Questões de Concurso Para professor - educação especial

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Q1609963 Português

(Jim Davis. Disponível em: http://www.paulomatheus.com/2012/08/30
-tirinhas-garfield.html. Acesso em: 09.11.2019)
A fala do gato Barney, no último quadrinho, não responde objetivamente à pergunta feita por Garfield e se apresenta como manifestação
Alternativas
Q1609962 Português

Conquista ameaçada

   A combinação de desleixo com orgulho ignorante está causando avarias numa das grandes façanhas da humanidade, que é o controle de doenças através da vacinação. Em 2019, o sarampo, que já foi citado por autoridades sanitárias como moléstia passível de erradicação, ressurgiu com força em várias partes do mundo. Quedas na cobertura vacinal, em parte por preguiça, em parte por militância religiosa/ ideológica, são o principal motivo.

    Pior, especialistas já temem que algo semelhante ocorra com a poliomielite. Essa doença, que já esteve muito perto de ser eliminada (em 2017 registraram-se apenas 22 casos em todo o mundo), pode reaparecer em qualquer comunidade que tenha um número suficientemente grande de crianças não imunizadas.

    É estranha a nossa relação psicológica com as vacinas. Elas, ao lado do saneamento básico, compõem os dois conjuntos de medidas que mais fizeram para reduzir a carga de doenças e morte que sempre afligiram nossa espécie, mas temos enorme dificuldade para reconhecer isso.

    O caso mais emblemático talvez seja o de Maurice Hilleman. Poucos leitores terão ouvido falar desse cientista americano, mas ele é provavelmente a pessoa que mais salvou vidas no planeta. Hilleman, morto em 2005, desenvolveu mais de 40 vacinas, incluindo a tríplice viral ou MMR, usada contra o sarampo, e outras oito que fazem parte da maioria dos programas de vacinação infantil do mundo.

   Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante, mas, num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado. Pior, em vez de ganhar um ou dois prêmios Nobel, aos quais decerto fez jus, o que recebeu foram mensagens de ódio e até ameaças depois que a “fake news” de que a MMR causava autismo ganhou corações e mentes no final dos anos 90.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 22.09.2019)

A alternativa em que a expressão entre colchetes substitui a destacada, segundo a norma-padrão de regência, é:
Alternativas
Q1609961 Português

Conquista ameaçada

   A combinação de desleixo com orgulho ignorante está causando avarias numa das grandes façanhas da humanidade, que é o controle de doenças através da vacinação. Em 2019, o sarampo, que já foi citado por autoridades sanitárias como moléstia passível de erradicação, ressurgiu com força em várias partes do mundo. Quedas na cobertura vacinal, em parte por preguiça, em parte por militância religiosa/ ideológica, são o principal motivo.

    Pior, especialistas já temem que algo semelhante ocorra com a poliomielite. Essa doença, que já esteve muito perto de ser eliminada (em 2017 registraram-se apenas 22 casos em todo o mundo), pode reaparecer em qualquer comunidade que tenha um número suficientemente grande de crianças não imunizadas.

    É estranha a nossa relação psicológica com as vacinas. Elas, ao lado do saneamento básico, compõem os dois conjuntos de medidas que mais fizeram para reduzir a carga de doenças e morte que sempre afligiram nossa espécie, mas temos enorme dificuldade para reconhecer isso.

    O caso mais emblemático talvez seja o de Maurice Hilleman. Poucos leitores terão ouvido falar desse cientista americano, mas ele é provavelmente a pessoa que mais salvou vidas no planeta. Hilleman, morto em 2005, desenvolveu mais de 40 vacinas, incluindo a tríplice viral ou MMR, usada contra o sarampo, e outras oito que fazem parte da maioria dos programas de vacinação infantil do mundo.

   Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante, mas, num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado. Pior, em vez de ganhar um ou dois prêmios Nobel, aos quais decerto fez jus, o que recebeu foram mensagens de ódio e até ameaças depois que a “fake news” de que a MMR causava autismo ganhou corações e mentes no final dos anos 90.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 22.09.2019)

Considere a seguinte passagem:

Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante ...


