidade em geral. Ao buscar a mudança de paradigma, o especialista de educação: 
I. Avalia, apresenta e discute processos e resultados. 
II. Possui um caráter normativo e prescritivo, junto ao professor. 

III. Conquista autoridade através do conhecimento e da contribuição com a aprendizagem dos professores. 

IV. Desenvolve habilidades da equipe, identifica e comunica valores e o potencial de cada um. 

Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1212221 Pedagogia
Em seu livro Repensando a Didática, Ilma passos Veiga apresenta um texto de Antonia Ozina Lopes em que a autora, tratando de planejamento, afirma: “Os conteúdos que constituem o saber elaborado não poderão ser considerados de forma estática e acabada, pois são conhecimentos dinâmicos articulados dialeticamente com a realidade histórico-social. Nesses termos, precisam ser conduzidos para que, ao mesmo tempo em que transmitam a cultura acumulada, contribuam para a produção de novos conhecimentos”. 
 Na perspectiva apresentada pela autora, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1189282 Pedagogia
Ao falar do Projeto Pedagógico da escola, certo autor afirma: “A sua contínua realização possibilita o conhecimento das ações desenvolvidas pelos diferentes professores, sendo base de diálogo e reflexão para toda a equipe escolar. Nesse processo, evidencia-se a necessidade da participação da comunidade, em especial dos pais, tomando conhecimento e interferindo nas propostas da escola e em suas estratégias. O resultado que se espera é a possibilidade de os alunos terem uma experiência escolar coerente e bem sucedida”. 
Com essa afirmação, o autor está defendendo:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Unaí - MG
Q1187859 Pedagogia
Em seu livro Didática, José Carlos Libâneo define a didática como mediação escolar entre objetivos e conteúdos do ensino. 
Define os temas fundamentais da didática, entre os quais NÃO se encontra:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1225177 Pedagogia
A Constituição Federal (CF), em seu artigo 205, estabelece que “a educação, direito de todos e dever do estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.” 
Dentre as afirmativas abaixo encontram-se os princípios básicos para o ensino no país. Marque V para as VERDADEIRAS e F para as FALSAS:
(   ) Unicidade de ideias e de concepções pedagógicas.
(   ) Valorização do profissional do ensino.
(   ) Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.
(   ) Gestão democrática do ensino público.
(   ) Garantia de padrão de qualidade.
A sequência CORRETA, de cima para baixo é:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1214478 Pedagogia
“A construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) é um processo dinâmico e permanente, pois continuamente novos atores se incorporam ao grupo, trazendo novas experiências, capacidades e necessidades, assim como novos interesses e talentos, exigindo que novas frentes de trabalho se abram. 
É um eterno diagnosticar, planejar, repensar, começar e recomeçar, analisar e avaliar,” 
(VEIGA, Ilma Passos Alencastro (org.). Escola: espaço do projeto políticoppedagógico. Campinas, SP: Papirus, 1998, pág. 183)
Tendo como referência a construção do PPP, marque V para as alternativas VERDADEIRAS e F para as FALSAS.
(   ) Eliminação das relações verticalizadas entre a escola e os dirigentes educacionais.
(   ) Realização de trabalho padronizado, repetitivo e mecânico, desconsiderando as diferenças entre os agentes educativos.
(   ) O currículo se restringe ao cumprimento das atividades do livro didático, que passa a ser utilizado como um fim e não um meio.
(   ) A elaboração do PPP possibilita aos profissionais da educação e aos alunos a vivência do processo democrático.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: FGR Órgão: Prefeitura de Lagoa da Prata - MG
Q1200527 Português
                                Entre o conselho e a ordem    Tenho uma boa notícia para você, leitor. Agora você já pode acreditar no que eu escrevo, porque, desde o último dia 17, não sou mais um charlatão. O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em caráter definitivo que o diploma de jornalismo não é necessário para o exercício regular da profissão.    Como sói acontecer, todos os ministros do chamado Pretório Excelso presentes à sessão, menos o Marco Aurélio Mello, concordaram que a exigência do canudo violava os princípios constitucionais da liberdade de imprensa e da livre manifestação do pensamento.   Partilho dessa opinião. Não que até o dia 17 o Brasil vivesse sob o signo de Ahmadinejad, num estado de absoluto arbítrio e misericordiosa censura. Mas é forçoso reconhecer um país no qual se dispensam controles para definir quem pode e quem não pode escrever em jornais está mais perto da plenitude liberal democrática. Nunca é demais recordar que o decreto-lei 972/1969, que estabelecia a exigência do diploma, foi baixado pelo governo militar durante os anos de chumbo.    