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Q3786114 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O desenvolvimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) depende do treinamento de vastos conjuntos de informações para que o modelo aprenda sobre linguagem, padrões e conhecimento geral. Esses dados podem incluir textos, imagens ou vídeos, os quais frequentemente são protegidos por direitos autorais.

    Se, por um lado, a criatividade e o conteúdo humano precisam ser preservados e recompensados, por outro, regras rígidas de direitos autorais para o treinamento da IAG podem trazer efeitos colaterais preocupantes, tais como: custos proibitivos para empresas de pequeno porte, aumentando a vantagem competitiva das grandes empresas; fuga de centros de IA para países mais permissivos; menor precisão diante da menor quantidade de dados; e repressão da pesquisa aberta e concentração de inovação em ambientes fechados.

   O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

   Diferentemente de um livro digital ou de uma música arquivada, esses sistemas não guardam cada obra de forma individual, mas extraem padrões estatísticos gerais a partir do conjunto de uma grande massa toda. A memorização de trechos específicos pode ocorrer, mas em pequena escala. Em geral, o modelo generaliza e o impacto de cada obra isolada se dilui dentro da massa de dados, não havendo como rastrear a contribuição unitária. Isso torna inadequado tratar o treinamento desses modelos como se fosse equivalente ao uso individualizado de uma obra musical, jornalística ou literária.

    No Brasil, há fundamentos jurídicos que permitem a aplicação do “uso justo”, conforme entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Lei de Direitos Autorais, quando: se tratar de situação especial; não prejudicar a exploração normal da obra; e não causar dano injustificado aos interesses do autor.

    Em geral, no caso do “treinamento justo”, os argumentos são: os dados são utilizados apenas como insumos técnicos, para ensinar padrões estatísticos, e não para copiar as obras originais; o aprendizado de máquina é comparável ao processo humano de indução e generalização; e a responsabilização deve ser aplicada em relação aos resultados produzidos que violem direitos autorais.

   Ou seja, o tema é desafiador e de alta complexidade, sob a perspectiva técnica e jurídica. A tensão entre garantir a remuneração e o reconhecimento dos criadores, por um lado, e não inviabilizar a inovação tecnológica, por outro, exige abordagem regulatória cuidadosa, proporcional e tecnologicamente embasada.


(Rony Vainzof. Treinamento da IA, direitos autorais e regulação. www.estadao.com.br, 21.10.2025. Adaptado)
Está em conformidade com o que se afirma no texto e com a norma-padrão de concordância verbal e nominal a frase:
Alternativas
Q3786112 Direito Digital
Leia o texto a seguir para responder à questão:


   O desenvolvimento da Inteligência Artificial Generativa (IAG) depende do treinamento de vastos conjuntos de informações para que o modelo aprenda sobre linguagem, padrões e conhecimento geral. Esses dados podem incluir textos, imagens ou vídeos, os quais frequentemente são protegidos por direitos autorais.

    Se, por um lado, a criatividade e o conteúdo humano precisam ser preservados e recompensados, por outro, regras rígidas de direitos autorais para o treinamento da IAG podem trazer efeitos colaterais preocupantes, tais como: custos proibitivos para empresas de pequeno porte, aumentando a vantagem competitiva das grandes empresas; fuga de centros de IA para países mais permissivos; menor precisão diante da menor quantidade de dados; e repressão da pesquisa aberta e concentração de inovação em ambientes fechados.

   O conteúdo, enquanto obra passível de proteção, é utilizado somente como insumo técnico para ensinar o modelo sobre as relações estatísticas entre os seus elementos. Embora esses vetores não reproduzam diretamente a obra original e os modelos não armazenem os dados como um banco de referência consultável, eles podem carregar sua estrutura em forma matemática, o que poderia levar à conclusão de que, a partir disso, seria possível reconstruir o conteúdo protegido.

   Diferentemente de um livro digital ou de uma música arquivada, esses sistemas não guardam cada obra de forma individual, mas extraem padrões estatísticos gerais a partir do conjunto de uma grande massa toda. A memorização de trechos específicos pode ocorrer, mas em pequena escala. Em geral, o modelo generaliza e o impacto de cada obra isolada se dilui dentro da massa de dados, não havendo como rastrear a contribuição unitária. Isso torna inadequado tratar o treinamento desses modelos como se fosse equivalente ao uso individualizado de uma obra musical, jornalística ou literária.

    No Brasil, há fundamentos jurídicos que permitem a aplicação do “uso justo”, conforme entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a Lei de Direitos Autorais, quando: se tratar de situação especial; não prejudicar a exploração normal da obra; e não causar dano injustificado aos interesses do autor.

    Em geral, no caso do “treinamento justo”, os argumentos são: os dados são utilizados apenas como insumos técnicos, para ensinar padrões estatísticos, e não para copiar as obras originais; o aprendizado de máquina é comparável ao processo humano de indução e generalização; e a responsabilização deve ser aplicada em relação aos resultados produzidos que violem direitos autorais.

   Ou seja, o tema é desafiador e de alta complexidade, sob a perspectiva técnica e jurídica. A tensão entre garantir a remuneração e o reconhecimento dos criadores, por um lado, e não inviabilizar a inovação tecnológica, por outro, exige abordagem regulatória cuidadosa, proporcional e tecnologicamente embasada.