A relação de sentido entre as orações dessa passagem é de

Alternativas
Q1609960 Português

Conquista ameaçada

   A combinação de desleixo com orgulho ignorante está causando avarias numa das grandes façanhas da humanidade, que é o controle de doenças através da vacinação. Em 2019, o sarampo, que já foi citado por autoridades sanitárias como moléstia passível de erradicação, ressurgiu com força em várias partes do mundo. Quedas na cobertura vacinal, em parte por preguiça, em parte por militância religiosa/ ideológica, são o principal motivo.

    Pior, especialistas já temem que algo semelhante ocorra com a poliomielite. Essa doença, que já esteve muito perto de ser eliminada (em 2017 registraram-se apenas 22 casos em todo o mundo), pode reaparecer em qualquer comunidade que tenha um número suficientemente grande de crianças não imunizadas.

    É estranha a nossa relação psicológica com as vacinas. Elas, ao lado do saneamento básico, compõem os dois conjuntos de medidas que mais fizeram para reduzir a carga de doenças e morte que sempre afligiram nossa espécie, mas temos enorme dificuldade para reconhecer isso.

    O caso mais emblemático talvez seja o de Maurice Hilleman. Poucos leitores terão ouvido falar desse cientista americano, mas ele é provavelmente a pessoa que mais salvou vidas no planeta. Hilleman, morto em 2005, desenvolveu mais de 40 vacinas, incluindo a tríplice viral ou MMR, usada contra o sarampo, e outras oito que fazem parte da maioria dos programas de vacinação infantil do mundo.

   Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante, mas, num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado. Pior, em vez de ganhar um ou dois prêmios Nobel, aos quais decerto fez jus, o que recebeu foram mensagens de ódio e até ameaças depois que a “fake news” de que a MMR causava autismo ganhou corações e mentes no final dos anos 90.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 22.09.2019)

Em diferentes passagens do texto, o autor emprega expressões que sinalizam tratar-se de afirmações indicando possibilidade. Assinale a alternativa contendo essas expressões, colocadas em destaque nas duas passagens transcritas.
Alternativas
Q1609959 Português

Conquista ameaçada

   A combinação de desleixo com orgulho ignorante está causando avarias numa das grandes façanhas da humanidade, que é o controle de doenças através da vacinação. Em 2019, o sarampo, que já foi citado por autoridades sanitárias como moléstia passível de erradicação, ressurgiu com força em várias partes do mundo. Quedas na cobertura vacinal, em parte por preguiça, em parte por militância religiosa/ ideológica, são o principal motivo.

    Pior, especialistas já temem que algo semelhante ocorra com a poliomielite. Essa doença, que já esteve muito perto de ser eliminada (em 2017 registraram-se apenas 22 casos em todo o mundo), pode reaparecer em qualquer comunidade que tenha um número suficientemente grande de crianças não imunizadas.

    É estranha a nossa relação psicológica com as vacinas. Elas, ao lado do saneamento básico, compõem os dois conjuntos de medidas que mais fizeram para reduzir a carga de doenças e morte que sempre afligiram nossa espécie, mas temos enorme dificuldade para reconhecer isso.

    O caso mais emblemático talvez seja o de Maurice Hilleman. Poucos leitores terão ouvido falar desse cientista americano, mas ele é provavelmente a pessoa que mais salvou vidas no planeta. Hilleman, morto em 2005, desenvolveu mais de 40 vacinas, incluindo a tríplice viral ou MMR, usada contra o sarampo, e outras oito que fazem parte da maioria dos programas de vacinação infantil do mundo.

   Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante, mas, num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado. Pior, em vez de ganhar um ou dois prêmios Nobel, aos quais decerto fez jus, o que recebeu foram mensagens de ódio e até ameaças depois que a “fake news” de que a MMR causava autismo ganhou corações e mentes no final dos anos 90.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 22.09.2019)

No segundo parágrafo, os parênteses são empregados para inserir
Alternativas
Q1609958 Português

Conquista ameaçada

   A combinação de desleixo com orgulho ignorante está causando avarias numa das grandes façanhas da humanidade, que é o controle de doenças através da vacinação. Em 2019, o sarampo, que já foi citado por autoridades sanitárias como moléstia passível de erradicação, ressurgiu com força em várias partes do mundo. Quedas na cobertura vacinal, em parte por preguiça, em parte por militância religiosa/ ideológica, são o principal motivo.

