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Contra desapropriação de museu, obra de piscinão e novas avenidas, o paulistano foi _______ Justiça.
Levantamento da Procuradoria Geral do Município (PGM) obtido pelo Estado mostra que ________ gestão do prefeito Gilberto Kassab (DEM) sofreu dez derrotas judiciais que barram desde projetos de urbanização ________ parque em área nobre. Para este ano, Kassab quer uma força-tarefa para reverter essas decisões.
O Estado de S. Paulo, 09/01/2011
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Assinale a alternativa que está de acordo com a norma culta.
Esse é um desvio de regência verbal, ou seja, no exemplo acima, o verbo gostar exige a preposição de, que precisa ser colocada diante do pronome que.
Assinale a alternativa em que ocorre o mesmo fenômeno da fala.
Em relação ao emprego do porquê, assinale a alternativa que está grafada de acordo com a norma culta.
O que os jornalistas brasileiros estão fazendo com a língua portuguesa é de sacudir as tumbas e incomodar o sono eterno dos grandes mestres da palavra.
Fazem muitos anos que os gramáticos mais sucetíveis, sem excessão, ficam muito espantados com os casos de agressão à língua que pululam nos jornais. Há muitos anos atrás, lembram os mais antigos leitores contumazes de jornais e revistas, publicados, principalmente, no Brasil, o português praticado pela Imprensa era mais escorreito, mais chegado ao que se convencionou chamar de “uso culto da língua”.
Luiz Egypto, Imprensa, junho 1990, p. 12. Colaboraram: Mair Pena Neto, Regina Prado e Conceição Freitas
O texto acima foi publicado propositalmente com vários desvios da norma culta.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto.
1. O verbo fazer foi empregado no plural, quando deveria estar no singular (faz), porque indica tempo decorrido. Logo, não há sujeito.
2. O verbo ficar, em “ficam muito espantados”, deveria estar na terceira pessoa do singular (fica) para concordar com a palavra agressão.
3. A grafia correta é exceção, que provém do verbo excetuar.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Erros de vários tipos aparecem todos os dias nos anúncios de rádio, da televisão e dos jornais.
O anúncio está todo dia no rádio e destaca as qualidades de um fluído (sic!) produzido por conhecida empresa fabricante de freios. O correto, segundo qualquer dicionário de português, é fluido. A forma fluído só existe como particípio do verbo fluir. O trânsito havia fluído normalmente.
Eduardo Martins – O Estado de S. Paulo, 17/09/1992 sic quer dizer assim mesmo, desta forma, de acordo com o original
O texto acima remete a problema de pronúncia conhecido como silabada.
Assinale a alternativa em que se encontra o mesmo desvio de pronúncia.
Qual das palavras abaixo, ao ser transformada em verbo, é grafada com S e não com Z.
Reforma Ortográfica
Por que é errado escrever PAÇARINHO assim? Quem é que disse que CAZA não se escreve dessa maneira? O ramo da gramática que estuda a escrita correta é a ortografia (orto se refere à correção, e grafia, escrita). Essas regras, no entanto, não são fixas, e variam com o tempo. Para começar, é bom ter em mente que, quando se diz que escrever assim ou assado é certo ou errado, tem-se como parâmetro a gramática normativa. Isto é, são as regras previstas na norma culta - que deve ser respeitada em ambientes formais, como na escola, no trabalho etc. – Quem não respeita essas regras não está propriamente escrevendo errado - apenas não está obedecendo à gramática normativa.
(…)
A mais nova reforma ortográfica entrou em vigor em 1º de janeiro de 2009, pondo em prática as regras estabelecidas pelo Decreto de nº 6.583, publicado em 29 de setembro de 2008, que promulgou no Brasil o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O Acordo foi assinado ainda em 1990 por representantes dos governos dos sete países que, naquela data, já tinham o português como idioma oficial: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe.
Outras mudanças - Histórico das alterações do português Alfredina
Nery, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação - UOL.
Reforma Ortográfica
Por que é errado escrever PAÇARINHO assim? Quem é que disse que CAZA não se escreve dessa maneira? O ramo da gramática que estuda a escrita correta é a ortografia (orto se refere à correção, e grafia, escrita). Essas regras, no entanto, não são fixas, e variam com o tempo. Para começar, é bom ter em mente que, quando se diz que escrever assim ou assado é certo ou errado, tem-se como parâmetro a gramática normativa. Isto é, são as regras previstas na norma culta - que deve ser respeitada em ambientes formais, como na escola, no trabalho etc. – Quem não respeita essas regras não está propriamente escrevendo errado - apenas não está obedecendo à gramática normativa.
(…)
A mais nova reforma ortográfica entrou em vigor em 1º de janeiro de 2009, pondo em prática as regras estabelecidas pelo Decreto de nº 6.583, publicado em 29 de setembro de 2008, que promulgou no Brasil o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. O Acordo foi assinado ainda em 1990 por representantes dos governos dos sete países que, naquela data, já tinham o português como idioma oficial: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe.
Outras mudanças - Histórico das alterações do português Alfredina
Nery, Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação - UOL.
Observe o quadro a seguir:

(PASSOS, João Décio. Ensino religioso: fundamentos e métodos. São Paulo: Paulinas, 2007. p. 63.)
(Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/religioes/cristianismo.htm.)
Como etapa marcante da história do cristianismo, o cisma ocorrido no ano de 1054
(SAVIANI, Dermeval. Da nova LDB ao FUNDEB: por uma outra política educacional. 2ª ed. Campinas: Editora Autores Associados, 2008.)
Sobre a história do ensino religioso no Brasil, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) No período imperial, havia uma verdadeira igualdade de tratamento entre o ensino da língua, da matemática, da história do país e da religião e moral cristã católica.
( ) Na primeira república, o ensino religioso viveu seu período de maior valorização no sistema educacional devido aos valores da ordem em vigor, isto é, os valores republicanos.
( ) Na Constituição de 1934, o ensino religioso, de frequência facultativa e ministrado de acordo com os princípios da confissão religiosa do aluno manifestada pelos pais ou responsáveis e constituirá matéria dos horários nas escolas públicas primárias, secundárias, profissionais e normais.
( ) No período democrático atual, o ensino religioso, de matrícula obrigatória, é parte integrante da formação básica do cidadão e constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental, assegurado o respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil, vedadas quaisquer formas de proselitismo.
A sequência está correta em
(Disponível em: https://www.scielo.br/j/inter/a/5D44rZBWRJ5d8YCpX4GP83H/.)
Qual das seguintes teorias filosóficas aborda a relação entre o homem e a religiosidade, destacando a ideia de que a religião é uma resposta às ansiedades ligadas à condição humana?
(Trecho da apresentação do livro “A Genealogia da Moral”, de Friedrich Nietzsche. São Paulo: Lafonte, 2017.)
O trecho anterior faz alusão a qual corrente filosófica?
Religião fundada por volta do ano 1000 a.C. tendo por principal característica a crença em uma divindade única e impessoal e na transmigração das almas. O seu ideal está todo fundado em um sistema de castas e na libertação da alma do ciclo das transmigrações que se realiza na existência temporal, para que ela possa entrar em perfeita união com o princípio eterno e imutável, ou seja, a verdadeira alma universal, origem de todas as coisas. Religião praticada, sobretudo, na Índia antiga.
(JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. p. 34. Adaptado.)
A que religião especificamente o texto se refere?
Certo professor levou para uma aula de ensino religioso o seguinte material:
Material 01 – Texto
No dia 21 de janeiro de 2000, faleceu na Bahia a yalorixá Gildásia dos Santos e Santos, conhecida como Mãe Gilda de Ogum. A religiosa, fundadora do terreiro de candomblé Axé Abassá de Ogum, sofreu um ataque cardíaco após passar por difamações que questionavam sua fé e o seu caráter. Em homenagem a ela, desde 2007 essa data, 21 de janeiro, celebra no Brasil o Dia Nacional de Luta Contra a Intolerância Religiosa.
(Disponível em: https://www.defensoriapublica.pr.def.br.)
Material 02 – Charge

(Disponível em: https://novaescola.org.br.)
Material 03 – Imagem

(Disponível em: https://blog.londrina.pr.gov.br/?p=147980.)
Terreiros de umbanda e candomblé em esmeraldas são alvos de vandalismo
No total foram cinco atos de violência em dois meses, motivo para uma manifestação que reúne 12 templos de religiões de matriz
africana neste sábado.
(Disponível em: https://www.em.com.br. Publicado em: 06/07/2022.)
Com essa iniciativa, o professor
(JAPIASSÚ, Hilton; MARCONDES, Danilo. Dicionário Básico de Filosofia. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2006. P. 127.)
O trecho anterior contém a definição de:
Algumas das questões [...] não nos parecem em absoluto “filosóficas”. As respostas a essas questões, procuraríamos, hoje, de preferência nas ciências empíricas, como a física. São questões sobre fenômenos naturais como a chuva, o raio, o trovão etc. (meteorologia); descrições do cosmo (cosmologia); explicações sobre a formação do universo (cosmogonia). Não existe, entretanto, diferença entre assuntos filosóficos e assuntos científicos quando começa a especulação racional. As ciências que hoje são empíricas nasceram especulativas, e os resultados dessas especulações não podiam de forma alguma ser comprovados.
(REZENDE, Antônio. Curso de Filosofia [...]. 13ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. P. 22.)
O enunciado faz referência à filosofia
A adoção do “método dos geômetras” faz da filosofia inicialmente um jogo de hipóteses. Se até o final o conhecimento permanecer como esse jogo, ele permanecerá no âmbito do provável, do possível, do hipotético – não chegará à certeza. Desse modo, a escalada do conhecimento somente resultará na garantia da verdade se, no final, depois de percorridas todas as hipóteses, levar ao absoluto, ao necessário, ao não-hipotético. Considera-se que, usando o conhecimento dialético, o filósofo pode atingir as essências eternas. E, seguindo as articulações que ligam determinadas essências a determinadas essências, vai conquistando essências cada vez mais gerais. Até que, por fim, contempla aquele absoluto, uma superessência.
(REZENDE, Antônio. Curso de Filosofia [...]. 13ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2005. p. 62.)