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Q4043157 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
Sobre aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q4043156 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
Assinale a alternativa em que a frase, extraída ou adaptada do texto, NÃO contém denotação:
Alternativas
Q4043155 Português
    Leia a crônica a seguir, intitulada “Meu personagem da semana: Garrincha”, publicada em 21/06/1958, após o jogo Brasil x Rússia, pela Copa do Mundo realizada na Suécia. Seu autor é o famoso jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, conforme consta no livro O Berro impresso das manchetes (Rio de Janeiro: Editora Agir, 2007, p. 395 a 397). Após a leitura, responda à questão, elaboradas a partir do que se contém no texto.

        E eis que, pela primeira vez, um “seu” Manuel é o meu personagem da semana. Com esse nome cordial e alegre de anedota, ele tomou conta da cidade, do Brasil e, mais do que isso, da Europa. Creiam, amigos: o jogo Brasil x Rússia acabou nos três minutos iniciais. Insisto: nos primeiros três minutos da batalha, já o “seu” Manuel, já o Garrincha, tinha derrotado a colossal Rússia, com a Sibéria e tudo o mais. E notem: bastava um empate. Mas o meu personagem não acredita em empates e se disparou pelo campo adversário, como um tiro. Foi driblando um, driblando outro e consta, inclusive, que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin. Amigos: a desintegração da defesa russa começou, exatamente, na primeira vez em que Garricha tocou na bola. Eu imagino o espanto imenso dos russos diante desse garoto de pernas tortas, que vinha subverter todas as concepções do futebol europeu. Como marcar o imarcável? Como apalpar o impalpável? Na sua indignação impotente, o adversário olhava Garrincha, as pernas tortas de Garrincha e concluía: – “Isso não existe!” E eu, como os russos, já me inclino a acreditar que, de fato, domingo Garrincha não existiu. Foi para o público internacional uma experiência inédita. Realmente, jamais se viu, num jogo de tamanha responsabilidade, um time, ou melhor, um jogador começar a partida com um baile. Repito: baile, sim, baile! E o que dramatiza o fato é que foi um baile, não contra um perna-de-pau, mas contra o time poderosíssimo da Rússia.
    
        Só um Garrincha poderia fazer isso. Porque Garrincha não acredita em ninguém e só acredita em si mesmo. Se tivesse jogado contra a Inglaterra, ele não teria dado a menor pelota para a Rainha Vitória, o Lorde Nelson e a tradição naval do adversário. Absolutamente. Para ele, Pau Grande, que é a terra onde nasceu, vale mais do que toda a comunidade britânica. Com esse estado de alma, plantou-se na sua ponta para enfrentar os russos. Os outros brasileiros poderiam tremer. Ele não e jamais. Perante a plateia internacional, era quase um menino. Tinha essa humilhante sanidade mental do garoto que caça cambaxirra com espingarda de chumbo e que, em Pau Grande, na sua cordialidade indiscriminada, cumprimenta até cachorro. Antes de começar o jogo, o seu marcador havia de olhá-lo e comentar para si mesmo, em russo: “Esse não dá pra saída!” E, com dois minutos e meio, tínhamos enfiado na Rússia duas bolas na trave e um gol. Aqui em toda a extensão do território nacional, começávamos a desconfiar que é bom, que é gostoso ser brasileiro.
    
        Está claro que não estou subestimando o peito dos outros jogadores brasileiros. Deus me livre. Por exemplo: cada gol de Vavá era um hino nacional. Na defesa, Bellini chutava até a bola. E quando, no segundo tempo, Garrincha resolveu caprichar no baile, foi um carnaval sublime. A coisa virou show de Grande Otelo. E tem razão um amigo que, ouvindo o rádio, ao meu lado, sopra-me: “Isso que o Garrincha está fazendo é pior do que xingar a mãe!” Calculo que, a essa altura, as cinzas do Czar haviam de estar humilhadíssimas. O marcador do “seu” Manuel já não era um: eram três. E, então, começou a se ouvir, aqui, no Brasil, na praça da Bandeira, a gargalhada cósmica, tremenda, do público sueco. Cada vez que Garrincha passava por um, o público vinha abaixo. Mas não creiam que ele fizesse isso por mal. De modo algum. Garrincha estava, ali, com a mesma boa-fé inefável com que, em Pau Grande, vai chumbando as cambaxirras, os pardais. Via nos russos a inocência dos passarinhos. Sim: os adversários eram outros tantos passarinhos, desterrados em Pau Grande.
    
