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Q2658419 Português

Considerando-se o emprego dos porquês, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:


Carlos disse que não sabia o __________ do atraso de sua mãe à consulta médica.

Alternativas
Q2658418 Português

Considerando-se a polissemia do vocábulo “banco”, analisar os itens abaixo:


I. Assento estreito, provido ou não de encosto.

II. Estabelecimento mercantil de crédito.

III. Conjunto de pessoas que trabalham com o mesmo fim.

IV. Elevação de areia do fundo do mar que às vezes chega à superfície.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2658417 Português

Analisando o período “Roberto falou que, caso não chova, ele e seus amigos irão à praia após o almoço.”, é CORRETO afirmar que a oração isolada por vírgulas estabelece com o restante do período uma relação de:

Alternativas
Q2658416 Português

Sobre o emprego do hífen, analisar os itens abaixo:

I. Mais-que-perfeito.

II. Super-homem.

III. Semi-círculo.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2658415 Português

Considerando-se as classes de palavras invariáveis, assinalar a alternativa cuja palavra sublinhada pode ser classificada como uma interjeição:

Alternativas
Q2658414 Português

Sobre os verbos do excerto a seguir, analisar os itens abaixo: Dados da Nielsen evidenciam que em 2015 as receitas do vinho em lata chegaram perto de US$ 15 milhões nos Estados Unidos, um crescimento vertiginoso de 125% em relação ao ano anterior.


I. A forma verbal “evidenciam” se encontra no tempo presente do modo indicativo e, para concordar com o sujeito a que se refere, na 3ª pessoa do plural.

II. Caso “as receitas” fosse substituído por “a receita”, o verbo, que, originalmente, está na 3ª pessoa do plural, deveria ser flexionado na 3ª pessoa do singular. Mantendo-se o mesmo tempo verbal, teríamos a forma verbal “chegava”.

III. Substituindo-se “Dados da Nielsen” por “Um estudo recente”, a forma verbal “evidenciam” deveria ser substituída por “evidenciou”, caso desejássemos manter também o mesmo tempo e modo verbais.

IV. A forma verbal “chegaram” se encontra no pretérito perfeito do modo indicativo, apontando para um fato concluído no passado.


Estão CORRETOS:

Alternativas
Q2658412 Português

Os “novos quilombos” e os desafios da “velha escola”


Para fugir da exploração, das violências e do sofrimento impostos pela estrutura socioeconômica escravista do Brasil colonial, grupos de africanos escravizados estabeleciam esconderijos no meio da floresta: os quilombos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, que, segundo alguns historiadores, chegou a reunir cerca de 20 mil habitantes, sob a liderança de Zumbi, morto numa emboscada em 1695 e contemporaneamente alçado ao panteão dos heróis nacionais. Durante os mais de 300 anos de escravidão no Brasil, inúmeros quilombos foram iniciados e dissolvidos.

Com a lei que aboliu a escravatura, em 1888, os quilombos deixaram de se caracterizar como comunidades clandestinas. Sem escravidão oficial, não havia como se falar em “escravos fugidos”. Em decorrência do esfacelamento da sociedade colonial escravista, a categoria quilombo não definia mais as situações daquelas comunidades, mas as pessoas que as formaram, bem como as gerações de seus descendentes não deixaram de existir e de habitar aqueles territórios.

Durante boa parte do século 20, historiadores e antropólogos entraram em contato e pesquisaram aquilo que denominaram “comunidades negras rurais” ou “terras de preto”, como eram chamados os grupos que, julgava-se, descendiam diretamente dos quilombos, tais como Kalunga (Goiás) e Conceição das Crioulas (Pernambuco), para citar algumas das mais conhecidas. Em comum, essas coletividades eram compostas de lavradores com práticas econômicas rurais de subsistência ou atividades econômicas de baixa intensidade. As populações apresentavam baixa escolaridade e acesso reduzido a serviços e bens públicos, como educação, saúde e saneamento.

