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Q3645912 Português
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DENGUE. Disponível em <https://www.todamateria.com.br/o-cartazcomo-genero-textual/>.


Em relação ao cartaz acima, é correto afirmar que, para fazer um alerta, ele:

Alternativas
Q3645911 Português
Assinale a alternativa que apresenta todas as palavras escritas de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3645910 Português

“A História torna o homem incrédulo a poesia indefeso a matemática frio a filosofia soberbo a moral chato” (Millôr Fernandes)


No enunciado acima, foram retirados os sinais de pontuação. Assinale a alternativa em que o emprego desses sinais se apresenta totalmente correto.

Alternativas
Q3645909 Português

Analise cada enunciado abaixo, preenchendo os parênteses com C ou E conforme cada um esteja certo ou errado, respectivamente, em relação à grafia das palavras. A seguir, assinale a sequência correta obtida.



( ) Espero que vocês viajem tranquilamente.


( ) Tudo correu bem, com excessão do último ato da peça.


( ) Tudo foi tratado de forma exarcebada.


( ) Dizem que o aumento de trabalhos foi excessivo no último ano.


( ) Nesse ínterim, peço que reveja o meu caso.

Alternativas
Q3645908 Português

“De domingo ___ domingo, ___ pessoas se lançam ___ rotina diária de trabalhos, estudos e lazer, dedicando-se ___ afazeres importantes ___ formação de todos, como uma forma de louvação ___ vida.”


Assinale a alternativa que apresenta os elementos que preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.

Alternativas
Q3645907 Português
Assinale a alternativa em que o período se encontra com a pontuação totalmente de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3645906 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada entre parênteses é sinônima do elemento destacado no enunciado correspondente.
Alternativas
Q3645905 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

“A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo”


A forma verbal destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica uma ação:

Alternativas
Q3645904 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

Assinale o trecho em que se misturam as vozes do autor do texto e de um dos personagens, no mesmo período.
Alternativas
Q3645903 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


A velha contrabandista


    Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da velhinha. 


    Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela: 


    – Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco? 


    A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu: 


    – É areia! 


    Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás. 


    Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. 


    Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia. 


    Diz que foi aí que o fiscal se chateou: 


    – Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com quarenta anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista. 


    – Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha.   


    E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs: 


    – Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?


    – O senhor promete que não “espaia”? – quis saber a velhinha. 


    – Juro – respondeu o fiscal. 


    – É lambreta.


PONTE PRETA, Stanislaw. A velha contrabandista. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/16801/ a-velha-contrabandista>. 

Em relação ao texto “A velha contrabandista”, é correto afirmar que se trata predominantemente de uma:
Alternativas
Q3615273 Gastronomia
Na padaria na qual trabalha, Cézar tem o hábito de verificar a higienização dos ingredientes frescos e secos, pois compreende que essa etapa é essencial para garantir a segurança dos alimentos, considerando que:
Alternativas
Q3614904 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Com a posse, o servidor aceita formalmente as responsabilidades e os deveres do cargo público, iniciando sua relação jurídica com a administração pública. Nos termos do Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do município de Tapurah, a posse: 
Alternativas
Q3614903 Direito Administrativo
O Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do município de Tapurah apresenta, logo em seu início, uma série de definições dotadas de efeito legal. De acordo com esse diploma, a Função gratificada: 
Alternativas
Q3614902 Direito Administrativo
Secretário municipal de Tapurah resolve editar uma portaria que foi devidamente publicada. Contudo, diante da pressão popular insatisfeita com a medida, no dia seguinte, resolve revogar o ato. Praticou o ato revogatório com base no princípio da:
Alternativas
Q3614901 Direito Administrativo
Técnico em finanças da cidade de Tapurah, ao buscar obter o melhor desempenho e com o objetivo de atingir o melhor resultado, observa o princípio constitucional da: 
Alternativas
Q3614900 Direito Administrativo
O princípio da motivação estabelece que, como regra geral, todos os atos da Administração, sejam eles vinculados ou discricionários, devem ser devidamente justificados, com a indicação expressa dos fundamentos fáticos e jurídicos que lhes dão suporte. Isso possibilita o controle da legalidade e da moralidade desses atos, além de garantir ao administrado o direito ao contraditório e à ampla defesa. Contudo, há casos em que a lei excepciona tal regra. Exemplo de uma exceção seria:
Alternativas
Q3614899 Matemática
Em uma academia de judô, há 30 meninos e 36 meninas. Para um treino, o mestre quer formar grupos com todos os meninos e meninas. Os grupos deverão ter a mesma composição em relação ao número de meninos e meninas. O maior número de grupos nessas condições é:
Alternativas
Q3614898 Matemática
Certa construtora contratou 20 pessoas, com pagamento de diárias, para distribuir panfletos referentes ao seu mais novo lançamento. O valor total pago corresponde a 10% de 60% de R$ 60.000,00. Se cada pessoa recebeu o mesmo valor, então o valor da diária foi de: 
Alternativas
Q3614897 Raciocínio Lógico
Dois conjuntos A e B possuem a mesma quantidade de elementos. A interseção deles possui 859 elementos e a união deles tem 1979 elementos. Nessas condições, o número de elementos do conjunto B é:
Alternativas
Q3614896 Raciocínio Lógico
Um bibliotecário muito organizado está arrumando sua coleção pessoal de livros em uma nova estante. Ele possui 10 livros distintos de Matemática, 8 livros distintos sobre Física e 5 livros distintos sobre Química.

A nova estante tem espaço apenas para 3 livros, dispostos lado a lado. O bibliotecário, que adora misturar as áreas de conhecimento, decide que vai escolher 3 livros para colocar na estante de forma que:

• Os 3 livros escolhidos sejam de áreas de conhecimento diferentes (ou seja, um de Matemática, um de Física e um de Química);

• A ordem que os livros aparecem na estante não importa para ele, pois ele os consulta de qualquer maneira e a estética visual não é sua prioridade, apenas a seleção do trio.

O número de maneiras que o bibliotecário poderá dispor os 3 livros na estante é:
Alternativas
Respostas
61: E
62: B
63: C
64: B
65: D
66: A
67: A
68: E
69: A
70: B
71: D
72: C
73: A
74: A
75: C
76: D
77: A
78: B
79: C
80: D