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Q3451058 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Sobre a intencionalidade percebida em determinados excertos do texto, considerando, sobretudo, o seu contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3451057 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Em “Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização [...]”, empregou-se o sinal de dois-pontos com a função de
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Q3451056 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

No excerto “Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes [...]”, as expressões em destaque podem ser substituídas – sem alteração semântica e de forma correta –, respectivamente, por
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Q3451055 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita correta referente à concordância de frases adaptadas do texto.
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Q3451054 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


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    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Considerando a estrutura do texto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.



( ) A menção a um escritor e jornalista assegura a veracidade das informações acerca da origem do termo Edge City, o que propicia um maior embasamento teórico à estrutura expositiva do texto.


( ) O texto unifica as ações de informar e persuadir para corresponder à sua estrutura de artigo de opinião com circulação em um blog de teor expositivo.


( ) As características apresentadas no texto em relação às Edges Cities propiciam um maior embasamento teórico à sua estrutura argumentativa.

Alternativas
Q3451053 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


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    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).



I. Em “[...] podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado [...]”, o termo em destaque exerce a função de pronome relativo, uma vez que retoma um nome próprio, sendo possível a sua substituição por “o qual”.


II. Em “[...] enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas.”, o termo em destaque introduz uma oração subordinada adjetiva explicativa, visto que elucida a composição das áreas residenciais, caracterizando-as em “apartamentos”, “condomínios” e “casas”.


III. Em “Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou [...]”, o termo em destaque exerce a função de uma partícula de realce à expressão “desenvolvimento urbano”, ocupando uma posição livre na oração. 

Alternativas
Q3451052 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


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    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

No excerto “Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local [...]”, a expressão destacada exprime ideia de
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Q3451051 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


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    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Assinale a alternativa em que a frase “Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço [...]” foi reescrita sem prejuízos a seu sentido original.
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Q3451050 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


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    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Referente ao uso da vírgula, assinale a alternativa em que a frase adaptada do texto de apoio está redigida corretamente.
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Q3451049 Português

Edge City: o que são e quais as vantagens de morar em uma?


Por Blog – Jardins do Parque 



    O termo Edge City foi cunhado pelo escritor e jornalista Joel Garreau, em seu livro “Edge City: Life on the New Frontier”, publicado em 1991. Garreau utilizou esse termo para descrever uma nova forma de desenvolvimento urbano que ele observou ao viajar pelos subúrbios das grandes cidades dos Estados Unidos na década de 80. [...]. Uma Edge City é um tipo de cidade que se encontra ao redor de um nó de transporte, como uma rodovia, e cresce como um subcentro comercial e residencial independente de uma cidade central.

  Geralmente, Edges Cities são caracterizadas por edifícios de escritórios, shopping centers, hotéis, condomínios residenciais, além de outras estruturas que oferecem comodidades para seus moradores e visitantes. Essas cidades crescem por conta da expansão das redes de transporte e da necessidade de espaço e moradia fora das cidades centrais. Elas tendem a ter uma densidade populacional mais baixa do que os grandes centros urbanos e são planejadas com uma mistura de usos para torná-las mais acessíveis e convenientes aos seus moradores.

[...]

    Todas as Edges Cities têm características em comum que as distinguem das outras. [...]. Essas cidades são planejadas para serem centros completos e autossuficientes, com uma mistura de usos que incluem habitação, comércio, serviços de saúde e lazer. Em uma Edge City típica, os escritórios e empresas estão localizados em parques empresariais, enquanto as áreas residenciais são compostas por apartamentos, condomínios ou casas. Restaurantes e lojas, normalmente, estão em centros comerciais e os espaços públicos têm parques, praças e áreas de lazer.

[...] 

    Edges Cities comportam uma densidade significativa de empregos em relação à sua população. Os trabalhos estão concentrados em setores, como tecnologia, finanças, serviços profissionais e de saúde. Há uma série de motivos que fazem uma empresa migrar para essas cidades: custo menor de aluguel, maior espaço para expansão e localização mais conveniente para os seus empregados. Ademais, a presença de muitas empresas e escritórios em uma Edge City ajuda na criação de uma economia local diversificada, no desenvolvimento de uma base de conhecimento especializado e na atração de trabalhadores qualificados.

    Nos Estados Unidos, de acordo com uma reportagem do portal Biz Journal, foram usados 38,1 milhões de pés quadrados (o que são, aproximadamente, 3,5 milhões de metros quadrados em conversão livre) na construção de novos escritórios em Edges Cities. Essa demanda, conforme a reportagem, ocorre por conta de as empresas preferirem atuarem em ambientes que tenham facilidade de locomoção, opções de moradia para seus funcionários.

[...]