Muitas conservavam manifestações culturais antigas e tradicionais, como jongo e capoeira, em geral associadas ao patrimônio cultural de origem africana. Outra característica comum era a luta pela manutenção de suas famílias nas terras que habitavam e onde trabalhavam. Durante boa parte do século 20, essas terras foram objeto de conflitos e violações, gerando, em muitos casos, litígios judiciais, uma vez que, em sua maioria, essas pessoas não possuíam titulação das propriedades [...].


(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)

No fragmento “Durante boa parte do século 20, essas terras foram objeto de conflitos e violações [...]”, a vírgula foi empregada para:

Alternativas
Q2658411 Português

Os “novos quilombos” e os desafios da “velha escola”


Para fugir da exploração, das violências e do sofrimento impostos pela estrutura socioeconômica escravista do Brasil colonial, grupos de africanos escravizados estabeleciam esconderijos no meio da floresta: os quilombos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, que, segundo alguns historiadores, chegou a reunir cerca de 20 mil habitantes, sob a liderança de Zumbi, morto numa emboscada em 1695 e contemporaneamente alçado ao panteão dos heróis nacionais. Durante os mais de 300 anos de escravidão no Brasil, inúmeros quilombos foram iniciados e dissolvidos.

Com a lei que aboliu a escravatura, em 1888, os quilombos deixaram de se caracterizar como comunidades clandestinas. Sem escravidão oficial, não havia como se falar em “escravos fugidos”. Em decorrência do esfacelamento da sociedade colonial escravista, a categoria quilombo não definia mais as situações daquelas comunidades, mas as pessoas que as formaram, bem como as gerações de seus descendentes não deixaram de existir e de habitar aqueles territórios.

Durante boa parte do século 20, historiadores e antropólogos entraram em contato e pesquisaram aquilo que denominaram “comunidades negras rurais” ou “terras de preto”, como eram chamados os grupos que, julgava-se, descendiam diretamente dos quilombos, tais como Kalunga (Goiás) e Conceição das Crioulas (Pernambuco), para citar algumas das mais conhecidas. Em comum, essas coletividades eram compostas de lavradores com práticas econômicas rurais de subsistência ou atividades econômicas de baixa intensidade. As populações apresentavam baixa escolaridade e acesso reduzido a serviços e bens públicos, como educação, saúde e saneamento.

Muitas conservavam manifestações culturais antigas e tradicionais, como jongo e capoeira, em geral associadas ao patrimônio cultural de origem africana. Outra característica comum era a luta pela manutenção de suas famílias nas terras que habitavam e onde trabalhavam. Durante boa parte do século 20, essas terras foram objeto de conflitos e violações, gerando, em muitos casos, litígios judiciais, uma vez que, em sua maioria, essas pessoas não possuíam titulação das propriedades [...].


(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)

No fragmento “O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, que, segundo alguns historiadores, chegou a reunir cerca de 20 mil habitantes, sob a liderança de Zumbi [...]”, o pronome relativo sublinhado pode ser substituído, sem alterar o sentido e mantendo a correção gramatical, por:

Alternativas
Q2658410 Português

Os “novos quilombos” e os desafios da “velha escola”


Para fugir da exploração, das violências e do sofrimento impostos pela estrutura socioeconômica escravista do Brasil colonial, grupos de africanos escravizados estabeleciam esconderijos no meio da floresta: os quilombos. O mais famoso foi o Quilombo de Palmares, que, segundo alguns historiadores, chegou a reunir cerca de 20 mil habitantes, sob a liderança de Zumbi, morto numa emboscada em 1695 e contemporaneamente alçado ao panteão dos heróis nacionais. Durante os mais de 300 anos de escravidão no Brasil, inúmeros quilombos foram iniciados e dissolvidos.

