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Q1151079 Noções de Informática

Considerando o navegador Google Chrome, versão 78 em português, para abrir as opções de "Limpar dados de navegação", basta executar qual tecla de atalho?


(Obs.: o caractere + foi utilizado apenas para interpretação). 

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Q1151078 Noções de Informática
Considerando o Microsoft PowerPoint 2010, versão em português, em sua instalação padrão, o que acontecerá ao pressionar a tecla F5?
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Q1151077 Noções de Informática
Considerando o Microsoft Excel 2010, versão em português, em sua instalação padrão, é correto afirmar que, na construção de uma fórmula, para representar o intervalo de células A1 até A5, deve ser utilizada a expressão
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Q1151071 Raciocínio Lógico

Uma rede bancária encomendou uma pesquisa de opinião para saber se existe uma relação entre consumo e investimento. As pessoas entrevistadas e questionadas sobre esse tema foram trabalhadores da área comercial na cidade onde está situada essa rede bancária. Após analisar as respostas dos entrevistados, a pesquisa pode ser resumida em duas sentenças:


• Todo trabalhador é um consumidor;

• Nenhum consumidor é um investidor.


Assim, considerando essas duas sentenças verdadeiras, conclui-se que

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Q1151070 Matemática
Quatro jogadores, Alan, Breno, Cristiano e Douglas, em uma disputa on-line, participaram da partida final de um jogo. Ao término dessa partida, os resultados apontaram que um desses jogadores conquistou 96 pontos, outro conquistou 80 pontos e outro conquistou 126 pontos. Sabe-se ainda que Alan conquistou uma pontuação inferior à pontuação conquistada por Douglas, Douglas conquistou uma pontuação inferior a 100 pontos e a pontuação de Breno foi superior a 100 pontos e também foi superior à pontuação de Cristiano em 10 pontos. Com base nessas informações, nessa disputa, é correto afirmar que
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Q1151069 Matemática
Duas funcionárias de uma empresa, A e B, ficaram responsáveis pela confecção de um lote de vestidos. Quando a funcionária B começou a confeccionar seus vestidos, a funcionária A já havia confeccionado quatro vestidos. A partir desse momento, a cada hora trabalhada, a funcionária A confeccionava quatro vestidos a mais da quantidade de vestidos que confeccionou na hora anterior e a funcionária B confeccionava cinco vestidos a mais da quantidade de vestidos que confeccionou na hora anterior. Dessa forma, em uma determinada hora de trabalho, as duas funcionárias confeccionaram a mesma quantidade de vestidos, tal que essa quantidade é igual a
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Q1151067 Matemática
Em um depósito de uma construção, estavam armazenadas uma quantidade de sacos de cimento e outra quantidade de sacos de cal. Após conferir as quantidades desses dois materiais no depósito, um pedreiro relatou que existem vinte sacos de cimento e que quatro de cada nove sacos armazenados no depósito são de cimento. Dessa forma, o total de sacos armazenados no depósito é igual a 
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Q1138329 Noções de Informática
Considerando o Microsoft Word 2010, versão em português, em sua instalação padrão, é correto afirmar que o recurso RÉGUA, que permite exibir as réguas usadas para medir e alinhar os objetos no documento, está disponível na guia
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Q1138328 Noções de Informática
Ubuntu, Fedora e Debian são termos que representam
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Q1138327 Noções de Informática
Considerando o Windows 10, versão em português, em sua instalação padrão, é correto afirmar que a funcionalidade CORTANA
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Q1138326 Noções de Informática
Um periférico de computador do tipo entrada está representado de forma correta em qual alternativa?
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Q1138325 Noções de Informática
Acerca dos conceitos básicos sobre Hardware, assinale a alternativa que apresenta apenas memórias do tipo secundária.
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Q1138324 Raciocínio Lógico
Se afirmarmos que não é verdade que o preço do quilo da carne está barato e o índice de inflação caiu no último mês, então é verdade afirmar que
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Q1138323 Raciocínio Lógico
Considere a sequência numérica (1, 5, 4, 8, 7, 11, ...). O décimo termo dessa sequência é igual a
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Q1138322 Raciocínio Lógico

Em uma escola, foi realizada uma pesquisa com 200 alunos sobre o consumo de dois tipos de refeições no horário de intervalo: salada de frutas e sanduíche natural. Após o término da pesquisa, constatou-se que:


• 75 alunos consomem somente a salada de frutas no horário de intervalo;

• 120 alunos consomem sanduíche natural no horário de intervalo;

• 30 alunos consomem os dois tipos de refeições no horário de intervalo.