    Pior, especialistas já temem que algo semelhante ocorra com a poliomielite. Essa doença, que já esteve muito perto de ser eliminada (em 2017 registraram-se apenas 22 casos em todo o mundo), pode reaparecer em qualquer comunidade que tenha um número suficientemente grande de crianças não imunizadas.

    É estranha a nossa relação psicológica com as vacinas. Elas, ao lado do saneamento básico, compõem os dois conjuntos de medidas que mais fizeram para reduzir a carga de doenças e morte que sempre afligiram nossa espécie, mas temos enorme dificuldade para reconhecer isso.

    O caso mais emblemático talvez seja o de Maurice Hilleman. Poucos leitores terão ouvido falar desse cientista americano, mas ele é provavelmente a pessoa que mais salvou vidas no planeta. Hilleman, morto em 2005, desenvolveu mais de 40 vacinas, incluindo a tríplice viral ou MMR, usada contra o sarampo, e outras oito que fazem parte da maioria dos programas de vacinação infantil do mundo.

   Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante, mas, num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado. Pior, em vez de ganhar um ou dois prêmios Nobel, aos quais decerto fez jus, o que recebeu foram mensagens de ódio e até ameaças depois que a “fake news” de que a MMR causava autismo ganhou corações e mentes no final dos anos 90.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 22.09.2019)

Fazendo referência ao cientista Hilleman, no último parágrafo, o autor afirma que “num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado”.
Essa afirmação aponta uma questão central no texto, que é
Alternativas
Q1609957 Português

Conquista ameaçada

   A combinação de desleixo com orgulho ignorante está causando avarias numa das grandes façanhas da humanidade, que é o controle de doenças através da vacinação. Em 2019, o sarampo, que já foi citado por autoridades sanitárias como moléstia passível de erradicação, ressurgiu com força em várias partes do mundo. Quedas na cobertura vacinal, em parte por preguiça, em parte por militância religiosa/ ideológica, são o principal motivo.

    Pior, especialistas já temem que algo semelhante ocorra com a poliomielite. Essa doença, que já esteve muito perto de ser eliminada (em 2017 registraram-se apenas 22 casos em todo o mundo), pode reaparecer em qualquer comunidade que tenha um número suficientemente grande de crianças não imunizadas.

    É estranha a nossa relação psicológica com as vacinas. Elas, ao lado do saneamento básico, compõem os dois conjuntos de medidas que mais fizeram para reduzir a carga de doenças e morte que sempre afligiram nossa espécie, mas temos enorme dificuldade para reconhecer isso.

    O caso mais emblemático talvez seja o de Maurice Hilleman. Poucos leitores terão ouvido falar desse cientista americano, mas ele é provavelmente a pessoa que mais salvou vidas no planeta. Hilleman, morto em 2005, desenvolveu mais de 40 vacinas, incluindo a tríplice viral ou MMR, usada contra o sarampo, e outras oito que fazem parte da maioria dos programas de vacinação infantil do mundo.

   Seria um exagero dizer que Hilleman morreu na obscuridade. Seus pares sempre o reconheceram como um gigante, mas, num movimento que espelha bem nossa relação meio esquisita com as vacinas, seu nome é quase ignorado do público não especializado. Pior, em vez de ganhar um ou dois prêmios Nobel, aos quais decerto fez jus, o que recebeu foram mensagens de ódio e até ameaças depois que a “fake news” de que a MMR causava autismo ganhou corações e mentes no final dos anos 90.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 22.09.2019)

É correto afirmar que o texto
Alternativas
Q1329201 Pedagogia

Considerando que as crianças são únicas em sua forma de pensar e aprender, analise as ideias abaixo sobre avaliação das necessidades educacionais dos alunos com deficiência como elemento fundamental para subsidiar as decisões pedagógicas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A avaliação não auxilia o professor a rever o seu processo de ensino quando atende às necessidades específicas de cada aluno.

( ) A percepção sobre o avanço na aprendizagem dos alunos especiais é muito sutil, por isso é conveniente e adequado mensurar a avaliação em forma de números.

( ) O Parecer Pedagógico registra os aspectos em que os alunos têm maiores avanços e em quais deles necessitam de maior atenção pedagógica, possibilitando que recursos e estratégias sejam aperfeiçoados, reelaborados e/ou inventados com base nas informações.

( ) Uma prática sistemática de avaliação implica quantificar e classificar o nível de aprendizagem dos alunos.