Com a lei que aboliu a escravatura, em 1888, os quilombos deixaram de se caracterizar como comunidades clandestinas. Sem escravidão oficial, não havia como se falar em “escravos fugidos”. Em decorrência do esfacelamento da sociedade colonial escravista, a categoria quilombo não definia mais as situações daquelas comunidades, mas as pessoas que as formaram, bem como as gerações de seus descendentes não deixaram de existir e de habitar aqueles territórios.

Durante boa parte do século 20, historiadores e antropólogos entraram em contato e pesquisaram aquilo que denominaram “comunidades negras rurais” ou “terras de preto”, como eram chamados os grupos que, julgava-se, descendiam diretamente dos quilombos, tais como Kalunga (Goiás) e Conceição das Crioulas (Pernambuco), para citar algumas das mais conhecidas. Em comum, essas coletividades eram compostas de lavradores com práticas econômicas rurais de subsistência ou atividades econômicas de baixa intensidade. As populações apresentavam baixa escolaridade e acesso reduzido a serviços e bens públicos, como educação, saúde e saneamento.

Muitas conservavam manifestações culturais antigas e tradicionais, como jongo e capoeira, em geral associadas ao patrimônio cultural de origem africana. Outra característica comum era a luta pela manutenção de suas famílias nas terras que habitavam e onde trabalhavam. Durante boa parte do século 20, essas terras foram objeto de conflitos e violações, gerando, em muitos casos, litígios judiciais, uma vez que, em sua maioria, essas pessoas não possuíam titulação das propriedades [...].


(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)

Em relação ao conceito de quilombo, bem como aos hábitos das comunidades negras rurais, analisar os itens abaixo:


I. A partir de 1888, com a Lei da Abolição da Escravatura, a escravidão no Brasil foi extinta integralmente.

II. Após 1888, os quilombos não mais designavam comunidades clandestinas de negros, bem como não definiam as situações daquelas comunidades.

III. Durante o século XX, historiadores e antropólogos pesquisaram as comunidades negras rurais e observaram que muitas dessas populações mantinham manifestações culturais antigas e tradicionais, geralmente associadas ao patrimônio cultural de origem africana.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2643988 Matemática

Bruna diz a seguinte frase:


Eu e minha irmã ganhamos juntas R$ 135,00 de mesada, mensalmente. Se a minha parte fosse reduzida à metade, e a parte dela fosse dobrada, passaríamos a ganhar R$ 180,00.


Nesta situação, quanto Bruna ganha de mesada mensalmente?

Alternativas
Q2643987 Matemática

O quadrado mostrado na figura sofreu uma redução de 10% na sua altura, e 20% no seu comprimento. Tornando-se um retângulo.


Imagem associada para resolução da questão


Qual a razão entre a nova área, do retângulo, e a área original do quadrado?

Alternativas
Q2643985 Matemática

Um litro de refrigerante serve 6 pessoas em iguais porções, e sobra 100 ml. Quantas pessoas no máximo são servidas com 5 litros de refrigerante, considerando essa mesma porção para todas as pessoas?

Alternativas
Q2643984 Matemática

Uma determinada bebida tem um teor alcoólico de 28% em volume. Sabendo-se que foram misturados 1 litro dessa bebida com 4 litros de suco de groselha, qual o teor alcoólico (volume de álcool/volume de líquido) da mistura?

Alternativas
Q2643983 Português

Todas as sentenças a seguir estão corretas quanto ao emprego da vírgula, exceto:

Alternativas
Q2643982 Português

Considere o excerto a seguir, retirado de Silêncio, de Clarice Lispector, para responder à questão 09.


“É tão vasto o silêncio da noite na montanha. É tão despovoado. Tenta-se em vão trabalhar para não ouvi-lo, pensar depressa para disfarçá-lo. Ou inventar um programa, frágil ponto que mal nos liga ao subitamente improvável dia de amanhã.”


No contexto apresentado, quanto à linguagem empregada, verifica-se:

Alternativas
Q2643981 Português

Assinale a alternativa em que, na sentença dada, não ocorre desvio ortográfico.

