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Q4224347 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um antônimo da palavra “prematuro” no trecho abaixo, retirado do texto:

“A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante alerta, gerando uma sucessão de falsos alarmes e, por consequência, o envelhecimento prematuro das células imunes”.
Alternativas
Q4224346 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto no trecho “A pesquisadora explica que a obesidade promove — em adultos e crianças — uma inflamação crônica e de baixo grau que deixa o sistema de defesa do organismo em constante alerta [...]”, a expressão destacada indica que o sistema de defesa do organismo:
Alternativas
Q4224345 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos mecanismos de coesão empregados no texto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Em “Mas esse efeito não é apenas cumulativo” (l. 19-20), a articulação entre o conectivo “mas” e a expressão “não é apenas” contribui para ampliar a informação apresentada anteriormente, indicando que os efeitos da obesidade infantil vão além do que já era conhecido. 
( ) O pronome demonstrativo “essas” em “Essas crianças não fumam, não bebem [...]” (l. 24) evita a repetição imediata da expressão “crianças com sobrepeso ou obesidade”, contribuindo para a progressão textual.
( ) Em “uma população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais” (l. 25-26), a expressão sublinhada estabelece uma relação de explicação/reformulação.
( ) A repetição do termo “obesidade” ao longo do texto não contribui para a coesão textual, por limitar-se a repetir uma informação já mencionada.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4224344 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as características de gênero e tipo textual, o texto desta prova é: 
Alternativas
Q4224343 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à estrutura argumentativa do texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4224342 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base nas informações apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto evidencia que a obesidade infantil constitui um problema de saúde pública, pois seus efeitos comprometem a saúde das crianças e podem gerar impactos futuros no sistema de saúde.
II. Os resultados da pesquisa indicam que a obesidade infantil pode causar danos à saúde cardiovascular antes mesmo do surgimento de outros fatores de risco.
III. O texto sustenta que medidas preventivas devem se concentrar na fase adulta, quando os problemas cardiovasculares já estão estabelecidos.
IV. Infere-se do texto que a produção de evidências científicas não é suficiente, por si só, para enfrentar a obesidade infantil.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4224341 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

A principal intencionalidade discursiva do texto é:
Alternativas
Q4224340 Português

Obesidade infantil causa danos vasculares precoces





(Disponível em: https://agencia.fapesp.br/obesidade-infantil-causa-danos-vasculares-precoces-indica-estudocom-criancas-paulistas/57087 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando as normas vigentes em relação ao emprego do hífen, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto:

• “Trata-se também de uma população ________, ou seja, sem a influência de hormônios sexuais”.
• “A pesquisa também mediu indicadores como índice de massa corporal (IMC), circunferência da cintura, pressão arterial e função endotelial da ________”.
• “Também foi feito um trabalho de conscientização e treinamento com merendeiras e responsáveis em que foram ensinadas receitas que substituíssem o uso de ________ no cardápio de crianças, priorizando alimentos saudáveis”.
Alternativas
Q4209124 Geografia
A dinâmica econômica de localidades litorâneas no Nordeste brasileiro pode ser apreendida também por meio de processos históricos que relacionam vários elementos, como a ocupação territorial, a circulação de agentes, as disputas jurisdicionais e as reconfigurações no uso social do espaço ao longo do tempo.No caso domunicípio de Tibau, tais elementos assumemparticularidades que permitem problematizar sua inserção regional. À luz dessas considerações, identifique a alternativa que apresenta formulação historicamente correta.
Alternativas
Q4209123 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando a formação histórica e a definição territorial do município de Tibau no contexto das disputas interestaduais entre Rio Grande do Norte e Ceará, especialmente entre 1901 e 1920, analise as afirmativas a seguir quanto às implicações políticas, jurídicas e históricas desse conflito para a consolidação do espaço regional, e assinale a correta.
Alternativas
Q4209122 Geologia
No município de Tibau, as falésias, paredões íngremes encontrados no litoral em quase todo mundo, constituem um elemento notável da paisagem costeira. Considerando os elementos geográficos do município, examine as afirmativas a seguir e assinale a correta.
Alternativas
Q4209121 Geografia
A formação histórica do município de Tibau evidencia processos de sociabilidade vinculados à mobilidade regional e à incorporação de práticas culturais associadas ao uso do espaço ao longo do tempo. Diante desse quadro, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q4209120 História
“Tibau foi descoberta pelo navegador holandês Gideon Morris de Jorge em fevereiro de 1641. Após constatar a existência de salinas do Rio Iwipanim (hoje, rio Mossoró) e maravilhado com a variedade de areias, observadas através de uma luneta, chamou pela cor que predominava: Morro Vermelho. Em 5 de julho de 1708, foi dado um importante passo para a exploração e povoação do território. Foi nesse dia que Gonçalo da Costa Faleiro recebeu das mãos do Capitão-Mor do Rio Grande do Norte, Sebastião Nunes Colares, uma sesmaria compreendendo vasta extensão de terra a partir do Morro do Tibau.”

(IBGE. Tibau. IBGE Cidades. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/rn/tibau. Acesso em: 20 abr. 2026.)

A formação histórica de localidades no território brasileiro envolve processos de ocupação, circulação e integração econômica que antecedem sua institucionalização administrativa. Assim, a inserção histórica de Tibau remete a dinâmicas amplas. Considerando essas questões, examine as afirmativas a seguir e assinale a correta. 
Alternativas
Q4209119 Raciocínio Lógico
Seja a proposição “Algum relatório está atrasado e todos os prazos foram estendidos”. A negação dessa proposição é dada por:
Alternativas
Q4209118 Matemática
Um investidor deseja diversificar sua carteira aplicando em 4 das 8 criptomoedas mais promissoras do mercado. No entanto, ele decidiu que duas criptomoedas específicas (A e B) não podem ser escolhidas juntas, pois são muito voláteis e representam um risco elevado se combinadas. O total de maneiras diferentes que esse investidor pode selecionar as 4 criptomoedas é igual a:
Alternativas
Q4209117 Matemática
Uma cidade, que em 2020 tinha 150.000 habitantes, tem experimentado um crescimento populacional constante de 3.500 habitantes por ano. Mantendo essa taxa de crescimento, a população estimada desta cidade em 2035 será igual a:
Alternativas
Q4209116 Matemática
Em um mapa, a distância entre duas cidades é de 5 cm. Sabe-se que a escala do mapa é de 1:2.000.000. A distância real entre essas duas cidades, em quilômetros, é igual a:
Alternativas
Q4209115 Raciocínio Lógico

Em um levantamento sobre hábitos de consumo, 40% dos entrevistados afirmam comprar produtos orgânicos (O), 30% afirmam comprar produtos recicláveis (R) e 15% afirmam comprar ambos.


A porcentagem de entrevistados que compram produtos orgânicos ou recicláveis é igual a:

Alternativas
Q4209114 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
Considerando o período “Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice”, a transformação da estrutura sintática, com preservação das relações semânticas e da organização lógico-discursiva, pode ser realizada da seguinte forma:
Alternativas
Q4209113 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
Na frase “Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza”, a expressão “por que” aparece escrita de forma separada e sem acento. Considerando as regras da norma-padrão e o sentido construído no contexto, é correto afirmar que essa grafia se justifica pelo fato de que a expressão:
Alternativas
Respostas
181: B
182: C
183: D
184: A
185: D
186: B
187: A
188: C
189: D
190: C
191: B
192: D
193: A
194: C
195: B
196: B
197: A
198: D
199: D
200: B