Questões de Concurso Para padeiro

Foram encontradas 341 questões

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Q3550163 Saúde Pública
De acordo com a Resolução CVS 5/2013, que estabelece os critérios e os procedimentos higiênico-sanitários relativos a preparo, transporte, comercialização e dispensação de alimentos preparados com vegetais crus, frutas e cereais para o consumo direto, a recomendação para a higienização das mãos antes do início das atividades de manipulação de alimentos é:
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Q3550162 Matemática
Uma escada com 10 metros de comprimento foi aberta e formou um ângulo de 90°, ficando com 5 metros de cada lado, conforme a figura a seguir. 

Imagem associada para resolução da questão Dessa forma, a distância, em metros, entre os apoios X e Y, no solo onde essa escada está apoiada, mede:
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Q3550161 Matemática
Uma mesa de jantar retangular tem 2 metros de largura por 3 metros de comprimento. Sabendo-se que cada lugar servido ocupa 0,75 m2 dessa superfície, conclui-se que o número de lugares dessa mesa é igual a 
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Q3550160 Matemática

O gráfico a seguir representa os cinco maiores produtores  de trigo no mundo em 2023.


Imagem associada para resolução da questão


Analisando o gráfico, pode-se afirmar que a produção de trigo em 2023 nos EUA, em relação à produção na China, corresponde a uma fração igual a:

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Q3550159 Matemática
Para cada saco de 60 kg de farinha, um padeiro coloca 1200 g de sal e prepara 1500 pãezinhos. Com 330 kg de farinha, o sal colocado, em quilogramas, e os pãezinhos produzidos, em unidades, serão, nessa ordem:
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Q3550158 Matemática
O salário bruto de um padeiro que trabalha 6 horas por dia, 20 dias por mês, é de R$ 2.800,00, enquanto o salário líquido dele é obtido depois do desconto de 10% do salário bruto. Depois de já feito o desconto sobre o salário bruto, esse profissional ganha, por hora,
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Q3550157 Matemática

Um comerciante dividiu um grande salão em duas partes, conforme a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

 ABCD é um quadrado com área de 144 m2 , e BEFC é um retângulo em que BE é o dobro de AB.


Dessa forma, o perímetro do retângulo BEFC é maior do que o perímetro do quadrado ABCD em

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Q3550155 Matemática
Um lustrador de móveis consegue, em 2 horas de serviço, lustrar uma superfície de 4 metros quadrados. Para lustrar uma superfície retangular de 1,5 m de largura por 8,0 m de comprimento, ele precisa trabalhar, sempre no mesmo ritmo, durante
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Q3550154 Matemática

Segundo o último recenseamento do IBGE, aproximadamente 0,17 da população do Brasil tem 12 anos ou menos, enquanto as pessoas com 65 anos ou mais representam, aproximadamente, 1/10 da população.

Conclui-se que a população maior de 12 anos e menor de 65 corresponde a

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Q3550153 Matemática

O dono de uma loja de jardinagem divide seu horário de trabalho da seguinte forma: um quinto na verificação de estoque, um quarto na preparação das mudas, metade do horário no atendimento ao público e, nos últimos 30 minutos, ele fecha o caixa.

O tempo que ele utiliza para a preparação de mudas é de

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Q3550152 Matemática

Um condomínio descarta diariamente, aproximadamente,  90 kg de resíduos orgânicos e 15 kg de recicláveis.


A quantidade total, em quilogramas, de resíduos orgânicos e recicláveis descartados em 60 dias por esse condomínio está no intervalo entre

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Q3550151 Matemática

O padeiro Miguel assa pãozinho a cada 2 horas; a cada 3 horas, pão de queijo; e a cada 6 horas, pão doce. Hoje, às 5 horas, ele assou simultaneamente pãozinho, pão de queijo e pão doce.