Alternativas
Q2643980 Português

Analise as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que ocorre um advérbio modificando diretamente outro advérbio.

Alternativas
Q2643979 Português

Analise as sentenças a seguir quanto aos adjetivos empregados. Assinale aquela em que o grau da qualidade expressa pelo adjetivo está no superlativo relativo.

Alternativas
Q2643978 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5.


A forma que enxergamos as cores muda conforme envelhecemos, diz estudo


Quando expostas ao aumento de luminosidade e da saturação cromática, as pupilas se contraem. Mas há uma diferença nesse movimento entre jovens e idosos – o que resulta em percepções diferentes da mesma cor. Isso é o que mostra um estudo publicado na revista Scientific Reports e divulgado em 22 de janeiro.

A pesquisa contou com dois grupos: um de 17 pessoas com idade média de 27,7 anos e outro de 20 indivíduos com idade média de 64,4 anos. Os pesquisadores colocaram os voluntários em uma sala com blecaute e lhes mostraram 26 cores diferentes enquanto mediam o diâmetro de suas pupilas usando uma câmera de rastreamento ocular altamente sensível. Cada tonalidade aparecia na tela por 5 segundos. Foram exibidos tons escuros, suaves, saturados e claros de magenta, azul, verde, amarelo e vermelho, além de dois tons de laranja e quatro opções de cinza. O aparelho, que captava o diâmetro das pupilas mil vezes por segundo, permitiu observar que as pupilas de pessoas idosas saudáveis se contraiam menos do que a de adultos jovens em resposta ao aumento na saturação das cores. Essa diferença foi mais acentuada em relação ao verde e ao magenta. Já mudanças na claridade ou luminosidade das tonalidades provocaram respostas semelhantes nos dois grupos.

“Esse trabalho questiona a crença antiga entre os cientistas de que a percepção das cores permanece relativamente constante ao longo da vida. Em vez disso, ela sugere que as cores desaparecem lentamente à medida que envelhecemos”, explicou Janneke van Leeuwen, do Instituto de Neurologia da University College London (UCL), na Inglaterra, em comunicado.

Os cientistas acreditam que, conforme as pessoas envelhecem, haja um declínio na sensibilidade do corpo aos níveis de saturação das cores no córtex visual primário (parte do cérebro responsável por receber, integrar e processar as informações visuais captadas pelas retinas). Pesquisas anteriores já demonstraram que essa característica também está presente em pessoas que apresentam uma forma rara de demência chamada atrofia cortical posterior (ACP), caso em que dificuldades e anormalidades com relação à percepção de cores podem ocorrer devido a um declínio na sensibilidade do cérebro a determinados tons no córtex visual primário e em suas redes. “Pessoas com demência podem apresentar alterações nas preferências de cores e outros sintomas relacionados ao cérebro visual. Para interpretar esses dados corretamente, primeiro precisamos avaliar os efeitos do envelhecimento saudável na percepção das cores", afirmou Jason Warren, professor do Instituto de Neurologia da UCL. “Portanto, são necessárias mais pesquisas para delinear a neuroanatomia funcional de nossas descobertas, já que áreas corticais superiores também podem estar envolvidas.”

Esse é o primeiro estudo a usar pupilometria para demonstrar que o cérebro se torna menos sensível à intensidade das cores conforme envelhecemos, além de complementar pesquisas anteriores que demonstram que adultos mais velhos percebem as cores menos saturadas do que os mais jovens.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia /2024/01/a-forma-que-enxergamos-as-cores-muda-conforme-envelhecemos-diz-estudo.ghtml>

As palavras a seguir foram retiradas do texto. Analise-as e assinale a alternativa em que um dos processos de formação da palavra dada é a derivação parassintética.

Alternativas
Respostas
761: C
762: D
763: B
764: C
765: A
766: C
767: D
768: A
769: C
770: B
771: D
772: A
773: D
774: C
775: C
776: A
777: C
778: A
779: B
780: C