Questões de Concurso
Para professor - ensino religioso
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Alguns pensadores modernos reivindicam a humanização e a racionalização do Sagrado pelo próprio homem. Nesse sentido, relacione as seguintes ideias aos seus respectivos autores e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
I. Sustenta que a emancipação humana se daria pela supressão da religião, entendida por ele como fator preponderante no processo da alienação humana. Segundo esse pensador, o homem cria a representação da perfeição em um ser Absoluto – Deus −, precisamente porque deseja a perfeição absoluta, mas tem consciência de que não poderá atingi-la. Assim, Deus passa a ser a única possibilidade de realização dos seus sonhos de perfeição inatingíveis.
II. Atribui à filosofia um papel de crítica ao Estado não democrático e à religião, os quais, segundo a sua concepção, são fontes da alienação. Argumenta também que a emancipação humana não se daria por meio da simples supressão da religião, mas pela consciência intelectual e política que passa pela superação do individualismo egoísta e pela conquista da cidadania, de membro ativo de uma comunidade.
III. Busca demonstrar a relação de mútua influência existente entre o sistema de crença e o sistema econômico, com desdobramentos no âmbito da estratificação social. Trabalha com a possibilidade de que a conduta religiosa influencia na transformação econômica das diversas sociedades.
Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas tendo em vista a Lei Orgânica do Município de Betim (MG).
I. O Município incentivará, na forma da lei, o setor empresarial, na criação e manutenção de escolas para os filhos de seus funcionários, desde o nascimento até os 08 (oito) anos de idade.
II. Em entidade da administração indireta, pelo menos um cargo ou função de direção superior será provido por servidor ou empregado de carreira da respectiva instituição.
III. Cada período de 10 (dez) anos de efetivo exercício dá ao servidor o direito ao adicional de 05 (cinco) por cento sobre seu vencimento, o qual a este se incorpora para efeito de aposentadoria.
IV. Cada legislatura tem a duração de 04 (quatro) anos, compreendendo cada ano uma sessão legislativa.
TEXTO 2

Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.
TEXTO 2

Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.
TEXTO 2

Fonte: Adaptado de: http://1.bp.blogspot.com/oSNjvAa_uZE/TgIuBsIiMXI/AAAAAAAAAN0/R208RGfxPoQ/s1600/as%2Bcobras%2B11.jpg.
Acesso em: 19 jan. 2020.
O que galáxias distantes dizem sobre a evolução do Universo
Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos
Seria legal se pudéssemos passar um filminho revelando a história das galáxias e ver também como era a Via Láctea no passado. Mas, como não podemos, temos que observar as galáxias distantes e tentar montar o quebra-cabeça de como esses astros fantásticos evoluem.
O telescópio espacial Hubble é peça-chave para desvendar essa história. Com ele, conseguimos captar a luz com mais nitidez, já que ela não sofre interferência da atmosfera, mas mesmo assim temos que deixá-lo aberto por muito tempo para obter a luz fraquinha das galáxias distantes.
Em 1995, o ex-diretor do Hubble, Bob Williams, fez a primeira imagem das profundezas do Universo exatamente assim. A equipe do Hubble escolheu uma região do céu sem nenhuma estrela brilhante por perto para garantir que não interferisse na imagem das galáxias de fundo. E deixou o Hubble aberto durante dez dias captando a luz da mesma região. Uma região do céu que parecia totalmente vazia mostrou uma imagem incrível cravejada de galáxias.
O Universo é como se fosse uma “máquina do tempo”: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos. Se vemos uma galáxia a 1 bilhão de anos-luz de nós, significa que a sua luz levou 1 bilhão de anos atravessando o espaço para chegar até aqui. Ou seja, estamos vendo a galáxia como ela era há 1 bilhão de anos, no passado, e não como ela é agora.
Desde a imagem histórica feita pelo Hubble, já tivemos muitas outras das profundezas do Universo. E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância, como era de se esperar, mas descobrimos também que elas são realmente menores e não possuem formatos bem definidos. Isso significa que elas crescem e se transformam com o tempo.
A galáxia mais distante já observada é a GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de nós! Ou seja, estamos vendo como ela era quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos. Ela fica na constelação de Ursa Maior e parece um pontinho vermelho na imagem do Hubble.
Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser. Porém, nem os olhos humanos nem o Hubble conseguem captar o extremo da luz vermelha que precisamos obter para ver mais além.
Por isso, necessitamos de instrumentos como o telescópio James Webb. Ele captará luz infravermelha e enxergará ainda mais longe que o Hubble. Seu lançamento está previsto para 2021, segundo a Nasa, e estamos muito empolgadas com a enxurrada de novas peças para ajudar a solucionar nosso quebra-cabeça galáctico.
Fonte: Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/01/oque-galaxias-distantes-dizem-sobre-evolucao-do-universo.html. Acesso em: 19 jan. 2020.
Assinale a alternativa correta.
TEXTO 1
O que galáxias distantes dizem sobre a evolução do Universo
Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos
Seria legal se pudéssemos passar um filminho revelando a história das galáxias e ver também como era a Via Láctea no passado. Mas, como não podemos, temos que observar as galáxias distantes e tentar montar o quebra-cabeça de como esses astros fantásticos evoluem.
O telescópio espacial Hubble é peça-chave para desvendar essa história. Com ele, conseguimos captar a luz com mais nitidez, já que ela não sofre interferência da atmosfera, mas mesmo assim temos que deixá-lo aberto por muito tempo para obter a luz fraquinha das galáxias distantes.
Em 1995, o ex-diretor do Hubble, Bob Williams, fez a primeira imagem das profundezas do Universo exatamente assim. A equipe do Hubble escolheu uma região do céu sem nenhuma estrela brilhante por perto para garantir que não interferisse na imagem das galáxias de fundo. E deixou o Hubble aberto durante dez dias captando a luz da mesma região. Uma região do céu que parecia totalmente vazia mostrou uma imagem incrível cravejada de galáxias.
O Universo é como se fosse uma “máquina do tempo”: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos. Se vemos uma galáxia a 1 bilhão de anos-luz de nós, significa que a sua luz levou 1 bilhão de anos atravessando o espaço para chegar até aqui. Ou seja, estamos vendo a galáxia como ela era há 1 bilhão de anos, no passado, e não como ela é agora.
Desde a imagem histórica feita pelo Hubble, já tivemos muitas outras das profundezas do Universo. E elas revelam que as galáxias mais longínquas parecem bem pequenas por causa da distância, como era de se esperar, mas descobrimos também que elas são realmente menores e não possuem formatos bem definidos. Isso significa que elas crescem e se transformam com o tempo.
A galáxia mais distante já observada é a GN-z11, que está a 13,4 bilhões de anos-luz de nós! Ou seja, estamos vendo como ela era quando o Universo tinha apenas 400 milhões de anos. Ela fica na constelação de Ursa Maior e parece um pontinho vermelho na imagem do Hubble.
Essas galáxias muito distantes estão se afastando aceleradamente de nós, por isso vemos sua luz sempre mais avermelhada do que deveria ser. Porém, nem os olhos humanos nem o Hubble conseguem captar o extremo da luz vermelha que precisamos obter para ver mais além.
Por isso, necessitamos de instrumentos como o telescópio James Webb. Ele captará luz infravermelha e enxergará ainda mais longe que o Hubble. Seu lançamento está previsto para 2021, segundo a Nasa, e estamos muito empolgadas com a enxurrada de novas peças para ajudar a solucionar nosso quebra-cabeça galáctico.
Fonte: Adaptado de:
https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2020/01/o-que-galaxias-distantes-dizem-sobre-evolucao-do-universo.html.
Acesso em: 19 jan. 2020.
(1,_,_,2,_,_,√7,_,3).
Sabendo que os termos dessa sequência foram obtidos seguindo um determinado padrão, então o seu termo central, ou seja, o quinto termo dessa sequência, é igual a
I. O termo “seita” foi utilizado como qualificação negativa dos grupos religiosos minoritários, oriundos do cristianismo ou de outras matrizes religiosas, por aqueles que zelavam pela legitimidade e hegemonia das grandes tradições religiosas ocidentais, de modo particular nas chamadas Igrejas históricas. II. Seita e igreja são conceitos utilizados sociologicamente como modos de organização religiosa que podem concretizar-se de duas maneiras. Primeiro, em grupos religiosos concretos, caracterizados predominantemente pelos aspectos sectários no seu modo de se organizar. Em segundo lugar, para caracterizar posturas religiosas que podem marcar grupos e indivíduos, mesmo que dentro de um grupo maior, que não tenham em seu conjunto traços sectários. III. As noções de igreja e seita são correlacionadas: uma é formulada em relação à outra. Por outro lado, pode ocorrer um gradiente entre os tipos bipolares seita-igreja, de forma que podemos detectar os comportamentos sectários que gradativamente vão adquirindo características eclesiais e vice-versa.
( ) Os budistas acreditam em um ciclo de reencarnação em que a pessoa morre e renasce até atingir a iluminação. Segundo essa crença, são os atos praticados por cada pessoa que vão determinar a vida que ela terá ou o que será quando reencarnar. As ilusões e os apegos fazem com que as pessoas permaneçam aprisionadas ao ciclo de nascimentos e mortes. ( ) Os cristãos acreditam no dia do juízo final, que seria um ajuste de contas de toda a humanidade. A doutrina dessa religião baseia-se na crença de que todo ser humano é eterno. A morte é uma passagem dessa vida para outra e, dependendo de seus atos em vida, o indivíduo alcançará o céu e, se for condenado, irá para o inferno. ( ) Os hindus acreditam que haverá o dia do juízo final, no qual as pessoas serão julgadas. Para eles, não existe a reencarnação e sim uma vida no paraíso para os fiéis, justos e esforçados. O corpo após a morte não significa mais nada, portanto a morte acontece quando a alma se separa do corpo e é levada por anjos da morte que ajudam a realizar essa tarefa. ( ) Os islâmicos acreditam na reencarnação, isto é, que a alma não morre com a pessoa, mas volta em outro corpo para pagar pelos erros acumulados em vidas passadas até purificar-se. A crença na reencarnação contém a ideia do karma que determina a sucessão de nascimentos e mortes pelos quais o ser humano tem que passar. ( ) Para os judeus, a vida é sagrada, a morte não é o final da vida, apenas o fim do corpo ou da matéria. Creem na ressurreição da carne no final dos tempos, mas também existe a possibilidade de reencarnação. Acreditam que existe outro mundo para onde as almas vão. No entanto, a alma pode voltar para a terra em outro corpo para completar a sua missão.
I. seus seguidores tentam relembrar o animal de seu totem ancestral em marcas que são feitas por todo o corpo por meio de cortes profundos. II. o objetivo da prática é marcar e lembrar a sua origem e delimitar algumas condutas sociais, entre elas o casamento, que só deve acontecer entre pessoas que sejam do mesmo animal totêmico. III. os feiticeiros que fazem as cerimônias ou cultos são pessoas respeitadas dentro do clã, pois consolidam a cultura religiosa por meio das cerimônias e dos ritos de cura, de passagem e de iniciação. V. segundo sua cultura, o totem confere força mágica ao homem.