(Rony Vainzof. Treinamento da IA, direitos autorais e regulação. www.estadao.com.br, 21.10.2025. Adaptado)
Com base nas informações presentes no texto sobre o treinamento e o uso da Inteligência Artificial Generativa (IAG), defende-se que
Alternativas
Q3786049 Eletricidade
Considerando o Módulo 8 dos Procedimentos de Distribuição (Prodist): Qualidade da Energia Elétrica, é considerado um afundamento momentâneo de tensão aquele que ocorre
Alternativas
Q3786048 Engenharia Elétrica
Uma unidade consumidora de grande porte está conectada à rede em um ponto onde a tensão de conexão é de 138 kV. De acordo com a Resolução Normativa ANEEL no 1.000/2021 – Condições gerais de fornecimento de energia elétrica, essa unidade consumidora pertence ao grupo A, no subgrupo
Alternativas
Q3786047 Engenharia Elétrica
Conforme a legislação que rege a geração distribuída no Brasil, por definição de potência são consideradas como
Alternativas
Q3786046 Engenharia Elétrica
Na matriz energética brasileira de 2024, apresentada no Balanço Energético Nacional de 2025, as três principais fontes de energia, em ordem de grandeza, são 
Alternativas
Q3786045 Engenharia Elétrica
Um aproveitamento hidráulico apresenta vazão constante de 25 m3 /s, com um desnível bruto de 32 metros. Pelo estudo de motorização, verifica-se que as perdas de carga no projeto da usina correspondem a 2 metros de coluna de água. Pretende-se utilizar turbinas com rendimento de 80% e geradores com rendimento de 90%.

Adotando-se g = 10 m/s2 e ρ = 1000 kg/m3 , a potência elétrica disponibilizada por esse aproveitamento é igual a
Alternativas
Q3786044 Engenharia Elétrica
Conforme a ANEEL, existem duas abordagens para a regulação dos serviços de geração, que são 
Alternativas
Q3786043 Engenharia Elétrica
Em aproveitamentos hidráulicos de alta queda e vazões relativamente baixas, emprega-se turbina do tipo
Alternativas
Q3786042 Engenharia Elétrica
Com relação à otimização eletroenergética de sistemas elétricos de potência, pode-se afirmar que (I) a otimização do fluxo de potência ativa e reativa para minimizar perdas técnicas e maximizar a estabilidade de tensão, (II) a otimização do despacho da energia produzida para garantir o menor custo operacional e o uso mais eficiente dos recursos e (III) a localização estratégica de subestações para minimizar perdas e garantir o melhor serviço ao consumidor estão relacionadas, respectivamente, a
Alternativas
Q3786041 Engenharia Elétrica
Assinale a alternativa que apresenta apenas atividades inerentes à operação de sistemas de energia elétrica.
Alternativas
Q3786040 Engenharia Ambiental e Sanitária
Considerando a manutenção de uma usina termelétrica, as intervenções realizadas nos sistemas de controle de poluição para atender aos padrões ambientais, especialmente em usinas que queimam combustíveis fósseis, enquadram-se como 
Alternativas
Q3786039 Engenharia Elétrica
No Brasil, em 2024, as três maiores fontes renováveis e as três maiores fontes não renováveis, em ordem decrescente de participação na matriz de energia elétrica brasileira, são: 
Alternativas
Q3786038 Engenharia Elétrica
A produção de energia elétrica a partir de usinas nucleares utiliza um material radioativo como combustível.

No Brasil, as usinas nucleares em operação usam como material combustível
Alternativas
Q3786037 Engenharia Elétrica
A iniciativa da ANEEL que visa promover o uso eficiente da energia elétrica, reduzindo desperdícios e envolvendo diversos projetos para otimizar o consumo energético em diferentes setores, é o
Alternativas
Q3786036 Engenharia Elétrica
Considere o dispositivo de proteção e controle utilizado em redes elétricas de distribuição de média tensão que possui o seguinte funcionamento: ao detectar uma falha (como um curto-circuito), desliga automaticamente o circuito para proteger a rede; em seguida, após um curto período de tempo, ocorre o rearme automático do dispositivo, tentando restabelecer a alimentação do circuito. Se a falha for momentânea (transiente), como um galho de árvore que toca a fiação, a energia é restaurada. Caso a falha seja permanente e o dispositivo não consiga restabelecer a alimentação do circuito após um número programado de tentativas, ele permanece definitivamente em estado desligado (bloqueio) para que uma equipe da concessionária possa intervir manualmente e reparar o problema.

O dispositivo descrito é o
Alternativas
Q3786035 Engenharia de Automação
Considerando a automação de um sistema de distribuição, assinale a alternativa que apresenta apenas componentes do sistema associados à automação.
Alternativas
Q3786034 Engenharia Elétrica
Considerando a operação e a manutenção do sistema de distribuição de energia elétrica, são ações voltadas à modernização do sistema de distribuição:
Alternativas
Q3786033 Engenharia Elétrica
Considerando as características das redes de distribuição, é correto afirmar que
Alternativas
Q3786032 Engenharia Elétrica
Os mecanismos do mercado de energia elétrica que visam aumentar a eficiência da contratação de energia, procurando garantir o abastecimento da população com o menor custo, são conhecidos como
Alternativas
Respostas
141: C
142: B
143: B
144: A
145: E
146: C
147: D
148: B
149: E
150: C
151: A
152: C
153: B
154: A
155: E
156: D
157: A
158: C
159: B
160: D