( ) A ação avaliativa precisa estar a favor da qualificação docente e do aprendizado do educando.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1329200 Pedagogia

A quantidade de transformações dos últimos anos, bem como as expectativas cada vez mais rigorosas em relação ao papel dos professores na sociedade, suscita novas abordagens nas propostas de formação do magistério. Em relação a essa questão, alguns docentes de Educação Especial afirmaram que:


I. “A formação inicial é muito teórica, poderia ser mais prática e também voltada às diferentes problemáticas de cada deficiência”.

II. “Sinto grande defasagem entre aquilo que aprendi e com o que me depararei na realidade da escola.”

III. “A formação continuada é positiva, pois acrescenta conhecimentos e fornece técnicas para o desenvolvimento e a melhoria da prática pedagógica”.

IV. “O professor de educação especial tem formação específica, é preparado, por isso não precisa participar de novos cursos ou capacitações”.


Quais dos depoimentos acima NÃO se adéquam à ideia de formação como processo?

Alternativas
Q1329199 Pedagogia
As salas de recursos multifuncionais são ambientes dotados de equipamentos, mobiliários, materiais didáticos e pedagógicos para a oferta do atendimento educacional especializado, EXCETO com o objetivo de:
Alternativas
Q1329198 Pedagogia

Associe a Coluna 1 à Coluna 2, identificando cada tópico de um Plano de Ensino elaborado por uma professora de Educação Especial que atua no 5º ano do Ensino Fundamental, relacionado-o às suas respectivas etapas.


Coluna 1


1. Objetivo geral.

2. Objetivo específico.

3. Conteúdo.

4. Metodologia.

5. Recursos.

6. Avaliação.


Coluna 2


( ) Aulas em formato de codocência para que haja interação dos alunos, com ênfase na aluna especial que apresenta comprometimento cognitivo, de locomoção e de comunicação.

( ) Habilidades linguísticas, de comunicação expressiva e compreensiva com respeito às diferenças.

( ) Proporcionar a inclusão da aluna na turma e no ambiente escolar por meio da adaptação curricular dos conteúdos das disciplinas e das vivências sociais, com o intuito de desenvolver as capacidades psicomotora, de interação social e comunicacional.

( ) Realizar a adaptação e flexibilização das atividades, com base no planejamento conjunto com as professoras da turma.

( ) Uso de materiais e letras grandes, coloridos e/ou contrastantes e de materiais adaptados que estimulem o uso dos dois braços e das duas mãos.

( ) Processual e sistematizada, com o intuito de oportunizar a reflexão sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos e da aluna especial, com vistas ao redirecionamento das ações pedagógicas.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1329197 Pedagogia

Os alunos com necessidades educacionais especiais necessitam de um trabalho pedagógico que os auxilie no desenvolvimento do percurso educativo. Analise as estratégias pedagógicas docentes necessárias à efetivação da aprendizagem, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Estabelecer uma postura crítica em relação aos saberes escolares e à forma como eles podem ser trabalhados.

( ) Conscientizar-se de que a escola é uma estrutura pronta e acabada, por isso, sua tarefa é determinar o ritmo da classe para que ocorra a aprendizagem.

( ) Colaborar com o desenvolvimento integral do aluno, respeitando as diferenças e valorizando as potencialidades de cada um.

( ) Oferecer um espaço em que o aluno possa aprender e perceber-se como sujeito ativo na construção do conhecimento.

( ) Propiciar um clima de cooperação e respeito entre todos.

( ) Trabalhar para que a equipe especializada assuma a docência da turma para que haja inclusão.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1329196 Pedagogia
Uma professora do 2º ano aproveitou a falta de um aluno e o fato de ninguém saber seu telefone, nem onde morava, para propor uma Agenda da Classe, a fim de que as crianças ordenassem os seus nomes em ordem alfabética. A partir do endereço de cada aluno, a professora fez a classe estudar o bairro e também mostrou como é feita a numeração das casas nas ruas. Esse contexto de estudo favoreceu a vivência de currículo
Alternativas
Q1329195 Pedagogia