    A mobilidade faz parte da rotina de quem mora em uma Edge City. Por isso, nessas cidades, é comum encontrar a presença de estradas bem planejadas e transportes públicos eficientes, tornando a cidade um centro competitivo e atraente tanto para as empresas quanto para as pessoas. Outro ponto que está atrelado à infraestrutura desse centro urbano é a ampla variedade de serviços públicos. Hospitais, escolas, universidades são essenciais para reter os residentes dessas cidades e incentivar que mais pessoas escolham ter suas vidas ali. [...]. No Brasil, podemos citar como exemplo o Alphaville em São Paulo, que, apesar de ser considerado um bairro, trouxe diversos conceitos do modelo de Edge City dos Estados Unidos.



Adaptado de: https://blog.jardinsdoparque.com.br/edge-city/. Acesso em: 23 ago. 2024.  

Em relação ao texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3020963 Química
Em relação ao produto iônico da água (Kw), pH e pOH, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A soma de pH+pOH resultará sempre igual a 14. Sendo assim, se o pH de uma solução for 3,2, seu pOH será 10,8, e vice-versa.

( ) Soluções básicas apresentam a concentração de íons H3O+ superior à concentração de íons OH- (pH>7).

( ) Uma solução apresenta concentração hidrogeniônica de 10-4 mol/L, ou seja, pH = 4.

( ) Soluções ácidas apresentam a concentração de íons H3O+ superior à concentração de íons OH- (pH>7).

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3020962 Engenharia Ambiental e Sanitária
A _____________ consiste na remoção de partículas suspensas e coloidais e de micro-organismos presentes na água que escoa através de um meio granular. Em geral, esse é o processo final de remoção de impurezas realizado em uma Estação de Tratamento de Água (ETA) e, portanto, principal responsável pela produção de água com qualidade condizente com o padrão de potabilidade.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 
Alternativas
Q3020961 Engenharia Ambiental e Sanitária
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os produtos químicos utilizados no tratamento de água às suas respectivas finalidades. 

Coluna 1
1. Sulfato de cobre. 2. Soda cáustica sólida ou líquida. 3. Ozônio.

Coluna 2
( ) Desinfecção e oxidação. ( ) Algicida. ( ) Ajuste de pH. ( ) Coagulação.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3020960 Engenharia Ambiental e Sanitária
Analise a figura a seguir sobre o processo de tratamento de água convencional e assinale a alternativa correta.


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3020959 Química
Vidrarias volumétricas são instrumentos utilizados para medir volumes de líquidos com alta precisão em experimentos químicos e análises. Sobre o tema, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Bureta: equipamento longo e estreito com uma escala graduada, utilizada para medir e dispensar volumes precisos de líquidos, principalmente em titulações.
II. Pipeta graduada: permite medir e transferir volumes variáveis de líquidos.
III. Micropipeta: projetada apenas para medir um volume fixo e preciso.
IV. Erlenmeyer: similar à proveta, serve para medir volumes com menor precisão, mas é comumente utilizado para medir volumes maiores também.
Alternativas
Q3020958 Segurança e Saúde no Trabalho
Em um laboratório de química é essencial usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar acidentes. São considerados EPCs, EXCETO: 
Alternativas
Q3020957 Química
O ácido tricloroacético é um subproduto de desinfecção gerado quando o cloro, utilizado para tratar água potável, reage com compostos orgânicos. Ele faz parte dos ácidos haloacéticos, que se formam pela substituição de átomos de hidrogênio no ácido acético por halogênios, como cloro ou bromo, e pode ser detectado em água tratada. Sobre o ácido tricloroacético, analise as assertivas a seguir:

I. Sua fórmula molecular é CCl3COOH. II. Sua base conjugada é o íon tricloroacetato (C₃Cl₃COO⁻). III. É um ácido fraco e forma uma base conjugada forte.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3020956 Química
A _____________ é um método físico-químico comumente utilizado para separação, identificação e quantificação de compostos orgânicos, como, por exemplo, pesticidas polares em água de consumo, possuindo aplicações qualitativas e quantitativas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q3020955 Química
No processo de coagulação ou floculação, as partículas sólidas se aglomeram em flocos para que sejam removidas mais facilmente. Esse processo consiste na formação e precipitação de hidróxido de alumínio (Al2(OH)3) que é insolúvel em água e “carrega” as impurezas para o fundo do tanque. Nesse sentido, balanceie a equação química e considere que para tratar 1 m3 de água sejam necessários 2 kg de Al2(SO4)3. Qual será a quantidade de Ca(OH)2 necessária para reagir completamente com esse sal?

Al2(SO4)3 + Ca(OH)2 → Al(OH)3 + CaSO4 

Alternativas
Q3020954 Química
Em um laboratório de química, o técnico precisa preparar 250 mL de solução 0,1 mol/L de HCl, partindo de um ácido concentrado. Qual é o volume de HCl concentrado requerido para o preparo da solução? Considere: pureza do HCl concentrado de 37% e densidade de 1,19 g/mL.
Alternativas
Respostas
41: D
42: E
43: A
44: C
45: C
46: A
47: B
48: B
49: D
50: E
51: B
52: E
53: D
54: A
55: D
56: D
57: A
58: A
59: C
60: B