        Calculo que, lá pelas tantas, os russos, na sua raiva obtusa e inofensiva, haviam de imaginar que o único meio de destruir Garrincha era caçá-lo a pauladas. De fato, domingo, só a pauladas e talvez nem isso, amigos, talvez nem assim.
O texto contém, de modo expresso ou implícito, as seguintes ideias:
I. Garrincha foi um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos.
II. Se Garrincha tivesse jogado contra os ingleses, o Brasil teria vencido o jogo.
III. Sem Garrincha, o Brasil não teria ganho a Copa do Mundo de 1958.
IV.Garrincha, com dribles desconcertantes, empolgou o público presente ao estádio.
V. Mesmo sendo grande jogador, Garrincha era uma pessoa humilde.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2043420 Medicina
Considerando uma tomada de valores de pressão utilizando-se de esfigmomanômetro, e utilizando um estetoscópio para detecção dos sons de Korotkoff, assinale a alternativa CORRETA sobre a hemodinâmica e pressão arterial: 
Alternativas
Q2043419 Veterinária
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Observe o quadro anterior, que compara as taxas metabólicas de um rato e um elefante. Sobre a taxa metabólica, analise as afirmativas a seguir:
I. A atividade de um animal tem relação direta com sua taxa metabólica, pois quanto mais ativo é um animal, mais energia deve ser gasta para manter essa atividade e, portanto, maior é a taxa metabólica. II. Os animais trocam calor com seu ambiente, considerando a proporção de sua superfície corporal e massa. Deste modo, pequenos animais tendem a perder calor para um ambiente mais frio mais rápido que animais grandes.  III. Um animal menor necessitaria de mais energia e uma taxa metabólica mais alta para manter a temperatura interna constante (em um ambiente de temperatura mais baixa que sua temperatura corporal). IV. Para manter seu corpo com uma massa constante, um animal deve consumir determinada massa de alimento e, considerando a proporção superfície corporal e massa, se um animal não come alimento suficiente, ele perderá massa corporal.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2043418 Medicina
Sobre a função exócrina do pâncreas, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2043417 Biologia
Sobre o sistema renina-angiotensina, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2043416 Química
Qual o volume de água necessário para preparar 500mL de álcool a 70%, a partir de 1 L de álcool absoluto?
Alternativas
Q2043415 Farmácia
No preparo de uma solução salina a 0,9%, deve-se adicionar qual quantidade de NaCl em qual volume de água? 
Alternativas
Q2043414 Enfermagem
Considere o procedimento de anestesia em que a agulha é introduzida no espaço subaracnoide. Nesta região se encontra o liquor cefalorraquidiano, onde se injeta o anestésico, adicionando-se, ou não, adjuvantes como opioides. O resultado é um bloqueio motor e anestésico e sensitivo na região abdominal, pelve e membros inferiores. Assinale a alternativa correta que corresponde ao procedimento descrito:  
Alternativas
Q2043413 Farmácia
Suponha que um laboratorista queira preparar 500 mL de uma solução de hidróxido de sódio 0,5 molar, a partir de uma solução estoque de 1 litro a 2 molar. Assinale a alternativa que apresenta qual procedimento deve ser executado:
Alternativas
Q2043412 Química

Sobre os métodos de gravimetria, analise as seguintes afirmativas:


I. A técnica onde um analito é separado de uma solução na forma de um precipitado, que é convertido em uma espécie de composição conhecida que pode ser pesada, é chamada de gravimetria por precipitação.

II. A técnica onde um analito é isolado dos outros constituintes da amostra pela conversão em um gás de composição química conhecida, de modo que o peso desse gás serve como uma medida da concentração do analito, é chamada de gravimetria por volatilização

III. A técnica onde um analito é separado através da sua deposição em um eletrodo, por meio do uso de uma corrente elétrica, é chamada de gravimetria espectrométrica de massas atômicas.

IV. A técnica onde é estipulada a massa de um reagente de concentração conhecida, requerida para reagir completamente com o analito, que é a medida necessária para a quantificação do analito, é chamada de gravimetria por titulação.


Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2043411 Técnicas em Laboratório
Sobre as soluções de limpeza de vidraria laboratorial, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2043410 Técnicas em Laboratório
Correspondem a métodos de esterilização, EXCETO o (a):
Alternativas
Q2043409 Biomedicina - Análises Clínicas
Sobre o papel de um comitê de ética em pesquisa, analise as seguintes afirmativas:
I. Deve realizar uma avaliação ética dos projetos de pesquisa. II. Deve informar e educar os pesquisadores e a comunidade quanto a sua função no controle social. III. Deve seguir diretrizes éticas nacionais e internacionais. IV. Deve salvaguardar os direitos e a dignidade dos sujeitos da pesquisa.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q2043408 Enfermagem
Considere os fundamentos a seguir:
I. A pessoa é única. II. A pessoa humana é provida de uma “dignidade”. III. A pessoa é composta de diversas dimensões 
Sobre os preceitos da bioética, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2043407 Medicina
São atribuições de um perfusionista, EXCETO:
Alternativas
Q2043406 Química
Em um experimento utilizando a técnica de “patch-clamp”, o que representa o pico da curva equivalente a aproximadamente 30 mV que surge nos registros, após a aplicação de estímulo na superfície de um neurônio?
Alternativas
Q2043405 Medicina
Em uma cirurgia cardíaca, é necessário que os batimentos cardíacos cessem para que o cirurgião possa intervir no paciente, corrigindo sua funcionalidade. Que solução promove a parada dos batimentos cardíacos nesta condição?
Alternativas
Q2043404 Medicina
Analise a figura fornecida. Das ondas cardíacas obtidas de um eletrocardiograma, o que representa o complexo QRS? 
29.png (147×180) 
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: D
84: A
85: E
86: A
87: C
88: B
89: A
90: E
91: A
92: B
93: B
94: C
95: E
96: D
97: D
98: E
99: D
100: B