Ele assará novamente os três simultaneamente às

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Q3550150 Matemática
Uma turma de amigos fez uma trilha de 10,8 km em 4 horas e meia. Supondo que eles tenham caminhado sempre no mesmo ritmo e sem paradas, pode-se afirmar que, a cada minuto, a turma caminhou
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Q3550149 Matemática

Um estacionamento trabalha com a seguinte tabela de preços.

Imagem associada para resolução da questão

Um usuário estacionou o carro exatamente às 8 horas e o retirou às 15 horas.


Pelo estacionamento nesse período, ele pagou

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Q3550148 Matemática

Simone recebeu R$ 1.658,00 de salário líquido. Ela pagou a conta de água, de R$ 152,80; a conta de luz, de R$ 188,30; e a de telefone, de R$ 98,90. Do valor restante, ela reservou metade para o mercado e a outra metade deu à própria mãe.

A mãe de Simone, então, ganhou da filha 

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Q3550147 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa cuja frase do texto apresenta palavra ou expressão empregada em sentido figurado.
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Q3550146 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Na crônica, a autora reconhece que seu amor pelo pão de queijo é tão grande que pouco importa se 
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Q3550145 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Segundo a autora afirma, o pão de queijo
Alternativas
Q3550144 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

No texto, a autora confessa que gosta tanto de pão de queijo que
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Q3550143 Português

Para responder à questão , leia a crônica a seguir.


Pão de queijo: minha confissão


Nossa história de amor é longa. Desde pequena já era apaixonada por ele. Quando ia para a casa da minha avó, em Minas, ela me dizia “ele já está te esperando”, eu entrava na cozinha e lá estava ele, quentinho, na cesta. Ele, o pão de queijo. Meu amor.


No começo era uma loucura. Não me contentava apenas com um – mas, como em tudo nesta vida, aprendi que mesmo a paixão precisa ter uma dose, um limite. E que ter tudo sempre, em excesso, não é saudável. A verdade é que o pão de queijo nunca me abandonou. Tivemos nossas brigas, nossos momentos separados, mas eu descobri que não vivo sem ele. Se tem uma coisa à qual sou fiel é ao pão de queijo. Morro de saudades dele em viagens. “Cadê meu amor?”, penso. Porque, convenhamos, ele é insubstituível.


O que se iguala a um pão de queijo? Nada. Ele é único, perfeito. Em nenhum lugar do mundo existe um quitute parecido. Para um lanche da tarde, há algo melhor do que um pão de queijo? E para a ressaca? Café de trabalho com quem você não tem intimidade, café da manhã com quem você tem muita intimidade... Ele é para todos os momentos. Vai receber amigos em uma tarde de sábado, com risadas? Pãozinho de queijo. Quer chorar numa doceria depois de um trânsito horroroso? Pão de queijo. Vai assistir ao jogo de futebol com amigos? Fornada pronta e quentinha.


Ele até pode parecer fácil, afinal, está em todos os cantos. Das padocas mais pé sujo, passando pelos cafés de livrarias, chegando às “boulangeries boutiques” e até... em postos de gasolina. No entanto, vocês sabem. Amores sem contradições não existem. Há pães de queijo e pães de queijo. E, como em todo romance, existem altos e baixos. Às vezes, a gente enjoa dele, se irrita. Alguns são muito gordurosos, massudos. Outros não têm a dose certinha de polvilho. Não é algo fácil de fazer. Mas não adianta. É amor. Eu não consigo viver sem ele. Por isso, encerro esta crônica com um cartaz que vi uma vez, numa cidadezinha mineira. Confesso  que fiquei com ciúme, mas entendi perfeitamente o que ele quis dizer.


“Temos pão de queijo

Tão bão, mas tão bão,

Que dá até dó de vendê.” 


(Marilia Neustein. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em 22.3.2024. Adaptado)

Em relação ao pão de queijo, a autora declara que
Alternativas
Respostas
201: C
202: D
203: A
204: C
205: A
206: B
207: A
208: D
209: D
210: A
211: C
212: D
213: C
214: C
215: B
216: A
217: C
218: D
219: A
220: C