Assim, o total de alunos que não consome nenhum dos dois tipos de refeições citados no horário de intervalo é igual a

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Q1138321 Matemática
Se um produto que custava R$ 120,00 sofreu dois aumentos sucessivos de 25% e 30%, então o novo preço desse produto após a aplicação desses aumentos é igual a
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Q1138320 Matemática
O caderno de uma prova de um concurso público é composto de 3 páginas, tal que cada página é dividida em duas colunas e cada uma dessas colunas tem 18 linhas, onde cada linha tem 12 letras. O total de letras dessa prova é igual a
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Q1138319 Português

                 


                                                Texto II

                   Fake News: as mentiras que viram notícias

        Será que todos os que se manifestam sobre qualquer assunto

         estão devidamente preparados para utilizar devidamente os

                          modernos canais de comunicação?

                                                                                                          Danillo Saes


      A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.

      Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.

      De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.

      Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.

      As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.

      A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.

Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da EAD Unicesumar .


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em: 08 dez. 2019.

“O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato”.


Levando em consideração a função coesiva dos elementos destacados no texto apresentado, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas. 


I. Os pronomes “seu” e “o” fazem referência a um mesmo termo.

II. O pronome “que” retoma o substantivo antecedente “poder” e introduz a oração adjetiva: “que a tecnologia nos dá”.

III. O pronome pessoal do caso oblíquo “las”, nas três vezes em que é empregado, refere-se ao termo “informações” e tem função sintática de objeto indireto.

IV. Tal pronome “las” refere-se à 2ª pessoa do plural.

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Q1138318 Português

                 


                                                Texto II

                   Fake News: as mentiras que viram notícias

        Será que todos os que se manifestam sobre qualquer assunto

         estão devidamente preparados para utilizar devidamente os

                          modernos canais de comunicação?

                                                                                                          Danillo Saes


      A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.

      Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.

      De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.

      Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.

      As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.

      A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.

Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da EAD Unicesumar .


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em: 08 dez. 2019.

Referente ao uso da vírgula, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.


( ) Em “Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças (...)”, a vírgula foi empregada para isolar uma locução adverbial de causa deslocada para o início do período.

( ) No período “Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários.”, a vírgula foi empregada para separar orações coordenadas sindéticas aditivas.

( ) Em “(...) como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias (...)”, as vírgulas foram empregadas para isolar um aposto.

( ) No trecho “(...) e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta.”, as vírgulas foram utilizadas para separar uma locução conjuntiva que expressa conclusão.

Alternativas
Q1138317 Português

                 


                                                Texto II

                   Fake News: as mentiras que viram notícias

        Será que todos os que se manifestam sobre qualquer assunto

         estão devidamente preparados para utilizar devidamente os

                          modernos canais de comunicação?

                                                                                                          Danillo Saes


      A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.

      Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.

      De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.

      Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.

      As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.

      A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.

Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento de Sistemas da EAD Unicesumar .


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/. Acesso em: 08 dez. 2019.

Em relação às funções sintáticas, há duas que se referem a nomes: o complemento nominal e o adjunto adnominal. Considerando o exposto e seu conhecimento sobre o assunto, assinale a alternativa cuja classificação sintática (dentro dos parênteses) para o termo destacado está INADEQUADA.
Alternativas
Respostas
10461: A
10462: C
10463: D
10464: B
10465: C
10466: D
10467: B
10468: B
10469: C
10470: B
10471: A
10472: D
10473: A
10474: C
10475: D
10476: B
10477: A
10478: A
10479: C
10480: B