Não é esse, porém, o aspecto do julgamento que eu gostaria de ressaltar. O que me parece ser o ponto central é a questão da liberdade de ofício. O inciso XIII do artigo 5º da Carta estabelece: "É livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer". Um velho provérbio alemão assevera que o diabo se esconde nos detalhes. Em que casos convém que o legislador regulamente uma profissão?    A maioria das pessoas dotadas de justo quinhão de bom senso tende a concordar que o licenciamento só é necessário para ofícios que requeiram um saber técnico bastante preciso, como medicina e engenharia, ou exijam alguma perícia específica, a exemplo de piloto de avião, cuja ausência represente ponderável risco para a população.    Um jornalista até pode divulgar informações falsas que acabam provocando grandes estragos. Mas buscar um conjunto de matérias teóricas que capacitem um estudante a tornar-se um bom repórter ou editor é tarefa fadada ao fracasso. Trocando em miúdos, podemos afirmar que o engenheiro, para fazer com que a ponte fique em pé, precisa ter cursado cálculo I e II e conhecer certas noções de física que podem ser aprendidas nas escolas politécnicas. O médico, para receitar uma droga, precisa saber algo de bioquímica e farmacologia. Mas o que dizer do jornalista? O que ele precisa além de noções de português (em tese obtidas no processo de alfabetização) e de disposição para estudar um pouco o assunto de que vai falar? Talvez, se houvesse as disciplinas verdade I, II, III e IV, reconhecidas pelo MEC... Nunca é demais insistir, ninguém se torna ético só porque assistiu a aulas de ética na faculdade de filosofia. Afirmar, como se faz por aí, que escolas de jornalismo são garantia de bom comportamento moral no exercício da profissão faz tanto sentido quanto dizer que quem vai à missa não comete pecados. (...)    Como lembrou o sempre sensato ministro Celso de Mello, a regra geral deveria ser a liberdade de ofício. Entretanto, ele contou pelo menos cinco projetos de lei que tramitam no Congresso e tratam da regulamentação das profissões de modelo de passarela, designer de interiores, detetives, babás e escritores. Acrescento, por minha conta, as de demonstrador de mercadorias (PL 5451/09), cerimonialista (PL 5425/09), educador social (PL 5346/09), fotógrafo (PL 5187/09), depilador (PL 4771/09). Já resvalando no reino da fantasia, busca-se também regulamentar a ocupação de astrólogo (PL 6748/02) e terapeuta naturista (PL 2916/92). Pergunto-me como nossos solertes parlamentares puderam se esquecer de regular os ofícios de Papai Noel e das indispensáveis fadas.    Em muitos casos, as propostas são oportunamente esquecidas nos escaninhos do Legislativo (há um lado bom na inoperância do Congresso), mas nem sempre. categorias mais poderosas como a de médicos e advogados obtiveram o que seria impensável num Estado verdadeiramente republicano. Os discípulos de Esculápio, por exemplo, conseguiram transformar em lei geral o Código de Ética que eles mesmos elaboraram. Já nossos nobres causídicos deram um novo significado à noção de lobby ao inscrever não em lei ordinária, mas na própria Constituição o direito de indicar juízes para praticamente todas as cortes do país e de propor ações diretas de inconstitucionalidade (privilégio reservado a poucos). Pior, cuidaram para que a Lei Maior do país trouxesse um dispositivo que atua como impedimento a que o cidadão represente a si mesmo em juízo – erro lógico que nega o próprio conceito de cidadania.    Gostaria que a extinção da exigência de diploma de jornalista fosse o primeiro passo num movimento mais geral de descorporativização do Estado, mas receio que seja apenas um caso isolado. A mentalidade cartorial-corporativista está bem arraigada na alma do brasileiro. É uma pena. Esse seria um bom momento para mudanças. As divisões clássicas entre as ciências estão ruindo. Faz cada vez menos sentido compartimentalizar o saber – e, consequentemente, o ensino – em ramos prédefinidos como física, química, biologia. A pesquisa de ponta se faz hoje através de casamentos improváveis como aquele entre médicos e matemáticos (medicina baseada em evidências) ou entre economistas e neurocientistas (economia comportamental). A perseverar a inércia patrimonialista, enquanto o mundo estiver produzindo nova e boa ciência, nós por aqui estaremos paralisados: não teremos os especialistas necessários porque eles não saberão se devem contribuir para o conselho de biólogos ou a ordem dos estatísticos. (Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/pensata/helioschwartsman/ult510u585738.shtml) Texto adaptado.
Conforme o 6º parágrafo do texto, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Respostas
281: D
282: D
283: C
284: C
285: C
286: A
287: A
288: A