Segundo Alarcão, a escolarização de alunos com deficiência, transtornos _______ do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, nas escolas comuns, têm desafiado os profissionais da educação que lá estão a buscar novas/outras alternativas de trabalho para que possam garantir o acesso à educação desses alunos. Para pensar essa questão, é fundamental, que a escola assuma a tarefa de transformar-se e, nesse processo, repensar o _______ para que atenda a todos. Assim, essa escola há que ser significada como capaz de refletir sobre suas ações do ________ escolar para detectar pistas que possibilitem novas/outras formas de trabalhos. Ou seja, uma escola que reflita sobre os seus próprios processos e as suas formas de atuar e funcionar. Uma escola que analise, desconstrua e refaça as suas _________ e a sua _____ curricular.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q1329194 Pedagogia

No âmbito escolar, a integração assume o princípio de que toda pessoa é capaz de aprender. Sobre as transformações no campo educacional causadas pelo movimento de integração, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Uma nova concepção sobre transtornos de desenvolvimento e das deficiências.

( ) Uma perspectiva distinta entre processos de aprendizagem e diferenças individuais.

( ) A fronteira entre a normalidade, o fracasso e a deficiência.

( ) A integração voltada às pessoas que possuem as mesmas oportunidades na sociedade.

( ) A obrigatoriedade de que os alunos estudem nas escolas de Educação Especial.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1329193 Pedagogia

A educação inclusiva, enquanto conceito e proposta institucional, teve avanços significativos ao longo dos anos 90 do século XX, provocados por movimentos importantes, dentre eles:


I. Simpósio Internacional de Educação e Comunicação, realizado em 2018, em Aracaju, Brasil.

II. Congresso Internacional de Pesquisa e Práticas em Educação, realizado em 2018, em São Paulo, Brasil.

III. Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada em Jomtie, Tailândia, em 1990.

IV. Conferência Mundial de Educação Especial, realizada em 1994, em Salamanca, Espanha, que originou o documento “Declaração de Salamanca”.


Quais estão corretos?

Alternativas
Q1329192 Pedagogia

Sobre os desafios da escola moderna e sua transição para a escola contemporânea, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) A escola, mesmo inserida em uma sociedade contemporânea, ainda mantém características provenientes de uma época moderna.

( ) A realidade educacional é marcada pela integração entre os programas escolares e os alunos e entre o que os professores querem ensinar e o que os alunos desejam aprender.

( ) A escola é organizada em séries, com alunos de idades semelhantes, enquanto os saberes são traduzidos nos conteúdos trabalhados em aula, respeitando a correlação entre idade e série.

( ) Os processos de ensinar e de aprender acompanham os avanços e as transformações da sociedade contemporânea e formam professores éticos, compromissados, conhecedores das áreas de conhecimento e dos procedimentos, métodos de ensino e de aprendizagem.

( ) A reflexão sobre os avanços tecnológicos necessários para tornar a informação significativa aos alunos é um dos desafios da escola na contemporaneidade.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q1329191 Pedagogia

Seguindo a tipologia proposta por Libâneo, dos dois enfoques citados na questão anterior, derivam algumas concepções distintas de gestão escolar, quais sejam:


I. Técnico-científica.

II. Partidário-democrática.

III. Autogestionária.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1329189 Pedagogia

Para Mittler, estamos muito aquém de entender por que e como crianças com histórias de pobreza, com tanta frequência, fracassam nas escolas e muito menos ainda o que pode ser feito para reduzir ou eliminar tais disparidades. Não há uma explicação simples ou única para isso. Para o autor, alguns culpam:


I. As crianças por serem menos inteligentes ou estarem menos “prontas” para aprender.

II. Os pais, pelo fracasso, como consequência do fato de não se interessarem pelo desenvolvimento de seus filhos e de não oferecerem um ambiente que conduza ao desenvolvimento e à aprendizagem.

III. As escolas por terem baixa expectativa quanto ao aproveitamento dos alunos e, além disso, por aceitarem com facilidade que as crianças pobres serão aquelas que mais provavelmente não terão um bom desempenho na escola.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q1329188 Pedagogia
De acordo com Hoffmann, a avaliação mediadora possui os seguintes aspectos, EXCETO:
Alternativas
Respostas
10321: B
10322: E
10323: D
10324: E
10325: A
10326: D
10327: B
10328: A
10329: B
10330: E
10331: C
10332: E
10333: B
10334: A
10335: C
10336: D
10337: B
10338: D
10339: E
10340: C